Variedades

Expo Brascol Kids movimenta setor de moda infantil

São Paulo – A primeira edição da Expo Brascol Kids realizada entre os dias 29 e 31 de janeiro, encerrou com saldo positivo recebendo cerca de 500 visitantes de todo o Brasil distribuídos entre lojistas, imprensa e profissionais do setor de moda, acessórios e decoração bebê e infantojuvenil.

Com a proposta de ser uma feira voltada para os negócios, incentivando o empreendedorismo e abastecendo o público com conteúdo de qualidade em meio aos diversos temas abordados durante o ciclo de palestras, a Expo Brascol Kids foi uma vitrine para as marcas mostrarem as novidades e tendências para 2018.

“Ficamos muito satisfeitos com o resultado da primeira edição da Expo Brascol. Tivemos retornos bem positivos tanto dos expositores como dos visitantes, que puderam se atualizar com as novidades apresentadas, não somente pelas marcas presentes, mas também pelo conteúdo das palestras ministradas durante os três dias do evento. Nosso intuito sempre será levar informação e promover networking entre marcas do segmento. A Brascol carrega em seu DNA essa característica de promover e fomentar a troca e o empreendedorismo”, conclui Antonio Almeida, superintendente da Brascol.

Além do ciclo de palestras, muitas novidades em moda e acessórios foram apresentadas pelos expositores como: as marcas Color MiniGijo KidsColor GirlGijoPami e Okyside, pertencentes ao Grupo Brascol, mostraram parte da coleção inverno 2018. Entre as tendências de moda são encontradas peças em xadrez, verde militar, patches de flores e o veludo molhado.

Sobre a Brascol

A Brascol, maior atacadista e distribuidor de produtos no segmento bebê e infantojuvenil da América Latina, completa 30 anos de existência em 2018. Conta com um DNA inovador e pioneiro. Pertence a um grupo que atua nos setores de shopping centers e hotéis e é líder em seu segmento.

Presente no mercado desde a década de 80, com clientes em todo o Brasil e alguns países do exterior, a Brascol foi a primeira empresa do setor de moda atacadista a implementar a tecnologia RFID (Radio Frequency Identification) otimizando a logística da compra. Com esse feito, foi case de sucesso fora do país sendo convidada para ministrar palestras no exterior. Essa tecnologia é um grande sucesso no mundo todo e empresas consagradas no mercado do varejo já foram até a Brascol para conhecerem melhor a sua funcionalidade na prática.

Tem entre seus valores o respeito, ética, confiabilidade, compromisso, inovação e flexibilidade. Possui e-commerce para lojistas, com a finalidade de tornar mais ágil a reposição automática de produtos entre os varejistas.

Além de atuar como grande facilitadora nas negociações com os lojistas, buscar sempre a inovação e estimular o empreendedorismo, a Brascolpromove também um novo comportamento no setor atacadista investindo constantemente na modernização de seu sistema operacional apresentando recursos tecnológicos para atender com agilidade e excelência a clientela tradicional, porém, atenta também em acompanhar o modo de consumo das novas gerações.

A responsabilidade socioambiental é um tema bastante valorizado pela Brascol, e que faz parte do dia a dia da empresa. Visando ações sustentáveis em prol do planeta e conscientização dos funcionários, colaboradores e clientes, a Brascol organizou sua infraestrutura implementando a coleta seletiva, descarga inteligente, água de reuso, e segue com novos projetos para o futuro.

Proteja seu animal de estimação nessa época do ano

 

A chegada da estação mais quente do ano inspira momentos de descontração, passeios e viagens. Para quem tem um animalzinho de estimação muitas vezes esses passeios ganham uma especial companhia. Mas, mesmo com o clima favorável, é necessário ter cautela com possíveis problemas relacionados ao período, como doenças e parasitas.

 

Nessa época do ano é importante proteger o seu pet do calor. Por isso, ao sair lembre-se de algumas dicas, como levar o cachorrinho para passear na parte da manhã ou final de tarde, evitando períodos muito quentes. Também não se esqueça da água tanto para matar a sede do animal quanto para refrescá-lo e procure manter a tosa baixa. Cachorros não transpiram como os seres humanos, se resfriando pela respiração. Assim, é preciso ter cuidado redobrado nas altas temperaturas.

 

Em casa, fique de olho na ração. Não deixe os alimentos do seu pet expostos por muito tempo e não se preocupe caso diminua o apetite dos bichinhos, pois eles comem menos no verão. Para finalizar, lembre-se sempre de vermifugar o animal e manter sua carteira de vacinação em dia.

  

Carrapatos e pulgas – O forte calor e a umidade compõem o ambiente perfeito para a ação das pulgas e dos carrapatos em cães e gatos. Além da dermatite alérgica, causada pela picada das pulgas, a tênia também é transmitida pelas pulgas aos animais. Já os carrapatos podem transmitir erliquiose, babesiose e febre maculosa, zoonose que pode ser fatal também para as pessoas. 

 

A Boehringer Ingelheim Saúde Animal tem em seu portfólio um importante aliado no combate a pulgas e carrapatos, trata-se de Nexgard™,  um produto de alta qualidade e garantia de ação de até 30 dias após sua administração, é prático e proporciona boa ingestão da dose recomendada pelo médico veterinário. Nexgard pode ser utilizado por cães acima de 8 semanas de vida e 2 kg. O produto é comercializado em embalagens com 1 ou 3 tabletes mastigáveis de alta palatabilidade para 4 tamanhos de cães 2 a 4 kg – 4 a 10 kg – 10 a 25 kg e 25 a 50 kg. Para cães com mais de 50kg é necessário administrar o produto combinando os tabletes.

 

Sobre a Boehringer Ingelheim Saúde Animal

Segunda maior empresa de saúde animal do mundo, a Boehringer Ingelheim conta com mais de 10 mil funcionários no mundo, tem produtos disponíveis em mais de 150 mercados e presença global em 99 países. Para mais informações sobre a Boehringer Ingelheim Saúde Animal, clique aqui.

 

A Boehringer Ingelheim

Medicamentos inovadores para pessoas e animais têm sido, há mais de 130 anos, o foco da empresa farmacêutica Boehringer Ingelheim. A Boehringer Ingelheim é uma das 20 principais farmacêuticas do mundo e até hoje permanece como uma empresa familiar. Dia a dia, cerca de 50.000 funcionários criam valor pela inovação para as três áreas de negócios: saúde humana, saúde animal e fabricação de biofarmacêuticos. Em 2016, a Boehringer Ingelheim obteve vendas líquidas de cerca de 15,9 bilhões euros e investiu 19,6% do faturamento em pesquisa e desenvolvimento. Os investimentos em pesquisas e desenvolvimento correspondem a 19,6% do faturamento líquido (mais de € 3 bilhões). A responsabilidade social é um elemento importante da cultura empresarial da Boehringer Ingelheim, o que inclui o envolvimento global em projetos sociais como o “Mais Saúde” e a preocupação com seus colaboradores em todo o mundo. Respeito, oportunidades iguais e o equilíbrio entre carreira e vida familiar formam a base da gestão da empresa, que busca a proteção e a sustentabilidade ambiental em tudo o que faz. No Brasil, a Boehringer Ingelheim possui escritórios em São Paulo e em Campinas e fábricas em Itapecerica da Serra e Paulínia. Há mais de 60 anos no país, a companhia estabelece parcerias com instituições locais e internacionais que promovem o desenvolvimento educacional, social e profissional da população. A empresa recebeu, em 2017, a certificação Top Employers, que a elege como uma das melhores empregadoras do país por seu diferencial nas iniciativas de recursos humanos. Para mais informações, visite www.boehringer-ingelheim.com.br em nosso relatório anual: http://annualreport.boehringer-ingelheim.com

Com direção de Eric Lenate, A Serpente, última peça escrita por Nelson Rodrigues, reestreia no Teatro Faap

Em cartaz entre 19 de janeiro e 11 de fevereiro, espetáculo tem elenco formado por Carolina Lopez, Fernanda Heras, MariáGuedes, Juan Alba e Paulo Azevedo

Fotos: Leekyung Kim

Considerada uma ‘tragédia carioca’, de acordo com a célebre classificação do crítico teatral Sábato Magaldi para a obra de Nelson Rodrigues (1912-1980), A Serpente foi a última e mais curta peça escrita pelo “anjo pornográfico”, alcunha criada pelo próprio dramaturgo e jornalista pernambucano. Mesmo com apenas um ato, a peça de 1978 não deixa de criar polêmica ao retratar o amor de duas irmãs pelo mesmo homem.

Elas juraram nunca se separar e moram juntas na mesma casa com seus respectivos maridos. Lígia decide se suicidar porque tem um casamento infeliz – e não consumado – com Décio, que diz sofrer de impotência, mas, na verdade, tem um caso com outra mulher.

Para evitar que a irmã fizesse isso, Guida tem a ideia de emprestar Paulo, o próprio marido, para ela por uma noite. O que Guida não esperava era que Lígia se apaixonaria por ele, muito menos que esse erro poderia resultar até em morte.

Esta é a terceira montagem de Eric Lenate para peças de Rodrigues: em 2013, ele dirigiu “Vestido de Noiva” e, em 2015, “Valsa Nº6”. O elenco conta com a participação de Carolina Lopez, Fernanda Heras, Maria Guedes, Juan Alba e Paulo Azevedo.

A SERPENTE POR ERIC LENATE

“Nelson Rodrigues tem uma capacidade impressionante de nos deixar constrangidos com nossa própria miséria e obtusidade. Sua obra deitada no papel é um espelho cruel de nossa face horrorizante. Ele é e será sempre bem-vindo em qualquer período de obscurantismo e miséria intelectual.

Se, por vezes, ele parece ser machista, cuidado. Se, por vezes, ele parece ser racista, cuidado novamente. É provável que estejamos apenas olhando para um espelho. E o que fazemos com Nelson nesses momentos, sem conseguirmos compreender que é provável que estejamos olhando para nossa própria face?”, comenta o diretor,

“Eu procuro exercitar minha sensibilidade sempre no sentido de estar muito atento às solicitações da obra com a qual me proponho a trabalhar. Reparem bem que uso a preposição ‘com’. Reparem também que preposição é a palavra que estabelece uma relação entre dois ou mais termos de uma oração. Essa relação é do tipo subordinativa, ou seja, entre os elementos ligados pela preposição não há sentido dissociado, separado, individualizado; ao contrário, o sentido da expressão é dependente da união de todos os elementos que a preposição vincula. Esse tipo de relação é considerada uma conexão, em que os conectivos cumprem a função de ligar elementos. A preposição é um desses conectivos e se presta a ligar palavras entre si em um processo de subordinação denominado regência. Diz-se regência devido ao fato de que, na relação estabelecida pelas preposições, o primeiro elemento – chamado antecedente – é o termo que rege, que impõe um regime; o segundo elemento, por sua vez – chamado consequente – é o termo regido, aquele que cumpre o regime estabelecido pelo antecedente.

Observo realizadores que não respeitam ou que ignoram esse fato em sua suposta ‘relação’ com a obra. Portanto, procuro sempre me deixar reger pela obra. Até no que diz respeito a um possível pedido dela, como em A Serpente, de: ‘não me tomem de maneira literal’.

Neste sentido, em A Serpente, Nelson faz provocações muito claras, muito caras, porém, no mínimo, ambíguas e de difícil materialização cênica. Em suas provocações, se utilizando de frases lacônicas e abismais, com personagens travando uma guerra feroz entre razão e emoção, arma ciladas e arquiteta uma situação-limite que desafiam nosso intelecto e nossa sensibilidade, nos propulsionando para a derrocada ou para a ressurreição. É preciso coragem e perspicácia para entendê-lo. Nelson nunca foi leviano. Nossa capacidade de lê-lo, por vezes, sim.

Portanto, ao conseguirmos notar em A Serpente fissuras que nos fizeram mergulhar em uma espécie de magma mítico que dá suporte instável e anima a ‘traiçoeira superfície rodrigueana’, nos orientamos no sentido de conseguir produzir uma materialidade cênica que desse conta de uma situação aparentemente banal e cotidiana, mas que carrega em si a evocação obsedante de um comportamento humano moribundo, que já deveria ser defunto, mas que insistimos em perpetuar.

As personagens, em nossa encenação, transitam ‘livremente’ por um dispositivo cenográfico que as encarcera física e mentalmente. O apartamento no décimo segundo andar, solicitado por Nelson, que abriga dois casais – duas irmãs com seus maridos – se resume a uma única cama. Uma moça misteriosa trabalha no apartamento dessa família.

Esta obra de Nelson nos conduziu pela senda da compreensão de um ‘corpo humano’ normatizado como aberração. Nos conduziu também pela senda da compreensão desse mesmo ‘corpo humano’ agora aberrando a norma. Convulsionando por que não suporta mais carregar uma herança ancestral de comportamentos nojentos e que estremece ao arrotar um vocabulário impraticável nos dias atuais. Nossa encenação é uma pretensa atualização do gênio de Nelson. Um tentativa de prova de todas as faces de sua moeda artística. E uma tentativa de uma espécie de ritual simbólico de expurgo.

Como ‘a serpente no jardim’, Nelson nos encara de frente com seu olhar provocador. Seria ele a tal da serpente do título de sua peça? O ser ardiloso que por alguns é visto como símbolo do mal e por outros visto como símbolo de esperança, renascimento e renovação? Essa dúvida nos abriu os olhos para a compreensão de novas possibilidades e o trato com nossa encenação foi regido pela ‘Serpente-Nelson’ e pela seguinte pergunta capital:

Até quando vamos continuar arruinando nossa humanidade?”

NELSON RODRIGUES

Considerado um dos maiores e mais influentes dramaturgos brasileiros, o recifense Nelson Rodrigues (1912-1980), que se autointitulava um “Anjo Pornográfico”, escreveu 17 textos teatrais, classificados pelo saudoso crítico Sábato Magaldi em “Peças Psicológicas”, “Peças Míticas” e “Tragédias Cariocas”. Ele também é autor de nove romances e centenas de crônicas publicadas em sua famosa coluna “A Vida Como ela É” no jornal Última Hora.

Além de dramaturgo, Rodrigues trabalhou como jornalista policial e cronista de futebol. Algumas de suas peças, sobretudo “Vestido de Noiva”, que se passa em três planos temporais diferentes, foram responsáveis pela modernização do teatro brasileiro nos anos de 1940. O autor retirava o material para suas polêmicas e vanguardistas obras da vida no subúrbio do Rio de Janeiro.

ERIC LENATE

O ator e diretor Eric Lenate estudou durante quatro anos no CPT – Centro de Pesquisa Teatral do Sesc, coordenado por Antunes Filho. Atuou em várias montagens desse grupo e estreou como diretor no espetáculo “O Céu 5 minutos antes da tempestade”, de Silvia Gomez. Entre 2013 e 2014, foi formador convidado no curso de Direção e artista-orientador de experimentos na SP Escola de Teatro.

Em 2012, ele foi indicado ao prêmio Shell na categoria especial pela “força performativa de seus experimentos” e, em 2014, foi novamente indicado nessa premiação pela direção de “Sit Down Drama”, de Michele Ferreira.

Em 2015 funda a Sociedade Líquida, projeto-provocação responsável pelos trabalhos: Ludwig e suas irmãs, de Thomas Bernhard; Mantenha fora do alcance do bebê, de Silvia Gomez; Fim de Partida, de Samuel Beckett, pelo qual foi indicado ao prêmio APCA de melhor ator em 2016; O teste de Turing, de Paulo Santoro, e Refluxo, de Angela Ribeiro, que esteve em cartaz no primeiro semestre de 2017 no Mezanino do Centro Cultural FIESP e pelo qual Lenate está indicado aos prêmios Shell de melhor direção e melhor cenário, em São Paulo. Love, Love, Love, de Mike Bartlett, estreado em janeiro de 2017 no Rio de Janeiro, ainda inédito em São Paulo, em parceria com o Grupo 3 de Teatro, é um de seus mais recentes trabalhos. Por este trabalho, Lenate está também indicado ao prêmio Shell de melhor direção, no Rio de Janeiro.

SINOPSE

Duas irmãs que juraram nunca se separar vivem no mesmo apartamento com seus respectivos maridos. O casal Guida e Paulo vive uma aparente interminável lua de mel, enquanto Lígia e Décio não chegaram sequer a consumar o casamento. Lígia decide se suicidar movida pela infelicidade em seu relacionamento amoroso, mas Guida, na tentativa de impedir a morte da irmã, oferece o próprio marido por uma noite. A desconcertante oferta moverá toda essa trama de amor e morte.

FICHA TÉCNICA

Texto: Nelson Rodrigues

ElencoCarolina Lopez, Fernanda Heras, Mariá Guedes, Juan Alba e Paulo Azevedo

Direção: Eric Lenate

Diretora assistente: Erica Montanheiro

Iluminação: Aline Santini

Figurinos e visagismoRosângela Ribeiro

Trilha sonora original, sonoplastia e engenharia de somL. P. Daniel

Arquitetura cênica: Eric Lenate

Fotografia artística: Leekyung Kim

Design gráfico: Alexandre Muner

Assistentes de figurino: Aline Olegário e Natália Hirata

CostureiraVera Luz

Assistente de iluminação e operação técnica: Nicolas Manfredini

Assistente de sonoplastia e operação técnica: Rodrigo Florentino

Suporte técnico (Tango): Ronaldo Gutierrez

Diretor de Palco: Augusto Vieira

Montador Cenotécnico: Tom Silva

Direção de produção: Maristela Bueno

Coordenação administrativa: Daniel Torrieri Baldi

Produção Executiva: Priscilla Lima

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Assessoria contábil: Eduardo Belvedere

Agradecimentos: Angela Lopes Cesar, Berenice Lamônica, Cristina Dell’Amore, Edmar Padula, InBox Cultural, Isabela Tortato, Julio Cezar Alves de Oliveira, Kauê Telloli, Lenon Bastos de Carvalho, Lucas Madaleno, Luiz Carlos Maluly, Marcelo Santiago, Maria Ines dos Santos Heras, Nelson Felicio Heras, Priscila Guimarães, Vanda Varella, Walter Cesar.

 

SERVIÇO

“A Serpente”, de Nelson Rodrigues

Teatro FAAP – Rua Alagoas, 903, prédio 01 – Higienópolis

Temporada: 19 de janeiro a 11 de fevereiro de 2018

Às sextas, às 21h30; aos sábados, às 21h; e aos domingos, às 18h

Duração: 60 minutos

Classificação etária: 16 anos

Capacidade: 500 lugares

Ingressos: R$ 60,00 (inteira) R$ 30,00 (meia-entrada)

Bilheteria do Teatro: Venda efetuada com cartões de crédito (Visa, MasterCard e Diners Club), cartões de Débito (Visa Electron e Redeshop) ou dinheiro.

Horário de atendimento: quarta a sábado das 14h às 20 e domingo das 14h às 17h. Em dias de espetáculos até o início dos mesmos. Não aceita cheques.

Telefone: (11) 3662-7233 e (11) 3662-7234

Pela Internethttps://teatrofaap.showare.com.br/

Estacionamento: ESTAPAR Estacionamentos – Rua Alagoas 903, Entrada pela Rua Armando Penteado – Portão G7, Tel.: (11) 3662-7582, www.estapar.com.br

Crise política e a atuação do Judiciário são discutidas em Roda Viva temático

Questões ligadas ao Ministério Público, STF e Operação Lava Jato são debatidas no programa que vai ao ar ao vivo nesta segunda-feira (11/9), às 22h15, na TV Cultura

Roda Viva desta segunda-feira (11/9) propõe um debate para discutir a crise política e a atuação do Poder Judiciário. Com apresentação de Augusto Nunes, o programa vai ao ar ao vivo, às 22h15, na TV Cultura, na página oficial da atração no Facebook e no canal do YouTube.

O vazamento de áudios, as delações premiadas, a utilização ou não de provas ilícitas e até mesmo a exposição midiática de profissionais do Judiciário vêm levantando questionamentos sobre a atuação desse Poder no cenário político. Ao mesmo tempo, o governo federal enfrenta intensa crise, com as frequentes vinculações de aliados do Planalto a escândalos de corrupção.

Para falar desses assuntos, participam da bancada cientistas políticos e juristas. O programa também conta com a participação fixa do cartunista Paulo Caruso.

Clássicos exibe concerto da Orquestra Sinfônica Estatal de Istambul

Pela primeira vez no Brasil, grupo apresentou espetáculos na Sala São Paulo como parte da série do Mozarteum Brasileiro. Com peças de Nivit Kodalli, Max Bruch e Antonín Dvořák, um dos concertos vai ao ar neste sábado (9/9), às 21h35, na TV Cultura

 

Com uma rica e longa história, que remonta ao início do século XIX, a Orquestra Sinfônica Estatal de Istambul, chegou ao Brasil pela primeira vez em 2017, exatamente um século após sua primeira turnê mundial. A orquestra apresentou dois concertos na Sala São Paulo, nos dias 20 e 21 de junho, como parte da série do Mozarteum Brasileiro. O último desses espetáculos é exibido neste sábado (9/9), às 21h35, na faixa Clássicos, da TV Cultura.

 

Sob a regência do austríaco Milan Turkovic, com o solo do russo Vadim Repin no violino, a orquestra interpretou a peça Telli Turna Suite, de Nivit Kodalli, o Concerto para Violino e Orquestra nº 1 em Sol Menor, Op. 26, de Max Bruch, e a Sinfonia nº 8 em Sol Maior, Op. 88, de Antonín Dvořák.

 

Internacionalmente conhecido por ser um dos poucos solistas de fagote, o regente Milan Turkovic esteve à frente de orquestras em diversos países do mundo nos últimos 20 anos. São os casos das orquestras de Viena, Salzburg, Graz, Milão, Veneza, Florença, Roma, Londres, Berlim, Dresden, Munique, Praga, Cracóvia, Bratislava, Nova York, Tóquio, Nagoya, Osaka e Brisbane.

 

Prodigioso, o solista russo Vadim Repin, nascido na Sibéria, recebeu aos 11 anos a medalha de ouro no Concurso Wienawski em todas as categorias. Com a mesma idade, também apresentou seus primeiros recitais, em Moscou e São Petersburgo. Desde então, teve uma carreira progressiva, tocando nas maiores orquestras ao lado dos mais renomados regentes.

 

Clássicos traz semanalmente concertos de grandes orquestras, óperas e espetáculos de ballet apresentados por consagrados grupos de dança. A atração ainda exibe produções documentais da TV Cultura sobre algum aspecto da música erudita.

TV Cultura estreia o game show Tá Certo?

Foto: Nadja Kouch

A competição bem-humorada traz respostas para dúvidas curiosas, em um programa com bonecos voltado para toda a família. A atração chega à emissora nesta segunda-feira (11/9) e vai ao ar de segunda a sexta, às 20h30

Bonecos com diferentes personalidades disputando um game show movido a perguntas curiosas: assim é o Tá Certo?, programa que a TV Cultura estreia na segunda-feira (11/9), às 20h30, com apresentação do humorista Warley Santana. A novidade vai ao ar de segunda a sexta-feira, com transmissão simultânea no YouTube.

Clique aqui para baixar fotos em alta resolução e a vinheta de abertura do programa.

A cada episódio, Tá Certo? reúne três competidores que disputam um prêmio intrigante e, às vezes, não muito convencional. Eles são desafiados a responder questões que variam entre temas de Tecnologia, Futuro, Gente e Natureza. Instigantes, as perguntas são feitas sempre por figuras conhecidas do cenário artístico, esportivo e intelectual, como Sérgio Mamberti, Raí, Daniel, Nasi, Fábio Porchat, Fafá de Belém, Maria Fernanda Cândido, Renato Teixeira, Rivellino e Zélia Duncan.

Por que a gente treme quando está com frio? O que acontece com o nosso corpo no horário de verão? Nossos gestos podem revelar o que estamos pensando? Por que nosso cérebro reage à TV como se fosse realidade? O papel pode ser tão duro como o aço? Perguntas como essas são lançadas aos participantes, que, à sua maneira, tentam acertar as respostas e vencer a competição do episódio. Nos vídeos que apontam se o boneco está certo ou não, o público se diverte e fica a par das respostas.

 

O programa reúne bonecos participantes de diferentes regiões, idades, profissões e níveis de escolaridade, como Dudu, Edmilson Som, Geisinha, Valtinho, Edwirges, Fafá, Bob e Dona Zilda. Quem também está sempre presente em cena é Tosco, um ET que veio do Mundo dos Monstros fazer um intercâmbio na Terra. No Tá Certo?, ele assume a função de diretor, contrarregra, cinegrafista… Um verdadeiro “faz tudo”! Os bonecos são manipulados e interpretados por nomes de referência, como André Milano (Sésamo e Cocoricó), Kelly Guidotti (Cocoricó e Sésamo) e Paulo Henrique (Que Monstro Te Mordeu? Sésamo).

Com trinta minutos de exibição, os episódios são apresentados por Warley Santana, ator, humorista, tradutor, intérprete e ventríloquo. Ele se tornou nacionalmente conhecido durante sua participação no programa CQC, além de atuações em diversas produções, como publicidade, séries, curtas e longas-metragens. “O objetivo principal do programa é incentivar jovens e adultos a desenvolverem raciocínio e criatividade, além de despertar a curiosidade para temas do cotidiano”, explica ele.

Para o presidente da TV Cultura, Marcos Mendonça, a estreia da atração dá continuidade à tradição da emissora de levar ao ar programas que estimulem a curiosidade e o interesse por novos conhecimentos: “a televisão brasileira carece hoje de um programa familiar, capaz de informar, divertir e educar várias gerações. Vimos esse potencial noTá Certo?. O uso de bonecos no formato de game show permite que perguntas cheguem até as pessoas de forma leve, incentivando-as a aprender mais sobre diferentes temas”.

Segundo Marcos Amazonas, idealizador do projeto, “as perguntas que movem o programa são surpreendentes e inusitadas para aguçar a curiosidade do público. E a liberdade que os bonecos possuem ao respondê-las proporciona um resultado que os torna um pouco transgressores, por meio de um humor leve, divertido, ideal para toda a família”.

Tá Certo? é um programa da Libertà e tem direção assinada por Léo Liberti. O presidente Marcos Mendonça também reforça a importância de fomentar a produção independente: “abrigar em nossa grade atrações nacionais de qualidade, selecionadas de maneira plural e democrática, é uma das missões da TV Cultura”.

Saiba mais sobre o apresentador e cada um dos personagens:

  WARLEY SANTANA – APRESENTADOR 

Simpático  e divertido, é ele quem comanda o programa. Apesar de fazer brincadeiras e ser engraçado, é um contraponto à maluquice dos bonecos.

  DANTE E STELLA – URSIVERSITÁRIOS

Um recurso para os participantes quando eles não sabem a resposta. Esses dois ursinhos de pelúcia são irmãos, mas têm personalidades completamente distintas. Eles nunca estão de acordo: enquanto um fala uma resposta quase certa, o outro dá uma completamente errada.

  TOSCO – CONTRARREGRA, DIRETOR, ASSISTENTE… 

Este ET em intercâmbio na Terra é o responsável por ‘anarquizar’ o cenário. Fala um pouco de português, come tudo o que vê pela frente e vive aprontando com todos.

  BOB – PARTICIPANTE 

Personal trainer, Bob tem 25 anos. Malhado, bonitão, simpático, doce, amável, amigo das plantinhas e animais. Preocupado com os outros competidores, é querido por todos.

  GEISINHA – PARTICIPANTE 

É uma típica patricinha consumista, viciada em compras e academia. Mimada e enjoada, tem ataques sempre que uma pergunta nojenta é feita a ela. Adora ir a Miami e costuma usar palavras em inglês. Tem uma queda por Tosco, mas não admite isso a ninguém.

  DUDU – PARTICIPANTE 

É o mais palhaço de todos e acerta apenas sem querer. É fofo, sincero e gente boa, além de apaixonado por Edwirges.

  EDWIRGES – PARTICIPANTE

Dramática, fatalista, exagerada e neurótica. Tem síndrome do pânico e transforma qualquer questão em uma catástrofe. É um pouco hipocondríaca e pode ter asma emocional. Dudu é apaixonado por ela, mas Edwirges gosta mesmo é de Bob.

  EUGÊNIO – PARTICIPANTE 

Eugênio é certinho, CDF e quase sempre acerta. Inteligente, tem uma personalidade descolada que se aproxima mais do estilo geek do que do estereótipo nerd. E ele sabe que é bom. Costuma dizer que está certo em 98% das vezes.

  FAFÁ – PARTICIPANTE

Aos 35 anos, Fafá vende de tudo: perfume, potes, doces… Ela tem faro para negócios e é inventiva e comunicativa. Sempre que pode, leva um produto e tenta vender a algum concorrente.

  HETERÔNIMA – PARTICIPANTE

Heterônima tem múltipla personalidade e, a cada programa, pensa ser uma pessoa famosa da história: Cleópatra, Einstein, Fernando Pessoa, Ella Fitzgerald…

  VALTINHO – PARTICIPANTE 

Acelerado, agitado e com raciocínio rápido. Assim é Valtinho, motoboy e namorado de Fafá. Entrega comida chinesa durante o dia e pizza à noite. Ele sempre responde com histórias da rua e acerta mais do que erra.

  EDMILSON SOM – PARTICIPANTE

Participa do programa para tentar saltar para a fama, já que quer trabalhar na TV. Então, aproveita as respostas para cantar, fazer imitações e tentar roubar a vaga de Warley. Prefere chamar atenção a acertar as respostas.

SEU VALÉRIO – PARTICIPANTE

Aos 50 anos, Seu Valério é um contador. Burocrata, ele fala devagar, é chato, prolixo e acha que está dando uma aula sobre o assunto, mas, na verdade, não fala nada com nada. Tem uma certa arrogância, pois se acha mais inteligente do que os outros, mesmo sendo um enrolador.

  DONA ZILDA – PARTICIPANTE 

Esta professora ranzinza de 82 anos é a mais velha competidora. Fala o que ninguém tem coragem, diz as verdades de forma ácida e dá conselhos pessimistas a Geisinha, além de se irritar com Seu Valério. De tão mal-humorada, acaba sendo engraçada.

Votorantim recebe show em homenagem à Chiquinha Gonzaga na quarta-feira (13)

Chiquinha Gonzaga | Produção: 3s Projetos | © Cintia Antunes

Nesta quarta-feira (13), a cidade de Votorantim recebe uma homenagem especial à compositora Chiquinha Gonzaga, em uma apresentação da percussionista Adriana Laranjeira e grupo musical. O show acontece no Teatro Municipal Francisco Beranger, às 20h. Essa apresentação faz parte do projeto “Chiquinha Gonzaga”, e tem entrada gratuita e livre para todos os públicos.

Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga, foi a maior personalidade feminina da história da Música Popular Brasileira. Compositora, instrumentista e regente, Chiquinha promoveu a nacionalização musical, ajudou a introduzir a MPB nos grandes salões do século 19 e fundou a primeira sociedade protetora dos direitos autorais, além de ser a primeira pianista de choro e autora da primeira marcha carnavalesca brasileira, a canção “Ó Abre Alas”.

Através de sua trajetória de vida, lutas e superações, a musicista teve um papel importantíssimo na luta pela igualdade de direitos no Brasil, mostrando que devemos sempre reconhecer o talento e valorizar o papel da mulher. Dessa maneira, o projeto Chiquinha Gonzaga busca apresentar a obra desta grande personalidade de maneira diferente da convencional, resgatando as melodias dessa época, onde houve grande ascensão da mulher na sociedade e no âmbito musical nacional.

O show será apresentado por Adriana Laranjeira e um grupo musical constituído predominantemente por mulheres, que levarão o público em uma viagem interessante e inusitada pelo universo sonoro da musicista, que vai de 1877 a meados de 1930. O grupo é composto pelos instrumentos oboé, clarinete, fagote, violão e percussão, tocados com destreza e sofisticação pelas instrumentistas.

O intuito do projeto Chiquinha Gonzaga é possibilitar aos públicos das cidades do interior de São Paulo o acesso gratuito aos bens culturais, valorizando sua produção e o entendimento de sua significância para as produções contemporâneas. O projeto é destinado ao público sem restrições, uma vez que os ritmos apresentados – do tango brasileiro, polca, modinha valsa, mazurca e schottisch – proporcionam momentos agradáveis de encontro do homem e da arte.

Essa apresentação é realizada pelo Governo do Estado de São Paulo a partir de recursos do Programa de Ação Cultural (ProAC), com apoio da Prefeitura de Votorantim e produção da 3S Projetos. O patrocínio é da Grace Brasil.

Serviço – O show em homenagem à Chiquinha Gonzaga acontece na quarta-feira (13), às 20h, no Teatro Municipal Francisco Beranger (Av. Vereador Newton Vieira Soares, 291, Centro ). A entrada é gratuita.

Roda Viva tem edição temática sobre privatizações nesta segunda-feira (4/9)

O programa debate as privatizações e seu impacto na economia brasileira. A atração da TV Cultura vai ao ar na segunda-feira (4/9), às 22h15

 

São Paulo, 1º de setembro de 2017 – Nesta segunda-feira, o Roda Viva propõe um debate sobre as privatizações no Brasil. Com apresentação de Augusto Nunes, o programa vai ao ar ao vivo, às 22h15, na TV Cultura, na página oficial da atração no Facebook e no canal do YouTube.

 

Recentemente, o Governo Federal anunciou um pacote de privatizações para o País que envolve 57 empresas. Entre elas, estão envolvidas a Casa da Moeda, a Eletrobras e o aeroporto de Congonhas. Nesta edição do Roda Viva, uma bancada de especialistas discute quais os efeitos dessa medida, a eficiência na gestão dessas instituições e os impactos mais diretos na economia.

 

Participam da bancada Paulo Roberto Feldman, professor de Economia da Universidade de São Paulo; Luiz Carlos Mendonça de Barros, economista, ex-presidente do BNDES e ex-ministro das Comunicações; Gesner Oliveira, professor de Economia da Fundação Getúlio Vargas e sócio da consultoria GO Associados; Virginia Parente, economista e professora do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo; e Roberto Pereira D’Araujo, engenheiro e diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Energético – Ilumina.

 

O programa também conta com a participação fixa do cartunista Paulo Caruso.

Quintal da Cultura apresenta personalidades históricas na Semana do Brasil

De segunda a sexta-feira, entre os dias 4 e 8 de setembro, às 17h30, a semana temática presta homenagem ao feriado da Independência do Brasil, comemorado no dia 7

 

São Paulo, 1 de setembro de 2017 – Quintal da Cultura apresenta a Semana do Brasil, em homenagem ao Dia da Independência. A partir do dia 4 de setembro, Doroteia, Ludovico, Osório, Quelônio e Minhoquias protagonizam divertidas aventuras com personalidades que marcaram a história do País: Heitor Villa-Lobos,Carmen Miranda, Santos Dumont, Dom Pedro I e Maria Quitéria.

 

Na segunda-feira (4/9), Doroteia encontra na biblioteca um misterioso livro, Personalidades Históricas em Apuros, que traz do passado Heitor Villa-Lobos, figura ilustre da história do Brasil. Nesse episódio, Ludovico se transforma no personagem, um dos mais importantes compositores brasileiros, nascido em 5 de março de 1887. Com direito a composições como Trenzinho do Caipira e instrumentos musicais, a turma terá que ajudá-lo a sair de uma difícil crise criativa: Villa-Lobos precisa voltar a compor para não desistir da carreira.


Mais uma personalidade histórica surge no Quintal na terça-feira (5/9). Eis que Doroteia, após a leitura do mesmo livro que deu vida a Villa-Lobos, aparece cantando O que é que a baiana tem e se transforma em Carmen Miranda. Considerada uma das cantoras e atrizes mais famosas de seu tempo, a artista nasceu no dia 9 de fevereiro de 1909, em Portugal, mas veio para o Brasil ainda bebê. Desta vez, a turma terá que dar força para a “Pequena Notável” superar as críticas e perseverar nos palcos. Para isso, vale até mesmo aplicar um teste de brasilidade para a cantora.

 

Semana do Brasil apresenta, na quarta-feira (6/9), mais uma incrível aventura. Como a turma decide não parar de ler o livro Personalidades Históricas em Apuros, Osório acaba se tornando o grande inventor e aeronauta Alberto Santos Dumont. Nascido em 20 de julho de 1873, ele criou um dirigível com o qual voou em torno da torre Eiffel, em Paris, em 1901. Ficou conhecido, principalmente, por ter construído aquele que muitos consideram como o primeiro avião do mundo: o famoso 14-Bis. Santos Dumont entra no Quintal segurando vários papéis com desenhos de seus projetos: balões, dirigíveis e aviões. Só que ele não acha respostas para a construção de sua nova invenção. Resta à trupe solucionar esse problema e ganhar a chance de trabalhar no mais novo projeto do Pai da Aviação.

No feriado de Independência do Brasil, no dia 7 de setembro (quinta-feira), quem mais, além de Dom Pedro I, poderia sair do livro? Ludovico se transforma no jovem príncipe regente do Brasil que, em 1822, proclamou a independência do País. O Brasil se tornou livre de Portugal e ele se consagrou como o imperador Dom Pedro I. Nesta história do Quintal, Dom Pedro está com dor de barriga e desesperado para encontrar sua “chaises-percées”, para aliviar o problema. Além disso, ele perdeu sua espada. A turma terá que encarar mais uma missão, para que o querido imperador não deixe de existir na história do Brasil.


A Semana do Brasil termina na sexta-feira (8/9). O livro mágico traz do passado mais uma personalidade em apuros, uma verdadeira heroína brasileira: Maria Quitéria. Doroteia se transforma nela, que está inconformada por não poder se juntar aos Voluntários do Príncipe, que ajudam Dom Pedro a fazer do Brasil um país livre e independente, justamente por ser mulher. Mas Maria Quitéria não se conforma e decide que o mundo precisa aprender a confiar no talento e no poder das meninas. Ludovico e Osório resolvem propor alguns desafios a ela, como jogar futebol e xadrez, além de correr uma maratona e conhecer o potencial da heroína da Independência.

Serviço

Quintal da Cultura – Semana do Brasil

De 4 a 8 de setembro, às 17h30

Segunda-feira: Heitor Villa-Lobos

Terça-feira: Carmen Miranda

Quarta-feira: Alberto Santos Dumont

Quinta-feira: Dom Pedro I

Sexta-feira: Maria Quitéria

TV Cultura exibe Sob o Domínio do Mal, com Frank Sinatra e Janet Leigh

Parte da faixa Cine Cult, o clássico do diretor John Frankenheimer vai ao ar nesta sexta-feira (1/9), às 22h30

 Nesta sexta-feira (1/9), às 22h30, a TV Cultura exibe o filme Sob o Domínio do Mal (The Manchurian Candidate, 1962), thriller político com o cantor Frank Sinatra, Laurence Harvey e Janet Leigh, atriz consagrada em clássicos como Psicose (1960) e A Marca da Maldade (1958).

 

Indicado a 2 Oscars em 1962, auge da Guerra Fria, o longa fala sobre o envolvimento de soldados americanos em uma conspiração internacional. A trama envolve o condecorado Sargento Raymond Shaw (Harvey), que retorna da Guerra da Coreia após ter sido capturado por comunistas com seu pelotão. Quando Ben Marco (Sinatra), um major que serviu ao lado de Shaw, começa a ser atormentado por pesadelos, ele suspeita que os soldados capturados tenham sido vítimas de lavagem cerebral.

 

Com apresentação da jornalista Chris Maksud, a faixa Cine Cult leva clássicos dos estúdios MGM e Paramount à TV aberta, semanalmente. A programação do mês de setembro traz também os filmes Deu a Louca no Mundo(It’s a Mad Mad Mad World, 1963), Um Violinista no Telhado (Fiddler on the Roof, 1971), Rede de Intrigas(Network, 1976) e Vestida para Matar (Dressed to Kill, 1980). Entre os títulos selecionados para a faixa a partir de outubro, estão obras de cineastas como Alfred HitchcockBilly WilderRoman PolanskiFranco Zefirelli eBrian de Palma.

 

Ficha Técnica

Sob o Domínio do Mal

Gênero: Drama; Suspense

Título Original: The Manchurian Candidate

Direção: John Frankenheimer

Origem: Estados Unidos

Ano: 1962

Duração: 126 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Elenco: Frank Sinatra, Janet Leigh, Laurence Harvey, Angela Lansbury, Henry Silva, James Gregory