Editorial: entrevista

Entrevista com candidato a deputado estadual Cezar Marmo

Entrevistamos o candidato estadual Cezar, um dos nomes que mais se destaca nas eleições deste ano na região. Ele que inicia seu trabalho diariamente as 5 horas da manhã e aceitou o chamado da população para se candidatar a deputado estadual. Seus planos, se eleito, são arrojados e pretende trazer para a região um hospital regional de referência. Adotou o número 45.222 para concorrer nas eleições, que considera místico e vitorioso.

Porque decidiu se candidatar a Deputado Estadual nessas eleições de 2018?

Há muitos anos esperamos por um representante que seja da nossa região e que conheça de fato as nossas necessidades. Hoje, tenho a certeza de que minha experiência e determinação podem contribuir ainda mais para trazer melhorias em várias áreas que a população precisa. Nosso exemplo de trabalho na cidade de Santana de Parnaíba, em todo o período que estive na administração pública, e agora com meu filho Elvis Cezar, atual prefeito, tem sido uma referência em todo o Brasil, inclusive eleita a segunda melhor gestão pública do Brasil em 2016 pelo Conselho Federal de Administração. Santana de Parnaíba é destaque em diversas áreas: Conceito A em Saúde, Cidade mais segura do Estado desde 2013, cidade que mais reduziu a mortalidade infantil no estado de São Paulo, é a terceira melhor cidade em geração de empregos, município que mais atingiu a maior marca histórica na avaliação da Educação pelo IDEB e tem atualmente o maior canteiro de obras de toda a região oeste.

Qual a importância de um Deputado Estadual para a região?

Um deputado estadual é responsável por buscar recursos para investimentos nas cidades junto ao governo do estado. Se o candidato eleito não é da região, dificilmente ele irá se esforçar para trazer esses recursos para as cidades onde ele não vivencia os problemas. É por isso que eleger o candidato que seja local é tão importante.

Quais são os projetos que o senhor pretende trazer para a região se for eleito?

Vamos buscar no governo do estado as verbas necessárias para a construção de um Hospital Regional de Referência, com a quantidade de leitos suficientes para atender com qualidade a população. A saúde é um dos maiores problemas que o Brasil enfrenta, e na nossa região isso também acontece e a gente tem que enfrentar de frente, com muita seriedade e compromisso, esse desafio. Além disso, tenho como meta viabilizar a extensão das marginais da rodovia Castelo Branco para desafogar o trânsito, trazer recursos para investimentos na segurança, pavimentação de ruas e avenidas, infraestrutura e mobilidade urbana. Vou trabalhar incansavelmente para melhorar a vida das pessoas que vivem na nossa região Oeste, pois meu compromisso será com a população, aqueles que confiaram seu voto em mim e todos que esperam um trabalho sério do deputado estadual. Isso eu posso garantir, porque minha história de vida toda foi construída na região, onde vivo com minha família todos os dias e que certamente tenho o maior interesse de trabalhar para melhorar a vida das pessoas aqui.

 

 

Roda Viva recebe Cristovam Buarque para falar da crise política

O programa com o senador do PPS-DF vai ao ar ao vivo na TV Cultura nesta segunda-feira (10/7), às 22h15

 Roda Viva recebe o senador Cristovam Buarque para falar sobre o conturbado momento político vigente no Brasil. Apresentada por Augusto Nunes, a entrevista vai ao ar ao vivo nesta segunda-feira (10/7), às 22h15, na TV Cultura, na página oficial do programa no Facebook e no site da emissora.

Professor universitário e engenheiro mecânico por formação, Cristovam Buarque entrou na vida política em 1995, quando foi eleito governador do Distrito Federal após ganhar destaque na reitoria da Universidade de Brasília. Eleito senador pelo Partido Popular Socialista do Distrito Federal (PPS-DF), Cristovam comenta a crise política vivida no País.

Na última semana, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma denúncia contra o presidente Michel Temer e o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) pelo crime de corrupção passiva. É a primeira vez na história do Brasil que um comandante máximo em exercício responde por esse tipo de acusação.

Compondo a bancada de entrevistadores, o programa recebe o jornalista Jefferson Del Rios; Pedro Venceslau, repórter de política de O Estado de S.Paulo; Thais Bilenky, repórter de política da Folha de S.Paulo; a diretora de redação da sucursal de Brasília da revista IstoÉ, Débora Bergamasco; e Thiago Uberreich, repórter da rádio Jovem Pan.

Fabiano da Van diz que prefeito atendeu 80% dos seus pedidos

O vereador Fabiano da Van (PPS), em entrevista a TV Câmara do Legislativo feirense, fez uma avaliação da sua atuação no primeiro semestre da 18ª legislatura. O edil afirmou que as suas expectativas foram atendidas, já que o prefeito José Ronaldo de Carvalho atendeu 80% dos seus requerimentos e indicações.

Fabiano disse que pretende continuar lutando pelos interesses maiores da coletividade, buscando atender os pleitos dos munícipes tanto da zona urbana quanto dos distritos de Feira de Santana. “Principalmente, o distrito de Humildes, que é onde obtive a maior quantidade de votos. Foi nos distritos que fui mais aceito na cidade”, destacou.

Questionado sobre os seus planos para o recesso parlamentar, ele declarou que continuaria trabalhando, uma vez que o recesso é apenas para as sessões da Câmara. “O trabalho não para. Visitarei as comunidades onde tive uma maior aceitação e vou tentar buscar o máximo de reinvindicações para que em agosto eu chegue aqui com várias ideias de requerimentos e pedidos da população”, disse.

Sobre suas expectativas para o próximo semestre, Fabiano ressaltou, por exemplo, que há dois projetos de lei, de interesse público, de sua autoria, que devem entrar em pauta. “Farei de tudo para que possam tramitar o mais rápido possível, para que a cidade os conheça, já que eles são muito bons para a cidade de Feira de Santana”.

Concluindo sua fala, o vereador agradeceu a Deus, aos familiares, aos amigos e ao povo de Feira de Santana que confia no seu trabalho. Fabiano acredita que a cada dia que passa as pessoas estão vendo a sua dedicação no exercício da vereança, o que faz com que ele siga em frente. “Agradeço ainda ao presidente desta Casa, o vereador Ronny, por estar sempre me orientando e dando força, e também aos demais colegas vereadores. Ao longo desses seis meses, estivemos junto aprendendo muito. Acredito que o segundo semestre será muito melhor para nós”, anseia.

 

 

Assista a entrevista completa no canal da Ascom no Youtube através do link https://youtu.be/qAFuCSUGDdY.

“Encontrei a cidade sem crédito em lugar nenhum e com a frota de carros sucateada, tive até que dar cheque pessoal como garantia para os médicos”

8.1_bananinhaJosé Carlos Alves (PT), o Bananinha. Foi prefeito da cidade de Pirapora do Bom jesus de 2008 a 2012. Em busca da reeleição ficou em segundo lugar já que Raul Bueno teve seus votos zerados pela justiça eleitoral. Afastado da política pretende voltar em outro momento já que avalia de forma positiva sua administração que foi prejudicada pelas dívidas deixadas pelo seu antecessor. Bananinha teve todas as suas contas aprovadas pelo tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

1 – Como encontro a prefeitura assim que assumiu?
R: A cidade estava um caos. Encontramos uma frota de carros sucateada, não tinha credito em lugar nenhum. Precisei dar cheque pessoal como garantia, para médicos fazerem o plantão diário. Não tinha medicamentos. Fomos aos poucos resgatando a credibilidade. Não foi fácil, pois assumimos uma dívida de mais de 30 milhões. A cidade estava praticamente quebrada.

2 – E no decorrer da administração houve tentativa de regularizar essa situação das dívidas?
R: Sim, conseguimos que um auditor do Ministério da previdência viesse à Pirapora a fim de analisar as contas do instituto de previdência, onde resultou numa proposta de parcelamento da dívida que regularizava a situação com o Governo Federal, no entanto apareciam novos débitos da administração anterior. A cada seis meses quando pensavamos que estava tudo certo, surgia novas dívidas, para ter uma ideia, tinham dívidas ligadas a obra de asfalto no Payol, projeto Guri e multa com a Cetesb. Isso tudo interfere na gestão. Isso trouxe atraso para a nossa cidade.

3 – Você recebeu a prefeitura quebrada, mas como você entregou a prefeitura?
R: Eu entreguei diferente de como recebi, tanto é que algumas obras que o Gregório está executando foram consequências das nossas conquistas. Para o Gregório tocar essa administração deve está sendo difícil também, porque eu renegociei as dívidas dos governos anteriores mas ele também deve estar pagando essa conta.

4 – O que o governo anterior ao seu poderia ter feito para não prejudicar a cidade de Pirapora?
R: Eles poderiam ter pago essas dívidas que deixaram. Foram 16 anos de governo que quebrou a cidade. Quando governaram poderiam ter quitado essa dívida, porem deixaram uma divida impagável para Pirapora. Um exemplo é o uniforme escolar de 2006 que eu tive que pagar em 2010 e ainda comprar o de 2010, enfim, além da cidade ficar três anos sem uniforme, eu tive que pagar a conta de 2006.

5 – Como foi a relação com a Câmara Municipal no período de seu mandato?
R: Foi boa, eles cobravam o que tinha que ser cobrado e votavam a favor de projetos importantes para cidade. Quem atrapalhou realmente foi a oposição, que não deixava trabalhar e fazia oposição sistemática discordando e tentando prejudicar tudo que era bom para a cidade.

“Toda vez que terminava de negociar um dívida aparecia outra e assim foi todo o meu mandato.”

6 – Você acha que houve uma manobra do PSDB local junto ao Governo do Estado para prejudicar o seu governo que era do PT?
R: O Governo do Estado foi muito bom para Pirapora, o que foi pedido para o governador foi atendido, se a documentação estava em ordem ele liberava. O PSDB local até tentou interferir, mas o governo do estado não aceitou. O que dificultou mesmo foram as documentações que nunca estava em dia devido as dívidas.

7 – Como você avalia hoje o atual governo, agora que você adquiriu experiência no executivo?
R: Na minha opinião o atual governo está no caminho certo. Porque ele deu andamento na organização que fizemos. Pirapora caminha para que no futuro seja uma cidade independente, porém o Gregório tem que ter paciência porque os recursos são demorados para serem liberados e isso acontece justamente no ultimo ano de governo.

8 – A maioria dos prefeitos inauguram obras no ano eleitoral. Com você não foi diferente. Por que isso acontece?
R: Você nunca consegue fazer nada no primeiro ano por causa das dividas deixadas e do orçamento planejado pelo governo anterior. Até você organizar tudo, você leva dois anos. A partir disso consegue receber recursos do Estado. Essa atual administração deve ter começado a receber os recursos somente agora. Do pedido aprovado até o deposito dos recursos são quase um ano de espera. Não se faz obra eleitoreira, é que o processo é muito burocrático mesmo.

9 – Você pretende voltar à política?
R: Sempre temos vontade de voltar, mas não agora. Ficar a frente da prefeitura ampliou o meu conhecimento e hoje me sinto mais preparado para um retorno a política. Aprendi a não confiar em qualquer pessoa que bate em suas costas, mas o meu projeto político pretendo coloca-lo em prática em outro momento.

“A população escolheu o Gregório porque não sabia a situação que eu encontrei a cidade.”

10 – Você considera que houve uma boa sucessão após o seu governo?
R: Sim, o Gregório apenas deu continuidade ao que começamos, ele fez gestão com aquelo que ajustamos. Um mandato é pouco para você fazer o que a cidade precisa, se eu tivesse sido reeleito estaria fazendo um bom governo agora, considero que o atual prefeito está usufruindo daquilo que plantamos, mas isso é bom para cidade então eu fico feliz porque eu amo Pirapora independente de quem governa.

11 – O que avalia de positivo no seu governo?
R: Onde tem recurso vai bem, é o caso da educação e saúde. Conseguimos ampliar e regularizar o atendimento da saúde e fizemos boas mudanças na educação. Na geração de renda e emprego trouxemos novas empresas para Pirapora, e isso contribuiu com o crescimento da nossa cidade. A secretaria de obras também é um orgulho, pois deixei muitas obras pela cidade.

12 – Qual outro setor da administração colheu bons resultados?
R:A promoção social com a primeira dama Benedita Alves (Benê), pois todas as pessoas que a procuravam eram atendidas independente do problema, pois ela fazia com amor.

13 – Como você avalia então o resultado que obteve nas urnas?
R: Como a população não sabia a situação da cidade eles escolheram o que acharam melhor e naquele momento o Gregorio foi o escolhido. Porém o importante é que a população não escolheu voltar ao passado, o passado deve ficar lá pois foi maléfico a cidade.

“Respeito esse governo porque foi eleito pelo voto popular. A intenção da administração foi até bacana, porém se perdeu no caminho e hoje inaugura obras atrasadas.”

5.2__MG_0030Vanderlei Fernandes, é morador de Carapicuíba, casado e pai de um filho. Estudante de Direito. Filiado ao Partido Rede é pré-candidato a prefeito em Carapicuíba.

1 – Por que você é pré-candidato a prefeito?
R: Não sou eu que quero, são as pessoas que me querem representando uma nova ideia. Eu hoje sou o porta voz das pessoas que estão inconformadas com a situação política que existe hoje.

2 – Como você vê a situação política hoje?
R: Não é a questão como eu vejo, mas sim como a sociedade enxerga o político. Hoje político é associado a ladão. O objetivo do partido REDE é resgatar o verdadeiro papel da política, mas hoje alguns enxergam a política como oportunidade de negocio.

3 – Como estão construindo a plataforma de governo do seu partido?
R: Optamos por fazê-la de forma colaborativa, é uma plataforma onde buscamos a Carapicuíba que queremos, qualquer cidadão poderá debater o projeto e sendo realmente viável,  iremos chamar a população para discuti-lo. Queremos chamar a sociedade para construir um projeto.

4 – Como você chegou até o partido REDE?
R: Estou desde o inicio. Sou admirador da Marina. E devido uma tragédia particular eu fui obrigado a tomar uma atitude e comecei a militar nos movimentos sociais, e aderi ao projeto porque me identifiquei, depois de conhecer bem a cidade hoje eu vejo o REDE como alternativa para solucionar os problemas vividos por Carapicuíba.

5 – Na cidade estão formando blocos políticos e você pelo visto não compõe nenhum deles, você se considera a terceira via?
R:  Olha eu não me enxergo como terceira via, eu vejo o REDE como única via, poís é o único partido que dá voz a população. Agora cabe as pessoas entenderem esse processo. Já sobre o “blocão” eu não gostaria de falar, pois respeito a história política deles. Eu não fui convidado para participar e mesmo assim não participaria pois queremos apresentar uma nova forma de fazer política.

6 – Como você avalia a atual gestão da cidade de Carapicuíba?
R: Respeito esse governo porque foi eleito pelo voto popular. A intensão da administração foi até bacana, porém se perdeu no caminho. O discurso era bonito e pregavam melhorar a cidade, porém hoje se promovem em cima de algumas obras atrasadas.

7 – Você nunca teve cargo publico, você não acha que isso pode ser considerado como falta de experiência para governar uma cidade?
R: Jamais, isso me dá orgulho, porque nunca recebi um centavo do dinheiro publico. Porque se cargo fosse sinônimo de competência a gestão da cidade era para ser eficiente. Eu me sinto competente, tenho visão moderna, estudei a cidade, sei das carências.

8 – Como andam os diálogos para a escolha do seu vice? O partido tem conversado com outras legendas?
R:   A rede defende sempre o dialogo. Não queremos ser os donos da verdade, queremos compartilhar nossa plataforma com outros partidos. Todos os partidos tem boas ideologias no papel. Porém não estamos dispostos a caminhar com algum partido a qualquer preço.

9 – Vocês tentaram sentar com alguns partidos para dialogar? como foi essa experiência?
R: Estamos montando uma proposta para a cidade e não para o Vanderlei ou para o REDE, porém quando fomos discutir as propostas vimos que a linguagem era outra, eram propostas pessoais e não para a cidade. Respeito o caminho que cada um segue, mas não encontrei uma proposta para a cidade.

10 – No quesito vereadores, como está o partido? como está a sigla para lançar a chapa?
R: Temos a chapa completa, formada por cidadãos de diversos setores sociais, estamos bem mesclado. São pré-candidatos que de fato tem trabalhado. Alguns vereadores procuraram a sigla para se filiar, porém percebemos que não podiamos aceitar porque iriamos ferir os princípios da ficha limpa. Nosso objetivo era dar oportunidade para gente nova.

11 – Qual a proposta do partido para a Educação da cidade, caso vocês sejam eleitos?
R: A educação em tempo integral é o que defendemos, mas temos que trabalhar, não devemos prometer. Se você promete depois você não cumpre e não tem que prometer, tem que trabalhar. Porém não temos que prometer, o que adianta prometermos algo se a sociedade está cheia de promessa, temos é que fazer funcionar o que tem o que já existe.

12 – Como resolver os problema de Carapicuíba?
R: Temos que gerar renda para a cidade incentivando o empreendedor, eliminar a corrupção e fazer funcionar o que já existe. Nossa cidade tem potencial e o que está precisando é de alguém com capacidade de ouvir a população para poder governa-la.

Paulo Barufi (PTB) lança pré- candidatura a prefeito de Jandira

Lançamento reúne deputados Arnaldo Faria de Sá, Campos Machado e André do Prado8.1 - Paulo Barufi (PTB) lanca pre-candidatura a prefeito de Jandira 5

Em evento com grande mobilização popular, Paulo Barufi (PTB) lançou sua pré-candidatura a prefeito de Jandira. O anúncio conta com a presença de  correligionários, lideranças comunitárias e partidárias e de moradores da cidade.
Ao lado dos deputados estaduais Campos Machado (PTB) e André do Prado (PR) e do deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB), que saíram da capital federal para o evento, Barufi destacou a importância de se buscar a mudança do quadro político da cidade.
“Hoje temos uma classe política que não tem os olhos voltados para a população e isso fez com que tivéssemos baixos índices de desenvolvimento da nossa cidade. Anuncio hoje minha pré-candidatura a prefeito de Jandira, sonhando com o resgate do desenvolvimento e do orgulho da nossa cidade. E conto com o apoio dos nossos pré-candidatos a vereador e da população para que essa mudança se concretize”, afirmou Barufi.
O deputado André do Prado destacou a importância do surgimento de novas lideranças políticas no país. “Nossas cidades precisam de políticos e de pessoas decentes como Paulo Barufi, que querem fazer o melhor para a população. É com orgulho que estou aqui declarando meu apoio a esse homem que vai mudar a história de Jandira”, ressaltou.
Presidente estadual do PTB, o deputado Campos Machado conclamou os presentes a apoiar o nome de Paulo Barufi. “Na política só há lugar para pessoas que tem coragem e não para quem tem medo. E Paulo Barufi é um homem de coragem.Esta é a hora da mudança de Jandira, junto com Paulo Barufi”, disse Campos Machado.
O deputado federal Arnaldo Faria de Sá afirmou seu apoio à pré-candidatura de Paulo Barufi. “A mudança em Jandira é com Paulo Barufi. Ele, que é um empresário da área de ensino, vai ensinar muita gente como é que tem que fazer para mudar a política nessa cidade. Apoiamos Barufi e vamos continuar lutando na Assembleia e no Congresso para uma Jandira mais forte”, concluiu o deputado.

“ No governo do Sergio Ribeiro (PT) não existem diálogos, existem apenas monólogos”

IMG_9642 EAlexandre Simões Pimentel, vereador e pré-candidato a prefeito pelo PC do B. Legislando em seu segundo mandato, Pimentel foi militante do PT e já atuou como assessor de Sergio Ribeiro, quando o prefeito era vereador na Câmara Municipal. Após longos anos, deixou o partido dos trabalhadores por divergências internas. Carrega em seu currículo a presidência da Câmara e também sua atuação na secretaria de Planejamento.
1 – Você era do PT por muito tempo, por que deixou o Partido dos Trabalhadores?
R: O PT de Carapicuíba não tem regras, e eu não gosto de viver em lugar sem regras. No Partido não havia mais espaço para discutir a formação da cidade como queríamos. Então, deixei a casa, mas não sai do quintal já que o partido tem uma perspectiva de esquerda.
2 – O que você acha da saída do Abraão do PT e a sua ida para o PSDB?
R: Acho que ele foi para o lugar certo. O Abraão foi para onde é o lugar dele, trata-se de uma pessoa que pensa de forma fechada e não cabia dentro do PT. Eu enxergo como uma aberração essa atitude, mas que ele siga o caminho dele.
3 – Como é sua relação hoje com Sergio Ribeiro, já que você o conhece desde a época estudantil?
R: Conheço o Sergio desde meus 14 anos, já fazem 29 anos. Construímos um projeto juntos, porém hoje não temos mais um espaço para diálogo. Projeto se constrói coletivamente e isso não acontece mais no PT. Já no governo do Sergio Ribeiro não existe dialogo existe monólogo.
4 – Parecia que você fugiu do partido devido aos escândalos envolvendo o PT, não foi isso que aconteceu?
R: Não, de forma alguma! Desde a reeleição do PT no governo Municipal, os militantes mais antigos sentiram falta de espaço, nossa missão era continuar ajudando a cidade, porém as ferramentas de melhorias desapareceram.   Fui presidente do partido por duas vezes, porém os rumos que tomaram não foram as que sonhamos.
5 – O seu diálogo continua o mesmo com o Prefeito?
R: Continua melhor em um sentido, porém, não existe diálogo, o que existe como disse é monólogo.  Além existir clara perseguição política. Tenho funcionários que foram exonerados  e até hoje não receberam suas rescisões. A Câmara fez uma cartilha que só tive acesso porque um determinado vereador me entregou, nem fui consultado sobre  a confecção dela para escolher minha foto.
6 – Como surgiu essa vontade de ser pré-candidato?
R: Depois que deixei o PT, surgiram bons convites para eu me filiar, eu fiquei lisonjeado, no entanto comecei a estudar os convites até aceitar o do PC do B, que por sinal ofereceu espaço para eu ser hoje pré-candidato. As pessoas envolvidas no Partido, são velhos conhecidos, então eu gozo de plena confiança deles e eles de mim.
7 – E no quesito dos pré-candidatos a vereador, como está o partido?
R: Fizemos um bom trabalho, temos um bom grupo e vamos disputar com chapa fechada para fazer um representante na câmara municipal e disputar o executivo.
8 – Como anda o dialogo com os outros pré-candidatos?
R: O PC do B pode indicar alguém para a chapa da Professora Sônia, no entanto, iremos executar o que for melhor para o partido e se isso estiver em sintonia com a orientação da coordenação estadual.
9 – Surgiu uma investigação contra você sobre contratação de funcionários, isso não pode manchar sua participação na campanha?
R: Eu sou cidadão do mundo não tenho medo de processo. Não faço parte do governo Sergio e como eu vou interferir no processo de contratação da administração? Existe “boataria” de que eu fui preso, mas apenas o Paulo Xavier foi preso. Essa denúncia que está em curso é anônima e quem não deve não teme, é o meu caso.
10 – O Everaldo está envolvido nessa situação? Já que as denúncias envolvem o período que ele trabalhou na prefeitura?
R: Olha, existe muita conversa fiada nessa situação. Eu sou professor concursado, passei no mestrado pela Unicamp. Tenho uma história para zelar e não vou humilhar minha família com minha prisão,  não posso afirmar que o Everaldo está envolvido isso está com o ministério público.
11 – Existe um acordão liderado por Sergio Ribeiro para enfrentar o Marcos?
R: Se existe, eu não sei, mas tenho certeza que não fui convidado para fazer parte. Talvez por eu ser questionador e isso incomoda a administração ou quem esteja por trás desse grupão.
12 –  Quais os projetos que você apresentou na Câmara que melhorou a vida das pessoas?
R: Fiz diversos, um deles é o fundo que destina trinta por cento da receita das multas para a educação no trânsito.  Em nossa cidade, infelizmente temos um alto índice de atropelamentos.
13 – Sendo eleito, o que seria urgente para Carapicuíba?
R: Regularização fundiária. Temos mais de 70%  de nossos imóveis sem escritura. E a  recuperação dos nossos recursos hídricos com parques lineares. Não existe nenhum rio na cidade que o seus arredores tenha habitações sem esgoto. É um típico de um projeto arrojado. Carapicuíba precisa se reurbanizada com urgência.
14 – O Parque  Santa Tereza tem uma UPA que está fechada. Como vereador, você tem dialogado com o atual prefeito sobre essa situação?
R: É lamentável o Sergio não foi na audiência pública sobre saúde e não mandou nenhum representante para falar sobre isso. É lamentável passar 8 anos num governo e não conseguiu informatizar a saúde para dinamizar o atendimento, consultas, entradas de remédios. Tudo isso poderia melhorar muito a saúde da nossa cidade.  A UPA é só mais um reflexo disso.

“fui secretário na gestão Sergio Ribeiro e Fuad Chucre, então tenho experiência para governar Carapicuíba”

IMG_9327Elias Fernandes Cassundé, vereador por três mandatos, carrega a experiência como secretário de comunicação, cultura, Serviços Municipais e ainda Secretaria de obras. Apresentou diversos projetos na Câmara como o cartão BOM Carapicuíba e a lei que proíbe o uso de animais em rodeios. Foi candidato a deputado Federal em 2014 e tem dialogado com os demais pré-candidatos para construir uma aliança em Carapicuíba.
1 – Você é pré-candidato a prefeito, por quê?
R: Sou pré-candidato já algum tempo, desde 2014 quando disputei a eleição para Deputado Federal, eu já tinha essa pretensão. Já fui secretário de Comunicação, Cultura, Obras e Serviços Municipais e fui vice-presidente da câmara estou preparado para governar a cidade, já que por minhas passagens nas secretarias sempre levei inovação e realizei grandes feitos.
2 – Existe a possibilidade de renunciar sua pré-candidatura para entrar em outro projeto?
R: Nesse momento não. Estamos conversando com outros pré-candidatos a prefeito, ouvindo as ideias, mas estamos firmes no nosso caminho.
3 – O que a cidade de Carapicuíba mais precisa?
R: A cidade precisa de um Choque de gestão, a cidade precisa de austeridade, organização e desenvolvimento. Nenhuma cidade cresce se não tiver organização. Quero transformar Carapicuíba e com o desenvolvimento será possível investir mais em áreas como: educação e saúde.
4 – Por que Carapicuíba não se desenvolveu como outras cidades?
R: Não tivemos um prefeito que colocasse o dedo na ferida, só tivemos administradores populistas. Barueri é um exemplo a ser seguido, houve organização e planejamento, enquanto que os prefeitos que passaram por Carapicuíba fizeram apenas o papel de “bonzinhos” e conduzindo a gestão de qualquer forma não resolvendo os problemas da cidade.
5 – Existe diálogo para algum pré-candidato serem o seu vice?
R: Existem diálogos abertos com grande parte deles, porém tem alguns que não abrem mão de ser candidato a prefeito. Já conversei com a Professora Sônia e Salim Reis. Tenho falado muito com o Abraão Junior. Porém até agora não tem nada acertado, mas também estamos conversando sobre uma aliança no segundo turno. Fiz um convite para o PTB ser meu vice, também convidei outra pessoa, enfim, até já falei com o Políta, mas ele tem mais afinidades com a professora Sônia.
6 – Sergio Ribeiro está articulando um bloco para enfrentar o Marcos Neves, você já foi convidado para discutir sua participação nesse processo?
R: Pelo Sergio Ribeiro não fui convidado, até porque ele tem dois candidatos: o presidente da Câmara Abraão  (PSDB) e o Everaldo (PT), até que me provem o contrário, o Sergio está no PT  e a sigla irá lançar o Everaldo e não aceito participar de um bloco que já definiu seu candidato.
7 – Você atuou no governo Sergio Ribeiro, isso não pode atrapalhar sua candidatura já que o PT está envolvido em diversos escândalos?
R: Não acredito que isso vá atrapalhar. Fui secretário dessa gestão atuando na Secretaria de Serviços Municipais e de Obras. Fui secretário na gestão do Fuad (PSDB) e Sergio Ribeiro (PT) e trabalhei para a cidade e não para o partido, foi para o povo de Carapicuíba, não importa o partido, o que importa é a cidade.
8 – O que avalia de positivo no governo Sergio Ribeiro?
R: O Sérgio acertou na organização administrativa, mas sem austeridade. Sergio obteve muitos recursos para a cidade, nisso ele foi bom por meio de emendas e convênios e isso é a marca dele. Ele implantou vários benefícios na cidade, porém, não colocou o “dedo na ferida”.
9 – Existem erros na gestão de Sergio Ribeiro?
R: Faltou austeridade, ele tinha um compromisso de “Mudança para valer” e não teve essa mudança. A cidade continua a mesma. O mesmo orçamento,  que não dá para investir em saúde e educação. Temos que mudar o rumo da cidade doa a quem doer.
10 – Quais projetos você aprovou na câmara que influência diretamente a vida dos moradores?
R: O bilhete único é um projeto meu. Levou um ano e meio para ser aprovado, mas hoje contribuiu com a vida dos moradores. Tenho outro projeto que proíbe o uso de animais em rodeio. A lei que proíbe uso de celular no banco. A lei da virada da Cultura. Quando estávamos à frente, a Cultura funcionava, hoje não funciona mais.
11 – O que falta em Carapicuíba?
R: Falta investir na aquilo que já temos. Em Carapicuíba é preciso fazer investimentos sem gastos, usando bem a renda que temos. A população quer ver coisas bonitas, limpas e bem organizadas, por isso que gastamos fora da cidade porque aqui falta organização. Precisamos ter um calçadão organizado, bonito e limpo. Temos potencial e nosso povo gasta fora porque não estamos preparados.
12 – Como irá romper se o seu partido faz parte da administração?
R: Eu já rompi com a administração, porém a secretaria que hoje esta sob comando do partido é um acordo político feito lá atrás. Assim, como o partido da professora Sônia também tem também sua secretaria, mais isso é um acordo feito lá atrás e irá encerra-se dia 31 de dezembro apenas. Com o Salim Reis é igual. Continua no governo por meio do PSD, mas não apoia o candidato do partido do prefeito.
13 – Uma pesquisa aponta Marcos Neves à frente, o que você tem a dizer sobre isso?
R: Eu não fiz pesquisa, mas sabemos que o deputado está à frente porque o nome dele esta em evidência, mas talvez não com todo aquele resultado. Porém, uma grande parte da população não decidiu em quem votar, então eu e outros temos ainda uma boa parte de indecisos para conquistar.
14 – Qual sua principal atitude caso eleito prefeito
R: Organizar cidade e desapropriar áreas no Gustavo Côrrea e transforma-las em áreas empresariais para a cidade crescer. Iria ainda, transformar a Marginal do Rodoanel em uma área industrial, da Cohab até a Aldeia, só galpões e prédios empresariais.
15 – Qual sua visão sobre as obras paradas?
R: Já cobramos, mas senão houver consenso na Câmara não há fiscalização. A UPA, por exemplo é um presente de grego para a cidade. Fomos atrás de uma coisa que não podemos manter e isso é lamentável.

“Foi uma boa administração Sergio Ribeiro e Salim Reis, merecemos nota 7, pois Carapicuíba estava muito atrasada”

Antonio Carlos dos Reis, Salim Reis (PSD),  vice-prefeito da cidade de Carapicuíba por 8 anos, nos dois mandatos do Prefeito Sergio Ribeiro. Já saiu candidato a Deputado Federal e já esteve a frente de algumas secretarias no mandato de Ribeiro. Anunciado como pré-candidato a prefeito pelo partido PSD, tem feito suas conversas com os demais partidos para costurar uma aliança para seguir na administração da cidade.5.2_E

1 – Você é pré-candidato a prefeito?
R: sim, eu sou pré-candidato  com apoio do meu grupo e para atender o povo Carapicuíbano, vou apresentar o que eu desejo para a cidade de Carapicuíba. Existem uns três nomes que se apresentam hoje como pré-candidato, mas poderíamos conversar para fazer uma administração em conjunto.

2 – O nome do pré-candidato Marcos Neves está entre os prováveis parceiros de dialogo?
R: Hoje seguramente digo que não, mas não digo que não pode estar amanhã, pois na política só frutifica com parcerias. É necessário dialogar com todas as correntes e grupos, o grupo do Marcos não mantém um dialogo hoje conosco, mas também não impede de dialogar amanhã.

3 – O que acha da lista enorme de pré-candidatos que existe em Carapicuíba?
R: Eu acredito que tem nome nessa lista que não se firma como candidato e até pode surgir nomes que não estão na lista hoje. Acho importante esse grande numero de pré-candidatos para que haja um debate onde quem ganha é a população.

4 – Estranhou a mudança do pré-candidato Abraão Junior,  saindo do PT e indo para o PSDB?
R: Ficou meio estranho, mas na política tudo é possível, eu não faria essa troca. Não participei dessas reuniões que definiram isso, não posso dizer muito sobre essa mudança que o presidente da Câmara promoveu, mas posso dizer que o prefeito Sergio Ribeiro ficou feliz com essa mudança ocorrida.

5 – Em uma provável campanha, irão colocar em sua responsabilidade como vice-prefeito alguns problemas da cidade, o que tem a dizer sobre isso?
R: Eu faço parte da atual administração, mais muitas coisas eu não fui consultado, por exemplo, as obras que estão paradas. Não me perguntaram, e eu vou dizer naquelas que eu tenho responsabilidade o que eu tenho feito, as obras que eu achar  que merecem ter continuidade, terão continuidade se o povo achar que devo ser prefeito de Carapicuíba, o maior prejudicado com obra parada é o povo, então nós temos que terminar as obras seja elas quais forem. Sempre procurei o prefeito para falar disso e ele mostrou as justificativas do porque estão paralisadas.

6 – Caso viesse a ser eleito o que faria em um primeiro mês de administração?
R: Algumas coisas precisam ser ajustadas para funcionar melhor. A UPA deve funcionar urgentemente, algumas obras precisam ser prioridade. Porém também temos que resolver a situação da guarda municipal na cidade, enfim temos muitas coisas a fazer que deveremos avaliar no momento certo, lógico após uma vitória.

7  – Existem pesquisas que apontam que um determinado candidato pode vencer no primeiro turno ou vencer no segundo turno, já sabendo que a pontuação dele é superior ao dos demais, existe já um acordo para uma provável união?
R: Sempre há possibilidade de dialogo, só precisa ver quem vai para o segundo turno. Prefiro esperar o resultado do primeiro turno. Hoje sabemos que existem pesquisas que a somatória dos votos aponta para 125%, nunca vi isso, já que temos 100% de eleitores. Então caso aconteça um segundo turno vamos dialogar e ver o que é melhor para a cidade.

8 – Quais suas contribuições para a cidade nesses oito anos de vice-prefeito?
R: Eu Contribui bastante com a experiência que tenho trazendo recursos para a cidade. Fui peça fundamental na implantação de alguns projetos e por sinal, alguns foram conquistados e não colocados em prática.  Não sou marinheiro de primeira viagem, já contribui em outros lugares e como vice-prefeito isso foi muito importante.

9 – Em sua opinião foi um vice-prefeito bem ou mal aproveitado?
R: Por toda a experiência que eu tenho poderia ser melhor aproveitado. Eu trouxe um projeto para Carapicuíba que demorou a ser colocado em pratica, o SESI por exemplo.  Gás em Carapicuíba, tinha gente contraria ao gás encanado. Eu busquei os caminhos para trazer isso. Intermediei junto a Eletropaulo uma divida.  O parque do planalto estará totalmente iluminado, asssim como fez outros parques.

10 – Como você avalia a administração Salim Reis x Sergio ribeiro
R: Foi uma boa administração Sergio Ribeiro e Salim reis, fizemos uma boa gestão pois Carapicuíba precisava avançar e estava muito defasada. Daria uma nota sete pelos avanços que conquistamos. A merenda melhorou na nossa gestão, implantamos uniformes escolares. Porém mesmo após a nossa gestão muita coisa ainda precisa avançar, mas fizemos a cidade evoluir bem.

11 – Como avalia o sistema municipal de saúde de Carapicuíba?
R: A saúde de Carapicuíba esta na media Nacional, mas a média nacional é ruim. Nós precisamos encontrar meios, ou a união deve distribuir melhor a receita para que os municípios possam dar mais respaldo aos contribuintes. Precisa ser criado um plano republicano para cuidar da saúde em âmbito nacional.

12 – Como foi sua contribuição sendo secretário na gestão Sergio Ribeiro?
R: Contribuiu e aprendi muito. Vi como funcionavam as coisas nas secretarias por onde teve minha participação ou atuação direta. Nas secretarias que ficaram sobre minha responsabilidade o prefeito não interferiu, ele me deu todo o respaldo para eu trabalhar como acha melhor para a cidade.

13 – Como avalia a sua parceria feita durante esses oito anos com o Sergio Ribeiro e que nota daria para a atual gestão?
R: Eu daria uma nota 7. Essa parceria foi ótima para mim, pois me trouxe muita experiência, claro, eu devo essa parceria ao prefeito Sergio Ribeiro que me aceitou como vice-prefeito em seu grupo e me apoio como vice dele para um segundo mandato. Hoje o prefeito me deseja sucesso na minha empreitada de pré-candidato e tenho certeza que a cidade tem muito a ganhar.

“Hoje você não vê um prefeito preparado para governar e o resultado disso são obras paradas pela cidade. ”

Rogério Polita, Empresário, tem 45 anos, gaúcho que chegou em Carapicuíba há 7 anos. Decidiu entrar na política porque gosta de desafios. Pai dedicado, ele tem uma filha de 18 anos que vive com a mãe, porém todos os finais de semana faz questão de estar com o pai. Formado em economia, divide seu tempo entre a administração de sua empresa e sua carreira política. No ramo empresarial trabalha com consultoria na área tributária e de licenciamento, sua empresa atende grandes redes de lojas na liberação de licenças de funcionamento.4.2-polita

1 – Por que você é pré-candidato a prefeito?

R: Por uma realização pessoal, eu sempre esperei uma oportunidade, e o contexto está favorável. Hoje estou com 45 anos de idade e me sinto preparado para o momento. Na área empresarial já conquistei o que almejava, minha empresa caminha sozinha e eu gosto de desafios. Não preciso de política para nada, sou candidato por uma realização pessoal.

2 – O que espera das eleições desse ano?

R: Em Carapicuíba, a questão era polarizada. Hoje não, teremos quatro nomes que pontuarão bem. Estou contabilizando o Abraão Junior que é o candidato do prefeito. Marcos Neves, professora Sônia e eu. Não creio que teremos outros nomes nessa disputa devido ao histórico deles. Então teremos quatro protagonistas os demais se vierem serão apenas coadjuvantes.

3 – Em uma entrevista um pré-candidato disse que existe um grupão formado pelo prefeito Sergio Ribeiro? Você faz parte desse grupo?

R: Muita gente diz que não está no grupo do prefeito Sergio Ribeiro, mas na verdade esta apenas esperando para ser chamado, não é meu caso, pois nunca dei abertura para o Sergio me incluir no grupo dele. O que eu ganharia com isso? Nada! O Sergio está em uma situação delicada porque não pode controlar o grupo como ele quer. Eu sou um dos que ele não controla e isso causa um problema a ele.

4 – Qual sua experiência para se aventurar na área política?

R: Eu trabalho com a maquina pública, sei muito bem como funciona, conheço bem o tramite da maquina publica e isso é um diferencial para mim, pois entendo perfeitamente como ela funciona.

5 – O Marcos Neves não seria o seu principal adversário?

R: O Marcos tem um limite de votos, creio que ele esteja nesse limite. Em tese ele se beneficiara pelo fracasso da administração do PT por ser oposição, mas não é assim que funciona, porque eu também não sou a continuidade do que está ai e eu também vou lutar voto a voto com o Marcos Neves.

6 – Como é sua relação com a classe política de Carapicuíba?

R: Aqui tem um problema que é um dilema, “ou você está comigo ou está contra mim”, isso já não acontece comigo, eu converso com o Prefeito Sergio Ribeiro, converso com a Professora Sônia, Abrão jr., Marcos Neves, Elias Cassundé, enfim converso com todos os políticos da cidade, não tenho nenhum empecilho com nenhum deles. Estou sempre dialogando com quem quer o bem para a cidade.

7 – Como você enxerga a classe política de Carapicuíba ?

R: Hoje no Brasil elegemos pessoas que não estão preparadas para administrar uma cidade, devemos parar com isso. Hoje você não vê um prefeito preparado para governar e o resultado disso são obras paradas, UPA pronta há 5 anos e fechada, enfim isso não ocorre em uma empresa porque as coisas são feitas para darem certo, já na administração publica as coisas são feitas para acomodar grupos políticos e a classe política tem disso.

8 – Existe possibilidade de você compor e ser vice de alguém ou ter um dos pré-candidatos vice em sua chapa?

R: Sempre há possibilidade, porém hoje a possibilidade é pouquíssima, não vejo boas opções para compor. No entanto isso iremos discutir nas convenções do partido.

9 – Você já esteve muito próximo do governo Sergio Ribeiro, por que se distanciou?

R: Não fui eu que me distanciei, foram eles. O motivo foi o fato de eu propor a reformar do pronto socorro da vila Dirce, e o ginásio de esportes Tancredão. Eu apresentei o projeto iria investir o dinheiro e sem exigir contrapartida, porém eles não se manifestaram mais sobre o projeto e se afastaram, creio que seja porque não entreguei um cheque em branco na mão deles. Depois que essas coisas não andaram eu concluí, que se Carapicuíba depender desse grupo, a cidade está enroscada.

10 – Como está o seu partido para as eleições? Poderá coligar com algum outro? Como estão as tratativas sobre isso?

R: Formamos um bom grupo, temos 26 pré-candidatos a vereador que podem fazer duas cadeiras, e não existe vantagem coligar, porque estamos com a chapa completa e também não existe um partido equilibrado como o nosso com boas lideranças.

13 – Quem será o vice em sua chapa? Já escolheu?

R: Já temos um bom nome, porém só irá tornar-se publico na convenção do meu partido PSL. Nesse momento não podemos abrir pois isso pode atrapalhar os diálogos.

14 – Qual sua proposta para a cultura de Carapicuíba?

R: A Cultura precisa ser permitida em Carapicuíba, ela foi banida na cidade, por
questões religiosas talvez. O carnaval, por exemplo, que é uma tradição cultural pode gerar renda, entretenimento e muitos ganhos para a cidade, desde que, seja bem planejado e executado. A maior festa popular do país não acontece em Carapicuíba e trata-se de uma festa cultural. A cultura não existe na cidade, porque para o administrador não é importante ter cultura aqui em Carapicuíba.

15 – No seu plano de governo o que planeja para o esporte?

R: Hoje não temos um time de futebol profissional. Temos exemplos bem próximos de times profissionais que despontaram no esporte estadual e nacional. Um time mexe com a autoestima da população, pois o cidadão se orgulha do time local, além de fomentar o nome da cidade.
É preciso investir mais no esporte em nossa cidade com aquisição de novos uniformes, professores e infraestrutura adequada.

16 – O que você pensa sobre o lazer e entretenimento na cidade de Carapicuíba?

R: Os parques da cidade viraram uma “Cracolândia”. Para solucionar isso, temos que cercar os parques para que durante o dia seja área de lazer, e de noite devemos garantir segurança para não ser ponto de sexo, violência e drogas. É necessário dialogar também com os comerciantes, inserindo pólos de Bares de grandes redes para se tornarem ambientes seguros e pontos de lazer, pois são serviços direcionados, porque não há incômodo e gera renda para a cidade e proporciona lazer no município.

17 – Como você avalia a atual gestão do prefeito Sergio Ribeiro?

R: Começando pelas obras, podemos perceber o mau uso do dinheiro público, que foi direcionado para uma determinada finalidade, porém creio que não foi executado corretamente o que gerou situações embaraçadas ao nosso município que agora se encontra sem credito. O terminal, mal inaugurou e já alagou. Sem contar uma série de obras inacabadas. Isso é uma situação generalizada, por causa da falta de gestão e planejamento.

18 – Como entende a questão da moradia em Carapicuíba?

R: Primeiro, precisa-se perceber que Carapicuíba tem um número expressivo de moradias irregulares. Esse problema deve ser enfrentado. A Prefeitura tem que ter um projeto para auxiliar os moradores a regularizar essa situação. Depois não podemos permitir invasões, no entanto devemos oferecer condições para readequar a cidade para um programa habitacional que resolva o problema definitivamente.

19 – Algo em seu programa de governo menciona a questão de emprego e geração de renda?

R: Sim, tenho um bom programa para a geração de emprego. O prefeito tem que ser um bom vendedor da cidade. A população foi convencida de que a cidade não tem salvação e que será dormitório pela eternidade. Temos que atrair novos investimentos. Estamos entre três rodovias e devemos explorar essas malhas rodoviárias. Temos que liberar alvará online para facilitar a vida do empreendedor e se todos tiverem seus alvarás não haverá propina por parte da fiscalização ou empresário gastando seus recursos com burocracia.

20- Qual sua proposta para educação?

R: Se eu vier a ser eleito prefeito de Carapicuíba, assim que assumir a prefeitura, no dia seguinte vou criar pelo menos 1800 vagas na rede municipal, pois eu sei como fazer isso. Nós hoje temos um déficit de 5000 vagas nas creches. Temos 18 creches conveniadas vejo que esse convênio não esta sendo bem executado e isso atrasa a nossa cidade, falta gestão na educação e uma parceria mais eficaz com o terceiro setor.