Fintechs são autorizadas a emitir mais cartões de crédito

Durante o período de pandemia que o país enfrenta diversas ações estão sendo tomadas para tentar remediar as situações econômicas que estão sendo observadas em todo o país. A finteches também estão entrando neste movimento.

Este ponto destaca que a partir de agora as que estão reguladas pelo Banco Central (BC) poderão emitir cartões de crédito. Ação é para movimentar a economia e escolar os recursos destinados a pessoas físicas e pequenas empresas.

Ainda alinhando os pontos referentes a esta situação, estas empresas são visualizadas como companhias de baixo custo operacional, ou seja, dedicaram seu tempo para realizar atendimento aos seguimentos nos quais já existe um histórico de crédito no país.

Além desta medida relacionada ao crédito, as fintechs também ficam autorizadas a realizar o repasse dos recursos do BNDES. Ceder carteiras para outros tipos de fundo também está liberado, não considerando apenas aqueles que são direitos creditórios.

Condição é que se mantenha o perfil de investidor qualificado nessas carteiras. Estes pontos detalhados pelo governo são referentes as sugestões já comunicadas pelas próprias finteches ao Banco Central.

Desta forma, especialistas e donos destas instituições destacam que a movimentação feita pelo BC não traz muito um efeito prático no momento de pandemia que o Brasil passa, uma vez que oferecer crédito sem a estabilidade de mercado se torna um problema.

O que é observado é uma perca de movimentações nos últimos dias com a instabilidade ligada ao mercado frente à pandemia. E as que já operavam anteriormente tem novos desafios para frente. Uma vez que cenário está incerto.

Mas, em contrapartida, presidente da Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD), em entrevista ao portal Valor, Rafael Pereira, considera que medida é correta e considera que ação feita pelo BC é inteligente mediante ao cenário necessidade atual.

Por fim, outra decisão, também ligada às fintechs e às cooperativas de crédito, tem novas questões ligadas as regras para a renegociação de dívidas. Este procedimento é observado já por outros segmentos do setor financeiro.

Essas instituições também poderão não caracterizar como ativos problemáticos as reestruturações de crédito feitas até 30 de setembro de 2020. Desta forma, expectativa é de ampliar os prazos de financiamento para famílias.

Fonte: FDR