Editorial: Saúde

Jogos interativos ajudam na fisioterapia e sociabilidade de idosos

Um tratamento que alia cuidados fisioterápicos em idosos, com diversão e muitas brincadeiras. O uso de jogos interativos, ou “gameterapia”, ganha cada vez mais espaço em clínicas e espaços dedicados à terceira idade. Segundo Vanessa Tamborelli Frakas, fisioterapeuta do Residencial Club Leger, localizado em São Paulo, o uso de jogos interativos possibilita trabalhar o equilíbrio, o condicionamento físico, aeróbica e a estimulação cognitiva.

– Os jogos produzem movimentos semelhantes ao que fazemos dentro da fisioterapia convencional e abrange pacientes que fazem fisioterapia ortopédica, neurológica entre outras – destaca Vanessa.

Ela aponta que a utilização do videogame na reabilitação faz com que os idosos tenham mais motivação. A cada ponto conquistado ou fase superada, o idoso consegue visualizar de forma muito interativa e rápida, fazendo com que as terapias se tornem mais lúdicas e leves.

– Isso ajuda a humanizar o tratamento, muitas vezes doloroso e exaustivo, além de possibilitar acessibilidade para pacientes com deficiência. Muitos movimentos que o paciente, às vezes, não consegue mais realizar, através do jogo consegue vivenciar novamente aquela atividade ou movimento há muito tempo não executado – afirma a fisioterapeuta.

Vanessa explica que alguns estudos científicos mostram que os games ajudam, tanto em adultos quanto em idosos, no aumento das atividades do hipocampo (responsável pela memória), córtex pré-frontal dorsolateral (que controla o planejamento, a tomada de decisões e a inibição) e cerebelo (responsável por atuar no controle e no equilíbrio motor).

Ela acrescenta que a escolha dos jogos a serem utilizados dependerá dos objetivos que o terapeuta estabelece para cada paciente.

– Os principais consoles utilizados e mais acessíveis são WII e o X- Box, porém temos outros tipos e há também a possibilidade de desenvolvimento de jogos para programas específicos de reabilitação, porém o custo é mais elevado – explica.

O gerente executivo do Residencial Clube Leger, Vinícius Neves, ressalta que este tipo de atividade é difundida nos principais centros de tratamentos de idosos nos EUA.

– Muitas instituições norte-americanas mantêm uma grade fixa com este tipo de programação. Vamos fazer o mesmo aqui no Residencial Leger, acontecendo, neste primeiro momento, às quartas. Além dos aspectos clínicos, temos uma ótima resposta em termos de socialização e do senso de competitividade saudável que ajuda a ativar a autoestima – relata Neves.

Vanessa alerta que a uso dos jogos tem de ser colocado dentro de um planejamento visando os objetivos traçados e observando os bons resultados que possam gerar.

– Mesmo divertidos, os movimentos, quando mal executados, podem até agravar a situação. Além disso é muito importante ressaltar que a os jogos não substituem a fisioterapia convencional, mas complementa o tratamento.

Livro sobre a saúde da mulher fala das causas e tratamentos do Papiloma Vírus Humano (HPV)

O patologista clínico Dr. Luiz Teixeira Da Silva Júnior realizou uma completa revisão bibliográfica sobre o tema nos últimos 10 anos, voltado ao público especialista no assunto. Lançado originalmente em edição bilingue (português-inglês), o livro “Saúde da Mulher” já contabiliza mais de 1000 downloads em menos de três meses.

Para a investigação sobre o Papiloma Vírus Humano (HPV) o autor utilizou os dados da Biblioteca Virtual do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informações em Ciência de Saúde (BIREME), a Base de Dados de Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), da Biblioteca Virtual Scientific Electronic Library Online (SCIELO), além de pesquisas na internet e consultas a uma vasta bibliografia.

“O livro, lançado também no formato de E-book, tem como objetivo, ao longo de suas 196 páginas, apresentar informações sobre o Papiloma Vírus Humano, o HPV, que é transmitido pelo ato sexual, um vírus que gera uma infecção que causa verrugas em diversas partes do corpo, dependendo do tipo do vírus. A infecção pelo HPV é a causa fundamental e precursora para o câncer do cérvix. Segundo estudo publicado pelo Ministério da Saúde em 2017 mais da metade da população brasileira jovem, de 16 a 25 anos está infectada com o HPV”, explica o escritor.

Muitas pessoas com o HPV acabam não desenvolvendo nenhum sintoma, mas estando com o vírus podem infectar outros indivíduos pelo contato sexual. Mas em outras pessoas os sintomas podem incluir verrugas nos órgãos genitais ou na pele circundante.

Não há cura para o vírus, e as verrugas podem desaparecer por conta própria ou iniciar um processo cancerígeno. O tratamento visa eliminar as verrugas. Os dados que são fornecidos pela biologia molecular comprovam a elevada porcentagem de infecção por HPV em pacientes com carcinoma invasivo do colo do útero, NIC, NIV e carcinoma invasivo da vulva e pênis. Em um estudo desenvolvido nos EUA o risco de infecção aumentou de modo consistente com o número de parceiros sexuais masculinos relatados durante a vida.

Vacina polêmica

Considerada a única proteção contra o HPV, a vacina antiviral vem sofrendo diversas críticas por causar efeitos colaterais significativos. Para o Dr. Luiz Teixeira Da Silva Júnior existem dois grupos distintos de pesquisadores, os que defendem integralmente seu uso e outro que desaconselha radicalmente sua aplicação: “Em todas as modalidades de tratamentos existem benefícios e malefícios. Eu, particularmente, ainda tenho um entendimento que os benefícios da vacina contra o HPV superam os eventuais malefícios. Temos que avaliar caso a caso e continuar as pesquisas sobre esses possíveis efeitos colaterais adversos que estão sendo relatados. Sei, por exemplo, que o Japão já retirou a vacina do seu calendário. Estamos atentos”, concluiu o médico.

O Dr. Luiz Teixeira Da Silva Júnior é formado em Ciências Biomédicas pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas, e pós-graduado em captação, doação e transplante de órgãos e tecidos pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

O livro Saúde da Mulher está à venda na rede de livrarias Saraiva, no site da editora Bonecker e online pela Amazon em formato E-book.

Para a investigação sobre o Papiloma Vírus Humano (HPV) o autor utilizou os dados da Biblioteca Virtual do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informações em Ciência de Saúde (BIREME), a Base de Dados de Literatura Latino Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), da Biblioteca Virtual Scientific Electronic Library Online (SCIELO), além de pesquisas na internet e consultas a uma vasta bibliografia.

“O livro, lançado também no formato de E-book, tem como objetivo, ao longo de suas 196 páginas, apresentar informações sobre o Papiloma Vírus Humano, o HPV, que é transmitido pelo ato sexual, um vírus que gera uma infecção que causa verrugas em diversas partes do corpo, dependendo do tipo do vírus. A infecção pelo HPV é a causa fundamental e precursora para o câncer do cérvix. Segundo estudo publicado pelo Ministério da Saúde em 2017 mais da metade da população brasileira jovem, de 16 a 25 anos está infectada com o HPV”, explica o escritor.

Muitas pessoas com o HPV acabam não desenvolvendo nenhum sintoma, mas estando com o vírus podem infectar outros indivíduos pelo contato sexual. Mas em outras pessoas os sintomas podem incluir verrugas nos órgãos genitais ou na pele circundante.  

Não há cura para o vírus, e as verrugas podem desaparecer por conta própria ou iniciar um processo cancerígeno. O tratamento visa eliminar as verrugas. Os dados que são fornecidos pela biologia molecular comprovam a elevada porcentagem de infecção por HPV em pacientes com carcinoma invasivo do colo do útero, NIC, NIV e carcinoma invasivo da vulva e pênis. Em um estudo desenvolvido nos EUA o risco de infecção aumentou de modo consistente com o número de parceiros sexuais masculinos relatados durante a vida.

Vacina polêmica

Considerada a única proteção contra o HPV, a vacina antiviral vem sofrendo diversas críticas por causar efeitos colaterais significativos. Para o Dr. Luiz Teixeira Da Silva Júnior existem dois grupos distintos de pesquisadores, os que defendem integralmente seu uso e outro que desaconselha radicalmente sua aplicação: “Em todas as modalidades de tratamentos existem benefícios e malefícios. Eu, particularmente, ainda tenho um entendimento que os benefícios da vacina contra o HPV superam os eventuais malefícios. Temos que avaliar caso a caso e continuar as pesquisas sobre esses possíveis efeitos colaterais adversos que estão sendo relatados. Sei, por exemplo, que o Japão já retirou a vacina do seu calendário. Estamos atentos”, concluiu o médico.

O Dr. Luiz Teixeira Da Silva Júnior é formado em Ciências Biomédicas pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas, e pós-graduado em captação, doação e transplante de órgãos e tecidos pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

O livro Saúde da Mulher está à venda na rede de livrarias Saraiva, no site da editora Bonecker e online pela Amazon em formato E-book. 

Luiz Teixeira da Silva Junior comenta situação da doação de órgãos e transplantes no Brasil

Apesar dos avanços da medicina na área dos transplantes de órgãos nas últimas décadas, o caminho ainda é longo na conquista da conscientização das famílias na hora de decidir pela doação após a perda de um ente querido. Esta é a principal razão pela qual o país apresenta ainda uma fila de espera por um órgão com quase 40 mil pessoas. Isso acontece mesmo com o país sendo reconhecido como tendo o maior sistema público de transplantes de órgãos do mundo. Cerca de 96% dos procedimentos são custeados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o patologista clínico Dr. Luiz Teixeira Da Silva Junior, pós-graduado em captação, doação e transplante de órgãos e tecidos pelo hospital Israelita Albert Einstein, e ex-superintendente do hospital Dr. Francisco Moram, “a doação de órgãos é um ato de caridade e amor ao próximo. A cada ano, muitas vidas são salvas por esse gesto altruísta, mas pouco se fala no Brasil sobre a doação de órgãos, as pessoas têm um preconceito de ideias e pensamentos, mas a doação salva vidas, elimina filas em hospitais em diversas situações e casos, e promove a união de pessoas e amor ao próximo”.

Outro fator apontado pelo patologista clínico que impede a diminuição da fila de espera é a falta de investimentos no país como um todo: “existe uma discrepância muito grande entre os estados brasileiros, com falta de equipes para preparar os corpos e a falta de médicos especializados na área, sem contar a precariedade de muitos hospitais”.

O médico faz uma comparação simples entre o Brasil e os Estados Unidos, país que está muito à frente do nosso nesta área: “a taxa deles é praticamente o dobro da nossa, enquanto temos aqui pouco mais de 16 doadores por milhão de pessoas, nos Estados Unidos esta taxa é o dobro, com 32 doadores por milhão de pessoas. Enquanto eles ocupam a quinta colocação no mundo com a maior taxa de transplantes de doadores mortos (só perdem para a Espanha, Portugal, Bélgica e Croácia), ocupamos a 23ª colocação, segundo os dados de 2017 do Registro Internacional de Transplantes e Doações de Órgãos”. Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO). Apesar disso, o Brasil só perde para os Estados Unidos em quantidade de transplantes.

“Em todos os hospitais em que atuei como diretor ou superintendente tive a preocupação de fazer o cadastro na Organização de Procura de Órgãos (OPO), além de providenciar a capacitação dos profissionais para a capacitação e transplantes de órgãos e tecidos. Cerca de 80% dos transplantes realizados hoje no Brasil atingem o sucesso, porém temos que intensificar as campanhas sobre a importância da doação de órgãos, e lutar por mais investimentos do governo no setor. A conscientização da população, entretanto, é vital para melhorar a realidade dos transplantes no país”, concluiu o patologista clínico.

HMB recebe certificação do Programa Nacional de Qualidade em Mamografia

No mês de combate ao câncer de mama, popularmente conhecido como Outubro Rosa, o Hospital Municipal de Barueri Dr. Francisco Moran foi aprovado e certificado pelo Programa Nacional de Qualidade em Mamografia (PNQM), do Instituto Nacional de Câncer (Inca) em função dos exames oferecidos às pacientes. A mamografia, indicada para mulheres com mais de 40 anos, é o exame radiológico capaz de detectar a presença do câncer de mama antes mesmo de se tornar palpável.  

O primeiro passo para alcançar o certificado foi a realização do curso de atualização em mamografia, oferecido pelo Inca, para as seis colaboradoras do setor de radiologia que atuam na modalidade. Depois foi necessário inscrever todos os profissionais que realizam o exame, além de cadastrar todos equipamentos e elementos utilizados. Para concluir a análise, o Inca avalia os materiais, as doses de radiação recebidas pela paciente e os laudos dos exames.  

 

Após todas essas etapas, o HMB obteve o certificado, com validade de três anos, que atesta que os exames realizados na unidade possuem qualidade aprovada pelo Inca e também pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR). “Essa é uma grande conquista para o nosso setor porque é a garantia de que nosso trabalho é feito com excelência. A mamografia faz real diferença no diagnóstico do câncer de mama e auxilia no tratamento adequado para as nossas pacientes”, comenta Saner Souza, supervisor técnico de radiologia da unidade. 

Só neste ano, entre janeiro e setembro, o Hospital realizou mais de 11.600 mamografias, o que representa uma média mensal de 1.291 exames. Para celebrar o mês de combate ao câncer de mama, entre outubro e novembro, o atendimento foi estendido de segunda a sexta-feira, entre 8h e 17h40, para segunda-feira a sábado, entre 8h e 19h. Com essa ampliação, a capacidade de atendimento alcançou a oferta de 3 mil mamografias em outubro e 2.500 em novembro, ou seja, mais do que o dobro do que é realizado mensalmente. 

Saiba mais sobre o Programa:  

O Programa de Qualidade em Mamografia teve início em 2007 com um projeto-piloto desenvolvido pelo Inca em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR). Ao final do projeto foi identificada a necessidade de expandir as atividades em todo o país, e assim, em 2012, foi instituído o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia.  

Dentre as suas principais práticas, merece destaque as ações com finalidade de aprimorar a qualidade das mamografias e a elaboração de instrumentos de garantia da imagem, do diagnóstico e da dose de radiação.

Novo tomógrafo da Policlínica do Engenho emite menos radiação e é mais ágil

Aliz Lambiazzi

A medicina diagnóstica está avançando a passos largos e Barueri não fica atrás, já que tem trazido o que há de mais moderno e avançado para a saúde da cidade. A novidade agora é o tomógrafo de última geração que acaba de chegar na Policlínica da Cruz Preta / Engenho Novo e já está em funcionamento desde segunda-feira (28 de outubro).  

A unidade já dispunha de um tomógrafo digital, mas troca trouxe diversos benefícios, conforme explica a diretora administrativa da Policlínica, Patrícia Lisboa Machado. Ela conta que o equipamento emite menor taxa de radiação, trazendo ainda mais segurança ao paciente. Além disso, há várias outras vantagens.  

“A qualidade da imagem dos exames é significativamente maior em relação aos tomógrafos atuais, muito mais moderna, o que proporciona um diagnóstico mais preciso, com imagens de alta definição. Esse equipamento possibilita ainda a realização de angiotomografia com reconstrução 3D”, detalha Patrícia. 

A velocidade e a economia de recursos também são destacadas pelo presidente da administradora da Policlínica, Gilson de Oliveira. “Além de toda melhoria no processo de atualização tecnológica, o novo equipamento possui uma maior velocidade no resultado dos exames e redução no consumo de energia: cerca de 25% a menos de gasto comparado à máquina anterior. O equipamento possui vantagens que buscam a sustentabilidade do planeta”, diz.  

A tecnologia foi trazida com o objetivo de otimizar ainda mais os atendimentos e proporcionar maior conforto aos pacientes. Por mês, a Policlínica realiza 500 exames de tomografia. A troca dos aparelhos aconteceu em apenas quatro dias. 

HMB recebe certificação do Programa Nacional de Qualidade em Mamografia

Foto: Janaina Barbedo 

No mês de combate ao câncer de mama, popularmente conhecido como Outubro Rosa, o Hospital Municipal de Barueri Dr. Francisco Moran,  unidade da Prefeitura de Barueri gerenciada em parceria com a SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, foi aprovado e certificado pelo Programa Nacional de Qualidade em Mamografia (PNQM), do Instituto Nacional de Câncer (INCA) em função dos exames oferecidos às pacientes. A mamografia, indicada para mulheres com mais de 40 anos, é o exame radiológico capaz de detectar a presença do câncer de mama, antes mesmo de se tornar palpável. 

 O primeiro passo para alcançar o certificado foi a realização do curso de atualização em mamografia, oferecido pelo INCA, para as seis colaboradoras do setor de radiologia, que atuam na modalidade. Depois, foi necessário inscrever todos os os profissionais que realizam o exame, além de cadastrar todos equipamentos e elementos utilizados. Para concluir a análise, o INCA avalia os materiais, as doses de radiação recebidas pela paciente e os laudos dos exames. 

Após todos essas etapas, o HMB obteve o certificado, com validade de três anos, que atesta que os exames realizados na unidade possuem qualidade aprovada pelo INCA e também pelo Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR). “Essa é uma grande conquista para o nosso setor porque é a garantia de que nosso trabalho é feito com excelência. A mamografia faz real diferença no diagnóstico do câncer de mama e auxilia no tratamento adequado para as nossas pacientes”, comenta Saner Souza, supervisor técnico de radiologia da unidade. 

Só neste ano, entre janeiro e setembro, o hospital realizou mais de 11.600 mamografias, o que representa uma média mensal de 1.291 exames. Para celebrar o mês de combate ao câncer de mama, entre outubro e novembro, o atendimento foi estendido de segunda a sexta-feira, entre 8h e 17h40, para segunda-feira a sábado, entre 8h e 19h. Com essa ampliação, a capacidade de atendimento alcançou a oferta de 3.000 mamografias em outubro e 2.500 em novembro, ou seja, mais do que o dobro do que é realizado mensalmente. 

Saiba mais sobre o Programa: 

O Programa de Qualidade em Mamografia teve início, em 2007, com um projeto-piloto, desenvolvido pelo INCA em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR). Ao final do projeto, foi identificada a necessidade de expandir as atividades em todo o país, e assim, em 2012, foi instituído o Programa Nacional de Qualidade em Mamografia. 

Dentre as suas principais práticas, merece destaque as ações com finalidade de aprimorar a qualidade das mamografias e a elaboração de instrumentos de garantia da imagem, do diagnóstico e da dose de radiação. 

Texto: Janaina Barbedo

 

Cras do Silveira já tem mais de 40% das obras concluídas

Foto: Lourivaldo Fio / Secom 

Em execução pela Prefeitura de Barueri, na avenida Presidente Kennedy, o Cras (Centro de Referência de Assistência Social) do Jardim Silveira já atingiu 43,28% de obras concluídas. O prazo previsto para término é o início de 2020. 

O terreno soma 1.600 metros quadrados e o projeto prevê 362,55 metros quadrados de área construídaA obra está em fase de acabamento com implantação de piso. 

A nova unidade terá ambientes similares ao Cras do Jardim Paulista, entregue em abril de 2018, ou seja, recepção, cadastramento, duas salas de atendimento, duas salas de uso coletivo, administração e coordenação. 

Os Cras de Barueri são administrados pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (SADS), que já é responsável pelos órgãos existentes no Jardim Belval (rua Casemiro de Abreu, 329), Engenho Novo (avenida Capitão Francisco César, 1.488), Parque Imperial (rua Padre Cícero Romão Batista, 136), Jardim Silveira (avenida Brigadeiro Manoel Rodrigues Jordão, 1.110)Jardim Mutinga (rua Nova Aurora, 549) e Jardim Paulista (avenida Marginal Direita, 1.054). 

O que é o Cras? 

Cras é o lugar que possibilita o primeiro acesso aos direitos socioassistenciais e, portanto, à proteção social. É a porta de entrada de usuários para a política de assistência social. O principal serviço ofertado é o PAIF (Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família), que presta acompanhamento a famílias beneficiárias de programas de transferência de renda. 

Grupo São Francisco de Hospitais conquista prêmio de Excelência em Saúde 2019

Mais uma grande conquista comprova a qualidade na oferta em um dos melhores atendimentos médicos de São Paulo: o Grupo São Francisco de Hospitais acaba de ganhar o prêmio Excelência da Saúde 2019, promovido pela Revista da Healthcare Management, em reconhecimento pela primazia e alta performance oferecidas pela instituição em serviços de saúde.  

O prêmio foi resultado do compromisso com o aprimoramento do atendimento de alta complexidade por meio de grandes investimentos na área da saúde, assim como aquisição de equipamentos com tecnologia de ponta. 

O desempenho de uma gestão eficiente do GSF (Grupo São Francisco) mostrou a sua capacidade de expansão, na qual resultou a indicação para a categoria Arquitetura e Engenharia, prêmio este honrado pela presidente do grupo, dra Conceição Castilho Ceballos Melo, que destaca eminente ampliação dos serviços em saúde com foco na qualidade e segurança do paciente.

“Estamos buscando a expansão de nossos hospitais como meta de atingir cinco diferentes cidades da Grande São Paulo”, destaca a médica e executiva.

Para Flávio Ceballos, diretor clínico do Hospital Sagrada Família, uma das cinco unidades de saúde do GSF e que está localizada no bairro Vila Formosa, Zona Leste de São Paulo, o reflexo disso também está no investimento consciente em tecnologia e inovação. 

“Trouxemos diversas soluções tecnológicas, como a Central de Monitoramento no CTI (Centro de Terapia Intensiva) e Prontuário Eletrônico”, revela Ceballos.

Capacitação e mais reconhecimento

Os padrões de qualidade das unidades hospitalares presentes na Grande São Paulo também contam com constantes processos de capacitação dos colaboradores, que participam de treinamentos e aprimoramentos de conhecimento técnico em saúde, visando garantir o melhor atendimento para o paciente. 

Os resultados desses investimentos na qualificação do corpo técnico é reconhecida, por exemplo, na unidade de Cotia, que possui os selos de qualidade certificados pela ONA (Organização Nacional de Acreditação), entidade que certifica os melhores hospitais do Brasil; a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), por meio da rede Qualiss – garantindo a segurança do paciente no ambiente hospitalar; e ainda a certificação em Fixação Segura 3M do Brasil na categoria Diamante.

Além disso, parcerias com os principais convênios e com grandes marcas no ramo da tecnologia hospitalar proporcionam ao Grupo oportunidade de mais crescimento estrutural, viabilizando às pessoas mais acesso a uma saúde de qualidade.

Atividade física libera endorfina e é eficaz no combate à depressão

A depressão afeta mais de 320 milhões de pessoas no mundo, ou seja, 4,4% da população, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2018. Ainda conforme a organização, o Brasil é responsável pela maior taxa da doença na América Latina: 5,8% dos habitantes sofrem com este mal.

Desde 2015, o mês de setembro é dedicado à campanha “Setembro Amarelo” de prevenção ao suicídio. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), 90% dos óbitos por suicídio estão ligados a doenças como depressão, distúrbios por uso de substâncias, esquizofrenia e transtornos de ansiedade.

Diante deste cenário, muitas pessoas acreditam que a única alternativa é tratar com medicamentos. O que elas desconhecem, porém, é que a atividade física serve como um importante aliado no combate à depressão. Um estudo realizado pela Universidade de Toronto, no Canadá, constatou que praticar atividades físicas de 20 a 30 minutos por dia pode afastar a depressão em longo prazo.

Segundo a preparadora física e sócia diretora da AV Treinamento Inteligente, Vanessa Menache, a prática de exercícios físicos, de qualquer tipo, possui inúmeros benefícios. Além da melhora do condicionamento físico, eles também contribuem com o aperfeiçoamento da capacidade cognitiva e diminuem os níveis de ansiedade e estresse de maneira geral. “O programa de treinamento funcional, por exemplo, estimula a superação de forma gradativa em um processo que traz a necessidade de atenção ao momento, envolvendo corpo e mente na execução de movimentos. Dessa forma, acaba por tirar o foco dos sentimentos causadores de estresse e ansiedade”, informa Vanessa.

A ciência confirma o poder da atividade física para o bem-estar psicológico. Experimentos recentes mostram que praticar uma atividade física também estimula o crescimento de células nervosas no hipocampo, região do cérebro que rege a memória e o humor. “É tão benéfica a ponto de o exercício virar prescrição para pessoas deprimidas, agregado à psicoterapia e aos medicamentos”, comenta a personal trainer.

Ela ainda explica que, durante e após uma sessão de treinamento funcional, há liberação de endorfina que tem uma potente ação analgésica e, ao ser liberada, gera sensação de bem estar, conforto, alegria e melhora do humor. “Além disso, o estímulo e o aumento da circulação sanguínea tem sido um grande aliado no progresso das funções cognitivas, de humor, memória e aprendizagem”.

Importante ressaltar que as atividades físicas atuam como adicionais no combate à depressão e ansiedade e devem estar vinculadas ao acompanhamento de profissionais especializados, como educadores físicos, médicos e psicólogos.

Vanessa Menache – Graduada desde 1998 pela UnG e desde então atua como Personal Trainer, com vasta experiência em Treinamento Funcional desde 2008. Especialista em Pilates com formação completa pela Stott Pilates desde 2009. Preparadora física de atletas e pessoas que visam longevidade com qualidade de vida. Especialista em alongamento postural método TMS desde 2004 UniFMU. Especialista em Treinamento Funcional pelo método Core 360 desde 2008. Pós-graduada em biomecânica do exercício em 2016 CEFIT. Certificada no método FMS (Functional Movement Screen). Sócia diretora da AV Treinamento Inteligente.

Treinamento Inteligente – Localizado no bairro do Itaim Bibi, na capital paulista, o espaço conta com um time de profissionais altamente qualificados e especializados em treinamento funcional embasados no Sistema Core 360.  O estúdio oferece aos seus clientes um programa de treino customizado por meio do relacionamento interdisciplinar e interação com os diversos profissionais da área da saúde como Medicina Esportiva, Nutrição, Fisioterapia e Terapeutas. Site: http://treinamentointeligente.com.br

Só em 2019, HMB já realizou mais de 1.370 cirurgias de ortopedia

Na data  em que se comemora o Dia do Ortopedista (19/09), o Hospital Municipal de Barueri Dr. Francisco Moran (HMB), unidade da Prefeitura de Barueri gerenciada em parceria com a SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, destaca a importância desse setor que, só entre janeiro e agosto de 2019, já realizou 1.372 cirurgias. 

Com uma média de 170 procedimentos por mês, a ortopedia ocupa o segundo lugar na classificação de cirurgias do hospital, ficando atrás da cirurgia geral. “As patologias ortopédicas são altamente debilitantes e atingem uma grande porcentagem de pessoas em idade jovem, o que, além de causar prejuízo funcional, também gera prejuízo econômico. Justamente por isso, a celeridade do tratamento é fundamental para que esse paciente consiga retomar suas atividades o mais breve possível”, explica Luiz Felipe Ambra, coordenador da ortopedia do HMB. 

O setor recebe desde os casos de urgência e emergência até os eletivos, passando por consultas ambulatoriais, exames e cirurgias. Ainda entre janeiro e agosto, foram realizadas mais de 15.760 consultas de ortopedia, especialidade que também fica em segundo lugar em volume de atendimento, atrás apenas da oftalmologia. “A consulta com um ortopedista é importante em diversos casos, por exemplo, situações de trauma, lesão, dificuldade de deambular e  dor que não melhora com uso de analgésico”, ressalta o coordenador. 

É importante destacar que justamente para atender todas as necessidades dos pacientes, desde os quadros mais simples até os os mais complexos, o HMB dispõe de uma equipe com mais de 60 ortopedistas, especialistas em áreas como trauma, fixador externo, quadril, joelho, ombro, mão, pediatria, coluna vertebral, pé e tornozelo, além de medicina esportiva.