A cidade que escolhi: moradores contam porque adotaram Barueri

Março é o mês de aniversário de Barueri. Esta reportagem faz parte da série comemorativa que traz fatos importantes da cidade, publicadas todos os sábados até o dia 26, dia em que Barueri completa 73 anos de sua emancipação político-administrativa.

A melhor cidade é onde a gente mora. E quando a escolhemos, ela fica ainda melhor. Barueri tem sido o destino de muita gente do Brasil e do mundo nas últimas décadas.

Aqui fincaram raízes, formaram famílias, progrediram e continuam a contribuir e a usufruir de sua infraestrutura urbana e dos serviços públicos e privados. Em março, no dia 26, Barueri comemora 73 anos de emancipação político-administrativa.

A história dessas pessoas que escolheram se estabelecer em Barueri tem em comum o grande apego à cidade que passaram a gostar assim que a olharam pela primeira vez.

“Procuramos um lugar em vários condomínios, até que encontramos um aqui na Aldeia da Serra e gostamos logo à primeira vista. Amo esse lugar que eu moro e Barueri para mim é hoje minha terra”, contou a empresária aposentada Mary Trevizanuto Garcia, de 69 anos, há 23 anos no Município.

“Quando me apresentaram a cidade, foi incrível, logo me apaixonei. Foi ali que tudo começou. Voltei para a minha cidade e em três dias tomei a decisão de começar uma vida nova em Barueri”, relembra a empreendedora, cantora e compositora Elisangela de Souza Praxedes Mesquita, moradora do Centro há pouco mais de dois anos.

“Ao visitar uma amiga aqui em Barueri me apaixonei pela cidade de cara, sempre sonhei em morar em uma casa com quintal e muito verde. Tudo isso e muito mais encontrei aqui”, afirma entusiasmada a empresária Suzana Order Magro – a Susi -, 69 anos. A casa “sem muros com toda tranquilidade e segurança” fica em Alphaville, onde Susi decidiu 25 anos atrás ficar.

Cidades diferentes
Mary, Elisangela e Susi vieram de cidades bem diferentes antes de se fixarem em Barueri. Mary saiu de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, e nasceu em Tupã (interior de São Paulo); Elisangela é de Ubatuba, litoral de São Paulo; e Susi veio de Porto Alegre, mas nasceu em Erechim, cidades do Rio Grande do Sul.

Elas ressaltam os pontos altos de Barueri, que as ajudaram a se tornarem convictas quanto a viver aqui: segurança, ruas limpas, comércio variado, condições de trabalho, serviço de saúde e boas escolas.

“Foi ótimo o atendimento que deram ao meu esposo no hospital (HMB). São excelentes profissionais, desde a recepção até o acompanhamento com os médicos e enfermeiros, todos estão de parabéns”, afirma Elisangela.

“Eu precisei parar com o convênio médico e uso a UBS da Prefeitura e sou muito bem atendida”, relatou Mary.

A sonhada casa própria
“Nasci em 1956 na capital paulista. Meus pais pagavam aluguel. Vieram para Barueri em busca da tão sonhada casa própria. Na antiga Rua U do Jardim Silveira, só havia duas casas”, recorda a professora Marlene Gonzaga dos Santos. Segundo ela, com o tempo, a cidade se tornou muito acolhedora. “Eu, meu marido e meus dois filhos vivemos bem aqui. Estou muito satisfeita”.

Antes de 1985, o aposentado Givanildo José dos Santos, o Xuxa, de 65 anos, morava na vizinha Osasco, mas se sentia insatisfeito com a agitação da cidade. Natural de Surubim, Pernambuco, Xuxa queria mais tranquilidade para viver. Foi então que se mudou para cá. Hoje reside na Vila Nova Barueri.

“Eu gosto da segurança que hoje temos na nossa cidade, pelo benefício que é oferecido para população”, resume o senhor Xuxa.

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