Editorial: cultura

Carapicuíba recebe teatro infantil gratuito na sexta (07) e sábado (08)

O projeto Teatro a Bordo – Caixola de Histórias estaciona em Carapicuíba com programação Cultural gratuita para toda a comunidade. O caminhão-palco é apresentado na cidade pelo Ministério da Cidadania e o Instituto CCR, com o apoio da CCR ViaOeste, concessionária que integra o Programa de Concessão de Rodovias de São Paulo. Na sexta-feira, 07 de junho, o projeto itinerante passará por escolas e, no sábado, estará no Terminal Intermunicipal da Vila Menck. As sessões são apresentadas por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Completando onze anos de estrada e mais de 300 cidades visitadas, o projeto de teatro itinerante percorrerá milhares de quilômetros neste ano para contar histórias recolhidas nas cinco regiões brasileiras. O Teatro a Bordo – Caixola de Histórias é equipado com palco embarcado em um contêiner, tenda para abrigar a plateia, banquinhos, além de ter como diferencial equipamentos de som e sistema de luz abastecidos com eletricidade solar.

Toda a programação do Teatro a Bordo – Caixola de Histórias foi pensada para contemplar os pequenos. Na sexta, estão previstas animadas apresentações nas escolas, com oficinas de confeção de bonecos e de contação de histórias.  Sergio Ribeiro, gestor de Comunicação da CCR ViaOeste e CCR RodoAnel, explica que as atividades são uma preparação para para as apresentações abertas ao público, no sábado. “A proposta é que as famílias de Carapicuíba e região tenham a oportunidade de desfrutar gratuitamente de um final de semana com programação cultural de alta qualidade, o que reflete diretamente na formação cidadã das pessoas”, ressalta Sergio.  

A trupe de artistas do Teatro a Bordo criou seu novo espetáculo: ‘Caixola de Histórias’ pensando na diversidade cultural do Brasil. A equipe utiliza técnicas do teatro de animação, sombras,  música ao vivo e o improviso tradicional da commedia dell’arte para encenar pequenas histórias que retratam o misticismo indígena, a resistência do povo, a força da natureza e a alegria das festas populares. “Retratar histórias das cinco regiões do país ainda não foi suficiente para mostrar a força da cultura popular. Pensamos então em trazer o público para a cena, onde a participação de todos se faz necessária para o desfecho da peça, tornando o espetáculo ainda mais vivo”, destaca a produtora Talita Berthi.

Para finalizar a montagem, homenageando a cidade onde o contêiner-palco está estacionado, uma nova cena será criada com base nos registros da memória popular local coletados em uma oficina de contação de histórias, que acontecerá no primeiro dia do projeto na cidade. A oficina é aberta a educadores, artistas e interessados (confira mais detalhes abaixo).

O projeto Teatro a Bordo – Caixola de Histórias é apresentado pelo Ministério da Cidadania e Instituto CCR, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o apoio da CCR ViaOeste, em uma realização da BERTHI Produção e Arte e apoio local da Prefeitura Municipal de Carapicuíba e da ARTESP (Agência Reguladora de Transportes de São Paulo).

Programação: As atividades não se restringem apenas ao local onde o contêiner-palco estaciona. Assim como faz o circo em sua chegança, os artistas realizam cortejos pela cidade e intervenções nas escolas públicas um dia antes, com brincadeiras e informações sobre a programação, além de atividades formativas com crianças e educadores. Depois, o contêiner se transforma em palco para as apresentações gratuitas e abertas ao público. Confira!

CARAPICUÍBA/SP

Local: Terminal Intermunicipal da Vila Menck (Av. Marginal da Cadaval, s/n – Vila Menck)

Dia 07 de junho – sexta-feira (Atividades nas Escolas)

08h30 às 15h00 –  CORTEJO DE CHEGANÇA DOS ARTISTAS NAS ESCOLAS

15H00 – OFICINA DE CONFECÇÃO DE BONECOS BRINCANTES

18H30 – OFICINA DE CONTAÇÃO DE  HISTÓRIAS* NO ESPAÇO CULTURAL (Av. Teixeira Lotti, 1172 – Vila Isa)

*Quem tiver interesse em participar da Oficina de Contação de Histórias precisa enviar um e-mail com nome e telefone para oficina@teatroabordo.com.br (idade mínima de 18 anos).

Dia 08 de junho – sábado (Apresentações na Praça)

11h00 –  CORTEJO DE CHEGANÇA DOS ARTISTAS NO BAIRRO

16H00 – TEATRO “SESSÃO SOLENE – A PRINCESA E O GIGANTE”

17H00 – APRESENTAÇÕES DOS ARTISTAS DA CIDADE

19H00 – SESSÃO DE VÍDEO

19H30 – TEATRO “CAIXOLA DE HISTÓRIAS”

Sinopses

CORTEJO DE CHEGANÇA 

A caravana do Teatro a Bordo se reúne na praça da cidade com sua trupe de artistas e faz um cortejo pelas escolas e ruas da cidade para convidar o público a participar das jornadas de atividades gratuitas.

OFICINA DE CONFECÇÃO DE BONECOS BRINCANTES

De maneira descontraída, os oficineiros ensinam como fazer um boneco brincante de forma artesanal, utilizando materiais recicláveis como papelão, tampinhas de garrafa plástica, além de cordas e tecidos. Ao final, uma história coletiva com os bonecos confeccionados será criada e encenada junto a todos os participantes da oficina.

OFICINA DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

Para registrar o imaginário popular local, captar ideias, fatos, histórias e personagens, os educadores e artistas da cidade são convidados a participar de uma oficina de contação de histórias com os atores do espetáculo. Ao final, serão selecionadas cenas e personagens que farão parte do espetáculo a ser apresentado na praça. Quem tiver interesse em participar da Oficina de Contação de Histórias  precisa enviar um e-mail com nome e telefone para oficina@teatroabordo.com.br (idade mínima de 18 anos).

SESSÃO SOLENE – A PRINCESA E O GIGANTE

Espetáculo de Teatro. Duração de 50min.

Dois amigos divertem a plateia com fatos e personagens do imaginário popular e contam a saga de uma princesa que encontrou um gigante. Com Douglas Zanovelli e Leo Porto.

CAIXOLA DE HISTÓRIAS

Espetáculo de teatro. Duração de 60min.

Exaltando a cultura de todas as regiões do Brasil, uma caixa de aço mágica se revela uma personagem dotada de memória. Com a ajuda de uma trupe de artistas, esta Caixola passeia por suas histórias e precisa ‘abocanhar’ um conto local para seguir viagem. Com Cida Cunha, Douglas Zanovelli, Edivaldo Costa, Juliana Lima e Leo Porto.

 Informações sobre o projeto: www.teatroabordo.com.br

Sobre o Instituto CCR: Completando 5 anos em 2019, o Instituto CCR é uma entidade privada sem fins lucrativos que nasceu com o objetivo de estruturar a gestão de projetos de Responsabilidade Social apoiados há mais de 15 anos pelo Grupo CCR. Por meio do Instituto CCR são viabilizados projetos com recursos próprios da companhia e oriundos de leis de incentivo, com foco prioritário em quatro áreas: Cultura e Esporte; Educação e Cidadania; Meio Ambiente e Segurança Viária; Saúde e Qualidade de Vida. Comprometido com o desenvolvimento sustentável, socioeconômico e cultural nas regiões onde atua, o Grupo CCR se orgulha de ter levado cerca de 600 projetos para mais de 150 cidades no Brasil e no exterior, que, desde 2003, já beneficiaram 10,7 milhões de pessoas com investimentos de R$ 291 milhões em projetos estruturados. Saiba mais em www.institutoccr.com.br .

Sobre o Teatro a Bordo: Ao longo dos últimos onze anos, o contêiner-palco do Teatro a Bordo já visitou mais de 300 cidades e foi visto por 500 mil pessoas em sete estados brasileiros. Desde 2015, aliando arte e sustentabilidade, o projeto utiliza a eletricidade solar para iluminar seus espetáculos, contando com um sistema fotovoltaico no teto do contêiner. Saiba mais em www.teatroabordo.com.br

 

Tem Arte Aqui leva cultura e entretenimento de graça à Praça 18

Realizada ao longo deste sábado (1), a primeira edição do Tem Arte Aqui foi um sucesso, reunindo centenas de pessoas na Praça 18 de Fevereiro que assistiram a apresentações culturais gratuitas.

O público presente também pôde participar de oficinas de desenho e escultura, além de aproveitar os food-trucks do Festival IT, que aconteceu simultaneamente no local.

“Eu acho muito legal porque as crianças precisam de incentivo para fazer coisas boas, não só estudar, ver outras coisas também, esporte, dança, cultura no geral”, disse a itapeviense Ivonete Bezerra da Silva.

Tem Arte Aqui é um programa itinerante criado pela Prefeitura com o objetivo de aumentar a oferta de atividades culturais no município para expandir os horizontes da juventude de Itapevi.

Ele será realizado uma vez por mês em diferentes regiões do município, reunindo em um só lugar atrações de dança, teatro e circo – todas realizadas por integrantes das respectivas escolas municipais ligadas à secretaria municipal de Cultura.

Os bairros também receberão shows de música, contação de história para crianças e números de stand-up comedy. As apresentações serão realizadas sempre aos sábados, das 14h às 20h.

Conforme o cronograma das próximas edições:

  • 3 de agosto – Alto da Colina – Rua Turiassu, 8 (Estacionamento do CIE)
  • 14 de setembro – Amador Bueno – Praça Paulo França
  • 5 de outubro – Engenheiro Cardoso – Praça Nelson Mandela
  • 9 de novembro – Jardim Vitápolis – Rua Vereador Lafaiete Rodrigues

Aprenda teatro, circo, dança e música de graça

Em Itapevi, a Prefeitura oferece aulas gratuitas na Escola Livre de Teatro e Circo, na Escola Livre de Dança e na Escola Livre de Música.

As inscrições para as duas primeiras instituições podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na Secretaria de Cultura (Avenida Luiz Manfrinato, 194 – Centro – Itapevi).

A idade mínima para as aulas é de 4 anos. Menores de idade devem estar acompanhados de pais ou responsáveis. Os documentos necessários para inscrição são: cópia do RG ou certidão de nascimento, comprovante de residência e duas fotos 3×4.

No caso das aulas de dança, é obrigatória a apresentação de atestado médico. As modalidades oferecidas são ballet e jazz (a partir de 4 anos), street dance e capoeira (a partir de 7 anos) e ritmos (a partir de 18 anos).

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4205-1871 (ramal 24).

Já os interessados em aprender a tocar um instrumento devem entrar ir diretamente à sede da Escola Livre de Música (Avenida Feres Nacif Chaluppe, 39). Há aulas de violão, violino, teclado, percussão e metais (saxofone, trombone, trompete, clarinete e flauta transversal).

Além disso, é possível fazer aulas de expressão corporal e musicalização – esta última é destinada pra crianças de 7 a 10 anos, enquanto as demais são voltadas para alunos acima de 10 anos de idade.

É necessário apresentar uma cópia do RG, comprovante de endereço e duas fotos 3×4 no ato da inscrição. Para saber se há vagas, basta ligar para o (11) 4142-2963. O e-mail para contato é o projetoescolademusica@gmail.com.

BAILARINAS DA COMPANHIA DE DANÇA CASA DE CULTURA CORA CORALINA PARTICIPAM DE FESTIVAL EM INDAIATUBA

A cidade de Araçariguama participou em quatro coreografias. No solo contemporâneo avançado, se apresentaram com a dança “Tanto Faz” – com a bailarina Débora Souza e “Metade” – com a bailarina Larissa Marques; No duo contemporâneo avançado demostraram a coreografia “Entre Nós” – com as bailarinas Larissa Marques e Débora Souza; no trio contemporâneo avançado elas apresentaram “Quando as Pétalas Caem” – com Larissa Marques, Débora Souza e Leticia Barreiro; no quarteto contemporâneo avançado a apresentação foi de “Corpos que se Movimentam” – com as bailarinas Larissa Marques, Débora Souza, Leticia Barreiro e Yasmin Silva. Todas as coreografias tiveram a supervisão técnica do coreógrafo Ed Flávio Ferreira Pinto.

A próxima competição para as bailarinas de Araçariguama será o “Festival de Joinville”, que é um dos mais importantes do Brasil. Ele acontecerá no mês de Julho, quando elas irão em busca de mais um prêmio para a consagrada galeria da companhia, que já possui mais de 32 prêmios nacionais e internacionais, além de um segundo lugar no Festival de Portugal.

Prefeitura leva programação artística de graça para bairros de Itapevi

Aumentar a oferta de atividades culturais no município para expandir os horizontes da juventude de Itapevi. Esse é o objetivo do Tem Arte Aqui, programa itinerante criado pela Prefeitura que irá estrear em 1ª de junho, na Praça 18 de Fevereiro.

Com uma série de apresentações que acontecerão uma vez por mês em diferentes regiões do município, o Tem Arte Aqui reunirá em um só lugar atrações de dança, teatro e circo – todas realizadas por integrantes das respectivas escolas municipais ligadas à secretaria municipal de Cultura.


Os bairros também receberão shows de música, contação de história para crianças e números de stand-up comedy. As apresentações serão realizadas sempre aos sábados, das 14h às 20h, com exceção do primeiro encontro, na Praça 18, que será realizado das 12h30 às 20h – simultaneamente ao Festival IT.

 

“Queremos levar arte e entretenimento de forma leve e acessível para o maior número possível de pessoas, com atrações para todas as idades”, diz o prefeito Igor Soares. “Ao mesmo tempo, ajudamos a construir uma identidade própria, valorizando a produção cultural da nossa cidade”, afirma.  

Confira o cronograma:

Centro – Praça 18 de Fevereiro – 1º de junho

Alto da Colina – Rua Turiassu, 8 (Estacionamento do CIE) – 3 de agosto

Amador Bueno – Praça Paulo França – 14 de setembro

Engenheiro Cardoso – Praça Nelson Mandela – 5 de outubro

Jardim Vitápolis – Rua Vereador Lafaiete Rodrigues – 9 de novembro

 

Aprenda teatro, circo, dança e música de graça

Em Itapevi, a Prefeitura oferece aulas gratuitas na Escola Livre de Teatro e Circo, na Escola Livre de Dança e na Escola Livre de Música.


As inscrições para as duas primeiras instituições podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na Secretaria de Cultura (Avenida Luiz Manfrinato, 194 – Centro – Itapevi).


A idade mínima para as aulas é de 4 anos. Menores de idade devem estar acompanhados de pais ou responsáveis. Os documentos necessários para inscrição são: cópia do RG ou certidão de nascimento, comprovante de residência e duas fotos 3×4.


No caso das aulas de dança, é obrigatória a apresentação de atestado médico. As modalidades oferecidas são ballet e jazz (a partir de 4 anos), street dance e capoeira (a partir de 7 anos) e ritmos (a partir de 18 anos).


Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4205-1871 (ramal 24).



Já os interessados em aprender a tocar um instrumento devem entrar ir diretamente à sede da Escola Livre de Música (Avenida Feres Nacif Chaluppe, 39). Há aulas de violão, violino, teclado, percussão e metais (saxofone, trombone, trompete, clarinete e flauta transversal).


Além disso, é possível fazer aulas de expressão corporal e musicalização – esta última é destinada pra crianças de 7 a 10 anos, enquanto as demais são voltadas para alunos acima de 10 anos de idade.


É necessário apresentar uma cópia do RG, comprovante de endereço e duas fotos 3×4 no ato da inscrição. Para saber se há vagas, basta ligar para o (11) 4142-2963. O e-mail para contato é o projetoescolademusica@gmail.com

Musical infantil gratuito “Da Cabeça aos Pés, Sem Pé Nem Cabeça” chega a Barueri no dia 2

No dia 2 de junho (domingo), a diversão e o aprendizado estão garantidos para as crianças em Barueri. O musical infantil “Da Cabeça aos Pés, Sem Pé Nem Cabeça” chega ao teatro do Centro de Eventos com apresentação gratuita, às 16h.  

 A peça aborda, de forma divertida, lúdica e educativa, a importância da alimentação saudável e dos bons hábitos de higiene pessoal para as crianças. Por intermédio da Secretaria de Cultura e Turismo, patrocinado pelo Ministério da Cidadania e pelo Instituto CCR, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o espetáculo está há 21 anos no circuito cultural. Os ingressos já podem ser retirados das 9 às 16h, no Centro de Eventos de Barueri. 

Produzida pela Cia Teatro de Risco, a história gira em torno de Henrique, um garoto que adoece por resistir aos apelos da zelosa mãe para que coma legumes, verduras, frutas, mastigue bem, lave as mãos, escove os dentes e tome banho. Contada e cantada pelos personagens, do Médico, do Dentista, dos Nutricionistas e do Professor, mostra o combate dos soldados (leucócitos) contra os vírus, enquanto o protagonista sofre com uma gripe fortíssima e tosse em estado febril. Entram em cena os vilões Inféctor, o Tártaro, a Placa Bacteriana, mas se apresentam também o Estômago e os Nutritivos. A comédia provoca a interação e a torcida das crianças e conta ainda com a participação, em off, da Sopa de Legumes, do Esqueleto, do Cérebro e o Pulmão.  

O espetáculo tem cerca de uma hora de duração e mais de 20 personagens. Já foi assistido por mais de 500 mil estudantes, além do público espontâneo. Autora e atriz: Marisa Ratcov. Direção e produção artística: Luiz Carlos Ribeiro.  

Serviço 

Dia 02 de junho (domingo): às 16h 

Local: Centro de Eventos de Barueri 

Entrada: Gratuita  

Endereço: Av. Sebastião Davino dos Reis, 672Jardim Tupanci 

Telefone: (11) 4168-6114 

Sesc Vila Mariana apresenta infantil inspirado em Manoel de Barros com a Cia de Achadouros

O Auditório do Sesc Vila Mariana recebe a nova temporada do espetáculo infantil Os Lavadores de Histórias, da Cia. de Achadouros, em temporada que vai de 9 a 30 de junho, com sessões aos domingos, às 15 horas.

A montagem, dirigida por Tereza Gontijo, foi inspirada na poesia de Manoel de Barros. A dramaturgia de Silvia Camossa, foi concebida em processo colaborativo com o grupo, a partir das cenas improvisadas na sala de ensaio.

Os Lavadores de Histórias são três personagens – Urucum, Tom Tom e Jatobá -, interpretados pelos atores palhaços Emiliano FavachoMariá Guedes e Felipe Michelini, respectivamente. À noite, eles visitam quintais abandonados para lavar objetos esquecidos como brinquedos e roupas, e reviver momentos especiais da infância. Eles carregam consigo o “rio da memória”, no qual vão lavando as coisas que encontram e revelando histórias, fantasias, personagens e brincadeiras. Por meio de cenas cômicas, circenses, teatro de sombras e objetos, o espetáculo faz uma sensível reflexão sobre a relação da criança com o mundo real e da imaginação, e lança sobre a infância o olhar lúdico e poético.

Tendo como ponto de partida a potente e delicada poesia de Manoel de Barros, a concepção valoriza a intimidade com as pequenas coisas, a beleza contida em sutilezas, a graça da imaginação, as brincadeiras espontâneas e colaborativas e o contato com a natureza. A partir de uma imersão na obra do poeta, os atores foram para as ruas do bairro São Mateus em busca de histórias reais da memória afetiva de pessoas comuns (moradores antigos e crianças) que foram usadas em cenas da peça. “Um dos poemas de Manoel de Barros que mais nos inspirou foi Desobjeto, que fala sobre como a imaginação pode dar novos sentidos e funções a um objeto e transformá-lo em outras coisas na hora de brincar”, comenta Felipe Michelini. Os protagonistas contam que lembranças de suas próprias infâncias e de outras pessoas envolvidas na produção também estão no enredo.

A diretora Tereza Gontijo – mineira de Belo Horizonte, que também é palhaça, integrante dos Doutores da Alegria e da Cia. Vagalum Tum Tum – enfatiza que Os Lavadores de História foi concebido como um espetáculo para a família. “Enquanto a palhaçaria é diversão garantida para as crianças, o tom lírico e poético da peça toca os adultos ao acionar o dispositivo de suas lembranças da infância”. Ela ainda comenta que o processo junto à Cia. de Achadouros teve como estímulo o prazer do jogo de palhaços no trabalho de criar para o público infantil.

Urucum, Tom Tom e Jatobá sabem que nas coisas esquecidas nos quintas das casas estão guardadas muitas histórias de meninos e meninas que cresceram e já não se lembram de seus sonhos e brincadeiras. As histórias vão surgindo à medida que os objetos e brinquedos vão sendo lavados e revelados.

Entre as cenas está O menino que queria voar: um lençol manchado revela o garoto que queria viajar pelo mundo. Às vezes, fazia xixi enquanto dormia e depois se escondia embaixo da cama, sonhando em voar e unir os quatro continentes. Tem também A menina triste que descobre o que a faz feliz: um lenço colorido traz a história da menina que vivia triste até conhecer um menino mágico. Na história, inspirada nas conversas com a sambista Tia Cida, moradora da região de São Mateus, a menina conhece um amigo quando vai buscar lenha para o fogão e o acompanha até o acampamento cigano, descobrindo ali o seu amor pela música. Outro momento é O menino que vai para a lua com o amigo imaginário: um sapato velho se transforma em um interfone secreto para anunciar a missão da primeira criança a pisar na lua (história do ator Felipe). E ainda A menina que encantava os passarinhos: uma velha escova de cabelos faz as personagens reviverem a história de uma rádio de passarinhos (lembrança da atriz Mariá). Na programação desta rádio muitas aves participam: a andorinha dá receita de bolinho de chuva (chuva mesmo!); o tico-tico, que voa muito alto, faz a previsão do tempo; na transmissão do futebol, os jogadores são pássaros; e a radionovela dramatiza a história do menino que ficou chateado porque ia ganhar uma irmãzinha – não um “irmãozinho para brincar” -, mas ele descobre a alegria dessa nova relação (história do ator Emiliano).

Ficha técnica  Com Cia. de Achadouros. Dramaturgia: Silvia Camossa. Direção: Tereza Gontijo. Elenco: Emiliano B. Favacho (Urucum, Gururu e Cipriano), Felipe Michelini (Jatobá, Bugrinha e Menino Cigano) e Mariá Guedes (Tom Tom, Menina Triste e Meninassarinha). Cenografia: Alício Silva e Bira Nogueira. Figurino: Cleuber Gonçalves. Iluminação e fotografia: Giuliana Cerchiari. Adereços: Clau Carmo e Cia. de Achadouros. Pesquisa musical: Emiliano B Favacho e Tereza Gontijo. Músicas: Kevin Macleod. Preparação corporal: Ana Maíra Favacho, Erickson Almeida e Tereza Gontijo. Edição de som: Emiliano B. Favacho e Rodrigo Régis. Voz em off: Evandro Favacho. Grafite do painel: Celso Albino. Operação de som: Rebeka Teixeira e Thiago Mota. Operação de luz: Francisco Renner. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Idealização: Cia. de Achadouros. Realização: Sesc.

 Serviço

 Espetáculo: Os Lavadores de Histórias

Temporada: 9 a 30 de junho. Domingos, às 15h

Ingressos: R$ 17,00 (inteira), R$ 8,50 (meia) e R$ 5,00 (credencial plena do Sesc).

Grátis para crianças até 12 anos, com retirada de ingresso.

Duração: 60 min. Livre para todos os públicos (recomendação: a partir de 4 anos)

Sesc Vila Mariana

Rua Pelotas, 141, São Paulo – SP/SP.

Telefone: 5080-3000

Estacionamento: R$ 5,50 + R$ 2,00 a h adicional (credencial plena) e R$ 12,00 + R$ 3,00 a h adicional (outros).

sescsp.org.br/vilamariana

DUO BAIANO CAIM RETORNA AOS PALCOS COM NOVO SHOW “CONVERSAS SOBRE O FRIO E O TEMPO” NA SALA DO CORO DO TCA

No próximo dia 28 de maio, Marcos Marinho e Achiles Neto, vozes e mentes do CAIM apresentam ao público “Conversas sobre o Frio e o Tempo” na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, com uma seleção de músicas inéditas da dupla, depois de um longo período sem dividir os palcos.

Fazendo uso do mesmo formato que deu origem ao projeto anos atrás, os artistas propõem uma experiência musical que reúne densidade emocional, diálogos harmônicos e melódicos e a imperatividade do tempo na costura das relações interpessoais.

Conversas sobre o Frio e o Tempo, interrompe o hiato de três anos do CAIM formado por canções inéditas e marca também a divulgação do novo EP de mesmo nome. As canções refletem o atual momento dos compositores, que saíram da universidade para o enfrentamento da vida adulta e intermediam a relação pessoal entre a existência e a música.

A Nova Sala do Coro do Teatro Castro Alves é nossa!

Este espetáculo é incentivado através de seleção na ‘Convocatória para Ocupação de Pauta da Sala do Coro do TCA – 1º Semestre de 2019’, promovida pelo Teatro Castro Alves, Fundação Cultural e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, uma ação do Governo da Bahia para democratizar o acesso às pautas e qualificar a programação deste espaço público.

Vinte projetos fazem mais de 70 apresentações entre março e junho. Para ver a programação completa, acesse: www.tca.ba.gov.br.

Serviço

Conversas sobre o Frio e o Tempo

28 de maio de 2019, 20h

Sala do Coro do TCA.

Ingressos: R$20 (inteira) / R$10 (meia)

Compre online pelo Ingresso Rápido:

https://www.ingressorapido.com.br/event/31142-1/d/60068/s/309271

Realização: Ninho Cultura e Afeto

CAIM

O duo CAIM é a síntese da parceria entre os artistas baianos Achiles Neto e Marcos Marinho. Achiles é natural de Maracás e Marcos de Itabuna. Os músicos se conheceram na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, em Vitória da Conquista, onde cursaram Direito, e, juntos, criaram o duo CAIM. No ano de 2014 lançaram o último disco, “Ciência, Arte, Ideologia e Música”.

Bem recebido pelo público, o disco foi eleito pelo site ‘Melhores Discos de Música Brasileira’ como o 26º melhor álbum de 2014, e a música ‘O Quartinho’ ficou na 9ª posição entre as melhores músicas do ano. Neste mesmo ano, a canção Disfarce foi indicada ao Prêmio Caymmi de Música na categoria Melhor Música e Achiles foi indicado na subcategoria de Melhor Intérprete vocal, pela mesma canção.

A musicalidade do CAIM expressa a diversidade de influências, identidades e propósitos dos artistas e representa a convergência das suas experiências individuais e comuns.

Teatro da Vertigem apresenta espetáculo no SESC Osasco

Grupo Teatro da Vertigem apresenta o espetáculo “Enquanto ela Dormia” em curta temporada durante os dias 16, 17, 18 e 19 de maio, no Sesc Osasco.

O enredo conta a trajetória de Dora, uma professora de literatura, que após presenciar uma cena de assédio em um ônibus, tem as memórias mais profundas de sua infância acessadas.

Conhecido por realizar suas performances em lugares que habitualmente não seriam ocupados por intervenções artísticas, como hospitais e igrejas, o grupo iniciou suas atividades em 1992 com o espetáculo “O Paraiso Perdido”, na Igreja de Santa Efigênia. Em 1993 através do projeto “O livro de Jó”, foi o primeiro espetáculo brasileiro a representar o país no III Festival Internacional de Teatro Anton Tchekhov, em Moscou. Agora com mais de 13 espetáculos em seu repertório, traz em “Enquanto ela Dormia” uma temática emergente sobre o universo feminino por meio de referências da fotografa Francesca Woodman.

Em cena, a atriz Lucienne Guedes dá vida à personagem Dora. O espetáculo ainda tem direção de Eliana Monteiro, diretora do premiado grupo Teatro da Vertigem (SP) e dramaturgia de Carol Pitzer, do Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council. Guilherme Bonfanti no desenho da luz, Marisa Bentivegna na cenografia, Marichilene Artisevskis no figurino, Érico Theobaldo na trilha sonora, Antônio Duran no dramaturgismo e Bruna Lessa no vídeo.

Além da peça, Guilherme Bonfanti, Lighting designer de “Enquanto ela Dormia”, ministra curso de iluminação contando os bastidores do processo criativo a partir do contexto da iluminação cênica do próprio espetáculo.

Guilherme é designer de iluminação desde 1988. Com uma intensa carreira internacional, junto ao Antônio Araújo, fundou o Teatro da Vertigem, do qual é membro atuante, ganhando parte de seus inúmeros prêmios.

Os ingressos estão à venda no portal e nas unidades do Sesc São Paulo. Os valores variam entre R$5,00 (Credencial Plena), R$ 8,50 (Meia-entrada/Mis) e R$ 17,00 (Inteira).

SERVIÇO

Enquanto Ela Dormia, com Teatro Vertigem: http://bit.ly/EnquantoElaDormia

Data: Dias 16, 17, 18 às 21h; dia 19, às 19h.

Local: Sesc Osasco

Valores: R$ 5,00 (Credencial Plena), R$ 8,50 (Meia-entrada/Mis), R$ 17,00 (Inteira)

Recomendação: 16 anos

Endereço: Avenida Sport Club Corinthians Paulista, 1.300 – Osasco – SP

Informações: (11) 3184-0900

Santana de Parnaíba Realiza, Evento com Mais de 130 Anos de Tradição, Que Comemora a Abolição dos Escravos

No próximo dia 11, a partir das 17h, acontece a 132ª edição da Festa do Cururuquara, em Santana de Parnaíba. Um evento cheio de religiosidade, tradição, cultura e história, que comemora 13 de maio de 1888, quando foi sancionada a “Lei Áurea”, que determinava a abolição oficial da escravatura no Brasil.

Segundo os relatos históricos os escravos de Nhô Bueno, um famoso fazendeiro da região, em comemoração ao ato, se reuniram na capela de São Benedito para agradecer e festejar sua libertação. A celebração, segundo a tradição oral, teria durado por quatro dias com danças, músicas e samba de bumbo; e de lá para cá todos os anos centenas de pessoas se reúnem para relembrar a data.

Organizada pela prefeitura de Santana de Parnaíba a festa conta com reza cabocla, procissão, missa, levantamento de mastro e a tradicional apresentação de samba de bumbo (Vide programação na tabela abaixo).

O acesso ao Cururuquara é pelo Km 40,5 da Rodovia Castello Branco, sentido interior/capital, após o Castelinho da Pamonha, próximo à passarela de pedestres.

Programação

17h Reza Cabocla

18h Procissão

19h Missa

20h Levantamento de mastro

21h Samba de Bumbo

Orquestra Sinfônica da UNICAMP e Ópera Estúdio UNICAMP apresentam a ópera Gianni Schicchi, de Giacomo Puccini

Gianni Schicchi é uma ópera cômica em 1 ato, de Giacomo Puccini, com libreto de Giovacchino Forzano, baseado no Canto XXX do Inferno, da Divina Comédia de Dante Alighieri. Na história, Buoso Donati morre e deixa em testamento toda sua fortuna para igreja. A família, cobiçando a herança, chama Gianni Schicchi para se passar pelo morto e alterar o testamento. Todos estão cientes de que a pena para esse tipo de crime é o exílio de Florença e o corte da mão direita. Imitando o falecido, Schicchi dá um golpe em toda a família e deixa os bens mais preciosos para si mesmo.

Esta montagem é uma parceria entre a Orquestra Sinfônica da Unicamp e o Ópera Estúdio Unicamp, com patrocínio do Grupo Gestor de Benefícios Sociais da Unicamp e apoio das Prefeituras de Campinas e Paulínia e da SANASA Campinas.

Será oferecido o recurso de Audiodescrição, para aqueles que desejarem. Consiste em uma narração dos detalhes das cenas e resumo das legendas, transmitida em fones individuais a partir da cabine de técnica do teatro. Primeiramente pensado como um recurso de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, para a ópera Gianni Schicchi, será aberto ao público em geral, com prioridade ao público com deficiência, mediante reserva. A reserva do serviço dá direito a uma entrada gratuita para o usuário do equipamento e um acompanhante, até o limite de equipamentos disponíveis, e deve ser feita pelo telefone (19) 3521-6506 ou pelo e-mail acessart@unicamp.br, com a equipe do Projeto de Recursos de Acessibilidade do CIDDIC.

Criado em 2012, o Ópera Estúdio Unicamp é formado por estudantes de canto e jovens cantores de cursos de graduação e pós-graduação, tem amplamente desenvolvido atividades pedagógicas em canto e atuação, de performance nas montagens de óperas e de pesquisa e tem sido um laboratório para projetos do Programa de Pós-graduação em Música do Instituto de Artes da Unicamp.

A Orquestra Sinfônica da Unicamp (OSU) é um corpo artístico profissional, mantido pela Universidade Estadual de Campinas, que está vinculado ao Centro de Integração, Documentação e Difusão Cultural da Unicamp (CIDDIC). Fundada em 1982, a OSU realiza concertos, óperas, gravações, espetáculos multimídia, programas de educação e formação de público, música de câmara, atuando paralelamente como laboratório de pesquisa em criação e performance musical. Seus projetos também incluem o Fórum Gestão Orquestral e Compromisso Social, que tem por objetivo a atualização de líderes e gestores do meio sinfônico, e o Projeto Identidade, Música e Arquitetura, em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), que leva música e história aos prédios e espaços públicos da cidade de Campinas. Em 2010, lançou o seu primeiro CD, intitulado “Novos Universos Sonoros”, com patrocínio da Petrobras, que reúne obras inéditas de compositores brasileiros, escritas para orquestra e grupos de câmara. Gravou, em 2013, o CD “Panorama da Música Brasileira Vol. 1” e, em 2018, o CD “Teuto-brasileiro”, contemplado pelo edital FICC. Em parceria com o Ópera Estúdio Unicamp, o Coral Contemporâneo de Campinas e Coral Unicamp Zíper na Boca, fez a montagem das óperas “As Bodas de Fígaro” (2014), “Don Giovanni” (2015), “O Empresário” (2016) e a “Flauta Mágica” (2017), de W. A. Mozart, e ainda pilares do repertório romântico, como “O Elixir do Amor” (2016) de Gaetano Donizetti e “La Traviata” (2018) de Giuseppe Verdi. Paralelamente a obras do repertório lírico tradicional, a OSU também realizou a estreia da ópera multimodal “Descobertas” de Jônatas Manzolli, em 2016, e a montagem da ópera barroca “Les Plaisirs de Versailles”, contemplada no edital FICC em 2012. Com a produção da “A Flauta Mágica” em 2017, a OSU realizou a primeira ópera com recursos de acessibilidade da Região Metropolitana de Campinas.

SERVIÇO

 “Gianni Schicchi” – ópera em 1 ato, de Giacomo Puccini

23 de maio, quinta-feira, 20h

24 de maio, sexta-feira, 20h

Theatro Municipal de Paulínia

Ingressos: R$25,00 (inteira) e R$12,50 (meia entrada)

À venda em breve pela Alpha Tickets.

Orquestra Sinfônica da Unicamp

Ópera Estúdio Unicamp

Tiago Roscani, direção musical e regência

Felipe Venancio, direção cênica

Angelo Fernandes, direção geral

Elenco (Ópera Estúdio Unicamp):

Buoso Donati: Gabriel Delicato

Gianni Schicchi: Willian Donizetti

Lauretta: Isabelle Dumalakas/Rebeca Oliveira

Rinuccio: Ramon Mundin

Zita: Nina Piedade

Simone: Leandro Cavini

Betto: Heitor Coelho

Nella: Maria Rúbia Andreta/Sarah Nicoli

Gherardo: Vinícius Cestari

Gherardino: Isabelle Dumalakas/Rebeca Oliveira

Ciesca: Beatriz Esposito/Lara Ramos

Marco: Daniel Luiz

Maestro Spinelloccio: Matheus Coelho

Amantio di Nicolao: Matheus Coelho

Pinellino: Vitor Italiani

Guccio: Weverton Silva