Cultura

Cia do Fubá apresenta A Menina Lia no Teatro Arthur Azevedo a partir de 9 de setembro

Inspirada no livro Matilda, do britânico Roald Dahl, o espetáculo foi vencedor do Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro como Melhor Espetáculo para Plateia Infanto-Juvenil-2012

Lia tem seis anos e sua maior diversão é passar horas na biblioteca, lendo livros e mais livros – para desgosto de seus pais, que ficariam mais felizes se ela visse TV, “como toda boa criança”. Um dia, ela encontra o livro ”Matilda”, que fala sobre uma garota tão incompreendida quanto ela, e decide fazer como sua heroína: enfrentar o autoritarismo da diretora do colégio e o descaso dos pais para encontrar seu próprio final feliz. Mas para isso será preciso superar um obstáculo: diferente da personagem de Roald Dahl, Lia não tem poderesmágicos, e terá de usar a cabeça para resolver seus problemas.
 
O espetáculo se apresenta no Teatro Arthur Azevedo na Mooca em São Paulo, de 9 de setembro a 1 de outubro – sábados e domingos às 16h. Para assistir, basta doar um livro infantil ou infanto-juvenil não-didático em bom estado.
 
Produção da Cia do Fubá, A Menina Lia tem dramaturgia e direção de Fernanda Gamae é inspirado em Matilda, de Roald Dahl, mesmo autor de A Fantástica Fábrica de Chocolates. Criado em 2012 após ser aprovado no edital do 16º Cultura Inglesa Festival, o espetáculo foi vencedor do Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro como Melhor Espetáculo para Plateia Infanto-Juvenil-2012.
 
Com currículo extenso, A Menina Lia já realizou duas temporadas em São Paulo,  em 2012 e 2013, e depois passou a circular pelo interior de São Paulo, realizando mais de 150 apresentaçõesem mais de 30 cidades. Agora, o espetáculo retorna à capital em projeto contemplado pela 5 edição do Premio Zé Renato de Teatro,que tem como foco aumentar o interesse das crianças pela literatura através do teatro.
 
“Pra nós a relação com os livros sempre foi mágica, mas percebemos que hoje as crianças e os livros estão mais afastados” contam os integrantes da Cia do Fubá. “Isso tem a ver com as novas tecnologias, com a dificuldade de acesso aos livros, mas também com uma impressão de que ler é uma coisa chata, um dever de escola.”
 
“Este projeto quer contribuir pra aproximar as crianças dos livros, mostrando o encantamento que a literatura traz, através da trajetória da Lia no espetáculo, e também arrecadando livros infantis e infanto-juvenis em troca dos ingressos, que serão levados a crianças para quem o acesso ao livro é mais difícil”.
 
Todos os livros arrecadados nas apresentações serão doados ao Instituto DuGueto, e se tornarão acervo de bibliotecas comunitárias e pontos de leitura em áreas periféricas da cidade. O instituto atua na região de Cidade Tiradentes, extremo leste de São Paulo, mais informações podem ser encontradas em https://www.facebook.com/InstitutoDugueto.
 
Vale a pena ainda frisar que serão aceitos apenas livros de ficção voltados ao público infantil e infanto-juvenil. Livros para público adulto e livros didáticos não podem ser trocados por ingressos. 
 
A CIA DO FUBÁ foi fundada em 2010, dentro do Núcleo Experimental do SESI-SP, por artistas que já se conheciam da Escola de Comunicações e Artes da USP. É formada por Bruno Gavranic, Fernanda Gama e Leonardo Devitto. O primeiro espetáculo, Que Aconteceu com Vô Quim?, tinha como tema as memórias familiares, estreou em 2011 no Teatro Cacilda Becker, circulando pelos CEUs em 2012 e apresentando-se no SESI Santos em 2013. Segundo espetáculo do grupo, A Menina Lia é inspirado em Matilda, de Roald Dahl, foi produzido para o 16º Cultura Inglesa Festival, venceu o Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2012 na categoria Melhor Espetáculo Infanto-juvenil, foi convidado a participar de importantes festivais, como o Festival Paideia de Teatro para a Infância e Juventude 2013 e o Festival de Inverno de Garanhuns 2014, e já realizou mais de 150 apresentações por todo o estado de São Paulo, no Auditório Cultura Inglesa, Teatro Cacilda Becker, Sala Olido, SESCs Interlagos, Osasco, São Caetano, Itaquera, São José dos Campos e Santos, Teatro Alfredo Mesquita, Bibliotecas Públicas Municipais, Virada Cultural Paulista, Espaço Clariô, Viagem Teatral SESI 2013 e 2014, passando por dez cidades, Circuito Cultural Paulista, Festival de Teatro Infantil Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Festival de Teatro Infantil de Registro, Circuito SP de Cultura, além de circulação pelos CEUs da cidade de São Paulo e do Circuito SESI de Arte Educação, com apresentações em 18 cidades. Poetinha Camará, terceiro trabalho do grupo, parte da vida e obra de Vinícius de Moraes. Estreou em outubro de 2015 no Sesc Santo Amaro, seguindo depois por Sesc Santos, Presidente Prudente, Jundiaí, Itaquera, e Virada Cultural Paulista nas cidades de Botucatu e Assis em maio de 2016. Space Invaders, atualmente em fase de produção, é o primeiro trabalho do grupo voltado ao público adolescente. Tem texto de Fernanda Gama, escrito com o apoio do PROAC 2015 – Criação de Dramaturgia, e estreia prevista para outubro de 2017, com o apoio do edital PROAC 2016 – Produção de espetáculos infanto-juvenis.
 
FICHA TÉCNICA – A MENINA LIA
Dramaturgia e direção: Fernanda Gama
Elenco:
Bruno Gavranic (Sra Leonino)
Fernanda Gama (Lia)
Leonardo Devitto (Sr Lamas/Régis)
Paula Bega (Sra Lamas/Professora Mel/Amanda)
Cenário e Figurinos: Antonio Vanfill
Adereços: Victor Merseguel
Iluminação: Luciano Ferreira Alves
Trilha Sonora: Fernanda Gama
Cenotécnica e Operação de Som: Jimmy Wong
Designer Gráfico: Uibirá Barelli
Fotografia: Leekyung Kim
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio
Mídias Digitais: Elemento Cultural
Produção e Administração: Núcleo Corpo Rastreado
Realização: Cia do Fubá
 
SERVIÇO
Duração do espetáculo: 70 minutos
Recomendação etária: entre 06 e 12 anos 
Ingressos: um livro infantil ou infanto-juvenil não-didático em bom estado
 
De 9 de setembro a 1 de outubro no Teatro Arthur Azevedo
Sábados e domingos, às 16h
Av Paes de Barros, 955 
Capacidade | 340 lugares 
Telefone 11 2605-8007

​Baseado em contos de Caio Fernando Abreu, espetáculo solo Amarelo Distante reestreia dia 9 de setembro e faz temporada gratuita

Foto: Heloisa Bortz

Com dramaturgia e direção de Kiko Rieser e atuação de Mateus Monteiro, o espetáculo solo Amarelo Distante, baseado em dois contos do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (“Lixo e purpurina” e “Anotações sobre um amor urbano”), fala de descobertas, solidão e dor através da história de um jovem e suas experiências em terras estrangeiras. 
 
Nos anos 70, Caio F. se exilou em Londres, onde se deparou com a solidão, a sensação de estrangeirismo, a precariedade em decorrência da falta de dinheiro, sentimentos ambíguos e saudosos do Brasil, da família e dos amores do passado, do presente e possivelmente do futuro. A partir dessas angústias ele escreveu um diário (o conto “Lixo e purpurina”), mistura de ficção e realidade, que é o fio condutor desta história.
 
A peça retorna aos palcos dia 9 de setembro às 21h, no TUSP para temporada gratuita.
 
A DRAMATURGIA
Caio Fernando Abreu é conhecido por um estilo singular e facilmente reconhecível, tanto temática quanto formalmente. Os dois contos em que a peça se baseia, no entanto, são sutis exceções à homogeneidade formal da obra do escritor gaúcho, embora apresentem os mesmos temas que o consagraram. 
 
“Lixo e purpurina” é, talvez, o conto mais seco de Caio, quase exclusivamente narrativo, praticamente despido das fortes emoções que levaram Lígia Fagundes Telles a defini-lo como o escritor da paixão. Estruturado a partir do diário que Caio escreveu em Londres (aglutinando vários fragmentos que misturam ficção e realidade, segundo epígrafe do próprio autor), o conto narra as adversidades enfrentadas em terra estrangeira. Os reincidentes entreveros com policiais, a curta estada na cadeia por roubar um livro, os diversos tipos de trabalho e atividades a que tinha que se submeter para angariar algum dinheiro, os constantes despejos das casas que ocupava com inúmeros outros imigrantes de diferentes países e o enfrentamento do frio e da fome são descritos com objetividade, precisão e por vezes até certo distanciamento. 
 
“Anotações sobre um amor urbano”, por sua vez, é certamente um dos contos mais líricos de Caio. Sem nenhum enredo como base, é apenas a evocação de um amor do passado, constituída por uma sucessão de imagens poéticas que denunciam a solidão, o abandono, o inconciliável hiato entre alteridades, a incapacidade de afirmar plenamente uma identidade, a necessidade de represar desejos e o acúmulo de erros como consequência das inevitáveis escolhas.
A peça não se fixa nos contos, mas parte deles para construir uma fabulação própria. Tendo como fio condutor a estrutura fragmentada de diário, a dramaturgia narra os percalços e demais acontecimentos do auto-exílio em Londres, intercalando-os com evocações de diferentes amores – do presente, do passado e quiçá do futuro – surgidas como válvulas de escape, pequenas fugas psicológicas que tornam possível a sobrevivência em condições tão adversas e que enriquecem, ao menos um pouco, o imaginário desse personagem mergulhado na mais completa miséria material e emocional.
 
A ENCENAÇÃO
Não apenas para potencializar uma peça cujo motor principal é a palavra, mas também buscando expressar no palco a miséria, tanto emocional quanto material, a que é submetido o personagem da peça, foi criada uma encenação minimalista, centrada no trabalho do ator. Sem ações ou gestos cotidianos, passando ao largo do realismo, o espetáculo cria imagens que tentam reproduzir o universo mental do personagem, enquanto narra e revivifica o tempo passado no exílio. Com uma iluminação escura, trabalhando sobre contrastes e criando uma atmosfera brumosa, o palco foi sendo despido dos elementos do cenário criado inicialmente, até chegar ao completo esvaziamento do espaço cênico, apostando, assim, no essencial: o trabalho do ator, ressignificando a palavra dita e materializando-a espacialmente em seu corpo. 
Sobre Caio Fernando Abreu
Caio Fernando Abreu nasceu em Santiago, interior do Rio Grande do Sul, no dia 12 de setembro de 1948. Seu primeiro texto, escrito com apenas seis anos de idade, mostra o talento nato para a literatura, vocação que o acompanhou ao longo de seus 47 anos. Ainda jovem, transferiu-se para Porto Alegre e teve pela primeira vez um texto publicado, um conto chamado “O príncipe sapo”, editado pela revista Cláudia, quando era um adolescente de dezesseis anos.
A habilidade para escrever fez com que Caio colaborasse como jornalista para várias publicações do país. Apesar de ter desenvolvido sólida carreira na área, passando pelas revistas Pop, Gallery Around, Nova, IstoÉ, Manchete, Pais & Filhos, Veja e também pelos jornais Folha da Manhã, Correio do Povo, Zero Hora, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, ele era enfático ao proclamar o seu desgosto pela profissão, que mantinha por questões financeiras, já que não conseguia viver apenas da literatura. 
 
Morou em várias cidades do país e do mundo, e as experiências adquiridas em suas inúmeras viagens ecoaram em sua obra. Viveu em São Paulo, Rio de Janeiro, Espanha, Suécia, Holanda, Inglaterra, França, incluindo uma temporada em Campinas, na chácara da escritora Hilda Hilst (1930–2004), de quem se tornou um grande amigo.
 
O flerte com os diversos tipos de texto fez com que sua escrita se tornasse híbrida. Caio escreveu contos, poesia, romance, novela infanto-juvenil, teatro, e em cada obra sua é possível encontrar elementos de vários desses gêneros, entrelaçando-se, compondo um mosaico de influências que culminou em um estilo único. Graças a esse hibridismo, à linguagem muito próxima ao coloquialismo e ao gosto pelo não literário, caiu nas graças do grande público, tornando-se um escritor de apelo popular – inclusive nas redes sociais. Fragmentos de suas obras e citações de sua autoria (e até mesmo citações apócrifas, vide as inúmeras frases indevidamente atribuídas ao escritor) circulam pelo Facebook, Twitter e em diversas mídias digitais, despertando o interesse de leitores de todas as idades. No entanto, sua predileção temática por conflitos internos pelos quais todos passamos, especialmente a descoberta das paixões e da própria identidade, acabou por aproximar sua obra especialmente do público jovem.
 
Embora tenha sido considerado por parte da crítica um escritor geracional, ligado principalmente aos anos de 1970 e 1980, Caio superou qualquer efemeridade e é reconhecido hoje por seu indiscutível valor literário e por uma obra que busca traduzir anseios universais. Daí, a força de seus escritos. O gosto de morangos mofados na boca, metáfora utilizada em seu livro de maior sucesso, “Morangos Mofados”, simbolizou para muitos o sentimento humano inconciliável de despreparo para lidar com questões existenciais. Foi nessa região temática que o autor afirmou sua literatura.
 
Leitor voraz de escritores como Hilda Hilst, Gabriel García Márquez, Julio Cortázar e Clarice Lispector, tem sua obra comumente comparada à singular estética de Clarice, voltada para técnicas narrativas pouco convencionais, que enfatizam o prisma intimista com que os eventos externos são percebidos. A comparação com a escritora, talvez a mais importante voz feminina de nossa literatura, era motivo de orgulho para Caio, que não escondia suas paixões e influências. Também era um apaixonado por astrologia e traçava de próprio punho seu mapa astral, tentando desvendar a vida através do zodíaco.
Nascido sob o signo de Virgem e ascendente em Libra, Caio faleceu, vitimado pela Aids, em um domingo, tal qual seu dia de nascimento: era dia 25 de fevereiro de 1996, cidade de Porto Alegre.
 
Sobre Kiko Rieser
Formado em Artes Cênicas pela ECA-USP, dirigiu, entre outras peças, “Capitu, olhos de mar” (em cartaz por dois meses no Teatro MuBE, realizando depois viagens por 10 cidades do interior paulista), “Na cozinha com a autora” (com Adriana Londoño e Camila dos Anjos), “Amarelo distante” (texto seu, baseado em contos de Caio Fernando Abreu, com Mateus Monteiro), “A dama da noite” (de Caio Fernando Abreu, com André Grecco) e o infantil “Braguinha – sons, canções e histórias” (em parceria com Cristiano Tomiossi). Produziu alguns dos espetáculos que também dirigiu (“Capitu”, “Amarelo Distante” e “Braguinha”), além de “Cabarezinho” (em cartaz por dois anos no CIT-Ecum), “Gardênia” (espetáculo que esteve em cartaz por 6 anos), “Carta de um pirata” (temporada no Centro Cultural São Paulo), “Consertando Frank” (indicado a melhor espetáculo no Prêmio APCA, com temporada de um ano e meio em São Paulo, além de diversas viagens), “Volpone” (no Teatro MuBE Nova Cultural) e o infantil “Moinhos e carrosséis” (nos Teatros Cacilda Becker e João Caetano). Produziu também o livro “Amor ao teatro”, uma compilação de duas décadas de críticas de Sábato Magaldi, indicado ao Prêmio Jabuti, na categoria Arquitetura, Urbanismo, Artes e Fotografia. Escreveu um romance, “Átimo” (com lançamento marcado para setembro, pela Editora Amora), e um livro de poemas, “Lapsos” (Ed. Patuá, 2017). Em cinema, escreveu e dirigiu o curta-metragem “Deixe a porta aberta ao sair” (com Lucélia Santos e João Victor D’Alves, em fase de montagem). Em 2012, foi um dos vencedores do concurso Dramaturgias Urgentes, do CCBB, com a peça “Desassossego”. Atualmente, está em cartaz com o infantil “Braguinha – sons, canções e histórias” no Sesc Ipiranga (direção e produção) e com a produção “A cabala do dinheiro” (direção de Clarice Niskier e André Aciolli), no Teatro Eva Herz.
 
Sobre Mateus Monteiro
Indicado ao Prêmio Shell 2016 de melhor ator pelo espetáculo Playground, com direção de Marco Antônio Pâmio. Ator formado pela Escola de Atores Wolf Maya e dramaturgo formado pela SP Escola de Teatro. Na TV participou dos seriados A Grande Viagem, na TV Cultura, e (Des)Encontros, no Canal Sony. Atuou no teatro em diversos espetáculos, como: Love, love, love, direção de Eric Lenate; Assim é, se lhe parece e Playground, ambas com direção de Marco Antônio Pâmio, Amarelo distante, direção de Kiko Rieser, Memórias não inventadas, direção de André Garolli, Antes de tudo, direção de Dan Rosseto, A Ópera do Malandro, direção de Kleber Montanheiro, Bull, direção de Flávio Tolezani e Eduardo Muniz, Zona de Guerra, direção de André Garolli, A Todo Vapor, direção de Zé Henrique de Paula. Com a Cia D’Alma de Teatro, sob a direção de Sandra Corveloni, atua como ator, músico e dramaturgista nas peças: L’Illustre Molière (três prêmios Shell em 2012) e Doente, estudos sobre a vida e obra de Molière. Atualmente é aluno do curso de mestrado na Universidade Presbiteriana Mackenzie em Educação, Arte e História da Cultura.
 
FICHA TÉCNICA
Texto: Kiko Rieser, baseado em contos de Caio Fernando Abreu
Direção: Kiko Rieser
Elenco: Mateus Monteiro
Figurino: Cássio Brasil
Iluminação: Karine Spuri
Trilha sonora: Kiko Rieser e Vanessa Bumagny
Fotografia: Heloísa Bortz
Arte gráfica: David Schumaker
Produção: Kiko Rieser 
Produtor associado: Mateus Monteiro
Realização: Rieser Produções Artísticas
 
SERVIÇO
TUSP – Teatro da Universidade de São Paulo
Rua Maria Antônia, 294
De 9 de setembro a 01 de outubro 
Sábados às 20h; domingos às 18h
Lotação: 50 pessoas
Duração: 60 min
Indicação etária: 14 anos
Ingressos: grátis 

Formada por 12 atrizes e uma diretora, a estreante A Musa Heroica Companhia de Teatro apresenta o espetáculo de improviso Relicário

Foto: Paulo Barbuto

Com direção de Rhena de Faria, a peça é composta por oito cenas curtas, criadas a partir de estímulos da plateia. Montagem estreia na Oficina Cultural Oswald de Andrade, no dia 1º de setembro. O elenco é composto pelas atrizesAnah Laise, Carolina Holly, Cimara Fróis, Cintia Portella, Juliana Mesquita, Luciana Esposito, Maíra De Grandi, Michelle Gallindo, Paula Silvestre, Priscila Muniz, Tamara Borges e Vanessa Corrêa

Em seu trabalho inaugural, A Musa Heroica Companhia de Teatro apresenta novas possibilidades estéticas e dramatúrgicas para a improvisação. Ao contrário da maioria de espetáculos desse gênero, que geralmente usam jogos de desafios para provocar a risada na plateia, Relicário mostra que também é possível empregar a linguagem do improviso teatral para criar cenas dramáticas, cômicas, naturalistas, etc.

A partir de inspirações fornecidas pelos espectadores de cada sessão, a trupe cria oito histórias curtas sobre o relacionamento entre várias mulheres – mães, filhas, amigas, irmã, colegas de trabalho, vizinhas, amantes – em diferentes situações cotidianas.

As 12 atrizes do elenco se revezam em cena (em trios, quartetos, duplas ou outras combinações) de acordo com as demandas de cada contexto proposto. Elas só sobem ao palco juntas no último quadro, um desafio maior em termos técnicos.

De acordo com a diretora Rhena de Faria, a ideia da peça é lançar um olhar feminino – sem pretensão panfletária ou sexista – sobre a arte de improvisar, que, na América Latina, é majoritariamente dominada por homens. “É ano de quebrarmos paradigmas e abrimos o leque de possibilidades na linguagem improvisacional. Felizmente há muita gente boa em São Paulo trabalhando duramente para que isto aconteça”, diz.

Como não há qualquer script pré-estabelecido, os gestos, as palavras e as mínimas ações das personagens são usados para criar uma dramaturgia totalmente espontânea. Até a iluminação precisa corresponder ao que está sendo representado ou mesmo propor algo que auxilie o elenco no desenvolvimento da narrativa. Por isso, o grupo convidou o iluminador-improvisador Diego Rocha, que já operou a luz de vários espetáculos do gênero, como “Improvável”, da Cia Barbixas de Humor.

Relicário foi contemplado pela 5ª edição do Prêmio Zé Renato de apoio à produção e desenvolvimento da atividade teatral para a cidade de São Paulo.

SOBRE A MUSA HEROICA

A Musa Heroica Companhia de Teatro surgiu em meados de 2016, a partir de um grupo de estudos coordenado pela diretora Rhena de Faria. A trupe se propõe a pesquisar novos caminhos para a improvisação teatral, que cada vez mais conquista espaço nas Artes Cênicas. A ideia é tratá-la como uma linguagem, a finalidade de um processo artístico, e não como uma técnica ou uma ferramenta de trabalho do ator.

SOBRE RHENA DE FARIA

Improvisadora, palhaça e diretora, Rhena de Faria integrou por treze anos o elenco do espetáculo  “Jogando no Quintal – Jogo de Improvisação e palhaços”, da Cia do Quintal, um dos espetáculos brasileiros de maior sucesso na linguagem da Improvisação Teatral .

Ainda com a Cia. do Quintal, atuou  no espetáculos “A Rainha Procura…”, que lhe rendeu o Prêmio Femsa 2013, na categoria de Melhor Atriz.

Como atriz-improvisadora atuou também no espetáculo  “Caleidoscópio”, dirigido por Marcio Ballas, ao lado de Marco Gonçalves, Allan Bennatti e Cristiano Meireles.

Desde 2009 vem dirigindo  trabalhos de grupos circenses, palhaços e improvisadores.

 

SINOPSE

Sem dramaturgia pré-concebida, Relicário é um espetáculo de improvisação teatral com oito cenas curtas, criadas a partir de estímulos propostos pelo público de cada sessão. As histórias mostram situações cotidianas protagonizadas por diferentes mulheres, como mães, irmãs, filhas, amigas, colegas de trabalho, vizinhas e amantes.

FICHA TÉCNICA

Direção: Rhena de Faria

Elenco: Anah Laise, Carolina Holly, Cimara Fróis, Cintia Portella, Juliana Mesquita, Luciana Esposito, Maíra De Grandi, Michelle Gallindo, Paula Silvestre, Priscila Muniz, Tamara Borges e Vanessa Corrêa

Iluminador-Improvisador: Diego Rocha

Sonoplastia: Rhena de Faria

Preparação Corporal: Mauricio Florez Raigoza

Figurinos: A Musa Heroica Cia. de Teatro

Produção: Ludmilla Picosque – Touché Cultural

Realização: A Musa Heroica Companhia de Teatro

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

 

SERVIÇO

“Relicário”, d’A Musa Heroica Companhia de Teatro

Oficina Cultural Oswald de Andrade -Rua Três Rios, 363 – Bom Retiro

Temporada: de 1º de setembro a 30 de setembro

Às sextas, às 20h; e aos sábados, às 18h

Ingressos: grátis, com distribuição de ingressos uma hora antes de cada sessão

Lotação: XXXX

Duração: 55 minutos

Classificação etária: 14 anos

Depois de anunciar patrocínio do Wacken Foundation, Uganga é confirmado como atração do Goiânia Noise Festival

Em mais de 20 anos de carreira, o Uganga lançou cinco álbuns – alguns licenciados no exterior –, fez duas turnês pela Europa, centenas de shows por quase todas as regiões do Brasil e mais recentemente lançou seu primeiro DVD. Boa parte dessas produções do Uganga, sejam projetos de gravação ou circulação, têm recebido incentivo através de políticas públicas de cultura, comprovando a relevância do trabalho da banda, seja em seu sentido artístico/subjetivo ou social.

 

Às vésperas de entrar em estúdio para dar início às gravações de seu próximo álbum, o grupo recebeu a notícia de que será mais uma vez patrocinado por um programa de apoio à cultura, dessa vez um internacional, o Wacken Foundation.

 

O Wacken Foundation é uma organização alemã sem fins lucrativos criada para apoiar projetos de hard rock e heavy metal de todas as partes do mundo. A organização foi idealizada em 2008 pelos produtores do Wacken Open Air (W:O:A), o maior festival de hard rock e heavy metal do planeta, e tem a missão de manter ativa a produção criativa nesse segmento e estimular novas bandas e projetos. Desde 2010 o Wacken Foundation passou a fazer contribuições em Euros para projetos de gravações de discos, turnês e até mesmo festivais. Os projetos podem ser enviados durante todo o ano e uma comissão de curadores avaliam os mais relevantes que virão a receber o apoio. A vocalista alemã Doro Pesch figura entre a equipe de curadores. Entre os doadores estão nomes como o de Alice Cooper que fez recentemente uma doação de US$ 10 mil à fundação.

 

Prevendo o início das gravações de seu novo disco de estúdio para o segundo semestre, o Uganga apresentou um projeto ao Wacken Foundation no começo desse ano e foi contemplado com uma soma em Euros que vai ajudar a financiar a produção. O grupo mineiro é a segunda banda brasileira a ser patrocinada pelo Wacken Foundation.

“A parceria com o Wacken Foundation foi mais uma vitória da banda e equipe à custa de muito suor, estrada, planejamento e amor à camisa” – declarou o vocalista Manu Joker.

 

Se a notícia do patrocínio do Wacken Foundation não bastasse para levar às alturas a adrenalina dos músicos antes de entrarem em estúdio, o Uganga também foi confirmado como uma das atrações do Goiânia Noise, um dos mais importantes festivais de música independente do Brasil e que esse ano chega a sua 23ª edição, sendo realizado de 18 a 20 de Agosto no Jaó Music Hall na capital do estado de Goiás. O Uganga toca na primeira noite, dia 18, e dividirão o palco com Camisa de Vênus, Project46, Canábicos, Mice Mob, Bob Malmstrom entre outros.

Além da apresentação no Goiânia Noise Festival, o Uganga também já está escalado para se apresentar em outros dois festivais esse ano, o Timbre Music em Uberlândia/MG e o Rural Fest Open Air em Lagamar/MG, ambos em Outubro.

 

Entre outras novidades, “Manifesto Cerrado”, o primeiro DVD do Uganga que celebra os 20 anos de carreira do grupo, já está disponível no Youtube. O projeto reúne um documentário de longa-metragem que conta a história da banda e um show inédito realizado na histórica estação ferroviária Stevenson em Araguari/MG.
Assista online o documentário: https://youtu.be/FLgcH9dN-OQ
Assista também o show na estação ferroviária Stevenson: https://youtu.be/vMtQBqmoNrM
“Manifesto Cerrado” foi financiado pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PMIC) de Araguari. O Uganga decidiu disponibilizar o material online e gratuitamente como uma forma de ampliar e democratizar o acesso. A versão física do DVD com lançamento pela Sapólio Rádio estará disponível no mês de Agosto.

Mais Informações: 
www.uganga.com.br
www.facebook.com/ugangaband
www.youtube.com/ugangamg
www.twitter.com/uganga
www.wacken-foundation.com
www.sapolioradio.com.br

TRUPE DUNAVÔ ANUNCIA AGENDA DE APRESENTAÇÕES NO CIRCUITO CULTURAL PAULISTA

Nos próximos dias a Trupe Dunavô apresenta “O Livro do Mundo Inteiro” em diversas cidades de São Paulo como parte da programação do Circuito Cultural Paulista. Os públicos de Tupã, Regente Feijó, Assis, Paraguaçu Paulista e Francisco Morato, serão convidados para participar da escrita de um livro muito diferente e vai se divertir com essa encantadora trupe de palhaços!

 

“O LIVRO DO MUNDO INTEIRO” NO CIRCUITO CULTURAL PAULISTA

 

Formada por Renato Ribeiro, Gis Pereira, Vinicius Ramos e Gabi Zanola, a Trupe Dunavô vem se destacando na cena do teatro infantil de São Paulo, com espetáculos de alta qualidade e muito divertidos. Agora o grupo estreia uma temporada de apresentações de “O Livro do Mundo Inteiro” no Circuito Cultural Paulista e convida o público das cidades de Tupã, Regente Feijó, Assis, Paraguaçu Paulista e Francisco Morato para participar da escrita inusitada de um livro muito interessante! O público terá oportunidade de conhecer o trabalho divertido e encantador desta trupe que pesquisa a linguagem do palhaço em suas diferentes vertentes e em variados tipos de lugar. O grupo irá interagir com as pessoas e propor um jogo de interação divertidíssimo, onde qualquer um, sem distinção, poderá participar.

 

A primeira apresentação acontece na cidade de Tupã, no dia 17 de agosto, às 14h00, na Praça da Bandeira.

Em O Livro do Mundo Inteiro, um grande livro é fio condutor para uma intervenção de palhaços em meio ao público que é convidado para participar desta escrita divertida e coletiva, a escrita da história do dia. Partindo da premissa da escuta, o grupo se aproxima dos indivíduos que se mostram abertos ao jogo, e os instiga a embarcar em uma grande experiência de aproximação, redescobrimento e gargalhadas! De forma divertida, os palhaços encorajam cada indivíduo a participar da escrita deste livro. Aqueles que aceitam o convite passam por um momento de registros de memórias, afetos e brincadeiras, através de um encontro simples, porém verdadeiro, que estimula a relação do palhaço com o indivíduo comum.

 

A Trupe Dunavô tem em seu histórico uma aclamada temporada no Centro Cultural São Paulo no ano de 2015, quando surpreendeu a todos com uma delicada fábula chamada Refugo Urbano, que arrebatou o público, esgotando ingressos na Sala Jardel Filho (cerca de 320 lugares). Nessa temporada de estreia de seu primeiro espetáculo autoral, atraiu também os olhares da crítica especializada, recebendo duas indicações para o Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem, nas categorias Melhor Atriz (Gabi Zanola) e Prêmio Sustentabilidade, categoria com a qual foi premiado. Em uma votação especial, organizada para escolher os melhores do ano, o espetáculo foi ainda eleito pelos leitores do Guia Folha como Melhor Espetáculo Infantil do Ano de 2015. Em 2016, a Trupe realizou temporada de “Refugo Urbano” no Espaço dos Parlapatões e SESC Itaquera, participou do Festival Nacional de Teatro de Jales e do XII Festival Nacional de Teatro de Limeira. Fez parte da programação do Circuito SP de Cultura com “Refugo Urbano” e “É mesmo uma Palhaçada”, se apresentando em diversos espaços importantes da cidade de São Paulo. Foi convidada para integrar a programação do maior festival de humor do mundo: o Festival Risadaria, apresentando dois de seus espetáculos “É mesmo uma Palhaçada” e “O Livro do Mundo Inteiro”, que tiveram enorme repercussão junto ao público do Festival. Participou do Circuito Cultural Paulista (APAA-Associação Paulista de Amigos da Arte), Festival Paulista de Circo e, recentemente, do projeto Viagem Teatral SESI 2017, com o Espetáculo “É mesmo uma Palhaçada”, além de circular por diversas unidades do SESC de São Paulo e Capital, Fábricas de Cultura e teatros distritais. A trupe também se apresentou no maior festival de humor do mundo na edição de 2017, o Festival Risadaria, apresentando três espetáculos diferentes: É mesmo uma Palhaçada, Beto Carreto e O Livro do Mundo Inteiro. E recentemente realizou uma temporada com O Livro do Mundo Inteiro no SESC Pompeia.

 

Essa temporada faz parte do Programa Circuito Cultural Paulista 2017, produzido pela Unidade de Difusão, Bibliotecas e Leitura (UDBL) da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e execução da APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte.

 

Se você ainda não conhece o trabalho deste grupo, não perca esta oportunidade! Para saber mais detalhes, acesse:  www.facebook.com/DuNavo ou www.instagram.com/trupedunavo

 

PROGRAMAÇÃO ‘O LIVRO DO MUNDO INTEIRO’ NO CIRCUITO CULTURAL PAULISTA

 

Espetáculo “O Livro do Mundo Inteiro” – Uma trupe de palhaços chega anunciando que veio escrever uma nova história em seu grande livro. Mas esse é um livro diferente, escrito a varias mãos e muita imaginação. Os palhaços pedem que a plateia os ajude a iniciar uma história, qualquer história… E encorajam as pessoas a participar da escrita deste livro. O público é convidado a embarcar em uma grande experiência de aproximação, redescobrimento e acima de tudo, muitas gargalhadas! De forma divertida, os palhaços encorajam cada indivíduo a participar da escrita deste livro, que conterá a história de todos e do mundo.

 

17 DE AGOSTO – Tupã – 14h00 – Espaço Cultural Zé Pretinho – Praça da Bandeira, s/nº

18 DE AGOSTO – Regente Feijó – 15h00 – Teatro Ophélia Sozzi de Godoy – Rua José Gomes, s/nº

19 DE AGOSTO – Assis – 16h00 – Praça Dom Pedro II, s/nº – Paróquia Sagrado Coração de Jesus Catedral

20 DE AGOSTO – Paraguaçu Paulista – 20h30 – Centro Historico e Cultural Isidóro Baptista – Praça 9 de Julho, s/nº

22 DE SETEMBRO – Francisco Morato – 16h00 – CEU das Artes – Av. Paulo Broussard, s/nº
Jardim Vassouras

Renato Teixeira dá o tom do Sr. Brasil deste domingo (13/8)

O apresentador Rolando Boldrin também recebe o músico José Ricardo no programa que vai ao ar às 10h, na TV Cultura e no YouTube

 Para abrir a edição do Sr. Brasil deste domingo (13/8), Rolandro Boldrin foi buscar inspiração para seu causo no poeta Paulo Bonfim. São também destaques do programa os artistas Renato Teixeira e José Ricardo, que comentam suas trajetórias no ramo musical, além de apresentarem algumas de suas composições. A atração será exibida às 10h, na TV Cultura e no YouTube.

Considerado um dos ícones da música brasileira, Renato Teixeira é autor de conhecidas canções, como Romaria, grande sucesso na voz de Elis Regina; Tocando em Frente, em parceria com Almir Sater; e Amanheceu, Peguei a Viola. Nascido em Santos/SP e criado no interior paulista, Renato Teixeira está na estrada há mais de 45 anos e já gravou 22 álbuns, além de participações especiais e coletâneas. Ao lado de Rolando Boldrin, ele comenta sua trajetória.

Outro convidado da atração é o cantor paraibano José Ricardo. Ele apresenta as músicas Oração de São Francisco e Casa de Taipa, além de contar sua história.

Canábicos: banda será uma das atrações do Goiânia Noise Festival

O grupo mineiro se apresenta no dia 18/08 ao lado de Camisa de Vênus, Project 46 e Uganga

 

Entre as bandas do triângulo mineiro, os Canábicos, de Araguari, são certamente uma das mais produtivas e criativas. O grupo é liderado pelo guitarrista Murcego González (também integrante do Uganga) e pelo vocalista Clandestino – os dois já haviam tocado juntos na banda Anil.

Formada em 2013, os Canábicos, que ainda contam com Mestre Mustafá na bateria e o baixista MM, lançaram três discos em três anos: “La Bomba” (2013), “Reféns da Pátria” (2014) e “Alienígenas” (2015).

Seu novo disco, intitulado “Intenso”, foi gravado logo depois que os Canábicos venceram o Fun Music, maior festival universitário de música do Brasil! Recém-lançado pela Monstro Discos, “Intenso” também já soma elogios na imprensa especializada:

 

“(…) um dos melhores discos do ano” – Música e Cinema

 

“(…) deliciosamente provocante e envolvente… “Intenso” é um puta disco!” – Metal Samsara

 

“Com tantas qualidades, “Intenso” prova que é possível ser acessível sem ser comercial e coloca o Canábicos como um dos nomes interessantes do cenário nacional.” – Blog Na Mira

 

“Se ainda existe criatividade no rock nacional, o Canábicos está entre uma das melhores cabeças…” – Rumors Mag

 

“Temos enfurecidos riffs de guitarra, tocados de maneira tecnicamente admirável, acompanhados por uma cozinha sólida e um vocalista simplesmente demencial no seu carisma e poder de fogo.” – Mondo Pop

 

“(…) criatividade acima do comum. Todos os instrumentistas fizeram um trabalho impecável…” – With Every Tear A Dream

 

“(…) a banda é capaz de transformar suas influências em identidade própria, convergindo-as para um ponto conciso, imprevisível e envolvente.” – Gaveta de Bagunça

 

Os resultados também estão surgindo em termos de datas de shows. Os Canábicos iniciaram em Junho a turnê em divulgação a “Intenso” que já soma sete shows em três estados.

Entre as datas, destaque para a apresentação do grupo no Goiânia Noise, um dos mais importantes festivais de música independente do Brasil e que esse ano chega a sua 23ª edição, sendo realizado de 18 a 20 de Agosto no Jaó Music Hall na capital do estado de Goiás. Os Canábicos tocam na primeira noite, dia 18, e dividirão o palco com Camisa de Vênus, Project46, Uganga, Mice Mob, Bob Malmstrom entre outros.

Além da apresentação no Goiânia Noise Festival, os Canábicos também se apresentam no próximo dia 15/08 no Sarau Confraria das Artes (junto com Kiko Zambianchi) em Uberaba/MG e no dia 29/09 na Toca do Jack em Ribeirão Preto/SP.

“Intenso”, dos Canábicos, já está disponível em todas as principais plataformas digitais:

Spotify – http://spoti.fi/2qe8Tva

Deezer – http://bit.ly/2poZwFY

iTunes – http://apple.co/2oEtVTy

Amazon – http://amzn.to/2qmI849

Google Play – http://bit.ly/2ptumPL

Youtube – http://bit.ly/2oEFqdC

 

Um videoclipe da faixa “Planeta Estranho” também está disponível no canal oficial da Monstro Discos no Youtube:https://youtu.be/sC2BqtBY9g0

 

Mais Informações:

www.canabicos.com.br

www.facebook.com/oscanabicos

www.instagram.com/canabicos
www.twitter.com/canabicoss

www.monstrodiscos.com.br

Sorocaba recebe show em homenagem à Chiquinha Gonzaga na segunda-feira (14)

Nesta segunda-feira (14), a cidade de Sorocaba recebe uma homenagem especial à compositora Chiquinha Gonzaga, em uma apresentação da percussionista Adriana Laranjeira e grupo musical. Dessa vez o show acontece Teatro Municipal Teotônio Vilela, às 20h. Essa apresentação faz parte do projeto “Chiquinha Gonzaga”, e tem entrada gratuita e livre para todos os públicos.

 

 

Francisca Edwiges Neves Gonzaga, mais conhecida como Chiquinha Gonzaga, foi a maior personalidade feminina da história da Música Popular Brasileira. Compositora, instrumentista e regente, Chiquinha promoveu a nacionalização musical, ajudou a introduzir a MPB nos grandes salões do século 19 e fundou a primeira sociedade protetora dos direitos autorais, além de ser a primeira pianista de choro e autora da primeira marcha carnavalesca brasileira, a canção “Ó Abre Alas”.

 

 

Através de sua trajetória de vida, lutas e superações, a musicista teve um papel importantíssimo na luta pela igualdade de direitos no Brasil, mostrando que devemos sempre reconhecer o talento e valorizar o papel da mulher. Dessa maneira, o projeto Chiquinha Gonzaga busca apresentar a obra desta grande personalidade de maneira diferente da convencional, resgatando as melodias dessa época, onde houve grande ascensão da mulher na sociedade e no âmbito musical nacional.

 

 

O show será apresentado por Adriana Laranjeira e um grupo musical constituído predominantemente por mulheres, que levarão o público em uma viagem interessante e inusitada pelo universo sonoro da musicista, que vai de 1877 a meados de 1930. O grupo é composto pelos instrumentos oboé, clarinete, fagote, violão e percussão, tocados com destreza e sofisticação pelas instrumentistas.

 

 

O intuito do projeto Chiquinha Gonzaga é possibilitar aos públicos das cidades do interior de São Paulo o acesso gratuito aos bens culturais, valorizando sua produção e o entendimento de sua significância para as produções contemporâneas. O projeto é destinado ao público sem restrições, uma vez que os ritmos apresentados – do tango brasileiro, polca, modinha valsa, mazurca e schottisch – proporcionam momentos agradáveis de encontro do homem e da arte.

 

 

Essa apresentação é realizada pelo Governo do Estado de São Paulo a partir de recursos do Programa de Ação Cultural (ProAC), com apoio da Prefeitura de Sorocaba e produção da 3S Projetos. O patrocínio é da Grace Brasil.

 

Serviço – O show em homenagem à Chiquinha Gonzaga acontece na segunda-feira (14), às 20h, no Teatro Municipal Teotônio Vilela (Avenida Eng. Carlos Reinaldo Mendes, s/n, Alto da Boa Vista). A entrada é gratuita.

Faixa dedicada a clássicos do cinema na TV Cultura exibe Festival Woody Allen

A Rosa Púrpura do Cairo (1985), segundo filme da atração, vai ao ar nesta sexta-feira (11/8), às 22h30

 

São Paulo, 9 de agosto de 2017 – Depois de Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall, 1977), filme de estreia da faixa Cine Cult, da TV Cultura, é a vez de outro clássico de Woody Allen chegar à televisão aberta. Nesta sexta-feira (11/8), às 22h30, a emissora exibe A Rosa Púrpura do Cairo (The Purple Rose Of Cairo, 1985), comédia com Mia Farrow e Jeff Daniels.

 

Apresentado pela jornalista Chris Maksud, o programa dedica o mês de agosto à obra de Woody Allen, com quatro filmes do diretor na programação. Além de Noivo Neurótico, Noiva Nervosa e A Rosa Púrpura do Cairo, a faixa exibe os longas Hannah e Suas Irmãs (Hannah and Her Sisters, 1986) e A Era do Rádio (Rádio Days, 1987) nos dias 18 e 25 de agosto, respectivamente.

 

Escrito e dirigido por Allen, A Rosa Púrpura do Cairo se passa em 1935 e conta a história de Cecilia (Mia Farrow), uma garçonete que vai ao cinema frequentemente para escapar dos problemas de sua vida: o péssimo emprego, a situação econômica difícil e o marido violento e abusivo. Um dia, depois de assistir ao mesmo filme pela quinta vez, Cecilia percebe que o personagem principal da película (Jeff Daniels) parece ter se dado conta de sua presença do outro lado da tela. Ele resolve, então, abandonar o mundo da ficção para viver com a garçonete na realidade, deixando sua narrativa sem protagonista.

 

A faixa Cine Cult é fruto de uma parceria entre a TV Cultura e os estúdios MGM e Paramount. Com ela, clássicos do cinema como Rede de Intrigas (1976), Chinatown (1974), Os Intocáveis (1987), Bonequinha de Luxo (1961) e Crepúsculo dos Deuses (1950) integrarão a grade da emissora ao longo de 2017.

 

 

Ficha Técnica

A Rosa Púrpura do Cairo

Gênero: Comédia; Romance

Título Original: The Purple Rose of Cairo

Direção: Woody Allen

Origem: Estados Unidos

Ano: 1985

Duração: 82 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Elenco: Mia Farrow, Jeff Daniels, Danny Aiello, Dianne Wiest, Van Johnson

Prêmios: Melhor Filme e Melhor Roteiro Original (BAFTA), Prêmio FIPRESCI (Festival de Cannes), Melhor Filme Estrangeiro (César Awards), Melhor Roteiro Original (Globo de Ouro)

 

Serviço

Cine Cult

Sexta-feira (11/8), às 22h30, na TV Cultura

Edição: Festival Woody Allen – A Rosa Púrpura do Cairo

“Tistu – O Menino do Dedo Verde” no Teatro Gazeta

Peça infantil em cartaz em 26 e 27 de agosto em São Paulo

MRG Produções Artísticas traz para São Paulo a peça infantil “Tistu – O Menino do Dedo Verde”, que será apresentada nos dias 26 e 27 de agostoàs 16h, no Teatro Gazeta. Dirigida por Edson Bueno, a reprodução do livro escrito por Maurice Druon, Menino do dedo Verde, conta com Wenry Bueno, Jeff Bastos, Amanda Leal, Guilherme Andrade no elenco.

Tistu é um menino de 8 anos que desde pequeno era especial, de um modo que ninguém, nem mesmo ele, sabia. Sua mágica capacidade de fazer florescer tudo quanto toca é uma simples e direta metáfora de tudo quanto o homem pode fazer pelo meio ambiente, mas que insiste em desacreditar de seu próprio poder e faz justamente o contrário.  A encenação do livro de Maurice Druon é uma nova aventura artística, um encontro de sonhos e uma possibilidade de levar esta grande criação literária para milhares de crianças que levam para si uma importante lição de vida. A mensagem de “Tistu – O Menino do Dedo Verde” é tão forte e impactante que deixa marcas encantadas em quem faz parte do espetáculo. Então chegou a hora de Tistu, com seu mágico Dedo Verde, iluminar o espírito e instigar pais, mães, filhos e professores a sonharem seu sonho de amor e paz.

SOBRE A MRG PRODUÇÕES ARTÍSTICAS:

Márcio Roberto Gonçalves é produtor, diretor de teatro e arte-educador há 25 anos. Fundador da MRG Produções Artísticas em 1994 e do Centro Cultural Boqueirão em 2006, com sede na cidade de Curitiba. É Conselheiro Municipal de Cultura no município de Curitiba e representante dos Pontos de Cultura do Estado do Paraná. Trabalha com a democratização e difusão da cultura, em parceira com 2 Instituições Públicas de Ensino, Fundação Cultural de Curitiba, Prefeitura Municipal de Curitiba, Teatro Guaíra, entre outros.

Premiado com 08 Troféus Gralha Azul (Prêmio Governador do Estado), 04 Troféus Poty Lazzarotto (Prêmio de Reconhecimento da Classe Artística Paranaense) e Prêmio Funarte – Encena Brasil 2002 (Ministério da Cultura).

Tem reconhecimento público pela Prefeitura Municipal de Curitiba, com publicação no diário oficial em 1997. É criador do jornal do Centro Cultural Boqueirão, com distribuição gratuita de 10.000 exemplares trimestralmente. No Centro Cultural Boqueirão, mantém o projeto “Nossa Arte de Cada Dia”, Ponto de Cultura reconhecido pelo programa Cultura Viva, do Ministério da Cultura, em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba.

SERVIÇOS

“Tistu – O Menino do Dedo Verde”

Inspirado no livro de Maurice Druon – O Menino do Dedo Verde

Elenco Wenry Bueno, Jeff Bastos, Amanda Leal, Guilherme Andrade

Adaptação e Direção: Edson Bueno

Direção de Produção: Márcio Roberto

Assistente de Produção: Claudia Zanca

Direção Musical: Marcela Zanette e Du Gomide

Sonoplastia: Chico Nogueira

Cenário e Figurinos: Ricardo Garanhani

Iluminação: Rodrigo Ziolkowski

Maquiagem: Lilian Marchiori

Operador de Som: Weslley Daum

Operador de Luz: Rafael Ivanoski e Jorny Roberto Wall

Contrarregra: João Vicente

Marceneiro: Tico Atanásio

Costureira: Larissa Yeda

Fotografia: Chico Nogueira

Design Gráfico: Juliana Vitulskis

Data: 26 e 27 de Agosto de 2017

Dia/Horário: Sábado e Domingo, às 16h (Somente duas apresentações)

Local: Teatro Gazeta

Gênero: Infantil

Duração:  60 minutos

Capacidade: 680 lugares

Classificação: Livre, recomendado para crianças a partir de 04 anos

Valor: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia) + taxa administrativa

Venda online: http://www.teatrogazeta.com.br

Bilheteria e endereço do Teatro Gazeta: Avenida Paulista, 900, térreo

Dias e horários de funcionamento da bilheteria: De terça a Domingo, das 14:00 até o início do último espetáculo.

Estacionamento Conveniado: MultiPark de quinta-feira à domingo /Rua São Carlos do Pinhal, 303 – Subsolo.

Telefone da bilheteria: (11) 3253.4102