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Bourbon Alphaville concede vantagens exclusivas para reservas realizadas via site e mobile

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Na hora de se programar para viajar, seja a trabalho ou lazer, a possibilidade de fazer a reserva online do hotel é um grande facilitador para o cliente. Fazer a reserva online e ainda ganhar benefícios exclusivos na hospedagem, pode ser muito melhor. O Bourbon Alphaville Business Hotel pensou nisso e preparou benefícios exclusivos para clientes que reservarem pelo site Bourbon ou mobile. As vantagens vão desde Early check in e Late check out até Upgrade de categoria a desconto no restaurante do hotel. Confira todos os benefícios abaixo:

Vantagens exclusivas Bourbon Alphaville: reservas via site Bourbon e Mobile

1) Early check-in e/ou Late check-out (mediante disponibilidade do hotel);

2) Free Upgrade de categoria (mediante disponibilidade do hotel);

3) Welcome drink: 01 voucher cortesia por pessoa (benefício não cumulativo, pessoal e intransferível);

4) Desconto no Restaurante Quatro Estações: 10% off em todas as refeições realizadas durante o período da hospedagem (desconto válido somente para alimentação);

5) Condição de pagamento: parcelamento em duas vezes para reservas acima de 03 diárias.

 

Os hóspedes podem contar ainda com a promoção ‘Antecipou, Ganhou’, que garante 20% off na tarifa em reservas com 21 dias de antecedência. Assim, é possível programar a viagem e economizar na estadia, sem abrir mão de atrações ou passeios planejados durante o período.

Plaza Shopping Carapicuíba é entregue a população

Na manhã de quinta-feira, 27, o Plaza Shopping Carapicuíba foi entregue a população do município e toda a região oeste.

A solenidade de inauguração contou com grandes autoridades, dentre elas o deputado estadual e prefeito eleito Marcos Neves e também o Vice-governador de São Paulo, Marcio França, que representou o governador Gerado Alckmin.

O projeto e a construção do novo empreendimento foi feito através do Grupo Del Rey, que está na cidade de Carapicuíba há quase 40 anos, o financiamento do shopping teve um aporte financeiro próprio do grupo e consumiu 130 milhões de reais.

Segundo o empresário João Batista Costa, presidente do Grupo Del Rey e idealizador do centro de compras, aborda que a população carente do município estava sentindo falta de uma opção de lazer e varejo e o shopping foi uma inspiração para estar atendendo essa demanda.

Para o prefeito Sérgio Ribeiro, além de um novo entretenimento a população, o shopping surgiu como novas oportunidades de trabalho e geração de emprego e renda ao município.

O novo centro de compras conta com 216 lojas, 6 âncoras, 2 restaurantes, 23 opções para fast-food , 1050 vagas de estacionamento coberto, brinquedos, games e salas de cinemas com tecnologia 3D.

Com cinco pavimentos e localização privilegiada, o shopping está localizado na Estada Ernestina Vieira, 149, Jardim Planalto (Vila Dirce).shopping-carapicuiba

Exposição de moda ‘Festas Populares do mundo inteiro” entra em cartaz no Raposo Shopping

As Festas Populares de todo o mundo estão representadas na exposição que o Raposo Shopping realiza em parceria com a escola de moda Sigbol Fashion até o mês de fevereiro de 2017. Resultado do ‘Concurso Sigbol História da Moda’ promovido anualmente pela Sigbol Fashion, a mostra traz 64 trajes em miniatura que simbolizam as variadas festas populares, tema da pesquisa proposta aos alunos participantes da 15ª edição.

Independentemente das origens ou culturas; profanas, sagradas ou folclóricas, as festas populares revelam e reafirmam identidades levando para as ruas e praças públicas das cidades a coletividade, sempre carregada de memórias e tradições. Na exposição o público poderá conhecer através dos trajes criados por alunos a Festa dos Mortos comemorada no México, o Carnaval de Veneza, o Haloween, a Shivaratri e a Durga Puja indianas, a Mardi Gras, último dia do carnaval de Nova Orleans, as festas nordestinas e outras cultuadas em diversos países.

O Concurso História da Moda, que está em sua 15a edição, é realizado pela escola Sigbol Fashion e a cada ano um novo tema é sugerido aos alunos para desenvolverem, a partir dele, interpretações em miniaturas de peças de vestuário. Os trabalhos inscritos são avaliados de acordo com três critérios: Pesquisa, Execução e Criatividade e todos os trabalhos participantes são apresentados ao público em exposição itinerante pelo período de um ano.

Sigbol Fashion na moda há mais de três décadas

Desde a década de 70, o Método Sigbol de modelagem vem sendo considerado inovador e revolucionário. Criado a partir de uma simples ideia de uma estilista italiana, o “Siga as bolinhas e seu molde base estará pronto”, o método ágil de modelagem deu origem à primeira unidade da escola no Brasil, em 1982. A Sigbol cresceu e ampliou sua área de atuação acompanhando o mercado da moda brasileira passando a oferecer um extenso programa de cursos que privilegia o ingresso no mercado de trabalho. São 18 unidades sediadas em São Paulo, Grande São Paulo, interior do Estado e no Distrito Federal, que já formaram mais de 55 mil alunos.

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Shopping Tamboré prevê 11 novas lojas até o fim do ano

Até este Natal, os clientes do Shopping Tamboré encontrarão muitas novidades nos corredores do empreendimento e contarão com ainda mais opções para fazer suas compras de final de ano. São 11 lojas previstas para inauguração até o final de dezembro: Granado, Loungerie, Sleep House, Casa das Alianças, Constance, Ticos e Ticas, Semi Jóias Damas, os restaurantes Boali, La Quiche, a cutilaria Beryllos e a nova atração de tiros Manda Bala.

Durante o último ano, as lojas Forever 21, Outback, Calvin Klein, Victor Hugo, Vivara, Clube Morana Rosa e Vila Romana também chegaram para completar o mix do centro de compras.

“Estamos trazendo aos moradores da região opções cada vez mais diversificadas de marcas famosas e conceituados restaurantes com o objetivo único de satisfazer os mais diferentes gostos dos nossos clientes. Neste Natal eles encontrarão aqui tudo o que precisam para toda a família”, comenta Marcus Borja, superintendente do empreendimento.

Além das inaugurações, o Shopping Tamboré também conta com lojas como Arezzo, Levi´s, Pandora, Track & Field, L´Occitane e TVZ, e os restaurantes La Pasta Gialla, Braugarten, Si Señor, Empório das Comidas, Baccio di Latte e Cold Stone Creamery.

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Raposo Shopping participa do Outubro Rosa

Em parceria com a Liga Sorocabana de Combate ao Câncer e com a AMPAIShopping realizou ações para destacar a importância da prevenção a esta doença que acomete, em média, 57 mil mulheres por ano. 

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Em homenagem ao Outubro Rosa, o Raposo Shopping apresenta a exposição fotográfica “Amor além da dor”. Realizada em parceria com a Liga Sorocabana de Combate ao Câncer, a mostra traz por meio de fotos de Claudia Silva a história de força, superação e, acima de tudo, amor, de 12 sorocabanas que estão em tratamento contra o câncer de mama Elas foram fotografadas junto com suas famílias, para mostrar o quanto o apoio familiar é fundamental na luta contra a doença. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico na fase inicial, possível por meio da realização do autoexame das mamasa mamografia, entre outros procedimentos preventivos. 

Todas as mulheres fotografadas são atendidas pela Liga Sorocabana de Combate ao Câncer, que atua há 40 anos na cidade de Sorocaba dando apoio psicológico e assistencial às mulheres acometidas pela doença, além de outros serviços.  

A exposiçãotem o patrocínio de Hospital Samaritano, Ekobé do Brasil, Dra. Evandra Moura Rabello e Revista NA MOCHILA, além do apoio do HHair Institute. 

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de mama é o que mais atinge as mulheres no mundo e no Brasil, atrás apenas do de pele não melanoma. São mais de 57 mil novos casos estimados em 2015, respondendo por 25% dos casos novos a cada ano. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. O diagnóstico precoce é o primeiro e mais importante passo para a cura. 

Outras ações 

Também  integraraas ações dRaposo Shopping para o  Outubro Rosa  dois dias especiais no  mall  –  14 e 20 de outubro  – com a presença de um profissional da saúde para tirar dúvidas e orientar o público a respeito do autoexame, como forma de detecção precoce da doença – o que aumenta as chances de tratamento e cura. A ação foi realizada em parceria com a AMPAI, que administra o ambulatório do empreendimento.  

 

Movimento Outubro Rosa 

O movimento conhecido como Outubro Rosa nasceu nos Estados Unidos, na década de 1990, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama e promover a conscientização sobre a importância da detecção precoce da doença.  

 Sobre Cláudia Silva 

Nascida em Matão (SP), Claudia atua como fotógrafa desde 2000Fotografando, de forma voluntária,  pacientes com câncer de mama desde 2010, realiza nesse ano sua 5º Exposição fotográfica, totalizando 54 pacientes fotografadas. No ano de 2015 Idealizou e organizou a primeira corrida Outubro Rosa da Cidade de Sorocaba, a 1º Pink Run Solidária em prol da Liga Sorocabana de Combate ao Câncer, que já está em sua segunda edição, Claudia também recebeu esse ano a Certificação do Selo Social (Instituto Abaçai) pelo impacto causado em sua Cidade com seu trabalho em prol da sociedade. 

 Mais informações: 

 

QUATRO ÚNICAS APRESENTAÇÕES DO GRUPO ZUMB.BOYS NA GALERIA OLIDO

Foto: Kelson Barros

Foto: Kelson Barros

De 27 a 30 de outubro, um dos principais grupos de dança de São Paulo, o Grupo Zumb.boys, apresenta o espetáculo “O que se rouba” e convida o público para conhecer este trabalho sensível que propõe uma reflexão sobre o que pode ser roubado em nossa sociedade atual. Com um espetáculo repleto de importantes reflexões e uma coreografia potente e impactante, os Zumb.boys, que vem ganhando cada vez mais espaço no cenário da dança, apresentam um espetáculo surpreendente e inovador.  Para a criação de “O que se rouba”, o grupo realizou uma pesquisa minuciosa sobre o tema “roubo” e também se permitiu ser influenciado por outras linguagens artísticas, potencializando seus experimentos para levar conceitos de danças urbanas para o palco. O resultado pode ser visto em quatro únicas apresentações gratuitas que o grupo fará na famosa Galeria Olido, no centro de São Paulo.

Partindo da pesquisa sobre a movimentação urbana e como explorar o espaço cênico tendo a cidade como referência, surgiu o desejo de se aproximar de indivíduos que tinham por escolha um comportamento especifico que fugisse dos padrões estabelecidos em sociedade: o ladrão. Refletindo sobre questões que determinam suas ações e tomando o contexto de um infrator como fio condutor para uma investigação corporal, o grupo criou o espetáculo “Ladrão”, que estreou em 2014. Neste trabalho, o grupo compreendeu um pouco do que acontece nesse cenário, buscando pontos de vista sobre as regras de convívio social e razões que influenciam a decisão pelo roubo.

O segundo passo desta pesquisa, foi direcionar o olhar para questionamentos levantados durante os estudos de campo realizados. Contemplado pelo 17° Edital de Fomento à Dança de São Paulo, o grupo deu continuidade a pesquisa anterior sobre o ladrão, observando o mesmo tema, sobre uma nova perspectiva. Deparou-se com angustias e reflexões que ganharam espaço, e se tornaram necessárias como questionamentos no processo de construção da obra.

“A nossa intenção é expor tudo o que pode ser roubado e não nos ater apenas aos roubos materiais. Roubos imateriais, certamente são roubos concretos e de reverberações tão “violentas” quanto qualquer outro. Um grande roubo pode ser o das possibilidades, por exemplo. Quando a sociedade diz a um indivíduo onde ele precisa chegar, mas não apresenta condições e recursos para que ele possa ir, como uma educação de qualidade, hospitais, segurança pública, ela está roubando o desenvolvimento desse indivíduo. É desse roubo das possibilidades, de poder construir e de poder ser, que estamos tratando. O roubo da oportunidade, da infância, da vida, dos sonhos, do direito a igualdade” – explica Márcio Greik, diretor do grupo Zumb.boys.

A montagem faz uma analise através da dança, sobre o desejo de ‘querer ter’ do ser humano. Fala sobre a necessidade em pertencer a algum lugar, de ser parte de algo. Os vários tipos de bens matérias e imateriais que a pessoa pode roubar, mesmo que não perceba que esteja fazendo isso. As ideias, os amores, a educação e os direitos humanos. Propõe uma reflexão sobre o surgimento dessa necessidade tão grande de ter para si, alguma coisa ou até mesmo alguém.  De onde vem o incentivo ao consumismo, que acaba sendo a maior motivação para o roubo.

O cenário é o de uma prisão imaginária que remete o público às várias prisões imateriais com as quais lidamos no cotidiano: “Você não está preso fisicamente, mas está preso a um modo de existir, que muitas vezes não te permite arriscar e se libertar de amarras abrigadas em demarcações invisíveis.” – complementa Márcio. A composição da trilha sonora é de Ana Fridman, compositora e pianista de formação erudita e popular, que trabalhou por oito anos com o bailarino e coreógrafo Ivaldo Bertazzo, tem trabalhos com o grupo Barbatuques, entre outros renomados grupos. Quem assina o figurino é João Pimenta, estilista com desfiles na Casa de Criadores, São Paulo Fashion Week, que trabalha com a desconstrução da roupa masculina, através de pesquisas históricas e explorando diversos tipos de tecido. Com um currículo extenso de figurinos, já trabalhou com o Balé da Cidade, banda indie Bonde do Rolê, rapper Emicida, entre outros.  O projeto contou com a colaboração artística de Ana Teixeira, consultora de dança Contemporânea do SESC TV, pesquisadora da Enciclopédia Itaú Cultural de Dança e atuou como bailarina em companhias como Balé da Cidade de São Paulo e Staats Theatre de Kassel, na Alemanha.

O Grupo Zumb.boys apresenta um trabalho inédito na cena do breaking e hip-hop, promovendo o encontro e o diálogo com diferentes linguagens lapidando o espetáculo, expandindo as possibilidades de investigação corporal e corroborando com novas estruturas de pensamento criativo, valorizando a cultura de danças urbanas, fortalecendo a cena e elevando seu patamar de pesquisas nessa modalidade.

O grupo realiza quatro únicas apresentações especiais do espetáculo “O que se rouba” na Galeria Olido, nos dias 27, 28, 29 e 30 de outubro, com ingressos gratuitos. Para mais informações acesse: www.facebook.com/grupozumbboys / www.zumbboys.com / www.instagram.com/zumb.boys

O QUE SE ROUBA – GALERIA OLIDO

“O QUE SE ROUBA” faz uma analise sobre o desejo de querer ter do ser humano. Fala sobre a necessidade em pertencer a algum lugar, de ser parte de algo. Os vários tipos de bens matérias e imateriais que a pessoa pode roubar, mesmo que não perceba que esteja fazendo isso. As ideias, os amores, a educação e os direitos humanos. Propõe uma reflexão sobre o surgimento dessa necessidade tão grande de ter para si, alguma coisa ou até mesmo alguém.  De onde vem o incentivo ao consumismo, que acaba sendo a maior motivação para o roubo.

Duração: 45 min  – Ingressos gratuitos – Recomendação livre

Quando: de 27 a 30 de outubro
Horário: Quinta à Sábado – 20h00 // Domingo – 19h00
Onde: Centro Cultural Galeria Olido – Sala Paissandu
Av. São João, 473 – Centro – São Paulo – SP

FICHA TÉCNICA

Direção Geral: Márcio Greyk. Intérpretes Criadores: Danilo Nonato, David Castro, Márcio Greyk e Guilherme Nobre. Consultoria de pesquisa: Ana Teixeira. Professores de Técnicas: Flávio Rodrigues, Hugo Campos e Maristela Estrela. Figurinos: João Pimenta. Trilha sonora: Ana Fridman e Eder Rocha. Operador de som: Alex Araújo. Design de Luz: Alexandre Zullu. Técnico de Iluminação: Renato Lopes. Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini. Produção: Kelson Barros [Cazumbá Produções Artísticas]. Fotos: Mari Turco e Kelson Barros

Contato Assessoria de imprensa: Luciana Gandelini // Cel: 99568-8773 // lucigandelini@gmail.com

GRUPO ESPARRAMA ESTREIA NOVO ESPETÁCULO NO TEATRO ALFA

Após cativar a todos com o teatro na janela, Grupo Esparrama retorna aos palcos com o espetáculo FIM? De forma divertida, o grupo leva o público para uma passagem pelo fim do mundo e convida as crianças para um novo recomeço.

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Foto: Sissy Eiko

ESPARRAMA PROPÕE REFLEXÕES SOBRE O COMPORTAMENTO DOS HUMANOS EM ‘FIM?’

No dia 01 de outubro, o Grupo Esparrama formado por Iarlei Rangel, Kleber Brianez, Ligia Campos, Luciana Gandelini e Rani Guerra, estreia sua mais nova montagem no Teatro Alfa e convida o público para uma passagem pelo fim do mundo, onde só sobraram duas baratas e dois palhaços. Com o sugestivo nome “FIM?” o grupo propõe importantes reflexões sobre os comportamentos da sociedade contemporânea e questiona: afinal, para onde e de que forma nós, os humanos, estamos caminhando?

Em um cenário de destruição, duas baratas festejam o fim do mundo, pois agora o mundo é só delas. Mas de repente, se deparam com dois seres atrapalhados e esquisitos que acreditam que poderão plantar a semente do novo recomeço: dois palhaços. Irritadas com a presença destes seres, elas passam a executar planos mirabolantes e colocar divertidas armadilhas para que assim eles entendam que não tem mais jeito, que o mundo agora é das baratas. De forma leve e divertida, estes palhaços irão percorrer cenários de guerras, desastres, catástrofes provocadas pelos seres humanos e convidarão as crianças para encontrar uma forma de reavivar tudo o que foi perdido.

FIM? é um espetáculo que trata das diversas perspectivas sobre o fim do mundo. Por um viés ecológico, trata da necessidade de recuperar a natureza, da necessidade de pensarmos formas de consumo consciente e sustentável. E trata também do fim do mundo decorrente da falta do encontro do ser humano com o seu outro. Do fim do mundo que acontece pela falta de diálogo, pela ausência de afetos, pela falta de empatia com a dor do outro. Assim como no espetáculo, onde os dois palhaços buscam um local para plantar essa semente do recomeço, o Grupo Esparrama entende que as crianças e o seu território infantil, são um terreno fértil para também plantar sua semente. Com a interação das baratas, com estes dois palhaços, o grupo pretende instigar e provocar o público, propondo que as pessoas se percebam e tentem imaginar-se no lugar do outro, estimulando uma reflexão sobre o momento em que estamos vivendo, como tratamos o nosso planeta, buscando uma convivência mais afetuosa e humana, como cidadãos do mundo.

“Escolhemos falar com as crianças por que sabemos que elas ainda se deixam afetar, ainda se espantam diante das novidades (sejam boas ou ruins). Queremos continuar falando para as crianças, pois temos esperança de que elas possam emprestar seu olhar inquieto para os adultos. Queremos que elas repitam perguntas que pareçam ingênuas, de tão óbvias que são. Queremos que estas questões sejam repetidas por elas, na esperança que um dia os adultos as ouçam de verdade.”, comenta o diretor do espetáculo Iarlei Rangel.

O Grupo Esparrama ganhou notoriedade por trazer arte para o Minhocão e é um dos grandes responsáveis por dar cara nova a esta região do centro de São Paulo. Esparramando cores, arte e muito bom humor, o grupo cativou a população local e atraiu os olhares de pessoas de diversos lugares, que passaram a incrementar seus domingos de lazer, participando as atividades propostas pelo Esparrama.  Após a explosão do teatro na janela, forma como carinhosamente a população apelidou o projeto onde o grupo apresenta um espetáculo de teatro a partir da janela de um apartamento, localizado em frente ao Minhocão, o Grupo Esparrama volta para falar do fim do mundo, mas mantém sua pesquisa com elementos e importantes reflexões sobre a cidade.

Criado em 2012, o Grupo Esparrama, tem como base de sua pesquisa o estudo do palhaço e das estruturas cômicas em suas variadas expressões nas artes cênicas (rua, palco convencional, intervenções, etc.). Com o projeto de teatro na janela, que surgiu em 2013, atraiu os olhares da crítica especializada, da imprensa nacional, internacional e ganhou notoriedade. Com o projeto ainda sendo realizado de forma independente, foi contemplado com importantes prêmios do teatro: Prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem (Categoria Revelação – pela direção – e Prêmio Crystal Eco de Sustentabilidade) e o Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro, na categoria Melhor Ocupação de Espaço.

Em 2014 o grupo foi contemplado com o programa Rumos Itaú Cultural e em janeiro de 2015 deu início ao projeto Janelas do Minhocão, que contou com importantes ações de ocupação, como uma temporada com artistas convidados (Esparrama Amigos pela Janela), uma temporada do primeiro espetáculo (Esparrama pela Janela), ciclos de debates no Minhocão sobre arte e cidade e culminou com a criação de seu segundo espetáculo “Minhoca na Cabeça”, chegando a reunir 1200 pessoas em uma única apresentação. Para esse espetáculo o grupo contou com os atores convidados Gabi Zanola, Renato Ribeiro e Vinicius Ramos, integrantes da Trupe DuNavô. Ainda em 2015, na segunda edição do Prêmio Zé Renato, foi contemplado e realizou temporadas de seus dois espetáculos feitos especialmente para o Minhocão: Esparrama pela Janela e Minhoca na Cabeça.

Com um publico participativo desde o seu surgimento, o grupo tem em suas redes sociais um ambiente de troca e conversa com seus seguidores, aproximando as pessoas e proporcionando uma vivência para além dos limites de sua janela física. Por isso, em 2016, o grupo resolveu experimentar outra forma de comunicação, através de um canal oficial no youtube. Em parceria com a produtora Bruta Flor Filmes, o Grupo Esparrama lançou o videoclipe “Bem-te-vi”, gravado com um dos personagens mais carismáticos da janela: A Pomba Cantora.  Além de uma gama de pessoas muito diferentes, o grupo contou com um time de convidados de peso! Entre eles, a cartunista Laerte, o ator Ailton Graça, a atriz Bete Dorgam, os palhaços Raul Figueiredo e Ronaldo Aguiar, Gazi Zanola, Renato Ribeiro, Gis Pereira e Vinicius Ramos, da Trupe Dunavô, entre muitos outros membros de coletivos e grupos parceiros. A Pomba Cantora é um boneco produzido pelo cenógrafo e diretor de arte Jaime Pinheiro, que tem uma história de longa data com o Grupo Esparrama, já que foi o grande responsável pela confecção do principal marco do projeto do Minhocão: a janela azul. Além de ter produzido o boneco Jardineiro, personagem do espetáculo Esparrama pela Janela.

Recentemente o grupo foi contemplado pelo mais importante programa de apoio ao teatro da cidade, o Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, para dar continuidade à pesquisa de intervenção urbana a partir de sua janela. Agora o Grupo Esparrama se prepara para estrear seu novo espetáculo e questiona o público: Será o FIM?

Ótima oportunidade de conhecer o trabalho deste grupo que já faz parte do cotidiano da cidade. Mais informações e a programação completa, você encontra na página: facebook.com/esparrama

FICHA TÉCNICA

Direção: Iarlei Rangel. Assistente de Direção: Lígia Campos. Elenco: Kleber Bianez e Rani Guerra. Cenógrafa, Figurinista e Aderecista: Marcela Donato. Iluminação: Tulio Pezoni. Dramaturgia e Trilha Sonora: Grupo Esparrama. Músicas Originais: Rani Guerra. Assessora de Imprensa e Comunicação: Luciana Gandelini. Preparação Corporal: Ronaldo Aguiar. Designer Gráfico e Cenário da Guerra: Amanda Vieira. Confecção de Casacos das Baratas: Ana Griz. Ilustrações do Programa: Marina Faria. Fotógrafa: Sissy Eiko. Produção: Lígia Campos e Iarlei Rangel.

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FIM?

O mundo acabou. Tudo está destruído e só sobraram lixões, campos de guerra, estranhos muros, restos lamacentos de um rio doce e… Duas baratas: Beatriti e Margueriti que, juntas, comemoram este fim.

Elas acreditam que agora o mundo será apenas das baratas. Mas o que elas não sabem é que outros dois seres esquisitos e muito atrapalhados também sobreviveram: os palhaços Batatinha e Nerdolino, que agora perambulam pelo mundo com um mapa, uma semente e muita esperança.

Empenhados em encontrar um novo começo para a humanidade, eles não desconfiam que estão sendo observados pelas baratas, que criarão divertidas armadilhas para “ajudá-los” a entender que o mundo delas é bem melhor sem eles… Será o Fim?

Estreia dia 1º de outubro, sábado, às 17h30, na Sala B do Teatro Alfa

Temporada:  01 de outubro a 27 de novembro – sábados e domingos – Horários: 17h30

Endereço: R. Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro, São Paulo – SP, 04757-000 – www.teatroalfa.com.br  – Telefone: (11) 5693-4000

Ingressos: R$ 30,00 (inteir) e R$15,00 (meia para crianças, estudantes e maiores de 60 anos). Grupo Alfa: 50% de desconto funcionários devidamente identificados. Banco Alfa: 20% de desconto clientes devidamente identificados. Assinantes do teatro Alfa: 10% de desconto. Venda efetuada com cartões de crédito (Amex, Visa, Credicard e MasterCard), de segunda a sábado das 11h às 19h; e domingos das 11h às 17h. Os ingressos poderão ser retirados no próprio teatro no dia do espetáculo. Taxa de serviço de R$ 5,00 por ingresso adquirido para Sala A e R$ 2,00 para Sala B. Call Center Ingresso Rápido: (11) 4003-1212.

Como comprar: Pela internet: A compra via internet está sujeita a cobrança de taxa de conveniência e taxa de entrega. Por Telefone: Bilheteria do Teatro Alfa: 11 5693.4000 e 0300 789-3377. Venda efetuada com cartões de crédito (Amex, Visa, Credicard e MasterCard), de segunda a sábado das 11h às 19h e domingos das 11h às 17h. Importante: Taxa de serviço de R$ 5,00 por ingresso adquirido para Sala A e R$ 2,00 para Sala B. Call Center Ingresso Rápido: 11 4003-1212. Atendimento de segunda a sábado das 9h às 22h e domingos e feriados das 12h às 20h. Pessoalmente (sem taxa de serviço): Bilheteria do Teatro Alfa: Venda efetuada com cartões de crédito (Amex, Visa, Credicard e MasterCard), cartões de débito (Visa Electron e Redeshop) ou dinheiro, de segunda a sábado das 11h às 19h e domingos das 11h às 17h.

Capacidade: 204 lugares – Duração: 50 minutos – Classificação: Livre.
Contato Assessoria de Imprensa – Luciana Gandelini – 99568-8773 // lucigandelini@gmail.com

Após temporadas de sucesso, ATO A QUATRO de Jane Bodie, faz temporada popular no Viga Espaço Cênico a partir de 13 de setembro

Montagem dirigida por Bruno Perillo traz no elenco os atores Nicole Cordery, Luciano Gatti, Carolina Mânica Edu Guimarães

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Em 25 cenas curtas, Ato a Quatro, montagem do texto britânico Fourplay, de Jane Bodie, narra com muito humor o jogo amoroso entre quatro pessoas. O público se identifica imediatamente com as personagens e com as situações. Aos poucos, entretanto, vêm à tona temas atuais como a solidão, o medo, o desejo insaciável e descartável, a obsessão pelo Eu, o voyeurismo e o ressentimento.

As personagens parecem não se comunicar. Muitas vezes falam, mas não se olham. Aproximam-se, mas não se tocam. Uma comédia dramática sobre a solidão do homem, em sua incapacidade de ser livre num ambiente global nunca tão próximo e tão conectado.

Com direção de Bruno Perillo, espetáculo volta ao cartaz dia 13 de setembro para curta temporada no Viga Espaço Cênico. No elenco estão os atores Nicole Cordery, Luciano Gatti, Carolina Mânica e Edu Guimarães.

 Ato a Quatro estreou em fevereiro de 2015 no SESC Pinheiros e teve sua segunda temporada no Viga Espaço Cênico no mesmo ano.  Espetáculo teve duas indicações ao Prêmio Aplauso Brasil (melhor atriz para Nicole Cordery e melhor figurino para Chris Aizner).

Sinopse

O espetáculo conta a história de Alice, uma ex-atriz que agora trabalha como cuidadora e está às voltas com o lento desgaste de sua relação com Tom. Ele é ator e está ensaiando uma peça em que faz o papel do amante de Natasha, uma atriz atraente e determinada, que coloca a sua carreira acima de tudo. Ao longo dos ensaios, Tom começa a levar o seu papel como amante de Natasha muito a sério. A quarta personagem da história é Jack, um jovem enfermeiro que fica obcecado por Alice e passa a observá-la e segui-la, todos os dias, do trabalho até sua casa, no intuito de conhecer sua vida nos mínimos detalhes.

Por dentro desses temas, a autora Jane Bodie costura a sua linha dramatúrgica, brincando com eles, dando-lhes outros significados, até expô-los ao vazio e abrir espaço para novas possibilidades.

Dramaturgia

No texto, a autora Jane Bodie utiliza-se de alguns elementos característicos na estrutura da dramaturgia britânica contemporânea como a fragmentação da estrutura, as cenas curtas e alternantes e a sintaxe metalinguística.

“O título original da obra, além de estabelecer um estado inicial para as personagens, faz, também, uma provocação à direção e aos atores: Fourplay. Um convite ao jogo metalinguístico – o teatro dentro do teatro, dentro de um mundo que já é representação de si próprio, no qual não se sabe mais onde começa e onde termina um evento real”, enfatiza Perillo.

Encenação

A montagem é constituída de 25 cenas curtas, passadas em locais diferentes, exigindo um ritmo preciso entre as trocas de cenas, para descaracterizar o realismo, imprimir velocidade quando necessário e para que as pausas e os silêncios possam fazer sentido. Os quatro atores/jogadores já estarão em cena durante a entrada do público, e em cena permanecerão até o final.

No palco, a cenografia assinada por Chris Aizner e Nilton Aizner traz uma cama redimensionada, que será compartilhada pelas quatro personagens em diferentes ambientes: quarto de Tom e Alice, quarto de Natasha, quarto e casa de Jack, local de trabalho de Alice e Jack. Além da cama, o palco é ocupado por quatro cadeiras, uma pequena mesa e um espelho. A cenografia é completada por uma série de projeções de imagens inseridas em paredes ao fundo ou na lateral, no piso, nos figurinos e nos corpos dos atores.

“A ideia é fazer com que os elementos como luz, vídeo, fotografias, corpos dos atores, cenário, adereços e figurinos criem, juntos, quadros que consigam exprimir as tensões e temperaturas ideais para cada narrativa, cada ação e, em especial, reforçar o caráter não realista da montagem”, detalha o diretor. Já a trilha sonora foi escrita pelo cantor e compositor Dan Nakagawa, especialmente para a encenação. O universo referencial e criativo para as composições é o da música contemporânea.

A luz na montagem tem um papel vital e simbólico, além de servir como elemento diferenciador para climas e ambientes. As fontes de luz foram criadas com formatos distintos: refletores, lâmpadas penduradas, pequenas fontes de led, lanternas, celulares, abajur e globo de luz, com muitos acionamentos e manipulações feitos pelos próprios atores, no palco.

As cores e os tecidos criados por Chris Aizner foram pensados para compor os quadros e as texturas pretendidas pela encenação. Desta maneira, os atores vestem figurinos incompletos que os fazem coexistir com os personagens, ao mesmo tempo em que o espectador tem uma sensação de dúvida diante do que vê.

 FICHA TÉCNICA

Texto: Jane Bodie
Direção e tradução: Bruno Perillo
Elenco: Nicole Cordery (Alice), Luciano Gatti (Tom), Carolina Mânica (Natasha) e Edu Guimarães (Jack)
Assistente de direção: Janaína Suaudeau
Cenografia: Chris Aizner e Nilton Aizner
Figurino: Chris Aizner
Luz: Igor Sane e Flavio Barollo
Instalação audiovisual: Flavio Barollo
Trilha sonora: Dan Nakagawa
Corpo: Marina Caron
Fotografia: Carla Trevizani
Patrocínio: Meimundo
Produção executiva: Janaína Suaudeau
Direção de produção: André Canto
Realização: Canto Produções e Meimundo

SERVIÇO:
Reestreia dia 13 de setembro de 2016
75 minutos
Livre
Viga Espaço Cênico – Sala Viga
Endereço: Rua Capote Valente, 323 – Pinheiros
Telefone: (11) 3801 1843
Terças, quartas e quintas, às 21h
Ingresso: R$ 20,00
Até 6 de outubro

Cia do Sopro estreia o seu segundo espetáculo “COMO TODOS OS ATOS HUMANOS”

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Com dramaturgia e atuação de Fani Feldman e direção de Rui Ricardo Diaz, Como Todos os Atos Humanos estreia dia 4 de agosto no Teatro do Núcleo Experimental para curtíssima temporada.  Novo espetáculo da Cia do Sopro foi criado a partir das obras de Marina Colasanti, Nelson Coelho eGiorgio Manganelli e tem preparação de Antonio Januzelli.

Durante o mês de agosto, os dois espetáculos da Cia ficam em cartaz simultaneamente no Teatro do Núcleo Experimental. Como Todos os Atos Humanos às quintas e sextas e A Hora e Vez (solo de Rui Ricardo Diaz) aos sábados e domingos.

A Cia. do Sopro tem como princípio de sua pesquisa o “Laboratório Dramático do Ator”, de Antonio Januzelli. Após um longo processo de treinamento nasceu o primeiro trabalho da Cia, o solo A Hora e Vez, a partir do conto de João Guimarães Rosa.

Como Todos os Atos Humanos, nasce da continuidade desses estudos e de uma investigação que dá base para verticalizar a pesquisa iniciada com o primeiro trabalho. Colocar o ator à frente da linguagem, tornando-o a própria linguagem é de onde o trabalho emerge, indicando inclusive uma linguagem estética. Trata-se da depuração do universo poético daquele que se propõe a dizer algo.

A naturalização da violência

“O fora e o dentro – o mundo somos nós dentro dele, somos contidos – continentes e conteúdos – e contemos o que nos contém” – Hélio Pellegrino.

 Hoje e sempre nos deparamos mais do que gostaríamos com notícias de mães que matam filhos, de filhos que matam pais, de pais que empurram filhos pela janela, de amantes que esquartejam e espalham pedaços pela cidade. Em “Como Todos os Atos Humanos” atos inegavelmente perversos como esses são comparados a toda e qualquer minúscula busca por sobrevivência, revelando o quanto os ímpetos humanos podem ser devastadores.

 

Sinopse

Filha relata ao público o seu crime. Sem tempo definido, sem nada além do aspecto lúdico pautado por uma lógica própria, no espetáculo o realismo fantástico amplia o espaço entre o real e o território abstrato.

 Sobre Fani Feldman

Formada pela Escola de Arte Dramática EAD – ECA – USP e pela Escola Livre de Teatro. Co-fundadora da Cia. do Sopro. No teatro, seus últimos trabalhos foram “O Burguês Fidalgo” (Moliére), com direção de Hugo Possolo (Parlapatões), “O Anjo de Pedra” (Tennessee Williams), com direção de Inês Aranha; “Kd Eu?” da Cia. Dramática, com direção de Bete Dorgam (Prêmio Miriam Muniz Circulação 2010); “O Amor das Três Laranjas ou Kd Vc?”, também com direção de Bete Dorgam, a partir da obra de Serguei Prokofiev  (Rumos – Itaú Cultural 2009), Ao lado de Sérgio Viotti atuou em “O Dia em que Raptaram o Papa”, de João Bethencourt, com de direção de Iacov Hillel; “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque, também com direção de Iacov Hillel; “Cobra na Geladeira” (Brad Fraser) com direção de Marco Antônio Pâmio, entre outros. Na TV gravou o Programa “Direções II – Uma Escada para a Lua”. No cinema atuou em “Aquém das Nuvens” de Renata Martins.

 

Sobre Rui Ricardo Diaz

É um dos protagonistas da série “Supermax”, da Rede Globo, com estreia prevista para outubro de 2016. É protagonista do longa metragem “Blitz”, de Bosco Brasil, com direção de Renê Brasil, com estreia prevista para 2017. Estreou em 2015 o filme “A Floresta Que Se Move”, de Vinicius Coimbra. Interpreta o Marechal Rondon no longa “Rondon, o grande chefe”, com estreia prevista para 2017. Em 2012 e 2013, trabalhou na novela “Lado a Lado”, da Rede Globo.  Foi indicado em 2011 pela ACIE como melhor ator por interpretar o ex-presidente Lula, no filme “Lula, o Filho do Brasil”. Protagonizou o filme “Aos Ventos Que Virão” (2014), de Hermano Penna. Atua ainda no longa-metragem “De Menor”, de Caru Alves de Souza e Tata Amaral, melhor filme no Festival do Rio de Janeiro em 2013. Entre suas peças, destaque para “O Anjo de Pedra”, de Tennessee Williams, “A Propósito da Chuva”, de Dostoievski, “O Cobrador”, de Rubem Fonseca, “A Colônia Penal”, de Franz Kafka e “Macário”, de Álvares de Azevedo. Trabalhou com os diretores Cacá Carvalho, Paulo Fabiano, Inês Aranha, Marcello Airoldi, entre outros.

Sobre Antonio Januzelli

Diretor e pesquisador das práticas do ator. Professor de teatro da EAD/ECA – USP desde os anos 70, pesquisa o trabalho do intérprete no processo que desenvolve há mais de 30 anos, o “Laboratório Dramático do Ator”. Autor dos livros “Aprendizagem do Ator” Ed. Ática/SP e “Práticas do ator – Relatos de mestres”, este último a ser editado, Januzelli já publicou diversos artigos em importantes revistas

e ministrou cursos no Brasil e no exterior. Formou-se em Direito pela PUC – Campinas em 1966, como ator pela Escola de Arte Dramática – USP em 1970 e fez

Mestrado e Doutorado em Teatro pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo entre 1884 e 1992. Entre os tantos trabalhos que dirigiu em teatro, destaque para o espetáculo “O Porco”, de Raymond Cousse, indicado ao prêmio Shell de melhor ator em 2005, “Um segundo e meio”, de Marcello Airoldi, “Fogo-Fátuo”, de Samir Yazbek, “Querido pai”, a partir de Carta ao Pai, de Franz Kafka, “De Verdade”, de Sandor Marai e “Se eu fosse eu”, a partir de textos de Clarice Lispector.

 

 

 

 

 

 

 

 

Sobre a Cia do Sopro

A partir dos estudos sobre o trabalho do intérprete dentro do “Laboratório Dramático do Ator”, de Antonio Januzelli, nasceu o solo “A Hora e Vez” e a Cia do Sopro. A Cia surge como meio de possibilitar a verticalização do ininterrupto trabalho do intérprete. Trata-se da depuração do universo poético daquele que se propõe a dizer algo. O primeiro trabalho, “A Hora e Vez”, estreou em 2014 no SESC Ipiranga. Em seguida a Cia foi contemplada com o “Prêmio Zé Renato”, realizando uma nova temporada do espetáculo em 2015. “A Hora e Vez” atualmente segue em cartaz no Teatro do Núcleo Experimental. O segundo trabalho “Como Todos os Atos Humanos”, a partir das obras de Marina Colasanti, Nelson Coelho e Giorgio Manganelli, estreia em 04 de agosto de 2016.

 

Ficha técnica

Dramaturgia e atuação: Fani Feldman

Direção: Rui Ricardo Diaz

Assistência de direção: Plínio Meirelles

Treinamento e preparação: Antonio Januzelli

Iluminação: Osvaldo Gazotti

Cenário/Figurino: Daniel Infantini

Idealização: Cia. do Sopro

Produção: Quincas

Fotos: Cabelo Duro Produções

 

Serviço

Estreia: 4 de agosto de 2016

Duração: 60 minutos        

Classificação: 16 anos

Teatro do Núcleo Experimental (R. Barra Funda, 637 – Barra Funda – São Paulo – SP)

65 lugares

Informações: (11) 3259-0898

Temporada: 4 a 26 de agosto

Quintas e sextas, às 21h

R$ 40

Vendas: www.compreingressos.com

Até 26 de agosto

Poupatempo Osasco comemora 8 anos com mais de 11 milhões de atendimentos

Atendimento no Poupatempo Osasco - Divulgação Poupatempo

O Poupatempo Osasco comemora oito anos de atendimento aos moradores da cidade e região nesta sexta-feira, dia 15. A unidade, que disponibiliza diversos serviços públicos em um único local, recebe uma média de 120 mil cidadãos por mês e já registra durante todo o período de funcionamento mais de 11 milhões de atendimentos.

Entre os órgãos mais procurados estão o Detran.SP, com 3,2 milhões de documentos emitidos, como Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e Licenciamento de veículos; o Instituto de Identificação (IIRGD), para RG e Atestados de Antecedentes Criminais, com 1,4 milhões de solicitações; e o e-poupatempo, para serviços públicos pela internet, como a Nota Fiscal Paulista e Boletim de Ocorrência Eletrônico, com 964 mil atendimentos.

A unidade conta também com o programa AcessaSP, Sabesp, Secretaria da Fazenda, Tribunal Regional Eleitoral, correspondente bancário – para pagamento de taxas, entre outros.

Aprovação
Em pesquisa realizada pela empresa Praxian no ano de 2015, a unidade foi aprovada por 93% dos usuários.

O Poupatempo Osasco fica na Avenida Hilário Pereira de Souza, 664 – Vila Iara. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 14h.

Programa Poupatempo

O Poupatempo é um programa do Governo do Estado, executado pela Diretoria de Serviços ao Cidadão da Prodesp – Tecnologia da Informação, que, desde a inauguração do primeiro posto, em 1997, já prestou mais de 498 milhões de atendimentos. Atualmente conta com 71 unidades instaladas na capital, Grande São Paulo, interior e litoral que atendem mais de 171 mil cidadãos por dia.
Em 2016, o Poupatempo foi eleito pelo segundo ano consecutivo o melhor serviço público de São Paulo pelo Instituto Datafolha. Em pesquisa anual de satisfação, obteve 97% de aprovação dos usuários e a Prodesp, que administra o Poupatempo, foi eleita a melhor empresa do Brasil no setor de indústria digital, no rankingMelhores & Maiores 2016 da revista Exame.