CPI das Santas casas conclui seu trabalho

celso giglioA Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI instalada na Assembléia Legislativa para apurar a real situação das Santas Casas no Estado de São Paulo concluiu hoje seus trabalhos com a aprovação do relatório final.

Em toda sua duração em reuniões muito concorridas, a CPI buscou informações, quer seja em relatórios e documentos, quer seja através de oitivas de convidados, tais como o Secretário de Estado da Saúde, David Uip, o Secretário Adjunto da Saúde, Dr. Wilson Polara, o Presidente da FEHOSP – Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo, Édson Rogatti e muitos outros gestores, médicos, especialistas e pessoas envolvidas com o atendimento da saúde pública em nosso estado.

O deputado Celso Giglio, presidente da Comissão de Saúde da ALESP, membro efetivo da  CPI teve destacada atuação em todas as reuniões, em função de sua experiência como médico, como prefeito, cujo cargo já exerceu por dois mandatos e também como presidente  da Associação Paulista de Municipios – APM, onde se tornou profundo conhecedor dos problemas da saúde pública nos municípios.

Ao elogiar o trabalho dos membros da CPI, Celso Giglio afirmou com toda propriedade que “ são muitos os problemas e dificuldades vividas pelas Santas Casas, mas, sem dúvida o mais grave é o financiamento da saúde que hoje sofre com a enorme disparidade da Tabela SUS, há mais de dez anos sem reajuste. O investimento do  governo federal na área está muito aquém da realidade dos custos dos hospitais públicos. Sem a divisão paritária dos custos, o atendimento à população termina por sobrecarregar os municípios  que se desdobram para atender ao povo”.

Com a conclusão da CPI, também a Comissão de Saúde presidida por Giglio, decidiu criar sub comissão de deputados para continuar o trabalho de investigação, divulgar amplamente junto aos operadores e cobrar mais recursos e acompanhamento da gestão desses  recursos públicos, de forma a melhorar o atendimento à população nas Santas Casas e Hospitais Filantrópicos.

“Sobretudo neste momento de grave crise econômica, que tira ainda mais dinheiro da área de saúde, devemos nos desdobrar para oferecer bom atendimento e  melhorar a vida das pessoas”, diz Giglio.

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