Editorial: Economia

Micro e pequenas empresas são as que mais movimentam a economia do País

Mesmo com pandemia as MPEs são responsáveis pela geração de 1,3 milhão de empregos

Elas representam 99% do total de empresas no Brasil. Não por acaso, são as principais geradoras de emprego: de cada 10 novos postos de trabalho, sete são gerados por elas. Estamos falando das Micro e Pequenas Empresas (MPE).

Em 5 de outubro celebra-se o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. A data está ligada ao Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, fruto da Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999, que atualmente é regulamentada pela Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.

Em Barueri a data é considerada de grande importância, afinal, aqui também elas representam a maior parte dos negócios e contribuem para que o município se destaque nos principais índices econômicos do País, conforme aponta o secretário de Indústria, Comércio e Trabalho, Joaldo Macedo Rodrigues – o Magoo.

“É importante celebrarmos essa data, pois é uma forma de reconhecermos a importância e a força das micro e pequenas empresas. Elas são responsáveis pela verdadeira movimentação da economia no Brasil, pois são as que mais geram empregos. Mesmo com a pandemia, que castigou muitos desses empresários, elas continuam firmes na batalha e trazendo para o País resultados positivos na geração de vagas”, ressalta Magoo.

Diego Soares Cajé, líder de equipe no Sebrae Aqui – Barueri, confirma o dado: “através da formalização elas geram empregos e fortalecem a economia da nossa cidade e do nosso país”, afirma.

Elas têm poder!

Mesmo sendo as que mais sofreram com a pandemia, as MPEs seguem expandindo. Só este ano, de janeiro a agosto, Barueri registrou a chegada de 952 novas empresas nessa categoria. Aqui na cidade, elas permeiam principalmente os setores de apoio comercial, financeiro, administrativo; transporte e bens de natureza municipal; e suporte técnico em informática. Alphaville e Jardim Califórnia são os bairros onde mais estão presentes, considerando setores além o comércio, que representa a maior área de atuação das MPEs em todo o Brasil.

Em um artigo publicado em homenagem à data, o presidente nacional do Sebrae, Carlos Melles, destaca a força desses negócios. “Levantamento feito pelo Sebrae a partir de dados do Caged mostra que, há mais de 1 ano, as MPEs apresentam um resultado positivo nas contratações no Brasil, tornando-se o motor da nossa economia e o caminho da retomada do crescimento. No acumulado de 2021, já foram criados no país mais de 1,8 milhão de postos de trabalhos formais, sendo que os pequenos negócios foram responsáveis por 1,3 milhão desses empregos”, mencionou.

Apoio constante

A SICT e o Sebrae são grandes parceiros em Barueri. Juntos, promovem constantemente oficinas, cursos e programas voltados ao fortalecimento dos micro e pequenos empreendedores. “Planejamento e preparo são pontos cruciais para o sucesso de qualquer empresa. É por isso que nós, junto com o Sebrae, estamos sempre oferecendo cursos e oficinas para esse público. Quanto mais preparo eles tiverem, maiores são as chances de obterem sucesso em seus negócios. E o sucesso deles é tudo que a gente quer, o país todo ganha com isso”, garante Magoo.

Programa Minha Empresa é um exemplo disso. Com inscrições ainda abertas, vai oferecer acesso ao que há de mais revolucionário nos negócios e preparar os empreendedores da cidade para uma verdadeira batalha dos negócios. Focado nas micro, pequenas e médias empresas, além de startups, o projeto quer mostrar pra todo o país os talentos existentes em Barueri nesse setor.

Sobre as MPEs

Conforme determina a Lei Geral, as MPEs são classificadas da seguinte maneira: Microempreendedor Individual (MEI), com receita bruta anual de até R$ 81 mil; a Microempresa, com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 360 mil; e a Empresa de Pequeno Porte, com receita bruta anual superior a R$ 360 mil e igual ou inferior a R$ 4,8 milhões.

Indústria elabora pauta para reuniões com o ministro da Economia

Foto: Divulgação

Defesa do setor no contexto da reforma tributária, competitividade,
Refis e medidas necessárias à retomada do crescimento exige união dos
empresários e das suas entidades de classe.

  Rafael Cervone, vice-presidente da Federação e Centro das Indústrias
do Estado de São Paulo (FIESP/CIESP), anunciou hoje (1/07) um
cronograma de trabalho com o ministro Paulo Guedes, da Economia, e a
equipe da pasta, para equalizar a defasagem de competitividade da
indústria nacional. Ele deu a informação em reunião virtual com
industriais de Barueri, Carapicuíba, Jandira, Itapevi, Pirapora do Bom
Jesus, Osasco, Santana de Parnaíba, Araçariguama, Cotia, Embu, São
Roque, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.

  Essa questão do Custo Brasil é prioritária, afirmou Cervone,
argumentando que “produzir e operar no País supera em R﹩ 1,5 trilhão
por ano, o equivalente a cerca de 22% do nosso PIB, a média das
nações da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Econômico)”. É o que demonstra estudo realizado pelo Boston Consulting
Group, do qual participaram diversas entidades de classe.

  Cervone, que é candidato à presidência do CIESP nas eleições da
próxima segunda-feira (5/07), também apresentou aos empresários a
plataforma de trabalho da Chapa 2, pela qual concorre, intitulada 5G:
Gente; Gestão; Governança com Responsabilidade Social e Ambiental
(ESG);Globalização; e Gosto intitulada de 5G, numa analogia com a nova
tecnologia que revolucionará o ambiente de negócios. Salientando que a
pandemia acelerou o processo de transformações da economia e do
surgimento de soluções disruptivas, acentuou que “nossa entidade tem a
missão de apoiar as empresas nesse processo, contribuindo para o
aumento da produtividade e competitividade do setor”.

  Defesa da indústria

  O empresário Fábio Starace Fonseca, de Osasco, comentando o
estabelecimento do cronograma de trabalho com o Ministério da Economia,
perguntou sobre as perspectivas de que a interação com o poder
público reverta-se, em termos práticos, no aumento da competitividade
da indústria. Cervone respondeu que já tem sido realizado trabalho
forte nesse sentido, que será ampliado e incansável. “Estamos
demonstrando às autoridades, com dados concretos, que nosso setor não
pode pagar um terço dos impostos no País, representando hoje apenas
10,8% do PIB”.

  Um dos estudos já entregues demonstra que só os países que elevaram
a participação da indústria no PIB acima de 20% conseguiram aumentar
o patamar de renda da população. “Precisamos e vamos fazer muita
pressão no Congresso Nacional para reverter o aumento do Imposto de
Renda recém-anunciado, bem como para evitar que a nova Contribuição
Social sobre Movimentação de Bens e Serviços (CBS) seja de 12%. Já
encaminhados aos presidentes da Câmara e do Senado, assim como ao
Ministério da Economia, um detalhado trabalho, mostrando que o ponto de
equilíbrio é de 8,3%”, disse Cervone. E destacou: “Também estamos
demonstrando a todos que cada 1% de carga tributária reduz em 0,5% a
produtividade industrial”.

  Cervone lembrou que um exemplo de resultados práticos da mobilização
das entidades de classe foi a vitória, que teve forte participação da
FIESP e do CIESP, na retirada do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins,
uma longa batalha. “Do mesmo modo, ficamos felizes ao receber a
informação do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), em live
que realizamos com ele na quarta-feira (30/06), de que o projeto do novo
Refiz, de autoria dele, abrange o período pré-pandêmico, no qual a
economia brasileira já enfrentava forte retração”.

  Quando presidiu o Sinditêxtil-SP (Sindicato das Indústrias de
Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo), relatou Cervone, o setor
conseguiu reduzir a alíquota do ICMS de 12% para 7%. “Com isso, a
receita total desse imposto no setor cresceu 8%. Mostramos isso ao
governo paulista à época, provando que carga tributária menor aumenta
a produção e a base arrecadatória, conforme estamos discutindo neste
exato momento com autoridades do Executivo e do Congresso Nacional”,
revelou, informando sobre outra frente atual de luta: “Apresentamos
denúncia na Receita Federal e no Ministério da Economia sobre a
sonegação que ocorre hoje com empresas informais utilizadoras de
maquininhas de cobrança, que não passam pelo sistema bancário.
Trata-se de uso da tecnologia a favor do crime”.

  Força e representatividade setorial

  O empresário Sérgio Marchesi, de Osasco, observou ser importante a
presença frequente do presidente do CIESP nas ações e eventos da
entidade em todo o Estado, para ampliar cada vez mais a força da
representatividade. Nesse sentido, Cervone lembrou ter sido conselheiro
e diretor da Regional de Santa Bárbara d´Oeste, sua cidade, sentindo
na prática essa necessidade. Por isso, frisou, “faremos reuniões
itinerantes sistemáticas. A entidade foi muito eficiente até aqui, mas
precisamos construir juntos um novo modelo adequado às transformações
do Brasil e do mundo, o que somente será possível com o fortalecimento
das regionais e participação de todos”.

  Cervone reiterou o significado da força institucional e de
representatividade da indústria, ao responder questão sobre logística
apontada pelo empresário Moacyr Felix, de Barueri, que fez referência
à anunciada expansão da Rodovia Castello Branco. “Isso será
importante para a indústria da região e do Estado, mas ainda
precisamos avançar bastante nos transportes e fretes, que têm peso
relevante nos nossos custos”, ponderou o dirigente, dando um exemplo do
setor têxtil e de confecção: “Hoje, é mais barato trazer para São
Paulo um fardo de algodão do Egito do que da Bahia”.

  Considerando todos os desafios a serem enfrentados pela indústria,
neste momento decisivo de reformas tributária e administrativa,
votação do Refis, redução do Custo Brasil e políticas eficientes
para a retomada econômica, Cervone enfatizou o significado da unidade
da indústria, fortalecendo sua representatividade e força de
negociação com o poder público.

  Tal sinergia está presente na composição feita, a pedido das bases
empresariais, para as eleições de segunda-feira (5/07): a Chapa 2 do
CIESP tem Rafael Cervone como presidente e Josué Gomes, primeiro-vice.
Na chapa única da FIESP, as posições invertem-se. Está garantida,
assim, a união e coesão das entidades na defesa do setor.

  Cervone ressaltou, também, que a Chapa 2 do CIESP tem
representatividade nos 42 departamentos regionais. Conta com número
expressivo de mulheres e jovens empreendedores e 52% dos seus membros
não têm qualquer participação na atual gestão, num processo
equilibrado de renovação. Dentre todos os integrantes, 78% são do
Interior. Há, ainda, a presença de empresários de todos os segmentos
e portes de indústrias.

Locomotiva São Paulo

Foto: Divulgação

A Locomotiva São Paulo estará presente, nesta quinta-feira, 10, em Campos do Jordão, Pindamonhangaba e Taubaté; na sexta estaremos em Caçapava, São José dos Campos e Jacareí. O plano, que ajuda na implantação de projetos de combate à pandemia, já visitou diversas cidades no estado e conta com a presença de parlamentares do MBL.

A Locomotiva:

Pensando em como salvar a Economia sem deixar de lado a Saúde, Kim Kataguiri (Deputado Federal), Arthur do Val (Deputado Estadual) e Rubinho Nunes (Vereador) se juntaram para criar o PLANO LOCOMOTIVA SP, um conjunto de Projetos de Leis que busca ajudar os comércios, auxiliar na vacinação e garantir a austeridade fiscal.

Nessa missão eles não estão sozinhos; vereadores e prefeitos de diversos municípios embarcam na Locomotiva para aplicar as medidas em todas as regiões do estado.

Projetos de combate à pandemia:

  • Suspende a cobrança do IPTU, ISSQN, ITBI e de toda a dívida ativa do município dos contribuintes que ficaram impedidos de prestar serviços e desenvolver suas atividades durante a pandemia
  • Permite o uso de veículos de propriedade ou sob administração direta ou indireta de todos os órgãos dos municípios, para auxiliar na vacinação de pessoas idosas, pessoas com dificuldade de locomoção e da população vulnerável economicamente
  • Impede a realização de novas despesas durante o período de enfrentamento da pandemia
  • Permite o funcionamento dos estabelecimentos comerciais no âmbito municipal por pelo menos 10 horas diárias durante o enfrentamento do novo corona vírus
  • Dispõe sobre a manutenção mínima da frota de ônibus e transporte público para atender as orientações sanitárias de distanciamento social.

Onde já passamos:

– Grande ABC:

– Sorocaba:

– Votorantim:

– Cajamar:

– Osasco:

– Campinas:

– Valinhos:

– Vinhedo:

– Rio Preto:

– Araçatuba:

– Lins:

– Birigui:

– Santana de Parnaíba:

– Taboão da Serra:

– Baixada Santista:

– Cedral:

– Jundiaí:

– Limeira:

– Rio Claro:

 

CAIXA DISPONIBILIZA R$ 15 BILHÕES PARA MAIS DE 136 MIL PEQUENAS E MICROEMPRESAS

Imagem: Divulgação

Pelo Pronampe, banco liberou R$ 2,55 bilhões na última semana e seguirá com as contratações até o limite do Fundo Garantidor de Operações (FGO)

As principais linhas de crédito da CAIXA voltadas para atender as necessidades das pequenas e microempresas já injetaram na economia R$ 15 bilhões desde março. Ao todo, mais de 136 mil empresas fecharam contratos com taxas e condições especiais para enfrentar os efeitos da pandemia de COVID-19 na economia.

Só no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), quase 99 mil empresas já fecharam contrato, em um total de R$ 9,81 bilhões. Apenas na última semana, foram R$ 2,55 bilhões emprestados.

A CAIXA seguirá emprestando pelo Pronampe até o limite do Fundo Garantidor de Operações (FGO), conforme determinação do gestor do Fundo, o Banco do Brasil, nesta sexta-feira (22/09). A expectativa é que sejam contratados mais R$ 2 bilhões pela linha.

No Crédito Assistido, que conta com a parceria do SEBRAE para antes e após a contratação com a CAIXA, foram atendidas mais de 31 mil empresas, num montante de R$ 2,2 bilhões. O Giro CAIXA FGI disponibilizou R$ 2,6 bilhões para 8,3 mil clientes.

O presidente da CAIXA, Pedro Guimarães, ressalta que o banco vai estar sempre ao lado do empreendedor brasileiro. “Estivemos ao lado dos empreendedores do país no momento mais difícil da pandemia. Agora, vamos seguir juntos e apoiá-los na retomada da economia”, afirmou Guimarães.

Pronampe:

A CAIXA foi a primeira instituição financeira do país e operar com o Pronampe, em junho. O banco também foi a única instituição financeira que direcionou R$ 50 milhões para beneficiar cerca de 3 mil microempresas.

Como contratar:

Os clientes devem acessar ao site www.caixa.gov.br/caixacomsuaempresa e preencher um  formulário de interesse ao crédito. O banco entrará em contato se a empresa estiver apta a contratar o financiamento. A solicitação também pode ser feita nas agências da CAIXA.

Sobrevivendo ao coronavírus – Capital de Giro na pandemia

O e-commerce é um importante caminho para que muitos negócios continuem no mercado

Nós já vivenciamos no mundo o maior choque econômico já registrado, superando a crise financeira de 2008 e a de 2001, logo após os ataques de 11 de Setembro. Fala-se em crescimento global de 1,5% nesse ano, o que se acontecer, já soa muito otimista diante dessa crise.

Com a minha experiência de 35 anos de vida corporativa, boa parte em cargos executivos, sólida vivência acadêmica e desde 2015 à frente da MORCONE Consultoria Empresarial, ajudando empresas a encontrar o caminho da lucratividade, com liquidez, hoje pretendo esclarecer sobre como as empresas podem sobreviver ao coronavírus, mais precisamente pretendo esclarecer sobre o valor do capital de giro na pandemia.

Estamos em uma situação emergencial, antes de mais nada, gosto de me posicionar como consultor, empresário e, acima de tudo, como ser humano, sobre a importância nesse momento de que os países priorizem a saúde e o bem-estar da população. A crise econômica, com trabalho, com estratégias, podemos recuperar em longo prazo.

É natural que as empresas entrem em crise quanto ao que tem ocorrido nas últimas semanas, que se preocupem, que tentem soluções emergenciais, sendo uma das primeiras, infelizmente, a demissão de pessoas, mas vale ressaltar a importância do recurso do capital de giro, que é o que vai ditar a (sobre)vida do negócio no mercado.

Sobrevivendo ao coronavírus – importância do capital de giro na pandemia

Principalmente para esclarecer para empresários que têm dificuldade de operacionalizar a importância do capital de giro no negócio, gosto de exemplificar por meio da metáfora da caixa d’água. Por que temos uma caixa d’agua em casa, ao invés de ligarmos a água que vem da rua, direto ao encanamento de toda a casa? Porque se assim fizéssemos, com relativa frequência estaríamos sem água para as necessidades básicas. Daí o motivo que temos uma “reserva” “líquida” em nossa caixa d’água.

O cálculo do volume de capital de giro não é simples, se executado da maneira como a controladoria calcula, porém uma maneira mais fácil de fazer a conta do valor aceitável de capital de giro é somar as despesas fixas (água, luz, telefone, salários, encargos, pró-labore, etc.) e multiplicar por 6, o volume ideal seria equivalente a 6 meses das despesas fixas. Este seria o saldo “zero”. Por exemplo: Se o meu cálculo resultar em R$100.000,00, e o meu saldo “líquido”, somando-se banco e caixa (não somar recebíveis futuros, somente o 100% disponível, líquido), for R$90.000,00, no momento analisado, seria como se eu estivesse “negativo” em R$10.000,00. Portanto o meu “zero”, no exemplo acima, seria um saldo “líquido” de R$100.000,00.

Esse valor de capital de giro ideal precisa ser mensalmente recalculado e recorrentemente o negócio precisa injetar capital de giro em sua empresa para se manter em atividade. Caso ao recalcular, nota-se que o saldo “líquido” está acima do calculado, move-se este excedente “líquido” para uma outra conta, que gosto de chamar de reserva de contingência. Pode ser que no próximo mês você precise repor dinheiro no capital de giro, em função do novo cálculo que demonstre que o volume “líquido” esteja abaixo do calculado, aí você lança mão da reserva de contingência para recompor o saldo que falta no novo capital de giro calculado.

Essa necessidade de capital de giro pode ter, como fonte de financiamento, bancos privados ou públicos, bancos de investimento, investidores ou o seu próprio capital, ou um pouco de cada um deles, compondo o capital de giro, mas o conceito por trás do capital de giro é que a empresa tenha sempre reservas “líquidas” para um caso emergencial, como esse que estamos vivendo no momento devido à pandemia de Covid-19. No exemplo acima, em tese, suportaríamos pouco mais de 6 meses com as portas fechadas.

Devido a este momento de crise por conta do coronavírus, o governo abriu linhas de crédito para pequenos empreendedores. Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO), emprestarão recursos a juros de 2,5% ao ano. Essa medida tem um custo estimado de 430,5 milhões até 2024.

O foco dessa medida governamental está no atendimento aos setores produtivos, industrial, comercial e de serviços.

A preocupação com o capital de giro na pandemia tem aumentado exponencialmente entre os negócios. Empresas com maior reserva têm um tempo a mais para pensar em estratégias de como aumentar o volume de capital para continuar no mercado após o período de quarentena.

Esse é um momento delicado, é importante que os negócios que podem procurar auxílio especializado, o faça o quanto antes, sem esperar a crise se agravar no país devido ao Covid-19. O especialista pode ajudar a diagnosticar o estado financeiro da empresa, apontando estratégias e ações para reverter uma crise generalizada no negócio.

Vendas online, por telefone e delivery são caminhos para muitas empresas continuarem suas atividades

Os restaurantes que investiram no serviço delivery, por exemplo, mesmo com a queda do faturamento, continuam em atividade, seguindo nesse momento de crise econômica.

Vale para muitos modelos de negócios o investimento no online (e-commerce), no atendimento por telefone e nos serviços de entrega. É uma estratégia para se manter, gerando algum caixa, ainda que não o suficiente, mas pode manter a empresa aberta. Em caso de reorganização das finanças, por exemplo, com corte de custos, a empresa pode até mesmo ter lucratividade, mesmo em um período caótico.

Demissão deve ser pensada com cautela em um momento tão conturbado

Quando se fala em corte de custos, as empresas, principalmente movidas à impulsividade, optam pelo corte de pessoal, mas acho interessante frisar alguns pontos, como pensar naquilo que tanto já falei quando o assunto é governança corporativa, e quando se chega no tópico da responsabilidade social empresarial.

É claro que empresas que contam com um volume maior de funcionários, diante de uma crise econômica como essa, precisará reduzir a equipe, mas ainda assim, ressalto a importância de que se pense não apenas em longo prazo, mas com base na cultura de sustentabilidade empresarial.

Um negócio, mais do que lucratividade, também tem compromisso social, ou pelo menos deveria, acredito que dentre as prioridades da empresa em fase de criação de estratégias para se manter em atividade, as pessoas devem estar no topo, afinal, é por elas que o negócio existe e vale repensar o papel empresarial em um momento como esse.

Carlos Moreira – Há mais de 35 anos atuando em diversas empresas nacionais e multinacionais como Manager, CEO (Diretor Presidente), CFO (Diretor Financeiro e Controladoria) e CCO (Diretor Comercial e de Marketing).É empresário há mais de 15 anos e sócio e fundador da MORCONE Consultoria Empresarial.

2,5 milhões receberam auxílio emergencial de R$ 600 nesta quinta. Veja como receber também!

Primeiros a receber foram os que estão no Cadastro Único, mas não recebem Bolsa Família e têm conta no BB ou poupança na CEF.
Cerca de 2,5 milhões de pessoas receberam nesta quinta-feira (9) a primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 anunciado pelo governo para trabalhadores informais. Os primeiros a receber foram aqueles que estão no Cadastro Único do governo federal, mas não recebem Bolsa Família, e que têm conta no Banco do Brasil ou poupança na Caixa.
O benefício será creditado na conta poupança de 2.150.497 clientes da Caixa e na conta de 436.078 clientes do Banco do Brasil. O total disponibilizado foi de cerca de R$ 1,5 bilhão.
O auxílio emergencial será pago para trabalhadores informais, desempregados, contribuintes individuais do INSS e MEIs. Veja como deve ser o calendário de pagamento para todos os trabalhadores que têm direito ao auxílio:

Primeira parcela
Pessoas que estão no Cadastro Único que não recebem Bolsa Família e têm conta no Banco do Brasil ou poupança na Caixa Econômica Federal: quinta-feira (9);
Pessoas que estão no Cadastro Único que não recebem Bolsa Família e não têm conta nesses bancos: terça-feira da semana que vem (14 de abril);
Trabalhadores informais que não estão no Cadastro Único: em 5 cinco dias úteis após inscrição no programa de auxílio emergencial;
Beneficiários do Bolsa Família: últimos 10 dias úteis de abril, seguindo o calendário regular do programa
Segunda parcela
Pessoas que estão no Cadastro Único que não recebem Bolsa Família e trabalhadores informais inscritos no programa de auxílio emergencial: entre 27 e 30 de abril
Beneficiários do Bolsa Família: últimos 10 dias úteis de maio, seguindo o calendário regular do programa

Terceira parcela
Pessoas que estão no Cadastro Único que não recebem Bolsa Família e trabalhadores informais inscritos no programa de auxílio emergencial: entre 26 e 29 de maio;
Beneficiários do Bolsa Família: últimos 10 dias úteis de junho, seguindo o calendário regular do programa
Quem tem direito?
Durante três meses, será concedido auxílio emergencial de R$ 600 ao trabalhador que cumpra todos estes requisitos:

ser maior de 18 anos de idade com CPF regularizado;
não ter emprego formal;
não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, beneficiário do seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, à exceção do Bolsa Família;
ter renda familiar mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135);
que, no ano de 2018, não tiver recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.
O auxílio será cortado caso seja constatado o descumprimento desses requisitos. O texto diz também que o trabalhador deve exercer atividade na condição de:

microempreendedor individual (MEI);
contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social que trabalhe por conta própria;
trabalhador informal empregado, autônomo ou desempregado
intermitente inativo
estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), até 20 de março de 2020
ou que se encaixe nos critérios de renda familiar mensal mencionados acima, desde que faça uma autodeclaração pelo site do governo.
A proposta estabelece ainda que somente duas pessoas da mesma família poderão receber o auxílio emergencial. Para quem recebe o Bolsa Família, o programa poderá ser substituído temporariamente pelo auxílio emergencial, caso o valor da ajuda seja mais vantajosa.

A mulher que for mãe e chefe de família, e estiver dentro dos demais critérios, poderá receber R$ 1,2 mil (duas cotas) por mês.

Na renda familiar, serão considerados todos os rendimentos obtidos por todos os membros que moram na mesma residência, exceto o dinheiro do Bolsa Família.


Se, durante este período de três meses, o beneficiário do auxílio emergencial for contratado no regime CLT ou se a renda familiar ultrapassar o limite durante o período de pagamento, ele não deixará de receber o auxílio.

Como pedir o auxílio
Os trabalhadores podem pedir das seguintes formas:

Clique aqui para acessar pelo site: https://auxilio.caixa.gov.br/#/inicio
Clique aqui para baixar o aplicativo para celulares Android: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.caixa.auxilio
Clique aqui para baixar o aplicativo para iOS (celulares Apple): https://apps.apple.com/br/app/caixa-aux%C3%ADlio-emergencial/id1506494331
Segundo o ministro Onyx Lorenzoni, apenas para as pessoas que não tenham acesso à internet, será possível também fazer o registro em agências da Caixa ou lotéricas. O cadastro presencial será uma exceção, apenas em último caso.

O aplicativo e o site devem ser usados pelos trabalhadores que forem Microempreendedores Individuais (MEIs), trabalhadores informais sem registro e contribuintes individuais do INSS.

Aqueles que já recebem o Bolsa Família ou que estão inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) não precisam se inscrever pelo aplicativo ou site. O pagamento será feito automaticamente. (Clique aqui para ver como saber se você está no Cadastro Único).

Cadastramentos no app, site e Central 111
Até a manhã desta quinta, foram realizados mais de 240 milhões de acessos ao site e aplicativo do auxílio emergencial, sendo que 28 milhões de brasileiros já finalizaram o cadastro.

A Central 111 recebeu mais de 4 milhões de ligações. A Caixa reforça a orientação para que sejam apenas utilizados os aplicativos oficiais do banco e o único site disponível para solicitar o benefício.

A Caixa abrirá automaticamente as contas de poupança digitais para 3.113.356 brasileiros considerados aptos a receber o auxílio emergencial e fará o crédito nas contas na próxima terça-feira (14). Os que receberem o crédito por meio da conta digital poderão efetuar transferências ilimitadas entre contas da Caixa ou realizar gratuitamente até três transferências para outros bancos a cada mês, pelos próximos 90 dias. Além disso, podem pagar boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras.

Fonte: G1

Grupo Carrefour Brasil registra aumento de 11,4% das vendas brutas no 4T19 e fecha mais um ano de crescimento rentável

No quarto trimestre de 2019, o Grupo Carrefour Brasil consolida sua posição de liderança no varejo alimentar brasileiro, com vendas brutas totalizando R﹩ 17,6 bilhões. No período, as vendas registraram forte avanço de 11,4% (ex-gasolina). Em 2019, as vendas brutas atingiram R﹩ 62,2 bilhões. O lucro líquido ajustado teve alta de 6,3%, alcançando R﹩ 695 milhões, pré-IFRS 16 no 4T. No consolidado do ano, o crescimento foi 5,1%, contabilizando R﹩ 1,98 bilhão.

As vendas em mesmas lojas (LfL) registraram alta de 7,6%, no trimestre. Esse aumento foi motivado em grande parte pelo sólido crescimento de 12,7% na divisão de varejo, o maior aumento trimestral dos últimos cinco anos. No Atacadão, as vendas brutas creseceram de 10,8% e o crescimento em mesmas lojas (LfL) atingiu 5,5%, refletindo a força do modelo de negócios, que se beneficia de uma tendência de inflação volátil em várias categorias, garantindo o melhor preço para os consumidores. A Black Friday impulsionou os bons resultados do período.

O Ebitda ajustado cresce 11%, atingindo R﹩ 1,4 bilhão, pré-IFRS 16 no 4T, e uma margem de 8,7%, praticamente estável em relação ao ano anterior, que demonstra a força do nosso modelo de negócios.

Segundo Noël Prioux, CEO do Grupo Carrefour Brasil, “com um crescimento de dois dígitos nas vendas e um robusto EBITDA Ajustado, o Grupo Carrefour Brasil novamente registrou outro ano de crescimento rentável em 2019, em particular no quarto trimestre, estimulado pelo sucesso da Black Friday, de nossas iniciativas comerciais e ganhos de eficiência. Todos os nossos formatos contribuíram para esse sólido desempenho: O Atacadão voltou a registrar um crescimento de dois dígitos no 4T e atingiu sua meta de abertura de 20 novas lojas no ano. O Carrefour Varejo registrou seu maior aumento trimestral em cinco anos no quarto trimestre, com um crescimento de dois dígitos nas vendas, ganhos de participação de mercado nos hipermercados e uma crescente contribuição do e-commerce. O faturamento do Banco Carrefour vem mantendo o seu sólido crescimento. A recém anunciada aquisição de 30 lojas do Makro fortalece ainda mais o ecossistema do Grupo Carrefour Brasil e nos posiciona para consolidar nossa posição de liderança no mercado de varejo brasileiro.”

Atacadão

De outubro a dezembro de 2019, o Atacadão registrou um crescimento total de 10,8%, totalizando uma receita bruta de R﹩ 11,9 bilhões. O desempenho reflete a estratégia de expansão da rede, que atingiu sua meta de abrir 20 lojas em 2019, com oito aberturas realizadas no 4T. Com isso, o Atacadão encerrou 2019 com 186 lojas no Brasil. O sucesso das vendas da Black Friday, que aumentaram 63,4% em relação ao ano anterior, também contribui para o resultado.

As vendas (LfL) do Atacadão tiveram um crescimento de 5,5% no 4T e 5,4% em 2019, em relação a igual período de 2018. Já a expansão da rede contribuiu com um crescimento adicional de 6% das vendas totais no trimestre.

No 4T19, o lucro bruto avançou 10% pré-IFRS 16, alcançando R﹩ 1,7 bilhão, e uma margem bruta de 15,5%, praticamente estável em relação ao ano anterior. No mesmo período, o Ebtida ajustado aumentou 12,6%, um dos maiores crescimentos trimestrais desse ano, atingindo R﹩ 825 milhões e a margem cresceu 0,12p.p., alcançando 7,6%, o que demonstra que as estratégias comerciais foram efetivas e conseguimos crescer com rentabilidade. No consolidado do ano, o Ebtida ajustado cresceu 5,3%, atingindo R﹩ 2,7 bilhões e com uma margem de 7,2%.

Carrefour Varejo

As vendas (LfL) da operação de varejo do Grupo Carrefour Brasil aumentaram 12,7% (ex-gasolina), ante 3,5% no mesmo período do ano anterior. Já as vendas totais cresceram 7,5%, atingindo R﹩ 20,2 bilhões, incluindo gasolina. O desempenho acima da média do segmento é reflexo das iniciativas adotadas em 2018, com foco em preço e sortimento, associadas com ações comerciais e voltadas a venda de produtos saudáveis. A estratégia resultou em uma melhor experiência do cliente, com o NPS atingindo uma alta histórica, e uma diminuição dos níveis de ruptura dos estoques.

O multiformato registrou o melhor nível de vendas (LfL) desde 2014 no período de outubro a dezembro, representando um crescimento de 9,6% com os volumes aumentando 5,4% e os tickets, 6,8%, alcançando transações adicionais superiores a 3 milhões. Na categoria não-alimentar, houve acréscimo de 16,4% (conferir esse numero) nas lojas físicas, assim como o melhor desempenho da categoria alimentar dos últimos cinco anos (aumento de 6,1% nas vendas e 4% nos volumes). Os formatos de conveniência, especialmente a bandeira Express, registraram 24,2% de incremento de vendas (LfL).

No período, os ganhos de participação de mercado dos hipermercados (+2,2 p.p de acordo com a Nielsen) e do varejo multiformato foram sustentados por: melhor execução logística; fortes vendas durante a Black Friday – com um crescimento anual de 40% das vendas e de 26% do faturamento do cartão Carrefour; e pela campanha Act for Food, com foco em alimentos saudáveis e frescos a preços justos.

A rede já realizou a implementação de corredores de saudáveis e orgânicos em 82 hipermercados, com mais de 3.100 SKUs (+22% na comparação anual), e mais de 2.600 SKUs itens de marca própria. Os produtos Carrefour registraram crescimento de 30%, no segmento de grande consumo e representaram 13% das vendas líquidas totais de alimentos no 4T, um aumento de 2,4 p.p. na comparação com o ano anterior.

Esse expressivo crescimento propiciou diluição de despesas fixas e aumento de 17% no ebitda do multivarejo, viabilizando importante investimentos no e-commerce alimentar

E-commerce

O e-commerce manteve crescimento, com o GMV total avançando 40,1%, representando 16,1% das vendas totais do varejo (ex-gasolina). O marketplace representou cerca de 19% do GMV total, com 3.756 sellers e 4 milhões de SKUs.

Na divisão de e-commerce alimentar, a empresa continua ganhando participação de mercado, com aumento de 405% no GMV. No 4T, as soluções de entrega Drive e Clique & Retire, presentes em 54 pontos de vendas, representaram 39% da entrega de alimentos. Além disso, fechamos 2019 com 12 side stores, que absorveram 25% das vendas totais no período, melhorando o tempo de entrega e atingindo um nível de 97% de pontualidade nas entregas.

No e-commerce não-alimentar, as vendas ultrapassaram R﹩ 700 milhões no 4T e R﹩2 bilhões em 2019. Esse resultado significativo já representa 34% das vendas totais do varejo não-alimentar e apenas três anos depois do seu lançamento para o mercado. Para atender esta operação, a empresa já conta com 110 pontos de Clique & Retire.

Banco Carrefour

No 4T, o Banco Carrefour manteve seu ritmo de desempenho, com crescimento de 28,9% no 4T19, em relação a 2018, atingindo um faturamento de R﹩ 9,7 bilhões. O Ebitda ajustado somou R﹩336 milhões, um aumento de 22,8% em relação ao 4T18 e o lucro líquido aumentou 74,1%, somando R﹩223 milhões no 4T e 55,5% em 2019, atingindo R﹩643 milhões.

O faturamento dos cartões de crédito apresentou um forte crescimento. O cartão Carrefour registrou aumento de 21,8%, atingindo R﹩ 6,9 bilhões (15,9% em comparação com o 3T). Já o cartão Atacadão teve um aumento de 51,2%, somando R﹩ 2,7 bilhões, e 15,9% na comparação trimestral. O faturamento bruto de Black Friday, dentro e fora de nossas lojas, somou R﹩ 380 milhões em um único dia, com aumento de 20% no número de transações e de 25% no ticket médio, em relação a 2018.

Sobre o Grupo Carrefour Brasil

Há 45 anos no país, o Grupo Carrefour Brasil é líder de mercado de distribuição de alimentos. A partir de uma plataforma omnicanal e multiformato, reúne operações de varejo e Cash & Carry, além do Banco Carrefour e de sua divisão imobiliária, o Carrefour Property. Atualmente, conta com os formatos Carrefour (hipermercado), Carrefour Bairro e Carrefour Market (supermercado), Carrefour Express (varejo de proximidade), Carrefour.com (e-commerce), Atacadão (atacado e atacado de autosserviço), além de postos de combustíveis e drogarias. Presente em todos os Estados e Distrito Federal, sua operação já abrange mais de 690 pontos de vendas. Com faturamento de R﹩ 62,2 bilhões em 2019 e mais de 87 mil colaboradores no Brasil, a empresa é a segunda maior operação dentre os países nos quais o Grupo Carrefour opera. A companhia se destaca ainda por ser uma das maiores empregadoras privadas do país e uma das 20 maiores empresas listadas na bolsa brasileira (B3). Além disso, tem focado em democratizar cada vez mais o acesso da população à alimentação saudável, promovendo o movimento Act For Food. No mundo, o Grupo Carrefour atua em mais de 30 países e, nos próximos anos, implementa estratégia prevista no plano Carrefour 2022, por meio da qual lidera intenso movimento de omnicanalidade, transformação digital e transição alimentar para que seus clientes consumam ainda melhor em qualquer lugar. Com mais de 360 mil colaboradores e 12 mil lojas espalhadas pela Europa, Ásia e América Latina, está presente na vida de mais de 105 milhões de clientes. Em 2019, a receita global da companhia totalizou € 80,6 bilhões.

SP economizará R$ 5,8 bilhões com vigência imediata da nova previdência

Foto: Governo do Estado de São Paulo/Divulgação
O alinhamento de São Paulo com a estrutura previdenciária aprovada pelo governo federal para a carreira dos policiais militares busca manter o equilíbrio fiscal e recuperar a capacidade de investimentos no Estado. A vigência imediata das alterações nas regras previdenciárias garantirá ao Governo do Estado de São Paulo uma economia anual de R$ 583 milhões. Nos próximos dez anos, a previsão é que a economia alcance os R$ 5,8 bilhões.

A principal mudança diz respeito à contribuição previdenciária. Atualmente, no caso de inativos e pensionistas militares, a alíquota de contribuição é de 11% e o cálculo é realizado sobre o valor que excede o teto do INSS. Com a mudança, a alíquota deste ano será de 9,5% e, a partir de 2021, será de 10,5%. Porém o cálculo passará a ser realizado sobre o valor total dos rendimentos.

O Governo busca manter o equilíbrio fiscal e recuperar a capacidade de investimentos em setores como saúde, segurança e educação. Para se ter ideia, em 2018, o rombo da previdência foi de R$ 29,5 bilhões. Estima-se que cada cidadão paulista tenha pago cerca de R$ 664, por meio da dedução de impostos, para cobrir este rombo.

Além deste alinhamento, em novembro de 2019 , o Governo encaminhou à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo a PEC nº 18/2019 e o PLC nº 80/2019, que contemplam o projeto de reforma da previdência para os servidores estaduais. Com a aprovação das propostas, estima-se que em dez anos a economia total chegará a R$ 32 bilhões.

A reforma é essencial para a sustentabilidade financeira dos recursos públicos, garantindo aos servidores o direito à aposentadoria sem atrasos ou redução, assim como a manutenção e ampliação de serviços públicos essenciais.

Quando as novas regras entrarem em vigor, a idade mínima para aposentadoria voluntária será de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens. Já o tempo mínimo de contribuição passa de 35 para 25 anos de recolhimento.

Com o objetivo de aumentar as receitas e reduzir a insuficiência financeira também está sendo proposta a elevação da alíquota da contribuição previdenciária de 11% para 14%, mudança que entrará em vigor 90 dias após a aprovação do projeto pela Assembleia Legislativa.

OdontoPrev lança solução online que vai economizar 3,24 toneladas de papel ao ano

A OdontoPrev, empresa líder em planos odontológicos na América Latina, lançou uma ferramenta de aprovação de exames que vai beneficiar os dentistas, os clientes e o meio ambiente. A Solicitação OnLine (SOL) de Exames Radiológicos automatiza o processo de aprovação do procedimento, economizando tempo e evitando a impressão de guias.

“Hoje são realizados cerca de 1,5 milhão de exames ao ano, que utilizam aproximadamente 3,24 toneladas de papel. O recurso lançado tende a reduzir a próximo de zero o uso de papel para os pedidos, preservando árvores e evitando a emissão de CO2 na atmosfera, tudo em conformidade com nossos programas de sustentabilidade”, explica Luciano Aveiro, Gerente da Convergência Digital da OdontoPrev.

Além dos benefícios ambientais, a ferramenta torna o processo na Rede Credenciada mais eficiente, ao mesmo tempo em que padroniza as solicitações e otimiza o controle das indicações. “Deste modo, o dentista saberá quais procedimentos estão inclusos no plano do beneficiário, evitando deslocamentos e agilizando o atendimento e diagnóstico”, completa Marcos Costa, Superintendente de Operações da OdontoPrev.

Com a nova solução disponível no portal, os beneficiários não precisam mais apresentar um pedido em papel para realizar seus exames em Clínicas Radiológicas. Basta escolher o local, agendar e o profissional credenciado faz a captura do pedido na ferramenta, conferindo as regras contratuais e podendo buscar alternativas de exames ou solicitar pré-autorizações, evitando surpresas, insatisfações ou a necessidade de retorno ao consultório.

Sobre a OdontoPrev
A OdontoPrev, empresa de capital aberto desde 2006, é líder em planos odontológicos no Brasil, com mais de 7 milhões de beneficiários. A rede de cirurgiões dentistas da OdontoPrev é altamente especializada, com aproximadamente 29 mil credenciados. A companhia é listada no Novo Mercado da B3, participa do índice britânico FTSE4Good e tem prática de distribuição trimestral de resultados a acionistas, de mais de 30 países.

Centro de Economia Solidária abriga cursos de artesanato e geração de renda.

Com um leque de atividades, o Centro Público de Economia Solidária abriga diversas turmas com instruções sobre artesanato, além da atuação da Limpet, ONG que atua na fabricação de vassouras a partir do fio de garrafa pet.

Duas vezes por semana, sempre às segundas e quartas-feiras, das 13 às 16 horas, o local recebe as turmas do CRAS – Centro de Referência de Assistência Social. São turmas de 10 a 15 pessoas com deficiência intelectual, nos cursos de pintura em tecido ou tecelagem. Enquanto uma parte do grupo se envolve nas tintas, outros assumem o tear, de onde saem bolsas, cachecóis, tapetes e cintos. “Tudo o que produzem e vendem, retorna para eles”, comenta Thiago Villela dos Reis, assessor especial da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Social e Trabalho da prefeitura.

O equipamento tem um espaço onde a ONG Limpet executa sua rotina de produção de vassouras, como atividade de geração de renda. As garrafas são recolhidas, lavadas e cortadas. Em seguida, um equipamento corta os fios, que sofrerão um choque térmico para ganhar resistência. Finalmente, são montadas as vassouras.

A prefeitura estuda agora a possibilidade de otimizar o espaço público: “estamos avaliando a possibilidade de oferecer alguns outros cursos”, comenta o prefeito Marcos Neves, “com instrutores de outros setores, principalmente para atividades de geração de renda”.