Entrevistas

“Conversei com o Furlan, sei das ideias dele e tenho certeza, Barueri voltará a crescer”

2.1_entrevistaSerginho da Mudança, é motorista, trabalha com estrutura metálica e nas horas vagas, voluntariamente ajuda sua comunidade.

1-    Quem é o Serginho da Mudança?
Serginho da Mudança: Eu trabalho como motorista, presto serviço com estrutura metálica e nas minhas horas vagas ajudo as pessoas, não só em Barueri, mais em toda a região.

2-    Qual a sua origem?
Serginho: Eu nasci no município de Rio Bom, estado do Paraná, com 5 anos de idade eu saí de lá e vir morar em Osasco, em Barueri estou desde os meus 15 anos. No Paraná eu com 5 anos de idade já trabalhava na roça, viemos para cá com esperança de um beneficio melhor.

3-    Como resolveu ingressar na pré-candidatura para vereador?
Serginho: Um amigo deu o ponta pé inicial em mim para eu vir pré-candidato nessas eleições, pelo meu potencial e pela minha humildade e ele disse que sou capaz, foi aí que resolvi procurar o Furlan e conversei com ele dizendo que queria ser candidato.

4     – Em momento de crises, como é entrar na política?
Serginho: Pela crise que estamos passando, acho que entrei na política numa hora certa, os atuais políticos não estão fazendo nada por nós, não temos vereador e nem prefeito, nossa cidade virou realmente um caos.

5 –    Qual recado você gostaria de deixar a população?
Serginho: Quero deixar um recado à população, conversei com o Furlan algumas vezes,  sei mais ou menos a ideia dele e acredito nele e podem ter certeza, Barueri irá crescer muito.

Para acessar a entrevista na integra acesse o site www.jornalmetropole.com.br

“Reafirmo o que disse no evento de minha filiação ao PRB: vou continuar a administração do prefeito Sérgio Ribeiro. Eu também participei desse governo, cobrei e fiscalizei. Então sei quais foram os avanços”

5.2_ Professora Sonia

A Vereadora Sônia Maria Esteves, não quer mais atuar na câmara municipal.

Casada com o sindicalista Tadeu Moraes, mãe de quatro filhos, Professora Sônia como ela é conhecida tem como meta ser a primeira prefeita a administrar a cidade de Carapicuíba e enfrentar os problemas da cidade.

1 – Porque você é prá-candidata a prefeita?

R: Eu sempre aceitei todo e qualquer desafio que veio em minha vida. Creio que eleita, vou ajudar a melhorar a qualidade de vida da população. Eu tenho visto um histórico de falta governabilidade, falta administração pública, e eu sendo prefeita, acredito que irei ajudar em todos os setores. Além de ser um sonho.

2- Para atingir esse objetivo é necessário se aliar a outros partidos. Hoje esse diálogo acontece entre quais partidos?

R: Nosso dialogo ocorre com o PMB, PDT, PRB e estamos buscando trazer o PTB de volta e há diálogos com outros pré-candidatos que estão com seus nomes na disputa também.

3 – Há  rumores que estão juntando forças para enfrentar diretamente o também pré-candidato Marcos Neves. Seria um embate: Sônia versos Marcos Neves? Isso se confirma?

R: Sim, mas não são todos contra um. Seria um embate de forma bem igualitária, pois venho com uma proposta de governo bem transparente. Considero-me precoce no meio politico, fui eleita vereadora por dois mandatos e nunca tinha trabalhado em prefeitura antes. O outro candidato (Marcos Neves) também está procurando os seus caminhos e busca aliados. O que existe são conversas com os pré-candidatos e será uma disputa de igual para igual.

4 – O Abraão pode ser o seu vice?

R: O Abraão pode ser o meu vice, o Elias e o Políta. Acredito que qualquer um dos pré-candidatos podem ser meu vice, estamos abertos ao diálogo. Mas garanto que não serei vice de ninguém. Reafirmo a minha pré-candidatura ao cargo de prefeita.

5 – No inicio dessa entrevista você de certa forma criticou a atual gestão. Mas na sua filiação ao PRB, você elogiou a administração do PT e que daria continuidade. Pois bem, qual é de fato a sua avaliação sobre o atual governo?

R: Eu reafirmo o que disse na minha filiação: o atual governo teve fortes avanços. Foram oito anos de governabilidade. Como disse, tiveram avanços, mas poderia ter feito muito mais. Quando um munícipe procura um vereador a maioria das solicitações são voltadas a saúde. Porque passou na UBS e não teve a consulta com o clinico, pediatra ou não conseguiu medicamentos. Eu também participei dessa administração, cobrei e fiscalizei. Então sei quais foram os avanços, mas poderia ter sido feito muito mais.

6- A secretaria de Promoção Social e Desenvolvimento Econômico Social do Trabalho esteve sob sua responsabilidade?

R: Nunca teve intervenção. Foi um acordo do partido em 2008 para apoiar a eleição do Sergio Ribeiro e não foi acordo da professora Sônia. Inclusive lá hoje tem o secretário de trabalho, que é indicação do partido. Não tenho nenhum funcionário indicado por mim. A única indicação que fiz para a Secretaria, foi para a implantação do Procon, feita em 2009. Pedi que prefeito fizesse esse convênio em benefício da cidade.

7- Professora Sonia, a sua primeira filiação foi ao PDT, e depois o Solidariedade e agora ao PRB. Não existe a preocupação te acusarem de realizar muitas trocar de partidos ?

R: Não houve “troca” de partido. Primeiro fui eleita por dois mandatos pelo PDT, dentro do PDT em 2014 fundamos o Solidariedade e me lancei como candidata à deputada estadual. Todos nós sonhamos com voos mais altos, queria subir mais um degrau. E o partido anterior não me dava sustentação para viver esse sonho.

8-Nestes dois mandatos como vereadora, quais foram os seus projetos de maior destaque, que influenciaram de forma favorável a população de Carapicuíba?

R: Tenho muitos projetos aprovados porem não foram sancionados. Por exemplo, o projeto de lei que determina a criação da Zoonoses na cidade é de minha autoria. Outra proposta, foi transformar resido sólidos (restos de entulhos de materiais de construção) em matéria prima para recapeamento asfáltico, também foi uma ideia aprovada pela Câmara. Porém, não executada. Também apresentei o projeto que inclui na rede de ensino atendimento médico especializado, como pediatra e avaliação ortopédica, o que oferecia mais assistência a nossas crianças. Temos pediatras, mas não o ortopedista não foi sancionado.

9- Como pré-candidata a prefeita o que acha da saúde Carapicuíba? E como vereadora o que fez?

R: Eu pretendo melhorar a gestão pública. Quando você realiza uma gestão de qualidade, o atendimento da saúde melhora. Hoje você tem uma rede toda já montada, então o que falta é a gestão. Colocar a UPA para funcionar e buscar parceria privada e do estado para fazer o sistema funcionar. E o nosso sonho é ter um pronto socorro central. Mas esse sonho ainda não se tornou realidade.

10- O que avalia de positivo na administração Sergio Ribeiro?

R: Existem coisas boas realizadas pela gestão Sergio Ribeiro, a sinalização com placas na cidade é uma delas.

11- E de negativo?

R: A infraestrutura da cidade ficou a desejar. Não foi feita nenhuma melhoria, não houve um plano para cuidar dos bairros, que pudesse atender os pequenos problemas de pavimentação, tapa buraco, e hoje vivemos com esgoto a céu aberto sem canalização de córrego. E a saúde está um caos.

12-Sendo eleita o que o seu mandato vai focar nos primeiros meses?

R: Vamos focar na saúde, reorganizar a administração da saúde. O povo tendo saúde, consegue trabalho, ir a escola e fazer outras atividades. Eu vou focar na saúde, segurança e educação. Educação deveria ser o primeiro, mas eu acredito que a saúde é tão emergencial que vou começar por ela.

13 – Dizem que o Tadeu Moraes te manipula, e passa a  ser um entrave para o seu governo. O que você tem a dizer sobre isso?

R: O Tadeu é um parceiro na minha vida há mais de 38 anos, a sua participação na minha vida politica é fundamental. Ele me apoia, está do meu lado. Ele é um grande parceiro na minha vida. Eu tive dois mandatos na câmara, ele não foi votar os projetos, quem votou fui eu. Assim como um casal conversa sobre os seus problemas, eu converso com ele que é o meu marido. Nada além disso.

14 – Quais são suas considerações finais?

R: Eu quero que as pessoas acreditem no que foi passado dentro dessa entrevista e que estou preparada para administrar essa cidade. Eu sei que os obstáculos vão ser muitos, eu contribuí para melhorar um pouco a qualidade de vida dessa cidade, o meu plano de governo é transparente. Quero ser a primeira mulher prefeita de Carapicuíba.

 

“Quando você faz uma aliança, deve-se avaliar o que isso irá representar para a cidade, e eu não posso fechar as portas para nenhum pré-candidato. ”

Abraao-Junior

Abraão José da Costa Junior, assumiu o primeiro mandato como suplente, porém na eleição seguinte foi eleito pelo PT e se tornou presidente da Câmara Municipal de Carapicuíba. Deixou o PT no penúltimo dia de filiação partidária e migrou para o PSDB para ser hoje pré-candidato a prefeito pela legenda.

      

1-Você confirma que é pré-candidato a prefeito pelo PSDB?

 

R: Com toda certeza sou pré-candidato a prefeito pelo partido PSDB e vou manter minha palavra até o dia 2 de outubro, momento que pretendo vencer com toda humildade nas urnas e ser candidato eleito pelo PSDB.

 

2-Como foi a sua convivência nos 7 anos que você permaneceu no PT?

 

R: Foi um aprendizado esse tempo no PT, a gente aprende muita coisa. Ficar lá por 7 anos foi positivo, minha trajetória política começou lá, primeiro como vereador, assumindo suplência, depois como vereador eleito e agora como presidente da Câmara. No PT, eu ficava mais nos bastidores da política.

 

3-Como foi a sua saída do PT e o seu ingresso no PSDB?

 

R: Quando você toma uma decisão e pensa no coletivo você sempre agrada a uns e desagrada a outros. E quando você faz uma decisão individual você agrada só a você mesmo. A minha decisão foi baseada no coletivo, e no coletivo eu escuto algumas pessoas que analisaram que aquele era o momento de eu deixar o PT para ingressar no PSDB.

4-Dizem que o Sergio Ribeiro articulou a sua saída? É verdade isso?

R: Não, pelo contrário, recebi um convite do próprio governador e de lideranças do PSDB porque a sigla em Carapicuíba estava sem representante para disputar o cargo majoritário nas eleições municipais. Eu vi que os convênios mais rápidos que chegam para Carapicuíba são do governo estadual, então estar no partido do governador é uma decisão sadia para a cidade.

5- Dizem que você pode ser o vice da professora Sônia. Existe alguma verdade nessa informação?

R: A política é arte do diálogo. Mas será na convenção que realmente veremos o que irá acontecer. Já falaram que sou vice de várias pessoas porque isso tem um peso fundamental, pois trago a figura do governador, todos querem esse apoio do governador. Alguns pré-candidatos conversam comigo, uns me querem como prefeito e outros como vice. Faz parte da politica.

6- O PSDB tem uma determinação que obriga a legenda a lançar um candidato na cidade. Se por ventura você se concretizar como vice, isso não inflige essa determinação do partido?

R: Por eu estar numa agremiação  partidária, eu não faço a minha vontade, mas sim a do partido. Se o Diretório decidir que eu seja vice, irei cumprir a determinação. Porém a minha vontade é de ser candidato a prefeito. No entanto eu seria leviano se eu conduzisse a minha candidatura para ser vice de alguém. Conversar em ser vice agora já esta fora do tempo.

7- Quem você aceitaria como vice em sua chapa?

R: Quando você faz uma aliança, é obrigado a avaliar o que isso irá representar para o município, e eu não posso fechar as portas para nenhum pré-candidato nesse momento. Sou amigo de todos, então fechar as portas agora não é conveniente.

8- O Seu nome foi citado numa investigação. O que senhor tem a dizer sobre isso?

R: É a primeira vez que falo sobre isso. Houve uma denuncia e não encontraram nada no meu gabinete, não acharam nenhum documento, mas meu nome foi citado, e quando citam o nome da gente temos que esperar o fim das investigações. E o papel da promotoria é esse mesmo, investigar para saber o que esta acontecendo. Mas acho muito estranho nesse período politico citar o nome de três pré-candidatos a prefeito.

9- Por ter feito parte da administração do PT, você acredita que isso pode ajudar ou atrapalhar a sua campanha?

R: Durante essa administração aprovamos vários projetos positivos e desenvolvemos varias ações em prol da cidade. Então não atrapalha, porque tudo que fizemos foi para melhorar Carapicuíba.

10- Como vereador, cite os principais projetos apresentados por você para melhorar  a cidade?

R: São vários projetos que eu apresentei, os principais são:  o de combate as drogas, isenção do IPTU para templos religiosos e associações, tem também a lei que obriga o ensino da história de nossa cidade na rede municipal. Apresentei projetos de gratuidade para idosos, e acessibilidade para deficientes físicos. Além da aprovação de muitos outros que contribuíram para o desenvolvimento da cidade.

11-Como você avalia a administração do Sergio Ribeiro? O que tem nessa e que não teria na sua administração, caso fosse eleito?

R: Não sou contra e nem a favor da atual administração, quero ser pós-administração. Dar continuidade aquilo que deu certo, e não serei complacente naquilo que deu errado. Eu como presidente da Câmara consegui administrar órgão público, aumentei minha experiência, mas acho que a gestão atual falhou na saúde e segurança.

12-E quais são as suas propostas para a educação de Carapicuíba?

R: Todos os governos falharam com isso, existem poucas vagas nas creches. Há grande prioridade é suprir essa demanda. Precisamos inaugurar as obras que estão paradas e fazer mais creches. O outro ponto importante é plano de carreira para o magistério e cuidarmos da educação básica.

13-Hoje em Carapicuíba tem um número elevado de obras paradas. O que o seu governo pretende fazer para retoma-las?

R: Em primeiro momento deve ser feito uma auditoria geral e identificar os reais motivos que ocasionaram as interrupções das obras e responsabilizar os culpados por isso. Devemos dar o encaminhamento jurídico para fazer a coisa andar. Esses processos demandam um tempo, por isso é necessário fazer uma reunião com uma equipe técnica qualificada e jurídica para  diagnosticar e entender o porquê a obra está parada e assim desatar essas questões o quanto antes.

14-Carapicuíba é considerada uma cidade dormitório. Existe algum projeto que visa reverter esse quadro?

R: Nós podemos ser um grande polo industrial. Acredito que a cidade tem um grande potencial para a educação, criar um polo para abrigar grandes faculdades e outras instituições de ensino. E trabalhar na área de comercio e serviços, por causa do nosso comercio local.  E olhar com mais atenção para as empresas que já existem aqui.

15-Há rumores de que os partidos estão se alinhando para disputará o segundo turno. E por causa disso, já existe uma aliança. Por que isso acontece?

R: Tenho condições para governar a cidade e espero ganhar no primeiro turno. Conto com uma campanha limpa. Mas se houver um segundo, vamos dialogar politicamente sobre isso e sendo positivo para a cidade vamos procurar os caminhos para formar uma corrente e estarmos juntos no segundo turno.

 

“Encontrei a cidade sem crédito em lugar nenhum e com a frota de carros sucateada, tive até que dar cheque pessoal como garantia para os médicos”

8.1_bananinhaJosé Carlos Alves (PT), o Bananinha. Foi prefeito da cidade de Pirapora do Bom jesus de 2008 a 2012. Em busca da reeleição ficou em segundo lugar já que Raul Bueno teve seus votos zerados pela justiça eleitoral. Afastado da política pretende voltar em outro momento já que avalia de forma positiva sua administração que foi prejudicada pelas dívidas deixadas pelo seu antecessor. Bananinha teve todas as suas contas aprovadas pelo tribunal de Contas do Estado de São Paulo.

1 – Como encontro a prefeitura assim que assumiu?
R: A cidade estava um caos. Encontramos uma frota de carros sucateada, não tinha credito em lugar nenhum. Precisei dar cheque pessoal como garantia, para médicos fazerem o plantão diário. Não tinha medicamentos. Fomos aos poucos resgatando a credibilidade. Não foi fácil, pois assumimos uma dívida de mais de 30 milhões. A cidade estava praticamente quebrada.

2 – E no decorrer da administração houve tentativa de regularizar essa situação das dívidas?
R: Sim, conseguimos que um auditor do Ministério da previdência viesse à Pirapora a fim de analisar as contas do instituto de previdência, onde resultou numa proposta de parcelamento da dívida que regularizava a situação com o Governo Federal, no entanto apareciam novos débitos da administração anterior. A cada seis meses quando pensavamos que estava tudo certo, surgia novas dívidas, para ter uma ideia, tinham dívidas ligadas a obra de asfalto no Payol, projeto Guri e multa com a Cetesb. Isso tudo interfere na gestão. Isso trouxe atraso para a nossa cidade.

3 – Você recebeu a prefeitura quebrada, mas como você entregou a prefeitura?
R: Eu entreguei diferente de como recebi, tanto é que algumas obras que o Gregório está executando foram consequências das nossas conquistas. Para o Gregório tocar essa administração deve está sendo difícil também, porque eu renegociei as dívidas dos governos anteriores mas ele também deve estar pagando essa conta.

4 – O que o governo anterior ao seu poderia ter feito para não prejudicar a cidade de Pirapora?
R: Eles poderiam ter pago essas dívidas que deixaram. Foram 16 anos de governo que quebrou a cidade. Quando governaram poderiam ter quitado essa dívida, porem deixaram uma divida impagável para Pirapora. Um exemplo é o uniforme escolar de 2006 que eu tive que pagar em 2010 e ainda comprar o de 2010, enfim, além da cidade ficar três anos sem uniforme, eu tive que pagar a conta de 2006.

5 – Como foi a relação com a Câmara Municipal no período de seu mandato?
R: Foi boa, eles cobravam o que tinha que ser cobrado e votavam a favor de projetos importantes para cidade. Quem atrapalhou realmente foi a oposição, que não deixava trabalhar e fazia oposição sistemática discordando e tentando prejudicar tudo que era bom para a cidade.

“Toda vez que terminava de negociar um dívida aparecia outra e assim foi todo o meu mandato.”

6 – Você acha que houve uma manobra do PSDB local junto ao Governo do Estado para prejudicar o seu governo que era do PT?
R: O Governo do Estado foi muito bom para Pirapora, o que foi pedido para o governador foi atendido, se a documentação estava em ordem ele liberava. O PSDB local até tentou interferir, mas o governo do estado não aceitou. O que dificultou mesmo foram as documentações que nunca estava em dia devido as dívidas.

7 – Como você avalia hoje o atual governo, agora que você adquiriu experiência no executivo?
R: Na minha opinião o atual governo está no caminho certo. Porque ele deu andamento na organização que fizemos. Pirapora caminha para que no futuro seja uma cidade independente, porém o Gregório tem que ter paciência porque os recursos são demorados para serem liberados e isso acontece justamente no ultimo ano de governo.

8 – A maioria dos prefeitos inauguram obras no ano eleitoral. Com você não foi diferente. Por que isso acontece?
R: Você nunca consegue fazer nada no primeiro ano por causa das dividas deixadas e do orçamento planejado pelo governo anterior. Até você organizar tudo, você leva dois anos. A partir disso consegue receber recursos do Estado. Essa atual administração deve ter começado a receber os recursos somente agora. Do pedido aprovado até o deposito dos recursos são quase um ano de espera. Não se faz obra eleitoreira, é que o processo é muito burocrático mesmo.

9 – Você pretende voltar à política?
R: Sempre temos vontade de voltar, mas não agora. Ficar a frente da prefeitura ampliou o meu conhecimento e hoje me sinto mais preparado para um retorno a política. Aprendi a não confiar em qualquer pessoa que bate em suas costas, mas o meu projeto político pretendo coloca-lo em prática em outro momento.

“A população escolheu o Gregório porque não sabia a situação que eu encontrei a cidade.”

10 – Você considera que houve uma boa sucessão após o seu governo?
R: Sim, o Gregório apenas deu continuidade ao que começamos, ele fez gestão com aquelo que ajustamos. Um mandato é pouco para você fazer o que a cidade precisa, se eu tivesse sido reeleito estaria fazendo um bom governo agora, considero que o atual prefeito está usufruindo daquilo que plantamos, mas isso é bom para cidade então eu fico feliz porque eu amo Pirapora independente de quem governa.

11 – O que avalia de positivo no seu governo?
R: Onde tem recurso vai bem, é o caso da educação e saúde. Conseguimos ampliar e regularizar o atendimento da saúde e fizemos boas mudanças na educação. Na geração de renda e emprego trouxemos novas empresas para Pirapora, e isso contribuiu com o crescimento da nossa cidade. A secretaria de obras também é um orgulho, pois deixei muitas obras pela cidade.

12 – Qual outro setor da administração colheu bons resultados?
R:A promoção social com a primeira dama Benedita Alves (Benê), pois todas as pessoas que a procuravam eram atendidas independente do problema, pois ela fazia com amor.

13 – Como você avalia então o resultado que obteve nas urnas?
R: Como a população não sabia a situação da cidade eles escolheram o que acharam melhor e naquele momento o Gregorio foi o escolhido. Porém o importante é que a população não escolheu voltar ao passado, o passado deve ficar lá pois foi maléfico a cidade.

“Respeito esse governo porque foi eleito pelo voto popular. A intenção da administração foi até bacana, porém se perdeu no caminho e hoje inaugura obras atrasadas.”

5.2__MG_0030Vanderlei Fernandes, é morador de Carapicuíba, casado e pai de um filho. Estudante de Direito. Filiado ao Partido Rede é pré-candidato a prefeito em Carapicuíba.

1 – Por que você é pré-candidato a prefeito?
R: Não sou eu que quero, são as pessoas que me querem representando uma nova ideia. Eu hoje sou o porta voz das pessoas que estão inconformadas com a situação política que existe hoje.

2 – Como você vê a situação política hoje?
R: Não é a questão como eu vejo, mas sim como a sociedade enxerga o político. Hoje político é associado a ladão. O objetivo do partido REDE é resgatar o verdadeiro papel da política, mas hoje alguns enxergam a política como oportunidade de negocio.

3 – Como estão construindo a plataforma de governo do seu partido?
R: Optamos por fazê-la de forma colaborativa, é uma plataforma onde buscamos a Carapicuíba que queremos, qualquer cidadão poderá debater o projeto e sendo realmente viável,  iremos chamar a população para discuti-lo. Queremos chamar a sociedade para construir um projeto.

4 – Como você chegou até o partido REDE?
R: Estou desde o inicio. Sou admirador da Marina. E devido uma tragédia particular eu fui obrigado a tomar uma atitude e comecei a militar nos movimentos sociais, e aderi ao projeto porque me identifiquei, depois de conhecer bem a cidade hoje eu vejo o REDE como alternativa para solucionar os problemas vividos por Carapicuíba.

5 – Na cidade estão formando blocos políticos e você pelo visto não compõe nenhum deles, você se considera a terceira via?
R:  Olha eu não me enxergo como terceira via, eu vejo o REDE como única via, poís é o único partido que dá voz a população. Agora cabe as pessoas entenderem esse processo. Já sobre o “blocão” eu não gostaria de falar, pois respeito a história política deles. Eu não fui convidado para participar e mesmo assim não participaria pois queremos apresentar uma nova forma de fazer política.

6 – Como você avalia a atual gestão da cidade de Carapicuíba?
R: Respeito esse governo porque foi eleito pelo voto popular. A intensão da administração foi até bacana, porém se perdeu no caminho. O discurso era bonito e pregavam melhorar a cidade, porém hoje se promovem em cima de algumas obras atrasadas.

7 – Você nunca teve cargo publico, você não acha que isso pode ser considerado como falta de experiência para governar uma cidade?
R: Jamais, isso me dá orgulho, porque nunca recebi um centavo do dinheiro publico. Porque se cargo fosse sinônimo de competência a gestão da cidade era para ser eficiente. Eu me sinto competente, tenho visão moderna, estudei a cidade, sei das carências.

8 – Como andam os diálogos para a escolha do seu vice? O partido tem conversado com outras legendas?
R:   A rede defende sempre o dialogo. Não queremos ser os donos da verdade, queremos compartilhar nossa plataforma com outros partidos. Todos os partidos tem boas ideologias no papel. Porém não estamos dispostos a caminhar com algum partido a qualquer preço.

9 – Vocês tentaram sentar com alguns partidos para dialogar? como foi essa experiência?
R: Estamos montando uma proposta para a cidade e não para o Vanderlei ou para o REDE, porém quando fomos discutir as propostas vimos que a linguagem era outra, eram propostas pessoais e não para a cidade. Respeito o caminho que cada um segue, mas não encontrei uma proposta para a cidade.

10 – No quesito vereadores, como está o partido? como está a sigla para lançar a chapa?
R: Temos a chapa completa, formada por cidadãos de diversos setores sociais, estamos bem mesclado. São pré-candidatos que de fato tem trabalhado. Alguns vereadores procuraram a sigla para se filiar, porém percebemos que não podiamos aceitar porque iriamos ferir os princípios da ficha limpa. Nosso objetivo era dar oportunidade para gente nova.

11 – Qual a proposta do partido para a Educação da cidade, caso vocês sejam eleitos?
R: A educação em tempo integral é o que defendemos, mas temos que trabalhar, não devemos prometer. Se você promete depois você não cumpre e não tem que prometer, tem que trabalhar. Porém não temos que prometer, o que adianta prometermos algo se a sociedade está cheia de promessa, temos é que fazer funcionar o que tem o que já existe.

12 – Como resolver os problema de Carapicuíba?
R: Temos que gerar renda para a cidade incentivando o empreendedor, eliminar a corrupção e fazer funcionar o que já existe. Nossa cidade tem potencial e o que está precisando é de alguém com capacidade de ouvir a população para poder governa-la.

“ No governo do Sergio Ribeiro (PT) não existem diálogos, existem apenas monólogos”

IMG_9642 EAlexandre Simões Pimentel, vereador e pré-candidato a prefeito pelo PC do B. Legislando em seu segundo mandato, Pimentel foi militante do PT e já atuou como assessor de Sergio Ribeiro, quando o prefeito era vereador na Câmara Municipal. Após longos anos, deixou o partido dos trabalhadores por divergências internas. Carrega em seu currículo a presidência da Câmara e também sua atuação na secretaria de Planejamento.
1 – Você era do PT por muito tempo, por que deixou o Partido dos Trabalhadores?
R: O PT de Carapicuíba não tem regras, e eu não gosto de viver em lugar sem regras. No Partido não havia mais espaço para discutir a formação da cidade como queríamos. Então, deixei a casa, mas não sai do quintal já que o partido tem uma perspectiva de esquerda.
2 – O que você acha da saída do Abraão do PT e a sua ida para o PSDB?
R: Acho que ele foi para o lugar certo. O Abraão foi para onde é o lugar dele, trata-se de uma pessoa que pensa de forma fechada e não cabia dentro do PT. Eu enxergo como uma aberração essa atitude, mas que ele siga o caminho dele.
3 – Como é sua relação hoje com Sergio Ribeiro, já que você o conhece desde a época estudantil?
R: Conheço o Sergio desde meus 14 anos, já fazem 29 anos. Construímos um projeto juntos, porém hoje não temos mais um espaço para diálogo. Projeto se constrói coletivamente e isso não acontece mais no PT. Já no governo do Sergio Ribeiro não existe dialogo existe monólogo.
4 – Parecia que você fugiu do partido devido aos escândalos envolvendo o PT, não foi isso que aconteceu?
R: Não, de forma alguma! Desde a reeleição do PT no governo Municipal, os militantes mais antigos sentiram falta de espaço, nossa missão era continuar ajudando a cidade, porém as ferramentas de melhorias desapareceram.   Fui presidente do partido por duas vezes, porém os rumos que tomaram não foram as que sonhamos.
5 – O seu diálogo continua o mesmo com o Prefeito?
R: Continua melhor em um sentido, porém, não existe diálogo, o que existe como disse é monólogo.  Além existir clara perseguição política. Tenho funcionários que foram exonerados  e até hoje não receberam suas rescisões. A Câmara fez uma cartilha que só tive acesso porque um determinado vereador me entregou, nem fui consultado sobre  a confecção dela para escolher minha foto.
6 – Como surgiu essa vontade de ser pré-candidato?
R: Depois que deixei o PT, surgiram bons convites para eu me filiar, eu fiquei lisonjeado, no entanto comecei a estudar os convites até aceitar o do PC do B, que por sinal ofereceu espaço para eu ser hoje pré-candidato. As pessoas envolvidas no Partido, são velhos conhecidos, então eu gozo de plena confiança deles e eles de mim.
7 – E no quesito dos pré-candidatos a vereador, como está o partido?
R: Fizemos um bom trabalho, temos um bom grupo e vamos disputar com chapa fechada para fazer um representante na câmara municipal e disputar o executivo.
8 – Como anda o dialogo com os outros pré-candidatos?
R: O PC do B pode indicar alguém para a chapa da Professora Sônia, no entanto, iremos executar o que for melhor para o partido e se isso estiver em sintonia com a orientação da coordenação estadual.
9 – Surgiu uma investigação contra você sobre contratação de funcionários, isso não pode manchar sua participação na campanha?
R: Eu sou cidadão do mundo não tenho medo de processo. Não faço parte do governo Sergio e como eu vou interferir no processo de contratação da administração? Existe “boataria” de que eu fui preso, mas apenas o Paulo Xavier foi preso. Essa denúncia que está em curso é anônima e quem não deve não teme, é o meu caso.
10 – O Everaldo está envolvido nessa situação? Já que as denúncias envolvem o período que ele trabalhou na prefeitura?
R: Olha, existe muita conversa fiada nessa situação. Eu sou professor concursado, passei no mestrado pela Unicamp. Tenho uma história para zelar e não vou humilhar minha família com minha prisão,  não posso afirmar que o Everaldo está envolvido isso está com o ministério público.
11 – Existe um acordão liderado por Sergio Ribeiro para enfrentar o Marcos?
R: Se existe, eu não sei, mas tenho certeza que não fui convidado para fazer parte. Talvez por eu ser questionador e isso incomoda a administração ou quem esteja por trás desse grupão.
12 –  Quais os projetos que você apresentou na Câmara que melhorou a vida das pessoas?
R: Fiz diversos, um deles é o fundo que destina trinta por cento da receita das multas para a educação no trânsito.  Em nossa cidade, infelizmente temos um alto índice de atropelamentos.
13 – Sendo eleito, o que seria urgente para Carapicuíba?
R: Regularização fundiária. Temos mais de 70%  de nossos imóveis sem escritura. E a  recuperação dos nossos recursos hídricos com parques lineares. Não existe nenhum rio na cidade que o seus arredores tenha habitações sem esgoto. É um típico de um projeto arrojado. Carapicuíba precisa se reurbanizada com urgência.
14 – O Parque  Santa Tereza tem uma UPA que está fechada. Como vereador, você tem dialogado com o atual prefeito sobre essa situação?
R: É lamentável o Sergio não foi na audiência pública sobre saúde e não mandou nenhum representante para falar sobre isso. É lamentável passar 8 anos num governo e não conseguiu informatizar a saúde para dinamizar o atendimento, consultas, entradas de remédios. Tudo isso poderia melhorar muito a saúde da nossa cidade.  A UPA é só mais um reflexo disso.

“fui secretário na gestão Sergio Ribeiro e Fuad Chucre, então tenho experiência para governar Carapicuíba”

IMG_9327Elias Fernandes Cassundé, vereador por três mandatos, carrega a experiência como secretário de comunicação, cultura, Serviços Municipais e ainda Secretaria de obras. Apresentou diversos projetos na Câmara como o cartão BOM Carapicuíba e a lei que proíbe o uso de animais em rodeios. Foi candidato a deputado Federal em 2014 e tem dialogado com os demais pré-candidatos para construir uma aliança em Carapicuíba.
1 – Você é pré-candidato a prefeito, por quê?
R: Sou pré-candidato já algum tempo, desde 2014 quando disputei a eleição para Deputado Federal, eu já tinha essa pretensão. Já fui secretário de Comunicação, Cultura, Obras e Serviços Municipais e fui vice-presidente da câmara estou preparado para governar a cidade, já que por minhas passagens nas secretarias sempre levei inovação e realizei grandes feitos.
2 – Existe a possibilidade de renunciar sua pré-candidatura para entrar em outro projeto?
R: Nesse momento não. Estamos conversando com outros pré-candidatos a prefeito, ouvindo as ideias, mas estamos firmes no nosso caminho.
3 – O que a cidade de Carapicuíba mais precisa?
R: A cidade precisa de um Choque de gestão, a cidade precisa de austeridade, organização e desenvolvimento. Nenhuma cidade cresce se não tiver organização. Quero transformar Carapicuíba e com o desenvolvimento será possível investir mais em áreas como: educação e saúde.
4 – Por que Carapicuíba não se desenvolveu como outras cidades?
R: Não tivemos um prefeito que colocasse o dedo na ferida, só tivemos administradores populistas. Barueri é um exemplo a ser seguido, houve organização e planejamento, enquanto que os prefeitos que passaram por Carapicuíba fizeram apenas o papel de “bonzinhos” e conduzindo a gestão de qualquer forma não resolvendo os problemas da cidade.
5 – Existe diálogo para algum pré-candidato serem o seu vice?
R: Existem diálogos abertos com grande parte deles, porém tem alguns que não abrem mão de ser candidato a prefeito. Já conversei com a Professora Sônia e Salim Reis. Tenho falado muito com o Abraão Junior. Porém até agora não tem nada acertado, mas também estamos conversando sobre uma aliança no segundo turno. Fiz um convite para o PTB ser meu vice, também convidei outra pessoa, enfim, até já falei com o Políta, mas ele tem mais afinidades com a professora Sônia.
6 – Sergio Ribeiro está articulando um bloco para enfrentar o Marcos Neves, você já foi convidado para discutir sua participação nesse processo?
R: Pelo Sergio Ribeiro não fui convidado, até porque ele tem dois candidatos: o presidente da Câmara Abraão  (PSDB) e o Everaldo (PT), até que me provem o contrário, o Sergio está no PT  e a sigla irá lançar o Everaldo e não aceito participar de um bloco que já definiu seu candidato.
7 – Você atuou no governo Sergio Ribeiro, isso não pode atrapalhar sua candidatura já que o PT está envolvido em diversos escândalos?
R: Não acredito que isso vá atrapalhar. Fui secretário dessa gestão atuando na Secretaria de Serviços Municipais e de Obras. Fui secretário na gestão do Fuad (PSDB) e Sergio Ribeiro (PT) e trabalhei para a cidade e não para o partido, foi para o povo de Carapicuíba, não importa o partido, o que importa é a cidade.
8 – O que avalia de positivo no governo Sergio Ribeiro?
R: O Sérgio acertou na organização administrativa, mas sem austeridade. Sergio obteve muitos recursos para a cidade, nisso ele foi bom por meio de emendas e convênios e isso é a marca dele. Ele implantou vários benefícios na cidade, porém, não colocou o “dedo na ferida”.
9 – Existem erros na gestão de Sergio Ribeiro?
R: Faltou austeridade, ele tinha um compromisso de “Mudança para valer” e não teve essa mudança. A cidade continua a mesma. O mesmo orçamento,  que não dá para investir em saúde e educação. Temos que mudar o rumo da cidade doa a quem doer.
10 – Quais projetos você aprovou na câmara que influência diretamente a vida dos moradores?
R: O bilhete único é um projeto meu. Levou um ano e meio para ser aprovado, mas hoje contribuiu com a vida dos moradores. Tenho outro projeto que proíbe o uso de animais em rodeio. A lei que proíbe uso de celular no banco. A lei da virada da Cultura. Quando estávamos à frente, a Cultura funcionava, hoje não funciona mais.
11 – O que falta em Carapicuíba?
R: Falta investir na aquilo que já temos. Em Carapicuíba é preciso fazer investimentos sem gastos, usando bem a renda que temos. A população quer ver coisas bonitas, limpas e bem organizadas, por isso que gastamos fora da cidade porque aqui falta organização. Precisamos ter um calçadão organizado, bonito e limpo. Temos potencial e nosso povo gasta fora porque não estamos preparados.
12 – Como irá romper se o seu partido faz parte da administração?
R: Eu já rompi com a administração, porém a secretaria que hoje esta sob comando do partido é um acordo político feito lá atrás. Assim, como o partido da professora Sônia também tem também sua secretaria, mais isso é um acordo feito lá atrás e irá encerra-se dia 31 de dezembro apenas. Com o Salim Reis é igual. Continua no governo por meio do PSD, mas não apoia o candidato do partido do prefeito.
13 – Uma pesquisa aponta Marcos Neves à frente, o que você tem a dizer sobre isso?
R: Eu não fiz pesquisa, mas sabemos que o deputado está à frente porque o nome dele esta em evidência, mas talvez não com todo aquele resultado. Porém, uma grande parte da população não decidiu em quem votar, então eu e outros temos ainda uma boa parte de indecisos para conquistar.
14 – Qual sua principal atitude caso eleito prefeito
R: Organizar cidade e desapropriar áreas no Gustavo Côrrea e transforma-las em áreas empresariais para a cidade crescer. Iria ainda, transformar a Marginal do Rodoanel em uma área industrial, da Cohab até a Aldeia, só galpões e prédios empresariais.
15 – Qual sua visão sobre as obras paradas?
R: Já cobramos, mas senão houver consenso na Câmara não há fiscalização. A UPA, por exemplo é um presente de grego para a cidade. Fomos atrás de uma coisa que não podemos manter e isso é lamentável.

“Foi uma boa administração Sergio Ribeiro e Salim Reis, merecemos nota 7, pois Carapicuíba estava muito atrasada”

Antonio Carlos dos Reis, Salim Reis (PSD),  vice-prefeito da cidade de Carapicuíba por 8 anos, nos dois mandatos do Prefeito Sergio Ribeiro. Já saiu candidato a Deputado Federal e já esteve a frente de algumas secretarias no mandato de Ribeiro. Anunciado como pré-candidato a prefeito pelo partido PSD, tem feito suas conversas com os demais partidos para costurar uma aliança para seguir na administração da cidade.5.2_E

1 – Você é pré-candidato a prefeito?
R: sim, eu sou pré-candidato  com apoio do meu grupo e para atender o povo Carapicuíbano, vou apresentar o que eu desejo para a cidade de Carapicuíba. Existem uns três nomes que se apresentam hoje como pré-candidato, mas poderíamos conversar para fazer uma administração em conjunto.

2 – O nome do pré-candidato Marcos Neves está entre os prováveis parceiros de dialogo?
R: Hoje seguramente digo que não, mas não digo que não pode estar amanhã, pois na política só frutifica com parcerias. É necessário dialogar com todas as correntes e grupos, o grupo do Marcos não mantém um dialogo hoje conosco, mas também não impede de dialogar amanhã.

3 – O que acha da lista enorme de pré-candidatos que existe em Carapicuíba?
R: Eu acredito que tem nome nessa lista que não se firma como candidato e até pode surgir nomes que não estão na lista hoje. Acho importante esse grande numero de pré-candidatos para que haja um debate onde quem ganha é a população.

4 – Estranhou a mudança do pré-candidato Abraão Junior,  saindo do PT e indo para o PSDB?
R: Ficou meio estranho, mas na política tudo é possível, eu não faria essa troca. Não participei dessas reuniões que definiram isso, não posso dizer muito sobre essa mudança que o presidente da Câmara promoveu, mas posso dizer que o prefeito Sergio Ribeiro ficou feliz com essa mudança ocorrida.

5 – Em uma provável campanha, irão colocar em sua responsabilidade como vice-prefeito alguns problemas da cidade, o que tem a dizer sobre isso?
R: Eu faço parte da atual administração, mais muitas coisas eu não fui consultado, por exemplo, as obras que estão paradas. Não me perguntaram, e eu vou dizer naquelas que eu tenho responsabilidade o que eu tenho feito, as obras que eu achar  que merecem ter continuidade, terão continuidade se o povo achar que devo ser prefeito de Carapicuíba, o maior prejudicado com obra parada é o povo, então nós temos que terminar as obras seja elas quais forem. Sempre procurei o prefeito para falar disso e ele mostrou as justificativas do porque estão paralisadas.

6 – Caso viesse a ser eleito o que faria em um primeiro mês de administração?
R: Algumas coisas precisam ser ajustadas para funcionar melhor. A UPA deve funcionar urgentemente, algumas obras precisam ser prioridade. Porém também temos que resolver a situação da guarda municipal na cidade, enfim temos muitas coisas a fazer que deveremos avaliar no momento certo, lógico após uma vitória.

7  – Existem pesquisas que apontam que um determinado candidato pode vencer no primeiro turno ou vencer no segundo turno, já sabendo que a pontuação dele é superior ao dos demais, existe já um acordo para uma provável união?
R: Sempre há possibilidade de dialogo, só precisa ver quem vai para o segundo turno. Prefiro esperar o resultado do primeiro turno. Hoje sabemos que existem pesquisas que a somatória dos votos aponta para 125%, nunca vi isso, já que temos 100% de eleitores. Então caso aconteça um segundo turno vamos dialogar e ver o que é melhor para a cidade.

8 – Quais suas contribuições para a cidade nesses oito anos de vice-prefeito?
R: Eu Contribui bastante com a experiência que tenho trazendo recursos para a cidade. Fui peça fundamental na implantação de alguns projetos e por sinal, alguns foram conquistados e não colocados em prática.  Não sou marinheiro de primeira viagem, já contribui em outros lugares e como vice-prefeito isso foi muito importante.

9 – Em sua opinião foi um vice-prefeito bem ou mal aproveitado?
R: Por toda a experiência que eu tenho poderia ser melhor aproveitado. Eu trouxe um projeto para Carapicuíba que demorou a ser colocado em pratica, o SESI por exemplo.  Gás em Carapicuíba, tinha gente contraria ao gás encanado. Eu busquei os caminhos para trazer isso. Intermediei junto a Eletropaulo uma divida.  O parque do planalto estará totalmente iluminado, asssim como fez outros parques.

10 – Como você avalia a administração Salim Reis x Sergio ribeiro
R: Foi uma boa administração Sergio Ribeiro e Salim reis, fizemos uma boa gestão pois Carapicuíba precisava avançar e estava muito defasada. Daria uma nota sete pelos avanços que conquistamos. A merenda melhorou na nossa gestão, implantamos uniformes escolares. Porém mesmo após a nossa gestão muita coisa ainda precisa avançar, mas fizemos a cidade evoluir bem.

11 – Como avalia o sistema municipal de saúde de Carapicuíba?
R: A saúde de Carapicuíba esta na media Nacional, mas a média nacional é ruim. Nós precisamos encontrar meios, ou a união deve distribuir melhor a receita para que os municípios possam dar mais respaldo aos contribuintes. Precisa ser criado um plano republicano para cuidar da saúde em âmbito nacional.

12 – Como foi sua contribuição sendo secretário na gestão Sergio Ribeiro?
R: Contribuiu e aprendi muito. Vi como funcionavam as coisas nas secretarias por onde teve minha participação ou atuação direta. Nas secretarias que ficaram sobre minha responsabilidade o prefeito não interferiu, ele me deu todo o respaldo para eu trabalhar como acha melhor para a cidade.

13 – Como avalia a sua parceria feita durante esses oito anos com o Sergio Ribeiro e que nota daria para a atual gestão?
R: Eu daria uma nota 7. Essa parceria foi ótima para mim, pois me trouxe muita experiência, claro, eu devo essa parceria ao prefeito Sergio Ribeiro que me aceitou como vice-prefeito em seu grupo e me apoio como vice dele para um segundo mandato. Hoje o prefeito me deseja sucesso na minha empreitada de pré-candidato e tenho certeza que a cidade tem muito a ganhar.

“Hoje você não vê um prefeito preparado para governar e o resultado disso são obras paradas pela cidade. ”

Rogério Polita, Empresário, tem 45 anos, gaúcho que chegou em Carapicuíba há 7 anos. Decidiu entrar na política porque gosta de desafios. Pai dedicado, ele tem uma filha de 18 anos que vive com a mãe, porém todos os finais de semana faz questão de estar com o pai. Formado em economia, divide seu tempo entre a administração de sua empresa e sua carreira política. No ramo empresarial trabalha com consultoria na área tributária e de licenciamento, sua empresa atende grandes redes de lojas na liberação de licenças de funcionamento.4.2-polita

1 – Por que você é pré-candidato a prefeito?

R: Por uma realização pessoal, eu sempre esperei uma oportunidade, e o contexto está favorável. Hoje estou com 45 anos de idade e me sinto preparado para o momento. Na área empresarial já conquistei o que almejava, minha empresa caminha sozinha e eu gosto de desafios. Não preciso de política para nada, sou candidato por uma realização pessoal.

2 – O que espera das eleições desse ano?

R: Em Carapicuíba, a questão era polarizada. Hoje não, teremos quatro nomes que pontuarão bem. Estou contabilizando o Abraão Junior que é o candidato do prefeito. Marcos Neves, professora Sônia e eu. Não creio que teremos outros nomes nessa disputa devido ao histórico deles. Então teremos quatro protagonistas os demais se vierem serão apenas coadjuvantes.

3 – Em uma entrevista um pré-candidato disse que existe um grupão formado pelo prefeito Sergio Ribeiro? Você faz parte desse grupo?

R: Muita gente diz que não está no grupo do prefeito Sergio Ribeiro, mas na verdade esta apenas esperando para ser chamado, não é meu caso, pois nunca dei abertura para o Sergio me incluir no grupo dele. O que eu ganharia com isso? Nada! O Sergio está em uma situação delicada porque não pode controlar o grupo como ele quer. Eu sou um dos que ele não controla e isso causa um problema a ele.

4 – Qual sua experiência para se aventurar na área política?

R: Eu trabalho com a maquina pública, sei muito bem como funciona, conheço bem o tramite da maquina publica e isso é um diferencial para mim, pois entendo perfeitamente como ela funciona.

5 – O Marcos Neves não seria o seu principal adversário?

R: O Marcos tem um limite de votos, creio que ele esteja nesse limite. Em tese ele se beneficiara pelo fracasso da administração do PT por ser oposição, mas não é assim que funciona, porque eu também não sou a continuidade do que está ai e eu também vou lutar voto a voto com o Marcos Neves.

6 – Como é sua relação com a classe política de Carapicuíba?

R: Aqui tem um problema que é um dilema, “ou você está comigo ou está contra mim”, isso já não acontece comigo, eu converso com o Prefeito Sergio Ribeiro, converso com a Professora Sônia, Abrão jr., Marcos Neves, Elias Cassundé, enfim converso com todos os políticos da cidade, não tenho nenhum empecilho com nenhum deles. Estou sempre dialogando com quem quer o bem para a cidade.

7 – Como você enxerga a classe política de Carapicuíba ?

R: Hoje no Brasil elegemos pessoas que não estão preparadas para administrar uma cidade, devemos parar com isso. Hoje você não vê um prefeito preparado para governar e o resultado disso são obras paradas, UPA pronta há 5 anos e fechada, enfim isso não ocorre em uma empresa porque as coisas são feitas para darem certo, já na administração publica as coisas são feitas para acomodar grupos políticos e a classe política tem disso.

8 – Existe possibilidade de você compor e ser vice de alguém ou ter um dos pré-candidatos vice em sua chapa?

R: Sempre há possibilidade, porém hoje a possibilidade é pouquíssima, não vejo boas opções para compor. No entanto isso iremos discutir nas convenções do partido.

9 – Você já esteve muito próximo do governo Sergio Ribeiro, por que se distanciou?

R: Não fui eu que me distanciei, foram eles. O motivo foi o fato de eu propor a reformar do pronto socorro da vila Dirce, e o ginásio de esportes Tancredão. Eu apresentei o projeto iria investir o dinheiro e sem exigir contrapartida, porém eles não se manifestaram mais sobre o projeto e se afastaram, creio que seja porque não entreguei um cheque em branco na mão deles. Depois que essas coisas não andaram eu concluí, que se Carapicuíba depender desse grupo, a cidade está enroscada.

10 – Como está o seu partido para as eleições? Poderá coligar com algum outro? Como estão as tratativas sobre isso?

R: Formamos um bom grupo, temos 26 pré-candidatos a vereador que podem fazer duas cadeiras, e não existe vantagem coligar, porque estamos com a chapa completa e também não existe um partido equilibrado como o nosso com boas lideranças.

13 – Quem será o vice em sua chapa? Já escolheu?

R: Já temos um bom nome, porém só irá tornar-se publico na convenção do meu partido PSL. Nesse momento não podemos abrir pois isso pode atrapalhar os diálogos.

14 – Qual sua proposta para a cultura de Carapicuíba?

R: A Cultura precisa ser permitida em Carapicuíba, ela foi banida na cidade, por
questões religiosas talvez. O carnaval, por exemplo, que é uma tradição cultural pode gerar renda, entretenimento e muitos ganhos para a cidade, desde que, seja bem planejado e executado. A maior festa popular do país não acontece em Carapicuíba e trata-se de uma festa cultural. A cultura não existe na cidade, porque para o administrador não é importante ter cultura aqui em Carapicuíba.

15 – No seu plano de governo o que planeja para o esporte?

R: Hoje não temos um time de futebol profissional. Temos exemplos bem próximos de times profissionais que despontaram no esporte estadual e nacional. Um time mexe com a autoestima da população, pois o cidadão se orgulha do time local, além de fomentar o nome da cidade.
É preciso investir mais no esporte em nossa cidade com aquisição de novos uniformes, professores e infraestrutura adequada.

16 – O que você pensa sobre o lazer e entretenimento na cidade de Carapicuíba?

R: Os parques da cidade viraram uma “Cracolândia”. Para solucionar isso, temos que cercar os parques para que durante o dia seja área de lazer, e de noite devemos garantir segurança para não ser ponto de sexo, violência e drogas. É necessário dialogar também com os comerciantes, inserindo pólos de Bares de grandes redes para se tornarem ambientes seguros e pontos de lazer, pois são serviços direcionados, porque não há incômodo e gera renda para a cidade e proporciona lazer no município.

17 – Como você avalia a atual gestão do prefeito Sergio Ribeiro?

R: Começando pelas obras, podemos perceber o mau uso do dinheiro público, que foi direcionado para uma determinada finalidade, porém creio que não foi executado corretamente o que gerou situações embaraçadas ao nosso município que agora se encontra sem credito. O terminal, mal inaugurou e já alagou. Sem contar uma série de obras inacabadas. Isso é uma situação generalizada, por causa da falta de gestão e planejamento.

18 – Como entende a questão da moradia em Carapicuíba?

R: Primeiro, precisa-se perceber que Carapicuíba tem um número expressivo de moradias irregulares. Esse problema deve ser enfrentado. A Prefeitura tem que ter um projeto para auxiliar os moradores a regularizar essa situação. Depois não podemos permitir invasões, no entanto devemos oferecer condições para readequar a cidade para um programa habitacional que resolva o problema definitivamente.

19 – Algo em seu programa de governo menciona a questão de emprego e geração de renda?

R: Sim, tenho um bom programa para a geração de emprego. O prefeito tem que ser um bom vendedor da cidade. A população foi convencida de que a cidade não tem salvação e que será dormitório pela eternidade. Temos que atrair novos investimentos. Estamos entre três rodovias e devemos explorar essas malhas rodoviárias. Temos que liberar alvará online para facilitar a vida do empreendedor e se todos tiverem seus alvarás não haverá propina por parte da fiscalização ou empresário gastando seus recursos com burocracia.

20- Qual sua proposta para educação?

R: Se eu vier a ser eleito prefeito de Carapicuíba, assim que assumir a prefeitura, no dia seguinte vou criar pelo menos 1800 vagas na rede municipal, pois eu sei como fazer isso. Nós hoje temos um déficit de 5000 vagas nas creches. Temos 18 creches conveniadas vejo que esse convênio não esta sendo bem executado e isso atrasa a nossa cidade, falta gestão na educação e uma parceria mais eficaz com o terceiro setor.

Barueri pode sair da crise primeiro que o Estado e a União, porém precisamos colocar um bom gestor na cidade

luizinho

Luiz Carlos de  Souza, Luizinho, presidente Municipal do partido Solidariedade. Entrou na política em 1988 apoiando e colaborando com outras candidaturas, em 2008 foi eleito vereador em Barueri. Em 2010 assumiu secretaria de governo na gestão Rubens Furlan. Devido a sua experiência em 2012 foi convidado para colaborar em Santana de Parnaíba colaborando no relacionamento entre empresa e poder público, onde deu importantes contribuições. Em 2016 sua missão será conduzir o partido Solidariedade de forma brilhante em uma campanha vitoriosa.

 

1 – Há quanto tempo atua na política de Barueri?

R: Estou na política desde 1988, sou apaixonado por Barueri, e sempre apoiei outros candidatos, penso que não participando da política sempre estaria sujeitando as pessoas que não comungam da mesma visão de melhoria que eu tenho. Então participar da política é uma forma de colaborar com a transformação da nossa cidade. Em 2008 fui eleito vereador, deixei minha colaboração. Hoje penso que se cada um cuidar bem do seu bairro ou da sua rua, já teremos um Brasil melhor.

 

2 – Como chegou ao partido Solidariedade?

R: Sempre tive uma boa relação com as indústrias e o Partido Solidariedade tem um histórico ligado a elas. Diante disso os dirigentes estaduais da sigla viram em mim coerência e um potencial militante devido e me convidaram para se filiar em 2013 e eu aceitei. Posteriormente me convidaram para presidir a legenda e mais uma vez assumi o papel que venho exercendo até hoje com muito orgulho e dedicação.

 

3 – Como está o Partido Solidariedade na cidade de Barueri?

R: Estamos bem organizados na cidade. Temos as câmaras temáticas ligado ao social, mulher, jovem, meio ambiente entre outras e elas se conectam ao partido no Estado e com Brasília mantendo assim uma constante atualização das diretrizes e com isso pautando os programas sociais existentes, como por exemplo, o programa Jovem Aprendiz. O partido sempre orienta os filiados dá uma boa estrutura para quem quer caminhar conosco. Quando algum candidato é eleito pela legenda ele recebe todo apoio e orientação do partido para exercer um bom mandato e isso tem sido nossa referência.

4 – Qual tem sido a principal bandeira do partido e como coloca-la em pratica em Barueri?

R: Temos várias bandeiras, porém hoje a principal é a volta do emprego. Precisamos criar sinergia entre municípios, Estado e União para que possamos criar novas vagas no mercado de trabalho. Não adianta fazer hoje uma mudança previdenciária se não gerarmos mais emprego. Aqui em Barueri, precisamos criar credito para poder avançar. O empresário tem que investir, porém para isso a cidade tem que fazer sua parte. Se todos fizermos investimentos a engrenagem funciona e assim fazemos a roda girar.

 

5 – Qual o seu pensamento sobre a cidade de Barueri?

R: Barueri é uma cidade importante para o Estado de São Paulo e principalmente para a região Oeste. A cidade tem empresas multinacionais e boas indústrias. Somos uma cidade acolhedora e bem situada as margens da Castelo Branco, os problemas que a cidade tem hoje é devido a má gestão da coisa publica, porém temos potencial. Barueri é uma cidade rica e prospera.

 

6 –  Qual a expectativa do partido para o pleito deste ano?

R: O planejamento e a estrutura que montamos é para fazer uma campanha vitoriosa, minha meta é que todos que vierem a se tornar candidatos esse ano encontrem um partido que os apóie e que motive cada um para conquistar o sucesso. O partido tem bons filiados temos mulheres militantes bem atuantes, boa estrutura e um time de primeira. Na hora de escolher ou aceitar filiados que seriam pré-candidatos olhamos o histórico da pessoa porque não queremos nos corromper ou sermos vendidos, queremos ter autonomia como partido e o país vive um momento de dizer não a corrupção e estamos nessa mesma linha, então já começamos a escolher as melhores pessoas que um dia podem estar em um mandato ajudando a cidade a se recuperar.

 

7 – A crise financeira nacional tem afetado todo o país e, consequentemente as prefeituras, isso também aconteceu em Barueri?

R: A crise se transformou em um efeito dominó afetando a todos, porém Barueri tem uma arrecadação boa. O que está faltando é uma administração eficiente. O gestor de Barueri deve colocar pessoas certas no lugar certo para que a cidade volte a criar novas frentes de trabalho e ser mais eficiente. Podemos sair da crise primeiro que o Estado e a União, porém, para isso ocorrer devemos ter pessoas certas a frente da cidade.

 

8 – Quais os principais problemas do município atualmente e como solucioná-los?

R: Os principais problemas hoje são:  Saúde e Educação. Temos que dar um choque de gestão, fazer com que a saúde não crie expectativas apenas. Existe hoje em Barueri supervisor de saúde que não sabe o que é Buscopan. Ele ganha bem e não sabe aquilo que esta fazendo, não é geral, mas isso tira estimulo de quem realmente trabalha. Devemos colocar na saúde quem realmente entende de saúde. Não podemos criar balcão de emprego na maquina pública. Já na educação os educadores devem cuidar da educação. Penso sempre em Educadores comandados por educadores, ou pessoa que tenha experiência e sabe do que está falando. Existe um desconforto entre o gestor e quem produz educação hoje e isso atrapalha todo o funcionamento da Educação o resultado é uma prefeitura que falha constantemente e produz péssimos resultados.  

 

9 – Qual a mensagem que o senhor deixa para os filiados do solidariedade e em especial para os moradores de Barueri?

R: Aos filiados do partido vou reforçar minha mensagem que é para que todos pensem no coletivo. Se pensar somente em si mesmo, tenho certeza que jamais será um representante do povo. Se algum filiado vier a se tornar um representante do povo, pensem na cidade como um todo e trabalhe buscando o desenvolvimento da cidade. Já ao povo de Barueri quero dizer que o partido juntamente com todos os seus filiados vão trabalhar para que os moradores voltem a ter orgulho da cidade e batem no peito e digam que são Baruerienses.  

 

10-  Como as pessoas interessadas no partido solidariedade podem se filiar? 

R: Existem dois caminhos, o primeiro é fazer a filiação online no site do partido que está no sitio http://www.solidariedade.org.br. Fazendo assim a ficha irá chegar até minhas mãos e de posse dela irei me reunir com o interessado para assinar e aceitar a filiação dele no partido Solidariedade.