Cultura

Em Carapicuíba, alunos das escolinhas de esportes visitam Museu do Futebol

Férias é férias e numa parceria entre a Prefeitura, através da Secretaria de Esportes, e a Secretaria Estadual de Cultura, os alunos das escolinhas esportivas de Carapicuíba realizaram, durante o mês de janeiro, passeio gratuito ao ‘Museu do Futebol’.

Aproximadamente 400 crianças e adolescentes, das mais diversas modalidades, seguiram o cronograma e, distribuídos em diferentes dias, tiveram a oportunidade de conhecer a história da maior paixão nacional – o Futebol.

Inaugurado em 29 de setembro de 2008, o Museu do Futebol é um dos mais visitados do país e está localizado dentro do tradicional Estádio Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu. As exposições narram a história do futebol usando imagens, vídeos e áudios que remetem as torcidas nas arquibancadas, de forma interativa e emocionante.

Aluna da escolinha esportiva de Carapicuíba, Luana, 9 anos, comentou sobre a experiência e a oportunidade de conhecer de perto a história do esporte mais popular do mundo.

“A experiência é espetacular e é muito emocionante estar aqui conhecendo mais sobre a história deste esporte que o mundo inteiro acompanha com muita paixão”, disse a aluna, muito entusiasmada em estar participando do passeio.
 

Escolinhas de Esportes

A Prefeitura de Carapicuíba, através da Secretaria de Esportes, disponibiliza gratuitamente aos munícipes diversas modalidades nas escolinhas de esportes da cidade. As atividades envolvem quase 4 mil pessoas, incluindo crianças, jovens e adultos.

Para informações sobre novas inscrições, os interessados devem procurar a Secretaria de Esportes, que fica localizada na Avenida Faustino dos Santos, 98, Cohab 5 – Ginásio Ayrton Senna.

Prefeitura de Araçariguama abre inscrições para as oficinas culturais

A Prefeitura de Araçariguama anunciou que já estão abertas as inscrições para as oficinas gratuitas da Secretaria Cultura e Turismo. As vagas são limitadas e as inscrições estarão disponíveis do dia 09/02, mês este que as aulas serão iniciadas.

Para participar, basta comparecer no local munido de documentos – RG e CPF. Menores de anos 18 também deverão apresentar os documentos acompanhados dos pais ou responsáveis.

A Casa da Cultura tem como objetivo fomentar os programas e projetos culturais na cidade em suas diversas linguagens tendo como diretrizes a universalização, difusão da cultura e a formação de pessoas, oferecendo espaços para expressão e lazer para crianças, jovens e adultos, fazendo assim com que seja um lugar para descobrirem seus potenciais e protagonizarem a mudança de sua relação com o mundo.

Crianças à  partir dos quatro anos e adultos de todas as idades têm acesso aos 39 cursos que são ministrados. Música, Canto, Coral, Piano, Teclado, Musicalização Infantil, Violão, Violino, Baixo, Guitarra, Bateria, Xilofone, Percussão, Viola Caipira, Sopro, Saxofone, Flauta Doce, Flauta Transversal, Trompete, Trombone, Dança, Ballet Clássico, Ballet Contemporâneo, Jazz, Street Dance, Baby Class, Flamenco, Zumba), Artes (Desenho e Teatro),Línguas (Inglês), Artes Marciais (Judô, Jiu Jitsu, Taekwondo e Muay Tay).

 A grande novidade são os 5 cursos que a Secretaria irá oferecer, ampliando sua grade de oficinas gratuitas oferecidas à população, sendo elas: Artes Marciais (Boxe), Dança (Danças Urbanas, Dança de Salão e Sapateado e Artes ( Coreografia).

Para mais informações entrar em contato com a Secretaria de Cultura e Turismo pelo telefone (11) 4204-1443 localizada na Rua Santa Cruz,23 – Centro.

A premiada Trupe Dunavô participa do Festival Em Janeiro Teatro para Criança é o Maior Barato

Um dos mais importantes grupos de teatro infantil da cena paulista, a Trupe Dunavô, se apresenta nos dias 16 e 17 de janeiro em São José do Rio Preto e promete encantar adultos e crianças com muita criatividade!

Dobradinha da Trupe Dunavô – Dois espetáculos diferentes no 14º Festival Em Janeiro Teatro para Criança é o Maior Barato

Formada por Renato Ribeiro, Gis Pereira, Vinicius Ramos e Gabi Zanola, a Trupe Dunavô vem se destacando na cena do teatro infantil de São Paulo com espetáculos de alta qualidade e muito divertidos.

Em janeiro o grupo participa pela primeira vez do Festival Em Janeiro Teatro para Criança é o Maior Barato, que acontece na cidade de São José do Rio Preto, e faz uma dobradinha apresentando dois de seus espetáculos: O Livro do Mundo Inteiro e É mesmo uma Palhaçada. Além de participar das ações formativas com dois debates sobre sua experiência em cada um dos espetáculos.

O Festival será realizado entre 10 e 19 de janeiro em espaços públicos de São José do Rio Preto, no Distrito de Engenheiro Schimidt e no Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto. O ingresso custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

A programação do festival inclui peças de companhias de teatro da cidade e produções de grupos de Itanhaém, Curitiba, Campinas, Presidente Prudente, Brasília, Porto Alegre, São Paulo, Ibirá, Ribeirão Preto e Belo Horizonte. Além das apresentações do espetáculo, a programação contará com um grade de atividades formativas, workshops e debates, que serão ministradas pelos grupos convidados na galeria de arte Norma Vilar.

O público do Festival terá a oportunidade de conhecer o trabalho divertido e encantador da Trupe Dunavô que se apresenta nos dias 16 e 17 de janeiro.

Em O Livro do Mundo Inteiro, um grande livro é fio condutor para uma intervenção de palhaços em meio ao público que é convidado para participar desta escrita divertida e coletiva, a escrita da história do dia. Partindo da premissa da escuta, o grupo se aproxima dos indivíduos que se mostram abertos ao jogo, e os instiga a embarcar em uma grande experiência de aproximação, redescobrimento e gargalhadas! De forma divertida, os palhaços encorajam cada indivíduo a participar da escrita deste livro. Aqueles que aceitam o convite passam por um momento de registros de memórias, afetos e brincadeiras, através de um encontro simples, porém verdadeiro, que estimula a relação do palhaço com o indivíduo comum.

Já o espetáculo É mesmo uma Palhaçada traz a divertida história de três palhaços, que chegam para se apresentar e descobrem que estão no lugar errado. Com números clássicos de palhaçaria circense, mesclado às cenas autorais, brincando entre o novo e o já consagrado pelos mestres do picadeiro, de forma acolhedora e generosa, agrada adultos e crianças, sem distinção. Um verdadeiro resgate da memória do circo, valorizando a cultura popular, relembrando clássicos e convidando o público a reviver os grandes e tradicionais circos do passado.

Trupe Dunavô tem em seu histórico uma aclamada temporada no Centro Cultural São Paulo no ano de 2015, quando surpreendeu a todos com uma delicada fábula chamada Refugo Urbano, que arrebatou o público, esgotando ingressos na Sala Jardel Filho.

Com seus diferentes projetos a trupe já passou por importantes palcos do teatro e do circo, entre eles: Espaço dos ParlapatõesFestival Nacional de Teatro de JalesXII Festival Nacional de Teatro de LimeiraCircuito SP de CulturaFestival RisadariaCircuito Cultural Paulista (APAA-Associação Paulista de Amigos da Arte), Festival Paulista de CircoViagem Teatral SESI 2017Galpão do Folias, Virada Sustentável, além de circular por diversas unidades do SESC de São Paulo e Capital, Fábricas de Cultura e teatros distritais

Se você ainda não conhece o trabalho deste grupo, não perca esta oportunidade! Para saber mais detalhes, acesse:  www.facebook.com/DuNavo ouwww.instagram.com/trupedunavo

 Serviço

Festival Em Janeiro Teatro para Criança é o Maior Barato. De 10 a 19 de janeiro em Rio Preto. O ingresso custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia). A programação estará disponível no site www.festivaldejaneiro.com.br, a partir do dia 5 de janeiro. Informações: (17)3033-7976.

 O Livro do Mundo Inteiro

Uma trupe de palhaços chega anunciando que veio escrever uma nova história em seu grande livro. Mas esse é um livro diferente, escrito a varias mãos e muita imaginação. Os palhaços pedem que a plateia os ajude a iniciar uma história, qualquer história… E encorajam as pessoas a participar da escrita deste livro. O público é convidado a embarcar em uma grande experiência de aproximação, redescobrimento e acima de tudo, muitas gargalhadas! De forma divertida, os palhaços encorajam cada indivíduo a participar da escrita deste livro, que conterá a história de todos e do mundo.

Link: https://goo.gl/xFWymH
Data: 16 /01
Local: Área Central de Rio Preto
(espetáculo de trajeto, início na Praça Rui Barbosa)
Horário : 17h
Duração : 45 minutos
A partir de 7 anos
Debate no dia 17/01 às 9h00 na Galeria Norma Vilar

É mesmo uma Palhaçada

Um grupo de palhaços vindos de uma turnê internacional chega para se apresentar, mas ao se deparar com o cenário de outro grupo, percebe que está no lugar errado! Os palhaços passam a vasculhar esse cenário desconhecido e a “improvisar” cenas com os diferentes objetos encontrados, para entreter o público ansioso pelo espetáculo. Passeando por ilusionismo, mágica, dança e demais variedades circenses, eles se revezam apresentando cenas clássicas e autorais, arrancando boas gargalhadas! E convidam o público para um verdadeiro resgate da memória do circo, valorizando a cultura e proporcionando uma vivência no ambiente circense, que não deve ser esquecida.

Link: https://goo.gl/Xqz2PH
Data: 17 /01
Local: Represa Municipal Lago 2
(Em frente ao AME)
Horário : 17h
Debate no mesmo dia, às 18h45, na Galeria Norma Vilar.
Duração : 50 minutos
A partir de 7 anos

Prefeitura realiza parceria para aulas de música e atividades complementares

A Prefeitura de Carapicuíba, em parceria com a Associação Foco Arte e Desenvolvimento, oferece 90 vagas para aulas de música (violão) e atividades complementares (jiu-jitsu e inglês) para meninos de 6 a 12 anos, matriculados na rede pública de ensino.

As inscrições começam na sexta-feira, dia 12, das 9h às 16h, na Secretaria de Cultura e Turismo (Av. Presidente Vargas, 280, Vila Caldas). É necessário levar original e copia dos documentos: RG e CPF do responsável, Certidão de Nascimento ou RG da criança, comprovante de endereço, três fotos 3×4 e declaração escolar.

Os alunos serão divididos em duas turmas, sendo 45 em cada uma delas. As aulas ocorrerão todas as segundas e quartas-feiras, nos períodos matutino e vespertino, na IBM Alphaville. Será disponibilizado transporte gratuito para os alunos até o local, com pontos de encontro no Teatro FUCA – Vila Cretti e no Ginásio Ayrton Senna – Cohab V.

As aulas começam no dia 29 de janeiro, contudo, será realizada uma aula inaugural no dia 27, que contará com a presença de um responsável por cada aluno. O transporte gratuito também será disponibilizado neste dia. Vale destacar ainda que durante o horário de aula, os alunos receberão um lanche.

Mais informações podem ser obtidas através do telefone 4164-5413.

Eric Lenate dirige Funâmbul@s, novo texto de Priscila Gontijo que estreia dia 2 de fevereiro no CCSP

Fotos de Leekyung Kim

As irmãs Ana, Clara e Júlia têm vidas bem diferentes. Ana é dramaturga e dá aulas de teatro na periferia; Clara, a mais velha, tem um casamento turbulento; e a caçula Júlia é artista, mas precisa trabalhar como garçonete para pagar as contas. Elas se reúnem para cuidar de seu velho pai Augusto, que foi escritor e professor universitário e hoje sofre de uma doença que provoca confusão mental.

Funâmbul@s se passa em três realidades distintas, que se sobrepõem: a vida propriamente dita, o sonho e uma peça de teatro sobre as irmãs que está sendo escrita por Ana. Texto de Priscila Gontijo tem direção de Eric Lenate e os atores Michelle Boesche, Rafaela Cassol, Vanise Carneiro Luiz Serrano elenco.

FICHA TÉCNICA

Texto: Priscila Gontijo

Elenco: Michelle Boesche, Rafaela Cassol, Vanise Carneiro e Luiz Serra

Direção: Eric Lenate

Assistente de Direção: Steffi Braucks

Iluminação: Aline Santini

Figurinos e Adereços: Rosângela Ribeiro

Trilha sonora, Sonoplastia e Engenharia de Som: L. P. Daniel

Arquitetura Cenográfica e Adereços: Eric Lenate

Direção Audiovisual: Laerte Késsimos

Fotos de Cena e Registro Audiovisual: Leekyung Kim

Projeto Gráfico: Laerte Késsimos

Professor de Técnica de “Arame”: Don Luiz Muñoz (Escola Arena Circus)

Assessoria Técnica – Aparelho “Arame”: Alfredo Muñoz (Escola Arena Circus)

Assistência de Iluminação e Operação Técnica: Nicolas Manfredini

Assistente de Figurinos e Adereços: Aline Olegário

Costureira: Noeme Azevedo

Assistência de Sonoplastia e Operação Técnica: Rodrigo Florentino

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Direção de Produção: Núcleo Corpo Rastreado e VUELA Produção e Criação

Realização: Priscila Gontijo, Vanise Carneiro, Rafaela Cassol e Sociedade Líquida

 

SERVIÇO

Funâmbul@s, de Priscila Gontijo

Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 100 – Paraíso – Sala Jardel Filho

Temporada: 2 de fevereiro a 11 de março de 2018

Sextas e sábados, às 21h, e domingos, às 20h

Ingressos: R$ 20

Duração: 90 minutos

Classificação: 14 anos

Lotação: 321 lugares

Em cartaz há 3 anos, premiada Fortes Batidas retorna em janeiro de 2018 ao porão do Centro Cultural São Paulo, onde tudo começou

Com direção de Pedro Granato, experiência de teatro imersivo convida o público para dançar e acompanhar a noite de 15 jovens em uma festa. A trilha tem canções de Karol Conka, Beyoncé, Pablo Vittar e outros artistas que agitam as pistas da cidade

Foto de José de Holanda

Criada em 2015 em uma oficina aberta com nove meses de duração no Centro Cultural São Paulo (CCSP), Fortes Batidas conquistou os prêmios APCA (Melhor Espetáculo em Espaço Não Convencional) e São Paulo (Prêmio Especial pela Experimentação Cênica). Nesse longo processo criativo, o diretor Pedro Granato e um robusto time de atores pesquisaram como criar uma experiência imersiva de teatro. Depois de três anos de sucesso, o espetáculo retorna ao porão desse espaço para mais uma temporada entre os dias 23 de janeiro a 7 de fevereiro de 2018.

A montagem, que tem sua trilha sonora reformulada de tempos em tempos, já foi encenada em festivais, como o MIX Brasil de Diversidade Sexual e FIT São José do Rio Preto, e em vários equipamentos culturais, como unidades do Sesc (Pompeia, Sorocaba, Santo Amaro e Belenzinho), CEUs (Pera Marmelo, Três Lagos, Inácio Monteiro, Vila Atlântica, Perus, São Mateus), no Teatro Pequeno Ato, entre outros.

A peça acompanha a noite vivida por 15 jovens, cruzando desejos e entrando em conflitos embalados pelas “fortes batidas” das canções de Karol Conka, Beyoncé, Pablo Vittar e de outros artistas que costumam agitar as pistas da cidade. Amigos que apostam quem consegue ficar com mais meninas, um casal testando o relacionamento aberto e a dificuldade de um rapaz tímido ficar com alguém do mesmo sexo pela primeira vez. A explosiva mistura dos desejos de personagens em busca de sua identidade constrói uma rede de conflitos que envolve a plateia.

O público vive uma experiência que desenha um retrato pulsante dessa geração e coloca no foco questões importantes para toda a sociedade. A homofobia, machismo e intolerância sexual estão no centro do alvo dessas “Fortes Batidas”.

Os ambientes da balada são divididos em variados níveis de plataformas que possibilitam a visibili­dade para a plateia. Mas isso não impede que atores dancem ao lado público e se relacionem com ele criando uma experiência ativa, em que o espectador não “assiste” o espetáculo, está imerso nele.

Em 2017, o texto de “Fortes Batidas” foi lançado em livro pela editora Giostri. A nova temporada da peça é possível graças aos incentivos da 5ª edição do Prêmio Zé Renato de Incentivo ao Teatro.

Sobre o Teatro Imersivo

A experiência de teatro imersivo tem se espalhado pelo mundo todo com grandes êxitos como “Sleep no More” e “Fuerza Bruta” e aqui no Brasil a experiência do Teatro da Vertigem. Granato pesquisou essa vertente no Lincoln Center em Nova Iorque em 2014 com diretores do mundo todo, dentro do Directors LAB e construiu um espetáculo que aproxima a nova geração do teatro.

PEDRO GRANATO

O diretor, dramaturgo e professor de teatro Pedro Granato é formado pela Escola de Comunicação e Artes da USP (ECA-USP). Ele dirigiu o grupo IVO 60, contemplado cinco vezes pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro, e foi um dos diretores selecionados para o internacional Directors LAB, que ocorreu no Lincoln Center, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, em 2014. Atualmente, dirige e administra o teatro Pequeno Ato e é presidente do MOTIN – Movimento dos Teatros Independentes de São Paulo.

Outras peças dirigidas por Granato são “11 Selvagem”, de sua autoria; “Até que deus é um ventilador de teto”, de Hugo Possolo; “Você não está Aqui”, escrita com Ricardo Malerbi; “As Lágrimas Quentes de Amor que Só Meu Secador Sabe Enxugar”, escrita com Paula Cohen; “Quanto Custa?”, de Bertolt Brecht (eleita como “melhor trabalho em espaço convencional de 2013” no Prêmio da Cooperativa Paulista de Teatro); “Submarino”, de Leo Moreira;  “IL Viaggio”, de Marcelo Rubens Paiva; “Navalha na Carne”, de Plínio Marcos; “Criminal”, de Javier Daulte; “Sonho de Uma Noite de Verão”, de William Shakespeare; e “O Grande Mágico Mistério”, de sua autoria.

SINOPSE

Em uma festa para a qual o público também é convidado, quinze jovens tentam driblar a solidão com música alta e bebida. No meio da pista, amigos apostam quem consegue ficar com mais meninas, um casal testa seu relacionamento aberto e um rapaz tímido tenta ficar com alguém do mesmo sexo pela primeira vez. Estas são algumas das histórias que revelam um retrato pulsante da nova geração e colocam em pauta temas importantes para toda a sociedade, como homofobia e a intolerância sexual. A trilha sonora reúne canções de Pablo Vittar, Karol Conka, Beyoncé e outros artistas que costumam agitar as baladas da cidade.

FICHA TÉCNICA

Direção e dramaturgia: Pedro Granato

Cenário: Diego Dac

Assistente de direção e Iluminação: Gabriel Tavares

DJ: Pedro Augusto Monteiro

Coreógrafa e Stand-in: Inês Bushatsky

Assistentes de dramaturgia: Manuela Pereira e Natália Xavier

Produção: Contorno Produções e Pequeno Ato

Direção de Produção e Produção Executiva: Jessica Rodrigues e Victória Martinez

Atores: Ariel Rodrigues, Beatriz Silvei­ra, Bianca Lopresti, Bruno Lourenço, Felipe Aidar, Fernando Vilela, Gabriela Andrade, Ga­briela Gama, Gal Goldwaser, Inês Bushatsky, Ingrid Man­tovan, Laura Vicente, Lia Maria, Mateus Menoni, Mau Ma­chado e Vitor DiCastro.

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

SERVIÇO

Fortes Batidas, de Pedro Granato

Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 100 – Paraíso

Temporada: 23 de janeiro a 7 de fevereiro de 2018

Terças e quartas-feiras, às 20h

Ingressos: grátis, com distribuição de ingressos uma hora antes de cada apresentação.

Duração: 70 minutos

Classificação: 16 anos

Lotação: 150 lugares

Inscrições abertas para cursos gratuitos de informática e design gráfico

Crédito da foto: Divulgação

Coordenadoria da Juventude, ligada à SADS (Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social)está com inscrições abertas para o projeto Acessa Juventude, que oferece cursos gratuitos de Informática Básica e Design Gráfico para jovens com idade entre 15 e 29 anos. O prazo das inscrições segue até 19 de janeiro. 

 Os cursos começam no dia 22 de janeiro e estão disponíveis nos períodos da manhã (08h30 às 10h30) e da tarde (14 às 16h)duração é de 30 horas para Informática (Windows, Word, Excel e Power Point), com aulas nas segundas e quartas-feiras; e de 50 horas para Design Gráfico (Photoshop, Corel Draw, Indesign),  sempre nas terças e quintas-feiras.  

 As aulas serão ministradas na sede da Secretaria de Assistência de Desenvolvimento Social, que fica na avenida 26 de Março, 1159, Centro  

 Para se inscrever, compareça à SADS, de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, com RG, comprovante de residência e foto 3X4. Mais informações, ligue para 4199-2800. 

Biblioférias abre inscrições nesta segunda com vagas limitadas

Crédito da foto: Allison Roberto / Secom

Biblioférias abre suas inscrições na segunda-feira (dia 8), em todas as bibliotecas municipais. O projeto desenvolvido pela Secretaria de Cultura e Turismo de Barueri, especialmente para o público infantilconta com atrações totalmente gratuitas como apresentações do palhaço Costelinha, Hora do Conto, muitas brincadeiras e atividades extras envolvendo os professores das Oficinas de Artes. 

 As atividades acontecerão de 22 a 26 de janeiro em todas as bibliotecas do município e estarão disponíveis para crianças com idade entre 4 e 8 anos. Para inscrição, os responsáveis deverão se dirigir a uma das unidades e realizar a matrícula dos pequenos.  

 A quantidade de vagas oferecidas para cada biblioteca varia. A Benedito Franco tem 60 vagas; Cora Coralina e João Galdino, 80 cadaEny Cordeiro, 40; Jair Honório e Luiz Fernandes, 100 cada; Luiz Odair, 30; Maria Salomé, 50; Max Zendron, 50; Oswaldo Eleutério, 20. 

 Para mais informações entre em contato com a Secretaria de Cultura e Turismo de Barueri pelo telefone 4199-1600, ou pelo facebook.com/culturabaruerioficial. 

Projeto Parada da Música agita Terminal Rodoviário Central

Fotos: Sandro Almeida

O projeto Parada da Música que foi idealizado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, acontece todas as sextas-feiras no terminal rodoviário entre as 16h e 20h, e tem o intuito de oferecer aos músicos e artistas da região a oportunidade de mostrar o seu trabalho.

O local recebe apresentações de artistas dos mais variados tipos, animando os passageiros que aguardam o transporte ou pessoas que transitam pelo local, que poderão acompanhar a apresentação dos artistas.

O artista que tiver interesse em se apresentar no terminal rodoviário deverá fazer o seu cadastro na Secretaria de Cultura e Turismo que funciona de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h, no Largo da Matriz, 63 no Centro Histórico. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 4622-8700.

Com direção de Eric Lenate, A Serpente, última peça escrita por Nelson Rodrigues, reestreia no Teatro Faap

Em cartaz entre 19 de janeiro e 11 de fevereiro, espetáculo tem elenco formado por Carolina Lopez, Fernanda Heras, MariáGuedes, Juan Alba e Paulo Azevedo

Fotos: Leekyung Kim

Considerada uma ‘tragédia carioca’, de acordo com a célebre classificação do crítico teatral Sábato Magaldi para a obra de Nelson Rodrigues (1912-1980), A Serpente foi a última e mais curta peça escrita pelo “anjo pornográfico”, alcunha criada pelo próprio dramaturgo e jornalista pernambucano. Mesmo com apenas um ato, a peça de 1978 não deixa de criar polêmica ao retratar o amor de duas irmãs pelo mesmo homem.

Elas juraram nunca se separar e moram juntas na mesma casa com seus respectivos maridos. Lígia decide se suicidar porque tem um casamento infeliz – e não consumado – com Décio, que diz sofrer de impotência, mas, na verdade, tem um caso com outra mulher.

Para evitar que a irmã fizesse isso, Guida tem a ideia de emprestar Paulo, o próprio marido, para ela por uma noite. O que Guida não esperava era que Lígia se apaixonaria por ele, muito menos que esse erro poderia resultar até em morte.

Esta é a terceira montagem de Eric Lenate para peças de Rodrigues: em 2013, ele dirigiu “Vestido de Noiva” e, em 2015, “Valsa Nº6”. O elenco conta com a participação de Carolina Lopez, Fernanda Heras, Maria Guedes, Juan Alba e Paulo Azevedo.

A SERPENTE POR ERIC LENATE

“Nelson Rodrigues tem uma capacidade impressionante de nos deixar constrangidos com nossa própria miséria e obtusidade. Sua obra deitada no papel é um espelho cruel de nossa face horrorizante. Ele é e será sempre bem-vindo em qualquer período de obscurantismo e miséria intelectual.

Se, por vezes, ele parece ser machista, cuidado. Se, por vezes, ele parece ser racista, cuidado novamente. É provável que estejamos apenas olhando para um espelho. E o que fazemos com Nelson nesses momentos, sem conseguirmos compreender que é provável que estejamos olhando para nossa própria face?”, comenta o diretor,

“Eu procuro exercitar minha sensibilidade sempre no sentido de estar muito atento às solicitações da obra com a qual me proponho a trabalhar. Reparem bem que uso a preposição ‘com’. Reparem também que preposição é a palavra que estabelece uma relação entre dois ou mais termos de uma oração. Essa relação é do tipo subordinativa, ou seja, entre os elementos ligados pela preposição não há sentido dissociado, separado, individualizado; ao contrário, o sentido da expressão é dependente da união de todos os elementos que a preposição vincula. Esse tipo de relação é considerada uma conexão, em que os conectivos cumprem a função de ligar elementos. A preposição é um desses conectivos e se presta a ligar palavras entre si em um processo de subordinação denominado regência. Diz-se regência devido ao fato de que, na relação estabelecida pelas preposições, o primeiro elemento – chamado antecedente – é o termo que rege, que impõe um regime; o segundo elemento, por sua vez – chamado consequente – é o termo regido, aquele que cumpre o regime estabelecido pelo antecedente.

Observo realizadores que não respeitam ou que ignoram esse fato em sua suposta ‘relação’ com a obra. Portanto, procuro sempre me deixar reger pela obra. Até no que diz respeito a um possível pedido dela, como em A Serpente, de: ‘não me tomem de maneira literal’.

Neste sentido, em A Serpente, Nelson faz provocações muito claras, muito caras, porém, no mínimo, ambíguas e de difícil materialização cênica. Em suas provocações, se utilizando de frases lacônicas e abismais, com personagens travando uma guerra feroz entre razão e emoção, arma ciladas e arquiteta uma situação-limite que desafiam nosso intelecto e nossa sensibilidade, nos propulsionando para a derrocada ou para a ressurreição. É preciso coragem e perspicácia para entendê-lo. Nelson nunca foi leviano. Nossa capacidade de lê-lo, por vezes, sim.

Portanto, ao conseguirmos notar em A Serpente fissuras que nos fizeram mergulhar em uma espécie de magma mítico que dá suporte instável e anima a ‘traiçoeira superfície rodrigueana’, nos orientamos no sentido de conseguir produzir uma materialidade cênica que desse conta de uma situação aparentemente banal e cotidiana, mas que carrega em si a evocação obsedante de um comportamento humano moribundo, que já deveria ser defunto, mas que insistimos em perpetuar.

As personagens, em nossa encenação, transitam ‘livremente’ por um dispositivo cenográfico que as encarcera física e mentalmente. O apartamento no décimo segundo andar, solicitado por Nelson, que abriga dois casais – duas irmãs com seus maridos – se resume a uma única cama. Uma moça misteriosa trabalha no apartamento dessa família.

Esta obra de Nelson nos conduziu pela senda da compreensão de um ‘corpo humano’ normatizado como aberração. Nos conduziu também pela senda da compreensão desse mesmo ‘corpo humano’ agora aberrando a norma. Convulsionando por que não suporta mais carregar uma herança ancestral de comportamentos nojentos e que estremece ao arrotar um vocabulário impraticável nos dias atuais. Nossa encenação é uma pretensa atualização do gênio de Nelson. Um tentativa de prova de todas as faces de sua moeda artística. E uma tentativa de uma espécie de ritual simbólico de expurgo.

Como ‘a serpente no jardim’, Nelson nos encara de frente com seu olhar provocador. Seria ele a tal da serpente do título de sua peça? O ser ardiloso que por alguns é visto como símbolo do mal e por outros visto como símbolo de esperança, renascimento e renovação? Essa dúvida nos abriu os olhos para a compreensão de novas possibilidades e o trato com nossa encenação foi regido pela ‘Serpente-Nelson’ e pela seguinte pergunta capital:

Até quando vamos continuar arruinando nossa humanidade?”

NELSON RODRIGUES

Considerado um dos maiores e mais influentes dramaturgos brasileiros, o recifense Nelson Rodrigues (1912-1980), que se autointitulava um “Anjo Pornográfico”, escreveu 17 textos teatrais, classificados pelo saudoso crítico Sábato Magaldi em “Peças Psicológicas”, “Peças Míticas” e “Tragédias Cariocas”. Ele também é autor de nove romances e centenas de crônicas publicadas em sua famosa coluna “A Vida Como ela É” no jornal Última Hora.

Além de dramaturgo, Rodrigues trabalhou como jornalista policial e cronista de futebol. Algumas de suas peças, sobretudo “Vestido de Noiva”, que se passa em três planos temporais diferentes, foram responsáveis pela modernização do teatro brasileiro nos anos de 1940. O autor retirava o material para suas polêmicas e vanguardistas obras da vida no subúrbio do Rio de Janeiro.

ERIC LENATE

O ator e diretor Eric Lenate estudou durante quatro anos no CPT – Centro de Pesquisa Teatral do Sesc, coordenado por Antunes Filho. Atuou em várias montagens desse grupo e estreou como diretor no espetáculo “O Céu 5 minutos antes da tempestade”, de Silvia Gomez. Entre 2013 e 2014, foi formador convidado no curso de Direção e artista-orientador de experimentos na SP Escola de Teatro.

Em 2012, ele foi indicado ao prêmio Shell na categoria especial pela “força performativa de seus experimentos” e, em 2014, foi novamente indicado nessa premiação pela direção de “Sit Down Drama”, de Michele Ferreira.

Em 2015 funda a Sociedade Líquida, projeto-provocação responsável pelos trabalhos: Ludwig e suas irmãs, de Thomas Bernhard; Mantenha fora do alcance do bebê, de Silvia Gomez; Fim de Partida, de Samuel Beckett, pelo qual foi indicado ao prêmio APCA de melhor ator em 2016; O teste de Turing, de Paulo Santoro, e Refluxo, de Angela Ribeiro, que esteve em cartaz no primeiro semestre de 2017 no Mezanino do Centro Cultural FIESP e pelo qual Lenate está indicado aos prêmios Shell de melhor direção e melhor cenário, em São Paulo. Love, Love, Love, de Mike Bartlett, estreado em janeiro de 2017 no Rio de Janeiro, ainda inédito em São Paulo, em parceria com o Grupo 3 de Teatro, é um de seus mais recentes trabalhos. Por este trabalho, Lenate está também indicado ao prêmio Shell de melhor direção, no Rio de Janeiro.

SINOPSE

Duas irmãs que juraram nunca se separar vivem no mesmo apartamento com seus respectivos maridos. O casal Guida e Paulo vive uma aparente interminável lua de mel, enquanto Lígia e Décio não chegaram sequer a consumar o casamento. Lígia decide se suicidar movida pela infelicidade em seu relacionamento amoroso, mas Guida, na tentativa de impedir a morte da irmã, oferece o próprio marido por uma noite. A desconcertante oferta moverá toda essa trama de amor e morte.

FICHA TÉCNICA

Texto: Nelson Rodrigues

ElencoCarolina Lopez, Fernanda Heras, Mariá Guedes, Juan Alba e Paulo Azevedo

Direção: Eric Lenate

Diretora assistente: Erica Montanheiro

Iluminação: Aline Santini

Figurinos e visagismoRosângela Ribeiro

Trilha sonora original, sonoplastia e engenharia de somL. P. Daniel

Arquitetura cênica: Eric Lenate

Fotografia artística: Leekyung Kim

Design gráfico: Alexandre Muner

Assistentes de figurino: Aline Olegário e Natália Hirata

CostureiraVera Luz

Assistente de iluminação e operação técnica: Nicolas Manfredini

Assistente de sonoplastia e operação técnica: Rodrigo Florentino

Suporte técnico (Tango): Ronaldo Gutierrez

Diretor de Palco: Augusto Vieira

Montador Cenotécnico: Tom Silva

Direção de produção: Maristela Bueno

Coordenação administrativa: Daniel Torrieri Baldi

Produção Executiva: Priscilla Lima

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Assessoria contábil: Eduardo Belvedere

Agradecimentos: Angela Lopes Cesar, Berenice Lamônica, Cristina Dell’Amore, Edmar Padula, InBox Cultural, Isabela Tortato, Julio Cezar Alves de Oliveira, Kauê Telloli, Lenon Bastos de Carvalho, Lucas Madaleno, Luiz Carlos Maluly, Marcelo Santiago, Maria Ines dos Santos Heras, Nelson Felicio Heras, Priscila Guimarães, Vanda Varella, Walter Cesar.

 

SERVIÇO

“A Serpente”, de Nelson Rodrigues

Teatro FAAP – Rua Alagoas, 903, prédio 01 – Higienópolis

Temporada: 19 de janeiro a 11 de fevereiro de 2018

Às sextas, às 21h30; aos sábados, às 21h; e aos domingos, às 18h

Duração: 60 minutos

Classificação etária: 16 anos

Capacidade: 500 lugares

Ingressos: R$ 60,00 (inteira) R$ 30,00 (meia-entrada)

Bilheteria do Teatro: Venda efetuada com cartões de crédito (Visa, MasterCard e Diners Club), cartões de Débito (Visa Electron e Redeshop) ou dinheiro.

Horário de atendimento: quarta a sábado das 14h às 20 e domingo das 14h às 17h. Em dias de espetáculos até o início dos mesmos. Não aceita cheques.

Telefone: (11) 3662-7233 e (11) 3662-7234

Pela Internethttps://teatrofaap.showare.com.br/

Estacionamento: ESTAPAR Estacionamentos – Rua Alagoas 903, Entrada pela Rua Armando Penteado – Portão G7, Tel.: (11) 3662-7582, www.estapar.com.br