Editorial: novo

TV Cultura estreia o game show Tá Certo?

Foto: Nadja Kouch

A competição bem-humorada traz respostas para dúvidas curiosas, em um programa com bonecos voltado para toda a família. A atração chega à emissora nesta segunda-feira (11/9) e vai ao ar de segunda a sexta, às 20h30

Bonecos com diferentes personalidades disputando um game show movido a perguntas curiosas: assim é o Tá Certo?, programa que a TV Cultura estreia na segunda-feira (11/9), às 20h30, com apresentação do humorista Warley Santana. A novidade vai ao ar de segunda a sexta-feira, com transmissão simultânea no YouTube.

Clique aqui para baixar fotos em alta resolução e a vinheta de abertura do programa.

A cada episódio, Tá Certo? reúne três competidores que disputam um prêmio intrigante e, às vezes, não muito convencional. Eles são desafiados a responder questões que variam entre temas de Tecnologia, Futuro, Gente e Natureza. Instigantes, as perguntas são feitas sempre por figuras conhecidas do cenário artístico, esportivo e intelectual, como Sérgio Mamberti, Raí, Daniel, Nasi, Fábio Porchat, Fafá de Belém, Maria Fernanda Cândido, Renato Teixeira, Rivellino e Zélia Duncan.

Por que a gente treme quando está com frio? O que acontece com o nosso corpo no horário de verão? Nossos gestos podem revelar o que estamos pensando? Por que nosso cérebro reage à TV como se fosse realidade? O papel pode ser tão duro como o aço? Perguntas como essas são lançadas aos participantes, que, à sua maneira, tentam acertar as respostas e vencer a competição do episódio. Nos vídeos que apontam se o boneco está certo ou não, o público se diverte e fica a par das respostas.

 

O programa reúne bonecos participantes de diferentes regiões, idades, profissões e níveis de escolaridade, como Dudu, Edmilson Som, Geisinha, Valtinho, Edwirges, Fafá, Bob e Dona Zilda. Quem também está sempre presente em cena é Tosco, um ET que veio do Mundo dos Monstros fazer um intercâmbio na Terra. No Tá Certo?, ele assume a função de diretor, contrarregra, cinegrafista… Um verdadeiro “faz tudo”! Os bonecos são manipulados e interpretados por nomes de referência, como André Milano (Sésamo e Cocoricó), Kelly Guidotti (Cocoricó e Sésamo) e Paulo Henrique (Que Monstro Te Mordeu? Sésamo).

Com trinta minutos de exibição, os episódios são apresentados por Warley Santana, ator, humorista, tradutor, intérprete e ventríloquo. Ele se tornou nacionalmente conhecido durante sua participação no programa CQC, além de atuações em diversas produções, como publicidade, séries, curtas e longas-metragens. “O objetivo principal do programa é incentivar jovens e adultos a desenvolverem raciocínio e criatividade, além de despertar a curiosidade para temas do cotidiano”, explica ele.

Para o presidente da TV Cultura, Marcos Mendonça, a estreia da atração dá continuidade à tradição da emissora de levar ao ar programas que estimulem a curiosidade e o interesse por novos conhecimentos: “a televisão brasileira carece hoje de um programa familiar, capaz de informar, divertir e educar várias gerações. Vimos esse potencial noTá Certo?. O uso de bonecos no formato de game show permite que perguntas cheguem até as pessoas de forma leve, incentivando-as a aprender mais sobre diferentes temas”.

Segundo Marcos Amazonas, idealizador do projeto, “as perguntas que movem o programa são surpreendentes e inusitadas para aguçar a curiosidade do público. E a liberdade que os bonecos possuem ao respondê-las proporciona um resultado que os torna um pouco transgressores, por meio de um humor leve, divertido, ideal para toda a família”.

Tá Certo? é um programa da Libertà e tem direção assinada por Léo Liberti. O presidente Marcos Mendonça também reforça a importância de fomentar a produção independente: “abrigar em nossa grade atrações nacionais de qualidade, selecionadas de maneira plural e democrática, é uma das missões da TV Cultura”.

Saiba mais sobre o apresentador e cada um dos personagens:

  WARLEY SANTANA – APRESENTADOR 

Simpático  e divertido, é ele quem comanda o programa. Apesar de fazer brincadeiras e ser engraçado, é um contraponto à maluquice dos bonecos.

  DANTE E STELLA – URSIVERSITÁRIOS

Um recurso para os participantes quando eles não sabem a resposta. Esses dois ursinhos de pelúcia são irmãos, mas têm personalidades completamente distintas. Eles nunca estão de acordo: enquanto um fala uma resposta quase certa, o outro dá uma completamente errada.

  TOSCO – CONTRARREGRA, DIRETOR, ASSISTENTE… 

Este ET em intercâmbio na Terra é o responsável por ‘anarquizar’ o cenário. Fala um pouco de português, come tudo o que vê pela frente e vive aprontando com todos.

  BOB – PARTICIPANTE 

Personal trainer, Bob tem 25 anos. Malhado, bonitão, simpático, doce, amável, amigo das plantinhas e animais. Preocupado com os outros competidores, é querido por todos.

  GEISINHA – PARTICIPANTE 

É uma típica patricinha consumista, viciada em compras e academia. Mimada e enjoada, tem ataques sempre que uma pergunta nojenta é feita a ela. Adora ir a Miami e costuma usar palavras em inglês. Tem uma queda por Tosco, mas não admite isso a ninguém.

  DUDU – PARTICIPANTE 

É o mais palhaço de todos e acerta apenas sem querer. É fofo, sincero e gente boa, além de apaixonado por Edwirges.

  EDWIRGES – PARTICIPANTE

Dramática, fatalista, exagerada e neurótica. Tem síndrome do pânico e transforma qualquer questão em uma catástrofe. É um pouco hipocondríaca e pode ter asma emocional. Dudu é apaixonado por ela, mas Edwirges gosta mesmo é de Bob.

  EUGÊNIO – PARTICIPANTE 

Eugênio é certinho, CDF e quase sempre acerta. Inteligente, tem uma personalidade descolada que se aproxima mais do estilo geek do que do estereótipo nerd. E ele sabe que é bom. Costuma dizer que está certo em 98% das vezes.

  FAFÁ – PARTICIPANTE

Aos 35 anos, Fafá vende de tudo: perfume, potes, doces… Ela tem faro para negócios e é inventiva e comunicativa. Sempre que pode, leva um produto e tenta vender a algum concorrente.

  HETERÔNIMA – PARTICIPANTE

Heterônima tem múltipla personalidade e, a cada programa, pensa ser uma pessoa famosa da história: Cleópatra, Einstein, Fernando Pessoa, Ella Fitzgerald…

  VALTINHO – PARTICIPANTE 

Acelerado, agitado e com raciocínio rápido. Assim é Valtinho, motoboy e namorado de Fafá. Entrega comida chinesa durante o dia e pizza à noite. Ele sempre responde com histórias da rua e acerta mais do que erra.

  EDMILSON SOM – PARTICIPANTE

Participa do programa para tentar saltar para a fama, já que quer trabalhar na TV. Então, aproveita as respostas para cantar, fazer imitações e tentar roubar a vaga de Warley. Prefere chamar atenção a acertar as respostas.

SEU VALÉRIO – PARTICIPANTE

Aos 50 anos, Seu Valério é um contador. Burocrata, ele fala devagar, é chato, prolixo e acha que está dando uma aula sobre o assunto, mas, na verdade, não fala nada com nada. Tem uma certa arrogância, pois se acha mais inteligente do que os outros, mesmo sendo um enrolador.

  DONA ZILDA – PARTICIPANTE 

Esta professora ranzinza de 82 anos é a mais velha competidora. Fala o que ninguém tem coragem, diz as verdades de forma ácida e dá conselhos pessimistas a Geisinha, além de se irritar com Seu Valério. De tão mal-humorada, acaba sendo engraçada.

Primator: banda anuncia novo guitarrista e segue compondo novo álbum

“Poderosa, criativa, técnica e cheia de conteúdo” (Dossiê do Rock); “Transpira autenticidade” (Blog Na Mira); “Mais um álbum para a lista de grandes lançamentos nacionais de 2015” (A Música Continua a Mesma); “Extremamente bem feito!” (Música e Cinema); “Muito bom!” (Arte Metal); “Uma das melhores bandas de Heavy metal que nós escutamos na atualidade” (Resenha do Rock).

Essas foram algumas declarações que a banda paulistana de heavy metal tradicional Primator conquistou na imprensa especializada com seu disco de estreia, “Involution”. O álbum também foi eleito um dos “Melhores Álbuns Nacionais de 2015” pelo Heavynroll, Mundo Metal e Roadie Metal e chegou a ser indicado para o Prêmio Dynamite na categoria “Melhor Álbum de Heavy Metal”.

Numa entrevista recém publicada pelo site Metal Na Lata, o baixista André dos Anjos falou sobre a pressão de compor e gravar um novo álbum ainda melhor que seu antecessor.

“Acredito que para todo artista o reconhecimento por parte dos fãs e o anseio destes por novos trabalhos é o principal combustível que nos faz seguir em frente e continuar trabalhando. Essa “pressão” é o que nos torna curiosos em ver a reação do público a cada novo som que fazemos! É bem como uma troca mesmo. Faz com que nós sempre busquemos nos aperfeiçoar.”

Esse aperfeiçoamento que o Primator quer entregar em seu próximo trabalho, que já está em avançado processo de composição, agora terá a ajuda de um novo integrante, o guitarrista Lucas Almeida.
Professor de guitarra na Play Arte Musical em São Paulo, Lucas vem para substituir o antigo guitarrista Diego Lima que deixou o grupo amigavelmente para seguir outros projetos pessoais.

Lucas Almeida é formado pelo IG&T e além da experiência como educador, já dividiu o palco com mestres da guitarra como Steve Vai, Andy Timmons, Edu Ardanuy, Faiska, Michel Leme, André Christovam, entre outros.

“Conheci o som do Primator em um festival no qual eu também toquei com uns amigos”, conta Lucas. “Isso foi há mais ou menos quatro anos e na ocasião o Rodrigo cantou algumas músicas conosco. Achei o som da banda sensacional. Imediatamente virei fã e fiquei na expectativa do disco “Involution” que estava prestes a ser gravado. Fiquei muito feliz por ter sido selecionado para ocupar o posto do grande Diego, um guitarrista fantástico e que admiro muito. Darei o meu melhor para contribuir com as novas composições e também manter o nível das antigas. Estou muito empolgado!”

O novo álbum do Primator será produzido por Mario Linhares (Dark Avenger). A primeira parceria entre o grupo e o produtor foi o videoclipe da música “To Mars”, composição do próprio Linhares.

Para assistir, acesse: https://youtu.be/cxEa36E3WCY

Mais Informações:
www.bandaprimator.com.br
www.facebook.com/bandaprimator
www.soundcloud.com/bandaprimator
www.twitter.com/primatormetal

Diásporas, novo trabalho da Cia Elevador de Teatro Panorâmico, dirigido por Marcelo Lazzaratto, estreia dia 11 de maio no Sesc Pompeia.

Foto: Joao Caldas Fº

Com 45 atores em cena, música ao vivo e dramaturgia de Cássio Pires, “Diásporas”lança um olhar sobre os deslocamentos populacionais criando três povos fictícios pertencentes às culturas do Mar, da Montanha e do Deserto

Concebido e dirigido por Marcelo Lazzaratto, DIÁSPORAS foi criado a partir do pensamento sobre os movimentos migratórios da história mundial, que nesse mundo globalizado sacodem as estruturas, ressignificam geografias e territórios, trazem para a agenda dos governantes e empresários dos conglomerados financeiros, para os intelectuais de diversas disciplinas, para os artistas e cidadãos de todo o mundo o complexo debate entre identidade e alteridade.

Porém, a maior preocupação da Companhia foi não representar ou falar em nome de nenhum povo específico ou de alguma diáspora que aconteceu historicamente. “As questões de cada cultura são muito delicadas e complexas, dependentes de um conhecimento de causa que jamais teríamos a pretensão de abarcar.Nosso objetivo inicial foi olhar para um tempo passado, onde a interação direta com a natureza estruturava maneiras de pensar e agir dos agrupamentos humanos, criando três culturas fictícias que pertencem ao Mar à Montanha e ao Deserto” explica o diretor.

Lazzaratto convidou duas jovens companhias para fazerem parte do elenco e somar os 45 integrantes que o projeto pede. São elas aCia. Histriônica de Teatro e Os Barulhentos, que trataram das questões dos imigrantes e refugiados em seus trabalhos mais recentes. O elenco ainda conta com ex-integrantes da Cia. Elevador que fizeram parte do coletivo nesses 17 anos de história. O cenário e o figurino são assinados por Chico Spinosa e a música executada ao vivo pelos atores é composta por Greg Slivar, que também está em cena para executar a trilha juntos com os atores.

A encenação – O Mar, a Montanha e o Deserto
O espetáculo Diásporas contará com 45 atores e o compositor da trilha. Esse número vem da necessidade de colocar na cena grandes coletivos que se movimentam livremente.

Toda a equipe de criação, atores, músicos, figurinista, cenógrafo, maquiador, iluminador e diretor conceberam 3 povos, – 3 culturas – com 15 atores cada, que se movimentam pelo espaço cênico em Campo de Visão revelando estas culturas através de ritmos, musicalidade, simbologias, padrões de movimento, língua, gestualidade.

“Diásporas pretende ser um espetáculo em que elementos fundadores dessas três culturas nasçam da relação com ambientes geográficos distintos e contundentes: temos uma cultura que nasce na Montanha, uma outra no Mar e ainda outra no Deserto. O Vento, elemento símbolo da polinização e dispersão e pertencente indistintamente em cada uma dessas regiões geográficas é o conceito que rege toda a encenação”, conta Marcelo Lazzaratto.

O espetáculo se estrutura em três atos:

Ato I – Mito de origem – nascimento e instauração de cada uma das três culturas.

Ato II – Cataclismos e/ou guerras promovem a saída de cada cultura de seu ambiente de origem, iniciando o processo diaspórico.

Ato III – Encontro entre os indivíduos das culturas em um local não pertencente a eles: tensão e alteridade.

Movimentos populacionais poderão ser vistos na cena, tendo o Campo de Visão como estruturador dessas ações e, aos poucos, através de dinâmicas regidas pela encenação e dramaturgia, esses “povos” se encontrarão e passarão a interagir tencionando relações e assimilando características.

“Se historicamente as diásporas acontecem motivadas por algo negativo àquela sociedade, não necessariamente a conclusão do seu movimento será negativa. A dispersão, inúmeras vezes, proporciona intersecção de culturas, miscigenação, diversidade cultural e convívio com as diferenças… e a esses aspectos a encenação está atenta e disposta a revelar”, completa o diretor.

Sinopse
Diásporas apresenta três histórias sobre três povos fictícios. Em uma aldeia montanhesa, uma suspeita sobre a real existência de um de seus habitantes abre uma série de acontecimentos que alterará para sempre o modo de vida do pequeno povoado. Em uma ilha, uma tribo liderada por mulheres se vê às vésperas de ser deslocada para um continente. Por fim, em um território desértico, duas dissidências de um mesmo povo travam uma guerra de longa data, repleta de consequências. Ao aproximar as três histórias, os deslocamentos de seus personagens nos lançam interrogações sobre os movimentos migratórios.

Sobre a C i a. Elevador

A Cia. Elevador de Teatro Panorâmico é um núcleo permanente de investigação em linguagem teatral criada em 2000, propondo a junção da verticalidade da pesquisa com a horizontalidade de sua abrangência ao público. Ao longo de sua trajetória de pesquisa estética, trouxe à cena peças que dialogam com questões inerentes ao homem contemporâneo, tais como a procura de si mesmo, a desconstrução de realidades e fragmentação da memória, o limiar entre arte e realidade, entre cotidiano e criação. Em 2010, em comemoração aos 10 anos, a Cia. pesquisou o universo shakespeariano e montou uma comédia em que a crença na relação entre o Homem e a Natureza e o convívio com as diferenças se torna uma possibilidade real. Esta pesquisa recebeu indicação ao Prêmio Shell 2010. Em 2012, trouxe a público a versão da tragédia grega “Ifigênia em Áulis”, de Eurípides. Em “Ifigênia”, foi discutida a relação coletivo-indivíduo na sociedade atual, através do sistema improvisacional em que todos os atores sabem o texto completo, texto criado especialmente para o espetáculo pelo dramaturgo Cássio Pires, e recriam o mito no momento presente do espetáculo, que nunca será igual ao dia anterior. Em 2013, a Cia começou a pesquisar um pressuposto estético, surgido do Campo de Visão, que Marcelo Lazzaratto intitulou de “Corpo-Paisagem”, ou seja, o ator, ele mesmo uma cena, ao mesmo tempo figura e fundo; o ator enquanto um corpo-paisagem por onde passam todos os “personagens e seus lugares”, em suma. Para isso, buscaram uma dramaturgia que refletisse essencialmente esse pressuposto e escolheram “O Jardim das Cerejeiras”, de Anton Tchekhov, que estreou em março de 2014. O Último espetáculo montado pela Cia., “Sala dos Professores”, contou com dramaturgia inédita de Leonardo Cortez, estreou no início de 2016, e foi indicado aos Prêmios APCA e SHELL como Melhor Texto, e Aplauso Brasil como Melhor Elenco.

 

Espetáculos da  Cia: A Maratona Mundial de Dança, de Alexandre Mate /Uma Peça por Outra, de Jean Tardieu /A Ilha Desconhecida, adaptação para crianças de “O Conto da Ilha/ Desconhecida”, de José Saramago / Loucura, adaptação livre de diversos textos da literatura mundial / A Hora Em Que Não Sabíamos Nada Uns Dos Outros, de Peter Handke / Amor de Improviso, textos diversos da literatura / Peça de Elevador, de Cássio Pires / Ponto Zero, uma retrospectiva dos jovens das gerações de 50 até hoje / Eu Estava Em Minha Casa E Esperava Que A Chuva Chegasse, de Jean-Luc Lagarce / Do Jeito Que Você Gosta, de William Shakespeare / Ifigênia, de Cássio Pires / Jardim das Cerejeiras, Anton Tchekhov / Sala dos Professores, de Leonardo Cortez.

Sobre as C i a s. P a r c e i r a s

O projeto será realizado em parceria com duas companhias de teatro, Cia. Histriônica de Teatro e Os Barulhentos. Essas companhias foram convidadas porque recentemente desenvolveram trabalhos que tocavam na questão do imigrante e dos refugiados. A Cia. Histriônica de Teatro estreou uma adaptação livre de O Cortiço, de Aluísio Azevedo, com direção de Marcelo Lazzaratto e Gracia Navarro e, em 2014, fizeram com essa peça uma turnê por quatro cidades portuguesas, além de participações em festivais brasileiros. Os Barulhentos estrearam“Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar” (2015), com direção artística de Rodrigo Spina, que reuniu peças curtas de Matei Visniec, sob o tema dos refugiados de guerra. Unindo forma e conteúdo, com essas parcerias, colocamos em cena três Cias., com culturas e linguagens próprias, se interseccionando, para, então, criarem juntas três culturas ficcionais que realizarão movimentos diaspóricos.

Ficha Técnica

Integrantes do Núcleo Artístico
Marcelo Lazzaratto – Diretor Artístico
Marina Vieira
Pedro Haddad
Rodrigo Spina
Wallyson Mota

Demais integrantes do projeto
Dramaturgo
Cássio Pires

Cenógrafo e figurinista
Chico Spinosa

Diretor musical
Gregory Slivar

Atores convidados
Carolina Fabri
Dirceu de Carvalho
Tathiana Bott
Rita Gullo
Carol Caetano
Maria Laura Nogueira
Thais Rossi
Alexandre Caetano
Monica Lovato
Michelle Gonçalves
Bernardo Fonseca Machado

Grupos convidados
Os Barulhentos
Cia. Histriônica de Teatro

Produção
Anayan Moretto

Direção Geral
Marcelo Lazzaratto

Serviço:

Diásporas
De 11 de maio a 4 de junho de 2017. Quinta a s
ábado, às 20h. Domingo, às 18h.

Teatro

Capacidade: 700 lugares

Duração: 2h50 (com intervalo)

Ingressos: R$12,00 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$20,00 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e  R$40,00 (inteira).

Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 16 anos.

 

Sesc Pompeia Rua Clélia, 93.
Não temos estacionamento. Para informações sobre outras programações, acesse o portal sescsp.org.br/pompeia

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