Cultura

Batalha do Terminal completa três anos em Carapicuíba

“Há três anos, para participar de rodas culturais de Hip Hop eu precisava sair da zona oeste, mas um dia ouvi uma música que dizia ‘nunca volte pra sua quebrada de mãos e mente vazias’. Foi então que reuni amigos envolvidos no movimento Hip Hop em Carapicuíba, e realizamos a primeira Batalha do Terminal em 18 de outubro de 2016”, conta Shina, idealizador e produtor do projeto.

Com três anos de existência, a Batalha do Terminal de Carapicuíba se tornou uma das mais antigas rodas de rima da zona oeste e grande nome da cena Hip-hop de São Paulo. Morador de Carapicuíba e produtor do projeto, Jefferson Twister, explica como o ‘Batalha do Terminal’ possui facilidade para se aproximar da comunidade. “O Hip Hop é uma cultura que fala a mesma linguagem da juventude de Carapicuíba, uma cidade periférica. A música, arte e moda que consomem fazem parte do Hip Hop, que dá voz para a comunidade se expressar”, ressalta Twister.

A roda cultural acontece com o apoio institucional da Prefeitura de Carapicuíba, semanalmente, todas as terças-feiras na Praça das Bandeiras (Av. Deputado Emílio Carlos), às 20 horas, trazendo a ‘Batalha de Sangue’, em que MC’s resolvem assuntos pessoais; ‘Batalha de Tema’, em que debatem questões sociais; e a ‘Batalha das Mina’, uma iniciativa de inclusão feminina no movimento. A Batalha do Terminal traz ainda o breaking, popping, loocking e allStyle (estilos de dança).

Hip Hop

No Hip Hop, DJs e MCs travam competições, por meio da discotecagem e batalhas de rima realizadas pela manifestação de vivências e ideias. O Graffiti é a expressão da pintura na cultura. Já o Breaking, Popping e Locking são os estilos de dança dentro do movimento, que permite que conflitos aconteçam sem violência, baseados no respeito e nas manifestações artísticas e culturais.

Participantes aprendem a pensar sobre sua realidade e sobre si mesmos de maneira crítica, estendendo a visão sobre aspectos sociais, por meio da escrita, música, dança e pintura.

Femupo classifica 30 canções e terá encerramento com Nando Reis

Criado em 1977, o Femupo – Festival de Música Popular Brasileira de Barueri virou tradição nacional, compositores e cantores de norte a sul do país participam anualmente do Festival. As apresentações das 30 músicas classificadas e premiações acontecerão entre os dias 25 e 27 de outubro, no Parque Municipal Dom José. No encerramento, o Femupo terá um grande show com o cantor e compositor Nando Reis.

Nesta edição, a Secretaria de Cultura e Turismo de Barueri, organizadora do evento, recebeu 331 músicas. A equipe técnica da pasta já selecionou 30 canções, sendo 20 na categoria “Livre” e 10 na categoria “Prata da Casa” (de autores residentes de Barueri).

O Femupo amplia cada vez mais o número de participantes de Estados diferentes, como Amapá, Amazonas, Bahia, Pará, Sergipe, Maranhão, Santa Catarina, além de várias cidades de São Paulo e de Minas Gerais.

No final, serão premiadas cinco músicas na categoria “Prata da Casa” e outras cinco na categoria “Livre”. O melhor intérprete também receberá um prêmio, assim como a canção que tiver a maior aclamação popular.

Confira a lista das músicas classificadas no portal de Barueri.

Fios, linhas, rendas, fibras: exposição EntreMeadas apresenta produção de artesãs de diferentes regiões do estado de São Paulo

Crédito: Mariana Chama

Cerca de 60 obras inéditas de artesãs de todo o estado de São Paulo compõem a exposição EntreMeadas, que será inaugurada em 15 de outubro, às 19h30, no Sesc Vila Mariana, com intervenção do coletivo Rendeiras da Aldeia (Carapicuíba). 

Idealizada pelo Sesc São Paulo, com curadoria da crítica e historiadora do design Adélia Borges, a mostra dá destaque ao artesanato brasileiro feito por mulheres e valoriza o patrimônio cultural ao reunir o trabalho de artesãs e coletivos de 14 cidades paulistas, para as quais o artesanato é um meio de expressão, de afirmação de identidade e de geração de renda. 

Com riqueza de trançados, cores e formas, a exposição apresenta obras artesanais e suas raízes, desde o material escolhido, a comunidade de origem e a artesã criadora. O trabalho de curadoria também se destaca pelo recorte geográfico. Durante o processo de pesquisa, Adélia Borges mapeou uma rica diversidade artesanal no estado, que tem como resultado uma mostra com obras feitas na capital paulista e oriundas das cidades de Carapicuíba, Atibaia, Olímpia, Cananeia, Bertioga, São Bento do Sapucaí, Miracatu, Bauru, Américo Brasiliense, Guapiara, Eldorado, Tremembé, Bertioga e Osasco. 

Produzidos em diferentes técnicas, aprendidas e transmitidas pela oralidade, os trabalhos revelam a complexidade do trançar, tecer, costurar ou bordar. Para que o público possa explorar as texturas e os materiais usados na produção dessas obras, algumas delas poderão ser manipuladas. 

As peças também suscitam uma interpretação do artesanato como frente de resistência cultural e de empoderamento, o que reforça o lugar das artesãs enquanto autoras de suas histórias. “O protagonismo das mulheres fica em evidência nessa montagem, na qual episódios de suas histórias de vida se entrelaçam às suas próprias produções artísticas”, afirma Priscila Lourenção, da equipe de programação do Sesc Vila Mariana. 

Também com o intuito de favorecer a aproximação junto ao universo do artesanato e com as artesãs expositoras, durante o período da mostra haverá uma programação integrada, que contará com bate-papos, oficinas e cursos. 

Artesanato e transformação social – Ao reunir e expor esse acervo, a mostra EntreMeadas também possibilita que associações, comunidades e artesãs tenham seu trabalho (re)conhecido pelo caráter de transformação social que imprimem em suas localidades. Um exemplo é o coletivo Mulheres Artesãs da Enseada da Baleia (Cananeia), que trabalha com a reutilização de redes de pesca de camarão. Há também obras dos quilombos Ivaporunduva e Sapatu (Eldorado) e Banarte (Miracatu), que usam as fibras das bananeiras como matéria-prima para suas criações – isto possibilita o aproveitamento integral da planta e evita o desperdício. 

Há grupos que utilizam os trabalhos têxteis como suporte para a aproximação e comunicação. O Piradas no Ponto, por exemplo, reúne-se mensalmente no Parque Trianon, na Avenida Paulista, no que define como um “uso poético do espaço público”. Seus bordados contam narrativas e em vários casos problematizam situações para reflexão e discussão, como os desastres ambientais de Mariana e Brumadinho. 

Rendeiras de Aldeia, iniciativa criada a partir de um curso de alfabetização em Carapicuíba, possibilita que mulheres usem suas memórias e técnicas manuais para a geração de renda. Destaque para Wilma de Fátima da Silva, uma das rendeiras que levou a Renascença (bordado feito em círculos que irradia por tecidos) para o grupo e ganhou o prêmio de Mestre da Renda Renascença pelo Ministério da Cultura. O grupo, inclusive, apresenta-se na abertura da exposição EntreMeadas com a intervenção Cantos de Trabalho do Fiar, Tecer, Coser, Bordar e Rendar. Os cantos de trabalho fazem parte da tradição de comunidades de muitos lugares e seu repertório musical é movido pela gestualidade e ritmo do trabalho. 

Adélia Borges, que assina a curadoria da mostra, tem uma relação estreita com o artesanato: aprendeu a bordar com o grupo mineiro Matizes Dumont e realizou exposições e palestras, no Brasil e mundo, sobre a linha tênue entre o design e o artesanato. Em seu currículo acumula 40 exposições e 16 livros, entre eles Design + Artesanato: O Caminho Brasileiro (2011), no qual traça um panorama da revitalização recente do objeto artesanal brasileiro. 

Programação completa em: sescsp.org.br/vilamariana 

_Exposição EntreMeadas – Livre | Grátis Abertura: 15 de outubro de 2019, terça, às 19h30 Visitação: 16 de outubro de 2019 a 9 de fevereiro de 2020 Terças a sextas, das 10h às 21h30 Sábados, das 10h às 20h30; domingos e feriados, das 10h às 18h30 Local: Térreo (Torre A) Agendamento de grupos: agendamento@vilamariana.sescsp.org.br 

_Cantos de Trabalho do Fiar, Tecer, Coser, Bordar e Rendar Com as Rendeiras da Aldeia – Dia 15 de outubro, às 20h Local: Praça de Eventos Livre | Grátis 

Sesc Vila Mariana | Informações 

Horário de funcionamento da Unidade: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábado, das 9h às 21h; e domingo e feriado, das 9h às 18h30 

Central de Atendimento: Terça a sexta, das 9h às 20h30; sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30 

Estacionamento: R$ 5,50 a primeira hora + R$ 2,00 a hora adicional (Credencial Plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). R$ 12 a primeira hora + R$ 3,00 a hora adicional (outros). 111 vagas. O estacionamento conta com bicicletário gratuito. 10 vagas.

Humorista Afonso Padilha se apresenta em Osasco/SP

Afonso Padilha e comediante, humorista e roteirista. Tem 3 especiais de comédia no seu canal do YouTube, um na Netflix mundial e atualmente está rodando com seu quarto show solo, ALMA DE POBRE, no qual fala sobre estigma social, usando histórias pessoais pra ilustrar o quando não importa o quanto você ganhe dinheiro continuará sendo pobre.

Espetáculo: Afonso Padilha em Alma de Pobre

Data: 12 de outubro, sábado às 20h30

Local: Teatro Aspro

Endereço: Rua Joaquim Dias de Oliveira, 22 – Vila dos Remédios

Valores: de R$ 35,00 a R$ 70,00

Vendas: BilheteriaExpress.com.br

Informações: 11 2093-3176

SESC Parque Dom Pedro II recebe Ocupação do Palhaços Sem Fronteiras Brasil em Outubro

De 06 a 27 de outubro de 2019 o SESC Parque Dom Pedro II recebe a ocupação do Palhaços Sem Fronteiras Brasil – organização social sem fins lucrativos que atua levando intervenções artísticas, espetáculos de palhaçaria e artes circenses à regiões onde crianças vivem afetadas por situações de crise causadas tanto por guerras e desastres naturais, como em áreas de exclusão social.

A cada domingo de outubro, o grupo apresenta um espetáculo diferente de seu repertório com entrada gratuita, convidando adultos e crianças a conhecer o resultado de um trabalho que tem o riso como um potente elemento de transformação social. 

A temporada começa no dia 06 de Outubro, com a apresentação do espetáculo Rindo Juntos, às 16h00. Uma intervenção musical e circense que, através de uma grande miscelânea, leva o espectador a uma divertida viagem musical, passeando por vinhetas clássicas, samba, jazz e músicas autorais da Banda do Palhaços Sem Fronteiras. A banda do dia será formada por Ana  Pessoa (Sanfona), Renata Maciel (sanfona), Pedro Levy (trombone), Vanessa Rosa (percussão), Aline Moreno (percussão), Arthur Toyoshima (sax), Maria Tereza (sax), Alexandre Matos (percussão), Rafa de Barros (sax), Danilo Rodrigues (cordas).

No dia 13 de Outubro, também às 16h00, é a vez do espetáculo Circo Sem Fronteiras, um show de variedades composto por números do repertório do Palhaços Sem Fronteiras, habilidades circenses e humor físico. O elenco do dia será formado por Geisa Helena, Luciana Viacava, Filipe Bregantim, Gabi Winter e Fernando Paz. 

O Circo Sem Fronteiras é constantemente apresentado nos projetos internacionais e nacionais, como nos trabalhos realizados em: El Salvador, Colômbia, México, Altamira – Pará, Ocupa Riso – SP, Refugiado – SP e na Cracolândia, já que as expedições são destinadas a campos de refugiados, abrigos, ocupações, alojamentos, sempre transcendendo barreiras culturais, de idioma, políticas, sociais e religiosas.

A temporada segue com a apresentação do espetáculo Entre Pontes e Muros, no dia 20 de Outubro, às 16h00. Partindo da temática territórios e fronteiras, o espetáculo propõe importantes reflexões ao revelar conflitos e questões dentro do mundo das divisões de terras e ocupações.

E encerrando a temporada de Ocupação, no dia 27 de Outubro, às 15h00, acontece um grande Cabaré Circense do Palhaços Sem Fronteiras Brasil, marcando o terceiro ano de atuação do projeto na América Latina. A apresentação contará com números de artistas que já integraram a equipe em algum momento deste três anos e contribuíram para o trabalho importante que vem sendo realizado. Com apresentação de Heraldo Firmino e Bete Dorgam, o Cabaré contará com apresentações de Danielle Siqueira (Malabares), Maria Tereza (chefe banda), Aline Moreno (Bambole), Alexandre Matos (percussão), Arthur Toyoshima (Bandeira), Ana Pessoa (acrobacia), Loi Lima (acrobacia), Rafael de Barros (monociclo), Pedro Levy  (Equilíbrio e contato), Vera Abbud (Esquetes Clássicas) e Paloma Mussati (Esquetes Clássicas).

Sobre o Palhaços Sem Fronteiras Brasil

O Palhaços Sem Fronteiras Brasil surgiu em 2016 com o objetivo de potencializar as ações na América Latina. O elemento principal da atuação dos Palhaços Sem Fronteiras é a promoção do riso acreditando que, através dele, seja possível realizar apoio psicológico e emocional para populações em situações de risco, propiciando o apaziguamento de tensões e a restauração afetiva como forma de resiliência. Uma transformação em busca de uma sociedade menos competitiva, onde a generosidade do palhaço não seja tratada como exceção. 

“Acreditamos que a única forma de agir é trabalhar junto às crianças para que seja possível semear a empatia desde o princípio da vida e fazer com que o humor seja cada vez mais valorizado como elemento apaziguador de tensões e regenerador. O Palhaços Sem Fronteiras Brasil atua como um agente que propicia apoio emocional e psicológico, buscando ser um elemento de garantia da vivência plena da infância” – comenta a equipe do Palhaços Sem Fronteiras Brasil. 

Palhaços Sem Fronteiras Brasil faz parte da organização Palhaços Sem Fronteiras Internacional – Clowns Without Boders International (CWBI), que surgiu em 2012. Sediada na Espanha, é hoje composta por treze países: Austrália, Bélgica, Canadá, Finlândia, França, Alemanha, Irlanda, Espanha, África do Sul, Suécia, Reino Unido, Estados Unidos da América e Brasil, primeiro país da América Latina a fazer parte da entidade internacional desde maio de 2016. Todas as seções do CWBI são não-governamentais, independentes, sem fins lucrativos, filiação religiosa ou política. 

Para mais informações acesse: www.facebook.com/alhacossemfronteirasbrasil

É possível também colaborar com a organização que atualmente está arrecadando fundos para as ações do ano de 2020. Para colaborar acesse: http://palhacossemfronteiras.org.br/doacoes/

Ocupação Palhaços Sem Fronteiras no SESC Parque Dom Pedro II 

Temporada: de 06 a 27 de Outubro de 2019 – Classificação: livre – Entrada Gratuita

Espetáculo Rindo Juntos – Intervenção musical e circense com a presença da banda dos Palhaços Sem Fronteiras. O repertório leva o público a uma divertida viagem musical através de vinhetas clássicas, samba, jazz e músicas autorais. Duração: 50 Min

Quando: dia 06 de Outubro de 2019 – Horário: 16h00

Espetáculo Circo sem Fronteiras – Um misto de diversão e comicidade com números de habilidades circenses e palhaçaria. Duração: 50 Min

Quando: dia 13 de Outubro de 2019 – Horário: 16h00

Espetáculo Entre Pontes e Muros – Como transpor as fronteiras entre nós? História de quatro palhaços em fuga, que se veem diante de um imenso muro. Ao transpor esse obstáculo, passam a habitar esse novo espaço e precisarão aprender a lidar com os conflitos para dividi-lo de forma justa. Mas, aos poucos, por meio da integração pela arte e da compatibilidade de saberes, eles descobrem uma forma pacífica de habitar o mesmo lugar. Duração: 50 Min

Quando: dia 20 de Outubro de 2019 – Horário: 16h00

Espetáculo Cabaré Palhaços Sem Fronteiras Brasil – Espetáculo de variedades com a equipe dos Palhaços Sem Fronteiras Brasil. Palhaçaria, Acrobacia, Malabares, Música dão o tom da apresentação do dia formada por um time de peso. Duração: 60 Min 

Quando: 27 de Outubro de 2019 – Horário: 15h00 

Onde: SESC Parque Dom Pedro II – Endereço: Praça São Vito, s/n – Brás, São Paulo – SP, 03007-030

Telefone: (11) 3111-7400

Cultura no Parque: Jane Duboc e Eduardo Santhana abrem primavera neste domingo

O início da primavera em Barueri será saudado com um grande show no Parque Municipal Dom José, com o Cultura no Parque Especial. Os cantores e compositores Jane Duboc e Eduardo Santhana cantam grandes sucessos da música popular brasileira, a partir das 11h, neste domingo (dia 22). 

 A cantora Jane Duboc, reconhecida por seu timbre de voz único e pela musicalidade eclética, apresenta ao lado de Eduardo Santhana e banda um variado repertório de grandes clássicos da MPB, além dos sucessos da própria compositora como “Chama da Paixão”. O público poderá ainda apreciar canções dos mestres Pixinguinha, Dorival Caymmi Ary Barroso entre outros ícones da música. Vale conferir o show gratuito para todas as idades. 

 Eduardo Santhana é músico, compositor, produtor cultural e integrante do grupo Trovadores Urbanos, que há 30 anos faz shows pelo Brasil e exterior. Santhana tem mais de 500 composições, muitas delas gravadas por nomes ilustres como Ronnie Von Lucinha Lins, além da própria Jane Duboc. 

 Somos amigos desde os anos 80 e nesse período fizemos várias parceiras musicais e apresentações juntosEm Barueri, vamos homenagear o começo da primavera com as canções ‘Chovendo na Roseira’ e ‘Qualquer Diaesta inédita, composta por nós. É uma satisfação enorme participar deste show, sou vizinho de Barueri e a Jane está super feliz com a vinda dela para a cidadeEspero todos no Cultura no Parque”, ressaltou Eduardo Santhana. 

 A dupla canta acompanhada de Michel Freidenson, no piano, Sylvinho Mazzuca, no contrabaixo, e Duda Neves, na bateria. 

 Cultura no Parque  

Jane Duboc e Eduardo Santhana 

Dia 22, domingo, das 11h às 13h  

Grátis 

Parque Municipal Dom José 

Rua Ângela Mirella, 500, Vila Porto 

Curso de Teatro auxilia jovens e adultos com deficiência em Barueri

Jovens e adultos com algum tipo de deficiência intelectual são alunas e alunos assíduos do curso de Teatro ministrado pela Secretaria de Cultura e Turismo em parceria com a Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Barueri (SDPD). Todas as terças e quintas-feiras, à tarde e à noite, técnicas de interpretação, impostação de voz e expressão corporal ajudam os participantes a melhorar seu desenvolvimento psicomotor e ainda os contemplam com uma das manifestações artísticas mais antigas da humanidade. 

 De acordo com o professor Daniel Bernardes, que ministra aulas em conjunto com o professor Marcelo Cozza, os alunos já estão ensaiando para apresentarem uma peça no final do ano. Estamos montando O Cordel de João Grilo e um diálogo de Pai Francisco e Mãe Catirina, do folclore do Boi Bumbá, do Acre”, adiantou. 

 João Grilo é personagem muito popular principalmente no Nordeste, por fazer parte das histórias de cordel. Nacionalmente, ficou conhecido através do teatro do escritor paraibano Ariano Suassuna (1927-2014), com a peça O Auto da Compadecida, que virou filme.  

 O curso de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo também está presente nas bibliotecas e na Casa das Oficinas, para crianças e adultos. Mais informações pelo telefone 4199-1609. 

Projeto “Hip Hop nas Escolas” passará por unidades escolares da cidade

Com o apoio da Prefeitura, o projeto “Hip Hop nas Escolas” inicia oficialmente, neste segundo semestre, seus cronogramas na cidade. Passando pelas unidades de Carapicuíba, a ação tem o objetivo de utilizar os elementos da cultura Hip Hop como ferramenta pedagógica no ambiente escolar.
Em fase piloto, no primeiro semestre de 2019, o projeto já alcançou mais de 500 jovens da rede estadual de ensino. Elaborado e ministrado pelo grupo Breaksp, a metodologia traz as diferentes vertentes do movimento em atividade interdisciplinar, com palestras e apresentações, trabalhando composições/poesia (MC), pintura (graffiti), dança (breaking) e produção musical (DJ).
Segundo o idealizador, Jefferson Twister, aliar educação e Hip Hop possibilita ampliar a visão dos estudantes, consequentemente, afastando-os da criminalidade. “Nosso intuito é dar voz, visibilidade e identidade aos jovens, tornando o ensino formal mais atrativo”, explica.
Eles aprendem a pensar sobre sua realidade e sobre si mesmos de maneira crítica, estendendo os conhecimentos sobre aspectos sociais, por meio da escrita, música, dança e pintura, sempre buscando questionar, refletir e propor soluções acerca das questões humanitárias, como drogas, sexualidade, relações interpessoais, bullying, suicídio, violência, entre outros”, ressalta Jefferson.
Entre os elementos da cultura Hip Hop apresentados pelo programa, cada um deles possui ligação direta com as disciplinas escolares: Breaking –  trabalha o conhecimento corporal, auxiliando as matérias de Educação Física e Ciências Biológicas. MC – aborda vocabulário, linguagem e palavras, desenvolvendo as matérias de Português, História, Filosofia, Sociologia e disciplinas de Ciências Humanas. Graffiti – arte expressa em paredes e quadros, ajuda nas matérias de expressão artística e comunicação visual.

Caminhão da Cultura, MPB e Pop agitam o fim de semana

O próximo fim de semana está com programação cultural variada. Sábado (dia 14) tem Caminhão da Cultura no bairro Vale do Sol; domingo (dia 15), Cultura no Parque com show de Alysson Martins e teatro infantil na Sala de Espetáculos.

O Cultura do Parque vai ter muita MPB e Pop Rock. O cantor Alysson Martins vai subir ao palco do Parque Municipal Dom José acompanhado do pianista Ney Santos e apresentar os grandes sucessos que fazem parte do seu repertório, a partir das 11h.

Alysson é violonista, pianista, saxofonista, cantor e compositor. Ele vai fazer um show com músicas já conhecidas, além de seu trabalho autoral. Suas apresentações trazem um mix de estilos: MPB, pop rock nacional e internacional e sertanejo.

O Cultura no Parque é um programa da Secretaria de Cultura e Turismo que leva ao público do Parque Municipal, nos domingos pela manhã, apresentações musicais de artistas da cidade ou da região. Os shows são sempre gratuitos.

No sábado, o Caminhão da Cultura estará na rua Nilo, no bairro Vale do Sol. O programa da Secretaria de Cultura que leva arte e diversão aos bairros tem apresentação musical, dança, circo e brinquedos infláveis, além de outras atrações. Será a partir das 10h.

Serviço

Cultura no Parque

Show com Alysson Martins

Dia 15 de setembro, às 11h

Parque Municipal Dom José

Rua Ângela Mirella, 500, Vila Porto

Caminhão da Cultura

Dia 14 de setembro, a partir de 10h

Rua Nilo, Vale do Sol

O Mágico de Oz encanta crianças e adultos

 mundo de Oz certamente sempre esteve no imaginário de crianças e adultos. Não por acaso se tornou um clássico. Primeiro pelas páginas do livro escrito por L. Frank Baum, depois no cinema e no teatro. Quem não conhece a versão cinematográfica de 1939, com Judy Garland, na época com 16 anos, no papel de Dorothy?

No domingo (dia 15), às 17h, a peça “O Mágico de Oz” será o grande destaque da Sala de Espetáculos, no Centro de Eventos. A peça conta a história de Dorothy que, depois de um tornado, vai parar com seu cachorro na fantástica Oz, onde tudo é colorido, bonito e mágico. Porém, o seu maior desejo é retornar para casa e para isso ela deve encontrar um mágico que lhe mostrará como realizar esse objetivo. Para chegar até ele, contudo, Dorothy, viverá uma aventura inesquecível através do caminho de tijolos amarelos.

O espetáculo que encanta crianças e adultos está com ingressos à venda pelo site www.bilheteriaexpress.com.br ou no local. A classificação é livre.

Serviço

O Mágico de Oz

Dia 15, às 17h

Centro de Eventos

Av. Pastor Davino dos Reis, 672, Vila Porto