Cultura

Baque Ambulante leva Maracatu para comunidades de Jandira

Maracatu

Maracatu alegrou as comunidades de Jandira – Foto: Bruno Góis

Nos dias 6 e 7, a cidade de Jandira recebeu o coletivo cultural Cambada Boa, que realizou apresentações de Maracatu com o espetáculo cênico-musical  ‘Baque Ambulante’.

As batidas dos tambores contagiaram os moradores dos bairros Jardim Gabriela II, São Luiz, Analândia e Alvorada, que se surpreenderam com a música e o colorido das apresentações.  “É um lindo trabalho. A gente não consegue ficar sem se mexer”, disse a moradora Inês Rocha.

Já para o morador Erivaldo Leite, o fato de se investir em cultura na cidade motiva os jovens e crianças a ficarem longe das drogas e da violência. “Fiquei muito grato com o que vi hoje. Nunca aconteceu nada parecido nesta praça, e é o que precisamos; mais cultura! Assim os jovens escolhem a arte e não a marginalidade”, disse.

Ao final de cada espetáculo, o grupo convidava o público para cantar, dançar e conhecer mais sobre a história do Maracatu.

O projeto ‘Baque Ambulante’ foi selecionado pelo Edital do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura de Jandira, idealizado pelo coletivo ‘Cambada Boa’, com a coordenação e produção de Laila Valois e direção musical do percussionista e arte-educador Rubens Rossin. Seu objetivo é valorizar a manifestação cultural do Maracatu de Baque Virado, reunindo pessoas com interesses artísticos afins, aprofundando o conhecimento e a prática do tema.

 

Sobre Maracatu Baque Virado

O Maracatu de baque Virado ou Maracatu Nação é uma manifestação da cultura popular brasileira afrodescendente. Surgiu durante o período escravocrata, provavelmente entre os séculos XVII e XVIII,  no estado de Pernambuco.

Teria surgido a partir das coroações e autos do Rei do Congo, prática implantada no Brasil supostamente pelos colonizadores portugueses e, por consequência, permitida pelos senhores de escravos.  O Maracatu é hoje reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Brasil.

Núcleo Paulista de Folclore é lançado em Pirapora

Lançamento Núcleo Folclore (1)

No último dia 10 de novembro aconteceu em Pirapora do Bom Jesus o lançamento do Núcleo Paulista de Folclore dos Romeiros. A solenidade aconteceu na Câmara Municipal com a presença de prefeitos, secretários da cultura e turismo das cidades integrantes do novo núcleo: Pirapora, Santana de Parnaíba, Cajamar, Araçariguama, São Roque e Cabreúva.

Após dar as boas vindas a todos e agradecer pela presença, o prefeito de Pirapora Gregorio Rodrigues Pontes Maglio, passou a palavra ao diretor cultural da Abaçaí Cultura e Arte, Toninho Macedo, que falou sobre a importância da implantação do Núcleo regional e os diversos desdobramentos para as cidades envolvidas, principalmente na salvaguarda das inúmeras manifestações do patrimônio cultural e imaterial existentes nessas cidades.

Toninho Macedo também discorreu longamente sobre a importância do desenvolvimento da Cultura da Paz, numa mobilização permanente pela vida. Diego Dionísio, presidente da Comissão Paulista de Folclore, ao qual os núcleos estão ligados, falou sobre todos os núcleos existentes no Estado de São Paulo, um total de 18, e da importância dos municípios criarem leis para a proteção de seu patrimônio cultural imaterial, dos projetos PROAC que podem ser apresentados pelos núcleos, entre outros benefícios. No final, os representantes das cidades presentes resolveram rebatizar o grupo com o nome de Núcleo de Folclore dos Romeiros, devido a uma das características mais marcantes de nossa região.

Núcleos de folclore

Os núcleos regionais foram criados com o objetivo de ampliar a representatividade da Comissão Paulista de Folclore e, assim, aumentar sua representatividade no Estado, dinamizando sua ação nas microrregiões ou até mesmo regional. Sua missão é incentivar ou coordenar pesquisas, estudos, promoção, defesa e divulgação do folclore no âmbito local e regional, estando credenciado para fazer gestões junto às autoridades municipais e setores da sociedade civil organizada para a consecução de seus objetivos.

A Comissão Paulista de Folclore, criada em 1952, é uma associação de natureza civil sem fins lucrativos, destinada a fomentar o desenvolvimento econômico das práticas culturais, como meio de promoção do desenvolvimento econômico e social. Distribuída em praticamente todo o território do Estado de São Paulo, através de seus núcleos, visa tornar possível o acompanhamento das manifestações tradicionais em todo o Estado e de forma próxima, acompanhando de perto as necessidades e a riqueza das tradições e dos artistas tradicionais.

Pirapora será sede de um Núcleo Paulista de Folclore

Samba de bumboA partir do próximo dia 10 de novembro, às 9 horas na Casa do Samba, Pirapora do Bom Jesus será oficializada como sede do Núcleo Paulista de Folclore do Japi que será composto pelos seguintes municípios além de Pirapora: Santana de Parnaíba, Cajamar, Araçariguama, São Roque e Cabreúva.

A escolha de Pirapora como sede do núcleo regional contou com o apoio da Abaçaí Cultura e Arte, através de seu diretor cultural, Toninho Macedo.

Os núcleos regionais foram criados com o objetivo de ampliar a representatividade da Comissão Paulista de Folclore e, assim, ampliar sua representatividade no Estado, dinamizando sua ação nas microrregiões ou até mesmo regional. Sua missão é incentivar ou coordenar pesquisas, estudos, promoção, defesa e divulgação do folclore no âmbito local e regional, estando credenciado para fazer gestões junto às autoridades municipais e setores da sociedade civil organizada para a consecução de seus objetivos.

A Comissão Paulista de Folclore, criada em 1952, é uma associação de natureza civil sem fins lucrativos, destinada a fomentar o desenvolvimento econômico das práticas culturais, como meio de promoção do desenvolvimento econômico e social. Distribuída em praticamente todo o território do Estado de São Paulo, através de seus núcleos, visa tornar possível o acompanhamento das manifestações tradicionais em todo o Estado e de forma próxima, acompanhando de perto as necessidades e a riqueza das tradições e dos artistas tradicionais.

‘Frida Y Diego’ está de volta a São Paulo para última temporada no Teatro Raul Cortez

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De Maria Adelaide Amaral, o espetáculo ‘Frida Y Diego’ reestreia no Teatro Raul Cortez dia 7 de novembro para temporada até 31 de janeiro de 2016. A trama retrata a complexa e intensa relação dos fascinantes artistas mexicanos Frida Kahlo e Diego Rivera e o legado que deixaram na história da arte. A peça tem direção de Eduardo Figueiredo. No elenco, a atriz Leona Cavalli interpretando Frida Kahlo e José Rubens Chachá como Diego Rivera.

 O espetáculo narra o reencontro dos artistas depois de uma traumática separação. A trama mostra uma fase conturbada da vida de Frida, quando já bastante doente e com muitas dores, voltou a morar com Diego, em casas vizinhas ligadas por um corredor. Frida Kahlo e Diego Rivera viveram um grande e conturbado amor, ao mesmo tempo em que influenciavam, com sua arte latina, o mundo das artes plásticas europeu e americano na animada e confusa década de 30. 

 A peça, recheada de conflitos, poesia, nostalgia e humor, tem iluminação assinada por Guilherme Bonfanti, cenário, figurino e adereços por Márcio Vinícius e direção musical de Guga Stroeter.

A montagem

A dramaturga Maria Adelaide Amaral escreveu o texto do espetáculo sobre Frida Kahlo e Diego Rivera especialmente para o diretor Eduardo Figueiredo e o diretor de produção da peça, o ator Maurício Machado. “Eu sempre tive fascínio por Frida e Diego. Vi algumas exposições dela por esse mundo afora e quando fui ao México conheci pessoalmente a obra de Diego. Estive na Casa Azul duas vezes e visitei a casa deles em San Angel. Isso alguns meses antes do Eduardo e do Maurício me encomendarem a peça”, conta a autora.

 Maria Adelaide estudou profundamente a vida da dupla de artistas para escrever o texto. “Não é bem ficção. É teatro. E o tema foi intensamente pesquisado nos livros sobre Diego e Frida e em outros que me mandaram dos Estados Unidos e México”, completa Maria Adelaide.

 Para a montagem, o diretor Eduardo Figueiredo focou na interpretação do elenco: “Esse espetáculo é dos atores, nós só vamos preparar a cama para eles se divertirem”. Ele optou por colocar música ao vivo na peça. No palco, dois músicos tocam acordeom e baixo. “Para mim, é fundamental que uma peça como esta tenha músicos em cena, o próprio Diego Rivera era um grande festeiro e a música, aqui, reforça a passionalidade da relação deles. Pretendo falar da humanidade presente destes dois grandes artistas. Outro aspecto importante é fomentar questionamentos, nesse contexto específico, temas tão contemporâneos como traição e lealdade”, comenta o diretor.

 Segundo Eduardo, a obra de Maria Adelaide apresenta, de forma explícita, o universo afetivo desses dois grandes artistas sem perder o panorama histórico que tanto os influenciaram. “A dramaturgia e o trabalho dos atores são o nosso norte no espetáculo!”, acrescenta.

 O ator José Rubens Chachá, que completa 40 anos de carreira com esta montagem, observa: “Foi o melhor presente que poderia receber. Eu tenho um fascínio muito grande por personagens reais. Quando completei 30 anos de carreira, a Maria Adelaide me convidou para viver Oswald de Andrade no espetáculo “Tarsila”, também de sua autoria. Desta vez, o presente me surpreendeu ainda mais. Considero Oswald e Diego dois antropofágicos em suas artes tão diversas”.

 Há nove anos sem participar de uma produção de teatro, a atriz Leona Cavalli comemora o retorno. “Frida foi sempre absolutamente avançada em sua arte e, na vida, ela teve a coragem de fazer da sua existência uma obra de arte com extrema inteligência, indo muito além da sua dor. É um privilégio trazer para a cena a humanidade dela. O texto da Maria Adelaide coloca a matéria prima da arte da Frida na dramaturgia, ou seja, a sua vida. Muitas coisas que estão escritas na peça foram ditas pela artista”, conta a atriz.

 

Ficha Técnica

Texto: Maria Adelaide Amaral. Direção: Eduardo Figueiredo. Elenco: Leona Cavalli e José Rubens Chachá. Direção musical e trilha: Guga Stroeter e Matias Capovilla. Músicos: Braulio Vidile (acordeom) e Vico Piovani (baixo acústico). Direção de arte – cenografia, figurinos e adereços: Marcio Vinicius. Visagismo: Anderson Bueno. Desenho de luz: Guilherme Bonfanti. Assistência de direção: Alex Bartelli. Direção de movimento: Renata Brás. Estágio de direção: Eric Mourão. Programação visual: Vitor Vieira. Projeto de vídeo e projeções: Jonas Golfeto. Fotos de divulgação: Gabriel Wickbold. Fotos de cena: Lenise Pinheiro.  Produção executiva: Ton Miranda. Gerência de produção: Bia Izar. Direção de produção: Maurício Machado. Realização e produção: manhas & manias eventos.

 

Serviço

Frida Y Diego, de Maria Adelaide Amaral

TEATRO RAUL CORTEZ –  Rua Doutor Plínio Barreto, 285 – Bela Vista –  Tel: (11) 3254-1631

Temporada: de 07 de novembro de 2015 a 31 de janeiro de 2016

Sábados às 21h | Domingos às 19h

Ingressos:

Sábados e Domingos: R$ 80,00

Duração: 90 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Gênero: Romance

Lotação: 512 pessoas

Vendas: www.compreingressos.com

COMPREINGRESSOS

Tel: (011) 2626.5282 – http://www.compreingressos.com

Bilheteria do Teatro – Horário de Funcionamento:

De terça-feira a quinta-feira: das 14h às 20h

De sexta-feira a domingo: das 14h até o início do espetáculo.

Tel: (011) 3254.1631

 

Abenaf realiza 1ª Mostra de Monólogos no Jorge Amado

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A Associação Beneficente de Amparo à Família (ABENAF) realizou no dia 04 desse mês a sua primeira Mostra de Monólogos que reuniu os principais atores e grupos cênicos da região. O evento aconteceu no Teatro Jorge Amado em Carapicuíba.

Com o intuito de promover arte e cultura, 11 esquetes de monólogos de diversos gêneros teatrais como drama, comedia e suspense emocionaram e divertiram o público presente.

“Foi muito emocionante, me identifiquei com  as histórias que remontaram momentos em minha vida. Sem dúvida teatro é vida” declarou Dona Maria Eugenia de Lima de 71 anos.

De acordo com Josimar Freitas,  diretor da Mostra, o evento atingiu o objetivo de oferecer entretenimento com qualidade, “Estamos satisfeitos com o resultado da Mostra,  tanto no quesito artístico quanto organização, fomos elogiados pelo público e atores” apontou Josimar que também é professor de Teatro na ong.

Para o presidente da Ong, Joel Miranda, além da Mostra  proporcionar acesso a arte para a comunidade, foi uma oportunidade de reunir os grupos culturais da cidade e região, “foi  importante o evento, pois reunimos muitos grupos de expressão  cultural em Carapicuíba ”, conclui Joel Miranda.

Toda a renda arrecadada com a venda dos ingressos será revertida para a realização do 10º Festival Cultural da Abenaf, evento no qual os alunos dos cursos de jornalismo, fotografia, dança contemporânea, dança do ventre, teatro e audiovisual apresentam o resultado final dos trabalhos desenvolvidos durante o segundo semestre de 2015. Para mais informações acesse www.abenaf.org.br ou pelo fone 2835-3579.

Uma Espécie de Alasca, estreia em temporada dia 30 de outubro no MASP

image002Depois de sua bem sucedida participação no Festival Cultura Inglesa, peça ganha prêmio Zé Renato para realizar sua primeira temporada. O espetáculo estreia em dia 30 de outubro, sexta-feira às 21h no teatro do MASP.

 Em coma há 29 anos após contrair a doença do sono (encefalite letárgica), Débora acorda com a mente de 16 anos de idade. Sua irmã Paulinha e seu cunhado, o médico dedicado Hornby, cuidaram dela ao longo de todo esse tempo. A inspiração do inglês Harold Pinter para a peça veio da leitura do livro “Tempo de Despertar”, do renomado neurologista Oliver Sacks, o qual apresenta casos de pessoas suspensas por décadas da vida, de repente de volta ao mundo em função de testes com um novo tipo de medicamento, descoberto na década de 1960.

Pinter compreendeu aqueles pacientes até mais do que seus próprios médicos, segundo eles próprios observaram depois de assistir a primeira montagem do texto. “Por motivos explicados apenas pela espiritualidade ou sensibilidade de um gênio, o dramaturgo não precisou conversar com Sacks, nem visitar o hospital onde os doentes ficavam para entender a fundo sua alma. Isso mostra como o teatro pode mergulhar no inconsciente, resgatando de lá, sem juízo de valor, nossa mais sincera humanidade”, comenta o diretor Gabriel Fontes Paiva que assina também a adaptação. “O que me capturou nesse texto foi o quanto ele é profundo para tratar questões existenciais utilizando como ponto de partida um caso real.”

Antes de sua morte em 30 de agosto deste ano, Oliver Sacks anunciou em fevereiro de 2015, em um artigo no New York Times, que em breve nos deixaria por conta de um estágio avançado de câncer. Ele surpreendeu quando ao invés de se lamentar ou relembrar com nostalgia sua genial trajetória, dizer que se sente agradecido pela oportunidade de se despedir da vida. “Nos últimos dias, tenho sido capaz de ver a minha vida a partir de uma grande altitude, como uma espécie de paisagem.”, entendimento raro da existência foi conquistado por uma vida dedicada ao estudo neurológico do ser humano. Sacks que conseguiu sem precedentes transformar casos médicos em best-sellers por meio de um talento nato para escrita trouxe notoriedade a questões prioritariamente de interesse médico.

“Despertando”, sua obra que apresenta pessoas que ficaram por décadas suspensas da vida e retornaram após a descoberta de um medicamento, permitiu um novo e profundo olhar sobre as questões existenciais. Isto ocorreu em tamanha proporção que gerou no dramaturgo agraciado pelo Nobel a vontade de escrever uma peça inspirada em outra obra. “Um dia acordei com a sensação estranha de estar em um lugar e tempo distintos lembrei do livro do Oliver Sacks que tinha lido a quase uma década e escrevi “Uma Espécie de Alasca”.

Um ambiente para um coletivo

Outra coisa que chama a atenção dessa montagem é a reunião inusitada de grandes artistas.  Alguns experimentando novas funções, outros pela primeira vez no teatro. O que não é o caso dos três atores. Veteranos, reconhecidos e premiados terão o desafio de interpretar personagens complexos como alguém que dormiu por 30 anos, um médico que dedicou a vida inteira para descobrir a cura de uma doença e uma mulher que abriu mão da própria vida para cuidar da irmã.  “Yara, Miriam e Jorge são artistas genuínos que gostam de se aventurar em territórios ainda não explorados porque sabem que é no risco que podemos avançar mais.” Comenta o diretor. Luiz Duva um dos principais representantes brasileiros de vídeoarte, performance e novas mídias será responsável pela concepção de vídeo da peça. Luisa Maita um dos nomes mais encenados da nova MBP, teve sua primeira inserção em trilha sonora no tão comentado filme “Boyhood”. Maita possui grande reconhecimento nos EUA e com direito a apresentações esgotadas no Lincoln Center de nova York e primeiro lugar de vendas no iTunes em world music. Quem assina com ela a trilha é outro músico também reconhecido internacionalmente e que recebeu prêmio de melhor trilha sonora em Gramado, Jam da Silva. A troca de papéis fica por conta de Débora Falabella que fará o figurino do espetáculo. “São Pessoas que tenho muita afinidade artística e que trabalho há anos em projetos de música. A Débora, por exemplo, sempre contribuiu muito em figurinos com o Grupo 3, (companhia de Gabriel, Yara e Débora), era a hora de assinar um sozinha.” Comenta Gabriel.

 

Ficha técnica

Autor: Harold Pinter

Direção: Gabriel Fontes Paiva

Elenco: Yara de Novaes, Miriam Rinaldi e Jorge Emil

Concepção Audiovisual : Luiz Duva

Musicas e Arranjos: Luisa Maita e Jam Da Silva

Iluminação: Andre Prado e Gabriel Fontes Paiva

Figurino: Débora Falabella e Marina Aretz

Cenotécnico: Tadeu Tosta

Operador de som: Thiago Rocha

Aulas de Foxtrot: Magoo Grande

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Planejamento de Projeto: Luana Gorayeb

Direção de produção: Marlene Salgado

Produtores Associados: Marlene Salgado e Gabriel Paiva

Realização: Fontes Realizações Artísticas

Uma Espécie de Alasca foi inspirada em “Despertando” de Oliver Sacks, que teve sua primeira publicação em 1973 por Gerald Duckworth e Cia. 

 

Serviço

 

MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Auditório MASP Unilever

Avenida Paulista, 1578  – São Paulo – SP

informações: 3149 5920

auditórios@masp.org.br

www.masp.org.br

 

Temporada: de 30 de outubro a 29 de novembro de 2015

Sextas e sábados às 21h00; domingos às 20h00

Ingressos: R$ 20,00

Duração: 60 minutos

Capacidade do Auditório MASP Unilever: 374 lugares

Indicação etária: 12 anos

 

BILHETERIA

Terça a domingo: das 10h às 17h30

quinta-feira: das 10h às 19h30

Em dias de espetáculo nos auditórios, a bilheteria funcionará até o horário de início da apresentação

vendas pela internet: www.masp.org.br

Forma de pagamento: dinheiro, débito e crédito a vista

 

ESTACIONAMENTO CONVENIADO

PROGRESS PARK –  Avenida Paulista, 1636

CAR PARK – Alameda Casa Branca, 41

 

RESTAURANTE MASP

atendimento de segunda à sexta das 12h às 15h. sábados e domingos das 12h às 16h.

telefone para reservas: 3253 2829

local: segundo subsolo do MASP

Abenaf leva primeiro lugar em festival de curtas de teatro

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Em setembro, o ponto de cultura ABENAF foi premiado em primeiro lugar no festival de curtas de teatro e poesias encenadas que aconteceu entre os dias 17 e 19 de no auditório da faculdade da aldeia de Carapicuíba.

Com apoio da secretaria municipal de cultura da cidade e curadoria de Nilda Ladeia, o festival reuniu os melhores grupos que apresentaram peças e esquetes de até 20 minutos.

Para levar o primeiro lugar, o núcleo cênico da Abenaf apresentou um resumo da peça “Histórias que constroem vidas”. Já em Segundo e terceiro lugar ficaram os grupos Id Anjos e ABC do Saber.

Já no dia de setembro, as alunas de dança do ventre da Abenaf se apresentaram no Sarau “Culto Do Amendoim” no Teatro Fuca em Carapicuíba, que reuniu diversas manifestações de artistas da região

Riso Nervoso estreia no Teatro Viradalata

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O grupo As Olívias completa 10 anos em 2015 e estreia seu novo trabalho dia 10 de outubro no Teatro Viradalata, em São Paulo: o espetáculo Riso Nervoso, em nova montagem com texto e direção de Michelle Ferreira.

Depois de quase uma década em cartaz com o espetáculo As Olívias Palitam e diversos trabalhos para internet e tv – entre os quais o programaOlívias na TV, no canal Multishow – As Olívias voltam para o teatro com um novo projeto de humor.

Riso Nervoso é um espetáculo sobre as coisas que nos tiram do sério no dia a dia: nossa relação com a burocracia a e as instituições; nossa necessidade de reclamar de tudo; a competitividade e a comparação constante com os outros ao nosso redor; a pressão para sermos conectados, atualizados, termos filhos, estarmos dentro de padrões de beleza e de comportamento.

No palco, Marianna Armellini, Renata Augusto, Sheila Friedhofer, Victor Bittow, Lívia Carmargo e Izabela Pimentel contam 5 histórias em que suas personagens são levadas a situações patéticas e absurdas por conta de suas neuroses:

 Sheila Friedhofer é uma mulher em crise com o fato de absolutamente tudo dar certo em sua vida; Renata Augusto se vê às voltas com um bizarro curso de treinamento para se adequar ao senso comum; Marianna Armellini (ou Izabela Pimentel) vive um dilema em relação à maternidade quando ganha um presente literalmente de grego em seu aniversário; Victor Bittow vive um homem atormentado pela comparação constante com um amigo de infância bem sucedido; por fim, Lívia Camargo é uma mulher avessa à tecnologia que, isolada no mundo real, quer saber o que todos fazem de tão interessante nas redes sociais e acaba viciada.

Riso Nervoso é uma comédia que apresenta uma nova faceta do grupo As Olívias, conhecidas pelo humor rápido das esquetes, e que agora se arriscam em uma dramaturgia mais elaborada, sem perder o olhar nonsense sobre o cotidiano que se tornou uma das marcas do seu trabalho.

Para essa empreitada, o grupo convidou a autora e diretora Michelle Ferreira, indicada ao Prêmio Shell de melhor autora em 2013 (por Os adultos estão na sala) e um dos destaques da nova dramaturgia paulistana.

SERVIÇO

Estreia em 10 de outubro (temporada até 29 de novembro)

Sábados, às 22h e domingos, às 20h

Teatro Viradalata

Endereço: Rua Apinajés, 1387 – Perdizes – São Paulo – SP

Telefone: (11) 3868-2535

Capacidade: 270 lugares

Ar condicionado

Acesso para deficientes físicos

Tem local para comer

Serviço de Vallet no local: R$ 20,00

Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)

Bilheteria do Teatro: abre 2 horas antes do espetáculo

Aceita os cartões de débito e crédito: todos da Mastercard, Redecard, Visa e Visa Electron. Não aceita cheques.
Vendas pela internet: ingressorapido.com.br

Televendas: 4003 1212
Site do grupo: www.asolivias.com.br

Espetáculo “O que Dorothy Quer?” estreia sábado (3) no Teatro Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi

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O que a Dorothy quer? estreia no Teatro Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi dia 3 de outubro, sábado, às 20h e faz temporada até dia 25 de outubro aos sábados às 20h e domingos às 18h. No elenco estão Naty Graciano, Luciana Espósito e Caroline Duarte.

Na peça o autor e diretor Pedro Garrafa desconstrói a clássica personagem do mundo de Oz.

Sinopse

A trama começa com Dorothy escondida no abrigo anti-tornados da casa de seus tios no Kansas e, como num passe de mágica, se vê na presença de outras duas versões dela mesma. A partir daí, as três personagens começam a disputar o posto de “Dorothy verdadeira”, e com isso, revelam aos poucos as camadas da verdadeira personagem da menina.

 

Diferente da obra original, onde Dorothy é uma heroína pura e ingênua, a Dorothy de Pedro Garrafa revela ao longo da trama sua verdadeira personalidade: egoísta, manipuladora e com um caráter duvidoso, capaz de cometer as maiores atrocidades para se safar.

 

Ao desmontar a personagem de Luis Frank Baum, o espetáculo tem como objetivo mexer com a referência marcada na memória afetiva dos fãs da obra e vai de encontro com a questão central que o texto propõe: “Somos fiéis à imagem que fazemos de nós mesmos?”

 

“O drama de Dorothy com suas múltiplas personalidades e o conflito com seu verdadeiro eu reflete um panorama dos tempos atuais:  a feira das vaidades na qual estamos todos inseridos. E o imediatismo e superficialidade resultantes da superexposição nas redes sociais, fazendo uma alusão às personas que todos assumimos, optando em não mostrar o que realmente somos, mas sim a face que gostaríamos que os outros enxergassem”, diz Pedro Garrafa.

 

Ficha técnica

Texto e direção: Pedro Garrafa

Elenco: Naty Graciano, Luciana Espósito e Caroline Duarte       

Trilha sonora: Selva

Figurino: Ariana Martinelli

Iluminação: Matheus Heck e Pedro Garrafa

Produção: Elemento Cultural

Fotos: Dave Santos e Matheus Heck

 

SERVIÇO

Temporada: 3 a 25 de Outubro. Sábado às 20h e domingo às 18h

Ingresso: R$ 60 inteira e R$ 30 meia

Duração: 70 min

Local: Teatro Livraria da Vila – JK Iguatemi Av. Juscelino Kubitschek, 2041

Lotação: 125 lugares

Classificação indicativa: 14 anos

Virgínia Rosa mostra a pluralidade e majestade de Clara Nunes em novo CD

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A pluralidade e a majestade de Clara Nunes, uma das mais expressivas cantoras da música popular brasileira, são evidenciadas no novo CD da cantora Virgínia Rosa: “Virgínia Rosa Canta Clara”, produzido pelo Selo Sesc e lançado nos dias 9 e 10 de outubro (shows em São Paulo e Sorocaba).

Composto por 14 faixas, “Virgínia Rosa Canta Clara” revela aspectos poucos evidentes do repertório de Clara Nunes, sempre muito identificada com o samba. Isto fica claro nos choros, valsas, boleros e até forrós que compõem o CD e que são interpretados com intensidade e de forma visceral.

“Ao jogar luz sobre Clara Nunes, Virgínia Rosa explicita a intérprete plural e multifacetada que foi a cantora, sempre disposta a correr riscos e a andar fora de sua zona de conforto”, diz Danilo Santos de Miranda, Diretor Regional do Sesc São Paulo.

Nas palavras do músico e produtor Swami Jr., que assina o texto no encarte do disco e que já trabalhou com Virgínia, a cantora é uma daquelas artistas que o Brasil tem de se orgulhar e sua vocação fica explícita neste disco. “Neste novo e maravilhoso álbum, debruçando-se reverente e emocionada sobre o canto da gigante Clara Nunes, lá está ela de novo por inteiro, revelando outros matizes, novos ângulos das canções escolhidas do repertório de Clara, como emoção e musicalidade na medida exata, ensinando-nos a ir na vida por inteiro, enquanto ela durar”.

O CD “Virgínia Rosa Canta Clara” custa R$ 20,00 e está à venda nas unidades do Sesc e pelo site no link http://www.sescsp.org.br/livraria.

 

Carreira de Virgínia Rosa

 

Virgínia Rosa estudou canto lírico, mas, como ela mesma diz, seu “canto é marcado pela linguagem popular”. Isso talvez explique a facilidade com que transita por estilos que vão do samba ao reggae ou ao blues. No começo dos anos 90, Virgínia Rosa partiu para a carreira solo fazendo diversos shows.

Na década de 80, atuou como backing vocal de artistas como Tetê Espíndola e Itamar Assumpção. Seu primeiro CD, “Batuque”, de 1997, lhe valeu a indicação de cantora revelação no Prêmio Sharp e conta com canções de Itamar Assumpção, Luiz Gonzaga, Lenine e Chico Science. O segundo CD, “A Voz do Coração”, de 2001, foi gravado ao vivo a partir do show homônimo. O disco tem composições de Thomas Roth, Chico César, Herbet Vianna, Gilberto Gil e Luiz Melodia.

Virgínia Rosa lança “Samba a Dois” em outubro de 2006 e o CD “Baita Negão”, uma homenagem ao compositor Monsueto Campos de Menezes em 2009, pelo Selo Sesc. No final de 2010, lança seu quarto CD, “Virgínia Rosa & Geraldo Flach – Voz e Piano”.

 

Shows

O Selo Sesc e Virgínia Rosa programaram duas datas para o lançamento do disco. Os shows acontecem nos dias 9 e 10 de outubro, às 20h e 21h, no Sesc Sorocaba e Vila Mariana, respectivamente.

 

 

Selo Sesc 11 anos

Em atividade há 11 anos, buscando registrar o que de melhor é produzido na área cultural, o Selo Sesc constrói um precioso acervo artístico pontuado por obras de variados estilos, da música ao teatro e cinema. Lançou neste ano o documentário “Eduardo Coutinho, 7 de Outubro”, dirigido por Carlos Nader, e o DVD triplo “Os Náufragos do Louca Esperança”, da diretora francesa Ariane Mnouchkine. Entre as novidades de 2015 também estão Pepeu Gomes (“Alto da Silveira”), Sebastião Biano (“Sebastião Biano e seu Terno Esquenta Muié”), o CD “Coisa Fina”, da big band Projeto Coisa Fina, “Café No Bule”, de Zeca Baleiro, Paulo Lepetit e Naná Vasconcelos, o CD “Porto da Madama”, de Guinga e o disco “O que Há de Concreto na Canção”, de Gil Assis e Ana Fridman.

 

Serviço:

Show “Virgínia Rosa Canta Clara Nunes”

Data: 9 de outubro às 20h

Local: Sesc Sorocaba

Endereço: Rua Barão de Piratininga, 555, Jardim Faculdade, Sorocaba, SP

Duração: 75 minutos

Classificação: 12 anos
Ingressos: R$17 (inteira). R$ 8,50 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 5 (credencialplena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portal www.sescsp.org.br a partir de 29/09 (terça-feira), às 18h e nas bilheterias do SescSP a partir de 30/09 (quarta-feira), às 17h30. Venda limitada a quatro ingressos por pessoa. Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.

 

 

Data: 10 de outubro às 21h

Local: Sesc Vila Mariana

Endereço: Rua Pelotas, 141, Vila Mariana, São Paulo

Duração: 75 minutos

Classificação: 12 anos
Ingressos: R$ 25,00 (inteira). R$ 12,50 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 7,50 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portalwww.sescsp.org.br 29/09 (terça-feira), às 19h e nas bilheterias do SescSP a partir de 30/09 (quarta-feira), às 17h30. Venda limitada a quatro ingressos por pessoa. Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.

 

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