Variedades

Exercitar-se no frio pode aumentar as chances de adquirir problemas cardíacos

Especialista alerta para os riscos da prática de atividades físicas nos dias mais frios e como se prevenir deles

 

Maio de 2017 – Muitas pesquisas revelam que as baixas temperaturas aumentam a incidência de doenças, principalmente respiratórias e/ou infecciosas. Há também uma ampliação de até 30% de infartos nos dias mais gelados (dados da Sociedade Paulista de Cardiologia – Socesp).

 

De acordo com o Dr. Élcio Pires Júnior, coordenador da Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular e coordenador das Unidades de Terapia Intensiva do Hospital e Maternidade Sino Brasileiro, “quem se exercita no frio precisa se precaver porque, em baixas temperaturas, o organismo produz substâncias que provocam a contração dos vasos sanguíneos, o sangue não chega onde deveria e isso pode gerar problemas como acidente vascular cerebral (AVC) e infarto”.

 

Como o praticante transpira menos, o frio traz a (falsa) sensação de menor desgaste e de que o corpo responde melhor ao exercício, principalmente no início da atividade. No entanto, essa percepção representa um maior risco, por ocorrer uma maior sobrecarga tanto para os músculos, como para o coração, e o atleta nem perceber.

 

Isso porque o corpo humano possui temperatura de 36,5 graus e está apto a realizar exercícios físicos em temperatura até 20 graus. Abaixo disso, exige-se um preparo especial. Sem dizer que em marcas inferiores a 14 graus a atenção deve ser mais redobrada para amenizar os riscos à saúde.

 

Outro agravante é a mudança brusca de temperatura. A transição de um local aquecido para um ambiente mais frio, conhecida como choque térmico, pode desencadear alterações cardíacas. “Isso explica os altos índices de problemas cardíacos ao realizar exercícios físicos pela manhã, as pessoas saem de suas camas e de suas casas com o corpo quente para praticar atividades ao ar livre (gelado) ou em ambientes frios”, complementa o Dr. Élcio.

 

Para não deixar de fazer exercícios em dias mais frios e manter a saúde, siga as dicas abaixo:

  1. Faça alongamentos e aquecimentos (que pode ser uma caminhada de 15 a 20 minutos ao ar livre ou na esteira), antes da atividade.
  2. Proteja a cabeça, mãos e pés: vista calças e camisetas de manga longa e coladas na pele (leggings e segunda pele) – de preferência com tecido térmico e/ou tecnológico para maior conforto – e até uma jaqueta corta-vento. Gorro, luvas e até óculos também são recomendados para deixar menos espaço para a passagem de ar, protegendo melhor do frio.
  3. Se a atividade for na piscina, prefira roupas de borracha para natação que ajudam a manter a temperatura do corpo quente ao longo das práticas esportivas.
  4. Beba líquidos quentes (chá, café, chocolate quente e sopas) antes e depois dos treinos.
  5. Prefira a respiração nasal.

 

Sobre o especialista: Dr. Élcio Pires Júnior é coordenador da Cardiologia e Cirurgia Cardiovascular e coordenador das Unidades de Terapia Intensiva do Hospital e Maternidade Sino Brasileiro. É membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e membro internacional da The Society of Thoracic Surgeons dos EUA. Especialização em Cirurgia Cardiovascular pela Real e Benemérita Associação Portuguesa de Beneficência de São Paulo e Pós-Graduação em Cirurgia Endovascular e Angiorradiologia pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Fanpage: facebook.com/drelciopiresjr

LinkedIn: www.linkedin.com/in/elciopiresjunior

Celebre o Dia dos Namorados na Família Burger e ganhe um Petit Gateau

Para comemorar o dia dos namorados, a Família Burger, tradicional hamburgueria em Perdizes, vai deixar a data ainda mais doce. A casa irá oferecer o famoso Petit Gateau que almoçar ou jantar na casa. A sobremesa, bolinho de chocolate com recheio de chocolate quente acompanhado de uma bola de sorvete de creme e farofa, é uma tradicional sobremesa francesa, requintada e ao mesmo tempo sacia a todos que a provam, venha experimentar!

A tradicional hamburgueria de Perdizes possui um ambiente descontraído e acolhedor e, ainda, traz em seu cardápio várias opções de hambúrgueres, sanduíches e beirutes, além das sobremesas.

Serviço:

Família Burger

Rua Monte Alegre, 681 – Perdizes

Tel: (11) 3672-8989

Horário de funcionamento: segunda a domingo das 10h00 às 23h00

Estacionamento no local

Aceita todos os cartões de crédito

Sobre a Família Burger

A hamburgueria aposta no conceito de burgers de bairro, com sanduíches artesanais e mais saudáveis. Os sanduíches são preparados cuidadosamente sem gordura, com poucos condimentos e ingredientes criativos (versões exóticas como o hambúrguer no pão sírio e o digestivo servido com abacaxi). A casa também serve lanches mais tradicionais como mistos-quentes, hot dogs, beirutes, grelhados, saladas e sobremesas como o Milk Shake de Nutella. Está localizada no bairro das Perdizes: Rua Monte Alegre, 681 – Perdizes.

Festa Junina da Escola Internacional será tipicamente “caipira”

Festa Junina será beneficente e todo o lucro obtido durante a festa e com a venda dos ingressos para entidade sem fins lucrativos, que abriga crianças e jovens vítimas de HIV

 

A tradicional Festa Junina da Escola Internacional de Alphaville, escola brasileira de educação internacional localizada em Barueri (Grande São Paulo), acontecerá no dia 10 de junho, (sábado), das 10h às 17h30 e será tipicamente “caipira”, com comidas típicas, danças regionais, barracas de brincadeiras, bingo e diversas outras atrações. A festa, que será aberta ao público da região, é beneficente e neste ano, conta com a organização das mães que integram o Grupo “Parents in Action – Ações Sociais”. Dentre as prendas arrecadadas, estão uma TV 40’’, Ipads e bicicletas.

 

Os alunos de Teens (Ensino Fundamental I) e High School (Ensino Médio) trabalharão como voluntários nas barracas, além de participarem das apresentações com roupas caipiras de danças típicas, juntamente com os alunos do Kids 1 (Educação Infantil) Junior 5 (Ensino Fundamental II). Na ocasião, os demais alunos e pais poderão ir vestidos a caráter.

 

De caráter beneficente, o principal objetivo é, por meio da confraternização da comunidade escolar, de doar toda renda arrecadada na festa com a venda dos ingressos (com o valor de entrada de R$ 25,00) e consumo nas barracas para o Sítio Agar, instituição que oferece abrigo e educação para crianças e adolescentes portadores do vírus HIV.

 

Além do casamento caipira e quadrilha, também estão previstas brincadeiras tradicionais, como boca do palhaço, pescaria e argola.

 

 

Serviço:

Festa Junina beneficente tipicamente “caipira” – Escola Internacional de Alphaville
Data:
10/06/2017
Horário: das 10h às 17h30
Ingressos: R$ 25,00 – que serão revertidos para a instituição de crianças e adolescentes portadores do vírus HIV, Sítio Agar / ingresso à venda na Escola.

Aberta a toda comunidade escolar.
Endereço: Av. Copacabana, 624 – Alphaville – Barueri – São Paulo
Mais informações pelo telefone: (11) 4134 6686.

http://www.escolainternacional.com.br/bra/

 

 

Perfil

A Escola Internacional de Alphaville diferencia-se por seu projeto educacional arrojado e adequado à sociedade contemporânea. Foi criada segundo as mais avançadas e eficientes conquistas na área de educação, garantindo uma formação internacional altamente qualificada, ao preparar seus 640 alunos de 17 nacionalidades para um mundo competitivo por meio de uma visão pluralista e de incentivo às múltiplas competências e habilidades. Hoje, cerca de 10% dos alunos são estrangeiros, sendo a maioria, filhos de executivos expatriados. Dentre os projetos, aulas de empreendedorismo, aulas de educação financeira, o Life@School Tablet Program – que alia atividades pedagógicas ao uso de iPads – e o projeto de voluntariado Janelas para o Futuro. Em 2015, foi aprovada como escola candidataIB-PYP (International Baccalaureate® World School – Primary Years Programme), um programa acadêmico fundado em 1968, na Suíça, e adotado por mais de 4.000 das melhores escolas de 148 países, que prima pelo rigor acadêmico, o método de avaliação e a ênfase no desenvolvimento pessoal dos alunos. Após o êxito em seu processo de candidatura, a Escola Internacional se juntará ao seleto grupo de 10 escolas que oferecem o IB-PYP no Brasil.

Pousada Colinas de Cabreúva se renova em nova direção

Jovens empreendedoras  assumem o local e levam para região novidades e atrações mantendo a tradição

 

A menos de 90 km de São Paulo, a pousada Colinas de Cabreúva vive uma nova fase em seus mais de 35 anos de história. Sob nova direção, agora na liderança de Stella Pinheiro e Tatiana Cazarim, o local apresenta as opções de apartamentos, chalés, cabanas e camping para hospedagem e diversas atividades dentro e fora dos mais de 250 mil metros quadrados de área.

Muito tradicional na região, o território foge do espaço urbano. Com ampla estrutura, e repleto de paisagens naturais, o local é próximo a um templo budista, de rotas de ciclistas, fazendas e cachaçarias. Dentro, um restaurante com comidas caseiras e WiFi gratuito, uma quadra poliesportiva, piscinas com tobogã, pub com mesas de jogos, trilhas para caminhadas e espaço para camping, fazendo da Pousada um lugar capaz de atender os mais diferentes tipos de público.

A pousada está localizada a poucos quilômetros do centro histórico de Cabreúva

Mudança Radical
Para atender as exigências dos hóspedes habitués e aos que buscam conhecer o local, as novas administradoras repaginaram o espaço. Em apenas seis meses já são bastante perceptíveis as mudanças.

Além dos locais de hospedagem, que conta com a reforma de 20 chalés e todos os 10 apartamentos, o restaurante, o bar e a academia foram reabertos, e um pub e uma área para jogos foram criados. Para o futuro, está no planejamento a restauração da área da piscina e da cancha de bocha. Também contará com a construção de um espaço para meditação, ampliação da área reservada para chalés de mensalistas, que usufruem de seu espaço fixo para momentos com família e amigos, e a reestruturação  da área de camping principal.

O restaurante da Pousada foi reaberto com um cardápio de comidas caseiras, elaborados com ingredientes da culinária local. Os hóspedes que mantêm uma dieta de alimentação natural, encontram no menu pratos vegetarianos. Ainda no ambiente e no bar, estão disponíveis caipirinhas feitas com as cachaças artesanais da região.

Roteiro de tranquilidade para todos os públicos

Um dos grandes atrativos do local é a curta distância do centro histórico de Cabreúva. Integrante do Roteiro dos Bandeirantes, a cidade é reconhecida pelas cachaçarias, fazendas com atrativos naturais e produção rural, um Mosteiro Budista Tibetano e o Templo de Meditação Kadampa, maior do mundo para os praticantes do estilo, e os hóspedes que estiverem na pousada por conta disso, também contam com descontos de até 30% na estadia.

Outro ponto que chama a atenção de turistas é o “Caminho do Sol”. A rota, que tem na Pousada uma das paradas para descanso, traz aos seus participantes o contato direto com a natureza, onde peregrinos de diferentes lugares do Brasil fazem os mais de 200km a pé ou de bicicleta para se preparem para o Caminho de Santiago de Compostela.

A estrutura é bike friendly com toda estrutura e segurança. Aos ciclistas são oferecidos descontos de até 30% que por lá decidirem ficar. Animais domésticos são bem-vindos no local. A  Pousada é Pet Friendly , onde os animais podem permanecer com seus donos nos chalés, apartamentos e nas áreas comuns de lazer.

O chalé combina natureza e o conforto, e proporciona agradáveis momentos de descanso

Sustentabilidade e Responsabilidade Social

No desenvolvimento do projeto, tudo na readaptação do local para o acesso do público foi reaproveitando móveis antigos e reciclando itens encontrados na própria pousada. Outras coisas que não seriam reutilizadas, foram doadas para a comunidade da cidade, como camas, colchões, armários, além de itens de cozinha como pratos e panelas. A nova gestão também implantou a separação de lixo reciclável, tornando o local ainda mais limpo e sustentável.

Na proposta de interação com a cidade, as empreendedoras têm como  objetivo de empregar pessoas da própria localidade, além um projeto com uma Escola Técnica da região para oferecer estágios aos estudantes da área de turismo.

As entusiastas da cidade grande

Na atual situação financeira do país, para a maior parte das pessoas, deixar a segurança do mercado de trabalho para navegar no empreendedorismo pode parecer inviável. Porém, este não é o caso da carioca Tatiana Cazarim e da paulistana Stella Pinheiro, que, depois de anos em cargos de liderança no mercado de varejo e luxo, toparam uma literal aventura ao assumir a administração de uma pousada em Cabreúva, no interior de São Paulo.

A forma como a situação surgiu é inusitada. Até o ano passado, o projeto inicial da dupla era abrir uma empresa de reformas residenciais. E enquanto procuravam por uma marcenaria em Vinhedo, onde Stella possui residência, surgiu um o anúncio de uma pousada em Cabreúva, apenas 30 minutos de onde estavam, para arrendamento.

Tanto Tatiana, quanto Stella, estavam exaustas com a correria de São Paulo, as altas exigências do mundo corporativo, além do pouco tempo para família, filhos e amigos. Portanto, a circunstância imediatamente chamou atenção, e elas foram conhecer o local. Chegando, foi amor à primeira vista, muitas ideias na cabeça e já iniciaram as negociações para assumir o negócio. A expertise corporativa permitiu uma grande oportunidade, e as duas comandam a renovação da pousada Colinas de Cabreúva desde outubro de 2016.

O planejamento ainda se inicia, e o futuro é promissor. Num espaço de três anos, o objetivo da dupla de empreendedoras é de transformar ainda mais o local. “ Nosso intuito é colocar todos os chalés em funcionamento para recepção de hóspedes e mensalistas, totalizando 66 acomodações reformadas. Vislumbramos também criar áreas de bem estar com massagens e tratamentos terapêuticos, além das demais áreas de convivência ao ar livre que compõem a propriedade. Dentro desse prazo, nossa ideia é nos tornamos referência tanto para turistas vindos das grandes cidades em busca de tranquilidade, como também, ser uma opção para eventos particulares e corporativos”, afirma Tatiana Cazarim, uma das proprietárias da Pousada Colinas de Cabreúva.

 

Serviço

Pousada Colinas de Cabreúva
Endereço: Rod Vereador José de Moraes Km 5
WiFi: Na área de bar e restaurante
Área de fumantes: Fora das habitações
Área para crianças: playground, piscina infantil, área de jogos e monitoria em feriados.
Pet Friendly: Todos os pets.
Estacionamento: Sim
Área de bar e restaurante
Área de piscina e churrasqueiras
Quadra poliesportiva e de areia
Pub com mesa de sinuca e carteado
Possibilidade de estruturação do restaurante para cursos e palestras
 Horário de funcionamento da recepção: das 8h às 22h

Contatos e Valores para Reservas

Telefone:(11) 4528.1598 / (11)96060.8238
Site: www.colinasdecabreuva.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/colinas.decabreuva/
Instagram:@pousadacolinasdecabreuva
Valores: a partir de R$100 por pessoa em acomodação dupla
Férias e feriados valores especiais
Tarifas corporativas a partir de R$60
Formas de Pagamento: 50% na reserva e 50% no check in
Cartões: todos

Primator: banda anuncia novo guitarrista e segue compondo novo álbum

“Poderosa, criativa, técnica e cheia de conteúdo” (Dossiê do Rock); “Transpira autenticidade” (Blog Na Mira); “Mais um álbum para a lista de grandes lançamentos nacionais de 2015” (A Música Continua a Mesma); “Extremamente bem feito!” (Música e Cinema); “Muito bom!” (Arte Metal); “Uma das melhores bandas de Heavy metal que nós escutamos na atualidade” (Resenha do Rock).

Essas foram algumas declarações que a banda paulistana de heavy metal tradicional Primator conquistou na imprensa especializada com seu disco de estreia, “Involution”. O álbum também foi eleito um dos “Melhores Álbuns Nacionais de 2015” pelo Heavynroll, Mundo Metal e Roadie Metal e chegou a ser indicado para o Prêmio Dynamite na categoria “Melhor Álbum de Heavy Metal”.

Numa entrevista recém publicada pelo site Metal Na Lata, o baixista André dos Anjos falou sobre a pressão de compor e gravar um novo álbum ainda melhor que seu antecessor.

“Acredito que para todo artista o reconhecimento por parte dos fãs e o anseio destes por novos trabalhos é o principal combustível que nos faz seguir em frente e continuar trabalhando. Essa “pressão” é o que nos torna curiosos em ver a reação do público a cada novo som que fazemos! É bem como uma troca mesmo. Faz com que nós sempre busquemos nos aperfeiçoar.”

Esse aperfeiçoamento que o Primator quer entregar em seu próximo trabalho, que já está em avançado processo de composição, agora terá a ajuda de um novo integrante, o guitarrista Lucas Almeida.
Professor de guitarra na Play Arte Musical em São Paulo, Lucas vem para substituir o antigo guitarrista Diego Lima que deixou o grupo amigavelmente para seguir outros projetos pessoais.

Lucas Almeida é formado pelo IG&T e além da experiência como educador, já dividiu o palco com mestres da guitarra como Steve Vai, Andy Timmons, Edu Ardanuy, Faiska, Michel Leme, André Christovam, entre outros.

“Conheci o som do Primator em um festival no qual eu também toquei com uns amigos”, conta Lucas. “Isso foi há mais ou menos quatro anos e na ocasião o Rodrigo cantou algumas músicas conosco. Achei o som da banda sensacional. Imediatamente virei fã e fiquei na expectativa do disco “Involution” que estava prestes a ser gravado. Fiquei muito feliz por ter sido selecionado para ocupar o posto do grande Diego, um guitarrista fantástico e que admiro muito. Darei o meu melhor para contribuir com as novas composições e também manter o nível das antigas. Estou muito empolgado!”

O novo álbum do Primator será produzido por Mario Linhares (Dark Avenger). A primeira parceria entre o grupo e o produtor foi o videoclipe da música “To Mars”, composição do próprio Linhares.

Para assistir, acesse: https://youtu.be/cxEa36E3WCY

Mais Informações:
www.bandaprimator.com.br
www.facebook.com/bandaprimator
www.soundcloud.com/bandaprimator
www.twitter.com/primatormetal

UMA VIDA BOA estreia em São Paulo dia 6 de abril no Teatro Eva Herz

Com direção de Diogo Liberano e texto de Rafael Primot, espetáculo traz no elenco Amanda Mirásci, Daniel Chagas e Julianne Trevisol. Peça recebeu indicações aos prêmios Cesgranrio e APTR no Rio de Janeiro em 2015

Julianne Trevisol e Amanda Mirásci em foto de Renato Mangolin

Sucesso de público e crítica no Rio de Janeiro, Uma vida boa estreia em São Paulo realizando temporada de 06 de abril a 26 de maio de 2017 no Teatro Eva Herz. Com direção de Diogo Liberano e texto de Rafael Primot, o espetáculo traz Amanda Mirásci como protagonista e idealizadora do projeto ao lado de Pablo Sanábio. Daniel Chagas e Julianne Trevisol completam o elenco da peça, o mesmo desde 2014 quando estreou.

Baseado em uma história real ocorrida nos Estados Unidos em dezembro de 1993, Uma vida boa apresenta a história de B., um homem nascido num corpo de mulher, que enfrenta as consequências de sua decisão e acaba sendo assassinado por isso. O fato que deu origem ao espetáculo inspirou também o documentário The Brandon Teen a Story(1998) e o filme Meninos não choram (1999).

Uma vida boa propõe uma discussão ampla que vai além da questão da sexualidade e da transexualidade. É peça sobre amor e também sobre a intolerância humana. “Estava em busca de um trabalho que pudesse ter um forte impacto sobre o público e, quando cheguei a esse acontecimento real, eu mesma fiquei impactada com a beleza e a violência dele. Interpretar um transexual me exigiu uma composição muito delicada e um estudo muito longo e aprofundado”, lembra Amanda.

Para compor o personagem B., Amanda assistiu a diversos documentários e filmes como Tomboy (2011), além de estudar o livro Viagem solitária (2011) de João Nery, o primeiro trans homem a ser operado no Brasil. “Pude perceber como esse assunto ainda é desconhecido para muitas pessoas. Escutamos coisas como ‘aquela menina que se veste de menino’ ou ‘aquele menino que finge que é menina’, porém, não é nada disso. É um dilema humano e profundo, sobre uma pessoa que, de fato, sente e acredita ter nascido no corpo errado”, conta a atriz.

Para a criação da dramaturgia, Rafael Primot se baseou naquilo que foi publicado na imprensa na época da tragédia. No entanto, mais do que tentar ser fiel aos fatos, o dramaturgo informa: “aproveitei situações reais, mas busquei criar uma nova narrativa a partir do real”. Assim, em Uma vida boa, o que se apresenta é a mesma história, porém, através de uma cronologia descontinuada, que visa oferecer ao público deslocamentos entre o tempo presente e o fato ocorrido no passado.

A partir dos desafios da dramaturgia, a cenografia, composta por Brunella Provvidente, apresenta estruturas finas de aço que remetem a portas, janelas e molduras vazadas, sugerindo um espaço frágil tal como parece ser a memória e também a vertigem acelerada da atualidade. A estética do espetáculo inspira-se nas cores e pinturas do anglo-irlandês Francis Bacon, apresentando um jogo de revelações e ocultamentos, tal como parece ser o dilema vivido por B..

É nesse universo que o diretor Diogo Liberano propõe o seguinte jogo de cena: “na memória, encenamos o fato tal como ele aconteceu, logo, as personagens vivem aquela história sem possibilidade de modificá-la. Já no espaço da atualidade, flagramos estas personagens no tempo presente, reféns de alguma consciência crítica sobre os fatos do passado que, hoje, podem apenas ser lembrados. O espaço da memória só está vivo porque as personagens se lembram dessa história hoje, no mesmo tempo em que o público que vai ao teatro”, explica o diretor.

Uma vida boa estreou em março de 2014 no Teatro Oi Futuro do Flamengo no Rio de Janeiro. Em julho do mesmo ano, fez segunda temporada no Centro Cultural Justiça Federal (CCJF). A peça recebeu três indicações ao prêmio Cesgranrio 2015(melhor texto para Rafael Primot, melhor atriz para Amanda Mirásci e melhor iluminação para Daniela Sanchez) e duas indicações ao prêmio APTR 2015 (melhor atriz para Mirásci e melhor iluminação para Sanchez, tendo sido vencedor nessa última categoria).

SINOPSE

Escrito por Rafael Primot e dirigido por Diogo Liberano, o drama Uma vida boa é baseado na história real de Brandon Teena (também apresentada no filme “Meninos não choram”) e nos acontecimentos que o tornaram vítima de um crime de ódio em dezembro de 1993 nos Estados Unidos. A peça apresenta a história de um rapaz nascido em um corpo de mulher e a sua luta por ser quem ele era: um homem.

FICHA TÉCNICA

Texto: Rafael Primot

Direção: Diogo Liberano

Elenco: Amanda Mirásci, Daniel Chagas e Julianne Trevisol

Diretora assistente: Dominique Arantes

Trilha sonora original: Diogo Ahmed Pereira

Iluminação: Daniela Sanchez

Figurinos: Bruno Perlatto

Cenário: Brunella Provvidente

Assistente de cenografia: Ana Machado

Direção de movimento: João Pedro Madureira

Preparação vocal: Verônica Machado

Projeto gráfico: Daniel Vides Veras
Design gráfico: Ale Pessôa
Diretor de Palco: Fernando Queiroz
Mídias sociais: Teo Pasquini
Assessoria de imprensa: Pombo Correio
Foto de cena: Renato Mangolin
Foto de divulgação: Sérgio Baia
Produção local: Andreia Porto
Produção geral: Ana Lelis
Produtoras associadas: Amanda Mirásci e Ana Lelis
Idealização: Pablo Sanábio
Realização: Arrakasta Produções Artísticas

 

SERVIÇO TEATRO EVA HERZ

 

Espetáculo:Uma vida boa

Temporada:06 de abril a 26 de maio de 2017
Dias e horários: quintas e sextas, às 21h

** Dias 14 e 21 de abril, às 18h

 

Após o espetáculo, o elenco faz um debate com a plateia.

 

Teatro Eva Herz

Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2073 – Bela Vista, São Paulo

Telefone: (11) 3170-4059

164 lugares

16 anos

60 minutos

R$ 40

 

Vendas: Ingresso Rápido

COLÔNIA PENAL

Espetáculo de dança inspirado na obra homônima de Franz Kafka (1883 -1924) e na ditadura militar brasileira (1964-1985)

Temporada de 30 de março a 23 de abril

Direção, concepção e coreografia de Sandro Borelli

Foto: Junior Cecon

A abordagem da condição humana e social implícita nas obras de Kafka é de uma atualidade desconcertante; e se aproxima do que julgamos urgente e fundamental discutir na sociedade contemporânea. Kafka nos dá uma visão ampla e original do indivíduo em relação ao meio em que está inserido. A opressão, o aprisionamento e a desesperança deste homem que traz em si as marcas de sofrimento de um mundo alienado são temas recorrentes em sua obra.

O escritor Checo faz uma análise crítica sobre o instituto da pena, analisando os seus limites, a sinistra imposição de penas baseadas em castigos corporais pelo Estado e ilustra com clareza e precisão as barbáries que constituíam as técnicas medievais na aplicação desses castigos punitivos. É uma crítica aberta aos regimes despóticos nos quais o processo judicial e o direito de liberdade são subjulgados.

O espetáculo propõe que o insólito e o absurdo possam ser percebidos em várias situações: Numa detalhada descrição de métodos de tortura dos regimes antidemocráticos abrigando e encobertando assassinos; na cruel e irônica omissão de um observador estrangeiro;na estranha relação entre o poder oficial e o condenado.

O coreógrafo Sandro Borelli e Grupo ampliam a pesquisa em direção as torturas cometidas pela ditadura militar no Brasil nas décadas de 60,70 e 80 resultando com a morte e desaparecimento de centenas de brasileiros contrários ao regime da época.Constrói uma estrutura de gestos, ações e movimentos resultando uma dramaturgia corporal teatralizada, para gerar um jogo de tensão no espectador.

Colônia Penal caracteriza-se como um atentado contra a dignidade humana. É o anti-herói kafkiano lançado, torturado e executado nos porões da ditadura militar brasileira.


Ficha Técnica

Intérpretes: Alex Merino, Amanda Santos, Everton Ferreira, Laia Mora, Mainá Santana e Rafael Carrion.
Concepção, direção e coreografia: Sandro Borelli
Trilha sonora e arte gráfica: Gustavo Domingues
Fotografia: Júnior Cecon
Luz: Sandro Borelli
Figurino e cenário: Grupo

Preparação Corporal: José Ricardo Tomaselli e Vanessa Macedo
Direção de produção: Júnior Cecon
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

 

TEMPORADA:

De 30 de março a 23 de abril de 2017

Quinta à sábado: 21h
Domingo: 19h

 

 

Duração: 70 minutos

Recomendação: 16 anos

Lotação: 50 lugares

Ingressos: um quilo de alimento não perecível

ESPETÁCULO MEMÓRIAS DA RABECA ESTREIA NO SESC POMPÉIA

 

Foto: Daniel Cunha

Com 17 anos de estrada e uma pesquisa extensa sobre a cultura popular brasileira, a Cia. Mundu Rodá de Teatro Físico e Dança (SP) se prepara para estrear o seu novo espetáculo no dia 10 de março, no palco do SESC Pompeia. O grupo convida o público para uma deliciosa viagem pelo universo da rabeca brasileira, instrumento considerado o precursor do violino, que é encontrado em diversas manifestações populares e religiosas.

 

O espetáculo Memórias da Rabeca tem direção de Juliana Pardo e atuação de Alício Amaral. O monólogo gira em torno da narrativa de sete rabecas diferentes e é resultado de uma intensa pesquisa artística em comunidades de rabequeiros como: Caiçara, Quilombola e Indígena do litoral paulista, e comunidades do Nordeste, como Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte. A partir desta pesquisa, foram descobertas diversas histórias envolvendo o instrumento como a de Fabião das Queimadas (1848-1928), escravo que comprou sua liberdade com o dinheiro conquistado através de sua rabequinha e Cego Oliveira (1883-1977), que enxergava o mundo de uma forma singular por possuir uma baixa visão.

 

A montagem revela memórias guardadas por estas rabecas através do diálogo entre teatro, música e dança, colocando em foco as dinâmicas das relações entre indivíduo e rabeca, dando voz a fatos históricos que fazem parte da construção da identidade cultural brasileira. Com toque penetrante, som por som, nas suas inúmeras possibilidades de ser e se reinventar, cada rabeca documenta histórias e memórias – por vezes inesperadas – de lugares quase esquecidos deste país. Neste contexto, o ator-dançarino e músico dialoga com questões emergentes – como as retiradas de Comunidades Caiçaras e Quilombolas de suas terras para demarcações de reservas ambientais – percorrendo memórias e sonoridades que convergem nas questões de identidade cultural.

 

O espetáculo teatral propõe escutar por meio da palavra, do som, do corpo e da madeira, falando de sete diferentes movimentos norteadores resultantes da pesquisa, sendo eles:

 

Cegos Rabequeiros – criado a partir dos registros de “Toadas de Cegos” de Mário de Andrade, e de histórias sobre os rabequeiros Cego Oliveira (1883-1977), Cego Aderaldo (1878-1977) e Cego Sinfrônio (1880-?). De quatro cantadores famosos que se acompanhavam à rabeca, citados na literatura brasileira, três são cegos, o que sugere a rabeca como instrumento intimamente associado a cantadores portadores desta deficiência;

Maneirinha – Peça instrumental criada para a rabeca de Seu Nelson, rabequeiro de Alagoas, cuja potência e o timbre especial protagonizam a obra;

Boi da Mão de Pau – Inspirado no romance tradicional do poeta e rabequeiro Fabião das Queimadas (1848-1928), ex-escravo que comprou sua liberdade e de seus familiares através do dinheiro arrecadado com sua música e poesia. O romance é sobre a história de um boi que escolhe saltar de um precipício ao invés de tornar-se prisioneiro;

Cultura Caiçara, Fandango (Resistência e Tradição) – Coloca em foco a cultura caiçara paulista, os mutirões de trabalho, o Fandango (estilo musical caracterizado pela dança, de origem europeia, datada desde o período barroco) e questões sócio-político-ambientais;

Iauaretê – Inspirado no conto Meu Tio Iauaretê, de Guimarães Rosa, percorre as fronteiras entre humanidade e animalidade, revelando a ligação profunda do homem com sua natureza e outros aspectos da cultura indígena;

Redemunho – Criado a partir de relatos e histórias sobre tocadores pactários em busca de habilidades musicais extra-humanas. Livremente inspirado em passagens do romance Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa;

Minha Chã – Memórias do próprio artista, Alício Amaral, do período em que residiu com sua companheira, Juliana Pardo, na Chã de Esconso (comunidade do interior da Mata Norte de Pernambuco).


Ao longo do tempo, a Cia. Mundu Rodá (criada em 2000) construiu uma trajetória artística marcada pelo diálogo entre o trabalho do ator/dançarino/músico e as manifestações tradicionais. Está sempre em busca de uma expressão artística contemporânea capaz de revelar os traços e os fundamentos da identidade cultural brasileira.

 

Nas criações realizadas, assim como na atuação formativa desenvolvida por seus fundadores, Juliana Pardo e Alicio Amaral, a Cia. busca incorporar muito mais do que as informações mais evidentes das formas populares, buscando conexões com as mensagens deixadas pelos povos, por meio das gerações, e narrando cenicamente as histórias pouco ouvidas até agora.

 

Seus trabalhos procuram os fundamentos mais primordiais da corporeidade brasileira e marcam o encontro de povos de origens distintas, apoiada em uma cultura fundamentalmente oral, na qual a pluralidade rítmica transborda um modo de viver que não estabelece limites rígidos entre brincadeira, expressão, formação, crença e arte.

 

Além da temporada do espetáculo Memórias da Rabeca, a dupla (Juliana e Alício) realiza duas oficinas no Sesc Pompeia durante o mês de março, com intuito de abordar, discutir e disseminar o tema. Se programe para participar das atividades e assistir este espetáculo surpreendente da Cia Mundu Rodá. Um convite para rabecar, com este que é uma das maiores referências no estudo da Rabeca do Brasil! Mais informações na fanpage Mundu Rodá ou no site: www.munduroda.com

FICHA TÉCNICA

Direção artística: Juliana Pardo | Artista intérprete: Alício Amaral | Figurino e Cenário: Eliseu Weide | Assistente Cenotécnico: Wanderlei D.lascko | Composição e direção musical: Alício Amaral | Dramaturgia e textos: Alício Amaral e Juliana Pardo | Desenho de luz: Eduardo Albergaria

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini | Fotos: Daniel Cunha | Colaboração/provocação artística: Jussara Miller, Roberta Carreri (Odin Teatret), e Luiz Fiaminghi | Orientação/Rabequeiros tradicionais: Zé Pereira, João Firmino, Agostinho Gomes, Zé Lucas, Carlos Raymundo, Benedito Nunes, Oswaldo Curió, Luiz Paixão, Nelson da Rabeca e Damião

 

Memórias da Rabeca

Temporada: 10 de Março a 02 de Abril de 2017, quinta a sábado, às 21h, e domingo, às 19h.

Duração: 50min – Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos

Ingressos: R$7,50 (credencial plena/trabalhador no comércio e serviços matriculado no Sesc e dependentes), R$12,50 (pessoas com +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e  R$25,00 (inteira).

Espaço Cênico – Sesc Pompeia – Rua Clélia, 93 – Pompéia – São Paulo – SP – (11) 3871-7700 – Não possui estacionamento no local.

Contato Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini – 99568-8773 – lucigandelini@gmail.com

Selvagens à Procura de Lei faz show em Carapicuíba

(Foto: Pedro Margherito)

Após um ano de agenda lotada, a Selvagens à Procura de Lei dá continuidade a turnê Praieiro que em 2016 passou por mais de 20 cidades em todo o Brasil. Desta vez, o show ocorre no Simple Pub Music, dia 12 de março (domingo), a partir das 14h. O grupo brasiliense de rock Dona Cislene também é uma das atrações do evento e a abertura fica por conta das bandas Azoo, Relize e Aeranova.

Na ocasião, além dos sucessos “Brasileiro” e “Despedida” (Selvagens à Procura de Lei – 2013), o repertório será composto por músicas do mais recente trabalho, Praieiro (2016), que se tornou um símbolo de referência às tardes livres, que deixaram de ser tão frequentes desde que o grupo de rock se mudou – em 2013 – de Fortaleza para São Paulo. Inclusive, a deslocalização geográfica do grupo influenciou diretamente nas novas canções. De refrão explosivo, “Tarde Livre” ainda remete às origens praieiras do grupo. A faixa escolhida como single de abertura do disco, já ultrapassa 440 mil visualizações no YouTube.

 

Selvagens à Procura de Lei + Dona Cislene @ Carapicuíba

 

Local: Simple Pub Music

Data: 12 de março (domingo)

Endereço: Av. Inocêncio Seráfico, 2030, Vila Silva Ribeiro, Carapicuíba-SP

Horário: A partir das 14h

Ingressos: 1º Lote – Meia Entrada R$ 20,00 | 1º Lote Pista Promocional – R$ 20,00 |  1º Lote Pista Inteira – R$ 40,00

Pontos de venda físico: http://migre.me/wbGEc

Vendas online: http://migre.me/wbGEn

Mais informações: http://migre.me/wbGEH

 

Sobre Selvagens à Procura de Lei:

Saída de Fortaleza, a banda Selvagens à Procura de Lei foi formada em 2009 por Rafael Martins (voz e guitarra), Gabriel Aragão (voz e guitarra), Caio Evangelista (voz e baixo) e Nicholas Magalhães (voz e bateria). O primeiro álbum Aprendendo a Mentir (2011) foi elogiado por nomes relevantes do cenário nacional e responsável por catapultar o rock do Selvagens aos quatro cantos do país. Em 2013, o disco homônimo veio reforçar o talento do garotos radicados em São Paulo e aumentar a já relevante fanbase do grupo. Financiado através de uma campanha de crowdfundingPraieiro (2016) foi um pedido do estabelecido e crescente público da banda.

 

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Espetáculo Playground faz sessões extras no Viga Espaço Cênico nos dias 7, 14 e 28 de março, sempre terça às 21h

Foto: Leekyung Kim

Rajiv Joseph, finalista do prêmio Pulitzer de 2010, conta nessa peça a história de um amor pouco convencional vivido por Daniel e Karina que se conhecem na infância e, entre idas e vindas, chegam à maturidade. Com importantes nomes do cenário teatral paulistano, a equipe artística é composta por Cássio Brasil assinando cenário e figurino, iluminação de Aline Santini, trilha sonora de Gregory Slivar e no elenco os atores Mateus Monteiro (indicado ao Prêmio Shell por este trabalho) Lara Hassum.

 

O espetáculo faz sessões extras no Viga Espaço Cênico nos dias 7, 14 e 28 de março, sempre terça às 21h.

 

Sinopse
O primeiro encontro de Daniel e Karina acontece aos oito anos de idade na enfermaria da escola em que estudam. Ela sente dores no estômago e ele acabou de cair de bicicleta de cima do telhado. O que parecia pouco provável a princípio, acontece: já no final da primeira cena a amizade é selada com uma bela e sincera demonstração de empatia.

Essa história é contada no decorrer de trinta anos de forma fragmentada. As cenas se passam em intervalos de ora quinze anos para frente e ora dez anos para trás na vida dos protagonistas. Enquanto os anos passam, a amizade dos dois aumenta e, cena a cena, o espectador pode enxergar o rumo que essa relação toma e o vínculo profundo que se estabelece entre feridas no corpo e na alma dos personagens.

Entre encontros e desencontros, os amigos se distanciam chegando a ficar anos sem se encontrar, mas seus caminhos voltam a se cruzar, sempre em momentos que englobam acidentes graves ou até a morte. Nesta dramaturgia impactante, o público se depara com um humor afiado que, magistralmente, propõe uma percepção ainda mais afiada sobre a condição humana.

Sobre o autor

O americano Rajiv Joseph é formado pela Miami Univesity e mestre em Escrita Dramática pela New York University. Tem colecionado diversos prêmios por suas obras, como: “Vineyard Theatre’s Paula Vogel”, 2008; “Whiting Writer’s Award”, 2009; e foi um dos finalistas do mais importante prêmio do mundo para autores de teatro, o “Pulitzer” de 2010, pela peça “Tigre de Bengala no Zoológico de Bagdá”, com o ator Robin Williams.

Sua produção de textos é intensa e suas peças são encenadas no mundo todo. Dentre suas obras mais conhecidas podemos citar: “O Efeito Lago”, “O Monstro à Porta”, “A Piscina do Norte” e “Animais sem papel”.

Sobre o diretor

 

Marco Antônio Pâmio é ator e diretor teatral. Estudou no Centro de Pesquisa Teatral (CPT) e no Drama Studio London, Inglaterra. Estreou profissionalmente no papel de Romeu na montagem de “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, dirigida por Antunes Filho. Destaca-se por sua atuação na cena teatral paulistana, em montagens dirigidas por nomes referenciais da cena brasileira, como Naum Alves de Souza, Gabriel Villela, Elias Andreato, Bete Coelho e Zé Henrique de Paula. Recentemente fez parte do “Repertório Shakespeare”, dirigido por Ron Daniels, e atualmente está em cartaz em “Tróilo e Créssida”, dirigido por Jô Soares. Participou também de telenovelas e minisséries. Recebeu três prêmios APCA: ator-revelação em “Romeu e Julieta” (1984), melhor ator pelo papel-título em “Edmond” (2006) e melhor diretor por “Assim É (Se lhe Parece)” (2014). Também dirigiu “Propriedades Condenadas”, “Consertando Frank”, “Noites Sem Fim” e “Playground”, pelo qual está indicado ao Prêmio Shell 2016 como melhor diretor. Em março estreia sua nova direção, “Baixa Terapia”, protagonizada por Antonio Fagundes.

 

Lara Hassum

LARA HASSUM é formada em Dramaturgia pela SP Escola de Teatro, Interpretação pela Escola de Atores Wolf Maya e Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social da UNIP. Atua desde 2010 em companhias teatrais renomadas. Dentre seus trabalhos mais recentes destacam-se: L’Illustre Moliere (3 Prêmios Shell) e Doente da Cia D’Alma, direção de Sandra Corveloni, Senhora dos Afogados do Núcleo Experimental, direção de Ze Henrique de Paula, Memórias (não) inventadas da Cia Triptal, direção de Andre Garolli, ” O lugar de onde se vê” e “O novo rei de Beleléu” da Cia Ouro Velho, direção de Paulo Marcos e Playground (2 indicações ao Prêmio Shell 2016), direção de Marco Antonio Pamio.

Mateus Monteiro


Ator formado pela Escola de Atores Wolf Maya, dramaturgo formado pela SP Escola de Teatro e mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Como ator e músico, tem atuado em diversos espetáculos como: Love, Love, Love, direção de Eric Lenate; Playground (indicado ao Prêmio Shell de melhor ator de 2016), direção de Marco Antonio Pamio; Amarelo Distante, direção de Kiko Rieser; Memórias (Não) Inventadas, direção de André Garolli;  Ópera do Malandro, direção de Kléber Montanheiro. Na TV fez algumas publicidades e participou dos seriados A Grande Viagem, para TV Cultura e (Des)Encontros para o Canal Sony.

Em 2016 estreou como diretor com o espetáculo Mente Mentira, de Sam Shepard, que lhe rendeu a indicação ao Prêmio Arte Qualidade Brasil de melhor direção de drama.

 

 

Ficha técnica

Texto: Rajiv Joseph

Tradução: Mateus Monteiro

Direção: Marco Antônio Pâmio

Elenco: Lara Hassum e Mateus Monteiro

Assistente de Direção: Gonzaga Pedrosa

Cenário e Figurino: Cássio Brasil

Iluminação: Aline Santini

Trilha Sonora: Gregory Slivar

Direção de Movimento: Marco Aurélio Nunes

Criação de Maquiagem: Beto França

Edição de Vídeo: Gian Marco Delle Sedie

Fotógrafo: Leekyung Kim

Assistente de Iluminação e Operação: Pajeú de Oliveira

Operação de Som e Vídeo: Viviane Barbosa

Assistente de Figurino: Junior Santana

Direção de Palco: Jorge Leal

Designer Gráfico: Bruno Gonçalves e Leonardo Miranda

Produção Executiva: Larissa Barbosa

Direção de Produção: André Canto

Produtores Associados: Lara Hassum e Mateus Monteiro

Produção: Canto Produções

 

Serviço:
Viga Espaço Cênico – Rua Capote Valente, 1232
Sala Viga
Terças, às 21h( Dias, 7, 14 e 28 de março)

R$ 20(inteira) e R$ 10 (meia)
Duração: 80 minutos
Censura: 12 anos
Lotação: 80 lugares