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Especialista revela as regras mais importantes para enriquecer

enriquecerMuitas pessoas têm, como aspiração para suas vidas, enriquecer. Enquanto uns preferem o caminho do trabalho duro, falta de tempo com a família e baixa qualidade de vida, outros fazem jogos de azar e a loteria, ou, ainda, optam por caminhos ilícitos, na esperança que o tão esperado dinheiro apareça.

Entretanto, segundo Robson Profeta, que é coach de finanças, o verdadeiro rico é aquele que possui uma renda passiva, ou seja, quem vive de rendas. “A pessoa que não trabalha, e consegue viver muito bem com os seus investimentos, é, verdadeiramente, rica”, aponta. Ele, que é executivo e atua nas áreas de finanças, administração, RH e negócios há mais de 20 anos, acredita que muitas pessoas sabem o que querem, mas não conseguem traçar um plano de ação, e alcançar seus objetivos.

Profeta listou as principais regras para quem quer enriquecer. Confira:

1.   Descubra quanto precisa

Como diz o livro de Alice no País das Maravilhas, “Se não sabe aonde quer chegar, qualquer caminho serve”. Saiba qual é seu numero. Riqueza não significa acumular rios de dinheiro, até porque muitas pessoas acumulam rios de dinheiro e rios de divida, afirma o coach;

2.   O ego não pode falar mais alto

E se falar, que esteja consciente de seus impactos. Um dos maiores obstáculos de nossa sociedade é a ânsia pelo consumo. Um carro melhor, um apartamento maior, uma casa de praia, etc. O ego e nossa necessidade de reconhecimento social faz com que compremos bens e serviços muitas vezes supérfluos às nossas vidas e sem qualquer valor real, gerando uma rápida sensação de prazer. Profeta adverte: “Seja consciente ao consumir”;

3.   Cuidado com os ativos que adquire

Muitos ativos que compramos não são nossos melhores amigos. Um veículo mais caro provavelmente trará um seguro, um imposto e/ou manutenção mais caros. Um apartamento maior provavelmente trará, também, taxas maiores, e assim sucessivamente. Estes ativos geram passivos, ou seja, dividas. Se estiver consumindo por causa da regra 2ª, consuma consciente.

Tente investir em ativos que geram renda. Compre um apartamento para alugar, ações que paguem dividendos, etc.

4.   Evite os juros

Saiba que, se você paga juros sobre qualquer bem ou serviço, tem alguém do outro lado ganhando com isto. Por isso, inverta o lado do jogo, receba renda e deixe que outros paguem juros. No mercado, para alguém ganhar, alguém tem que perder. Se não souber onde quer chegar, e seu ego atrapalhar seus objetivos, pagará juros.

5.   Conheça seus valores

Sua hierarquia de valores explica muito a seu respeito. Caso seu principal valor seja a segurança e seu valor menos importante seja a diversão, não adianta querer tirar 30 dias de férias no Caribe e relaxar. Talvez fique mais estressado ainda com o medo de perder seu emprego. Navegue nesta pirâmide, se conheça. Muitas pessoas descobrem as reais razões pelas quais não conseguem juntar dinheiro. Se um dos seus principais valores é o poder, a regra 2ª pode estar sabotando seus planos, mesmo que inconscientemente.

6.   Monte seu controle

Dificilmente ganhará dinheiro se não aprender a doma-lo. Faça um fluxo de caixa projetado e controle suas finanças. Não adianta ter um bocado de dinheiro no final do ano, fruto do seu 13º salário, e gasta-lo com a viagem dos sonhos e, nos próximos três meses, aparecer gastos extras com IPVA, seguros, matrícula e material escolar dos filhos, reajuste de colégio e plano de saúde, etc. Você só visualiza isto corretamente fazendo um fluxo de caixa adequado, seja em uma planilha eletrônica, ou mesmo no famoso caderninho de anotações.

Em suma, o coach de finanças acredita que, para se atingir a tão sonhada riqueza, é preciso seguir alguns passos fundamentais. “Se a pessoa não tomar cuidado com seus ganhos, controlar seu salário e saber os limites do seu dinheiro, nunca atingirá suas metas, e continuará frustrado”, pontua Profeta. Ele finaliza, falando que uma boa opção para aumentar a renda é realizar investimentos, porém, sempre acompanhado de um profissional competente no assunto, que possa aconselhar o investidor da maneira correta.

Pesquisa revela os cinco principais motivos que levam os profissionais a pedir demissão

Estagnação ou uma nova oportunidade na carreira são os principais motivos para os profissionais pedirem demissão no trabalho. É o que revela pesquisa da Michael Page, empresa líder mundial em recrutamento executivo de média e alta gerência, realizada com 1000 executivos no país, entre janeiro e março deste ano.

 De acordo com os dados do levantamento, uma nova oportunidade de trabalho é citado por 22% do entrevistados na pesquisa como principal razão para o pedido de demissão. Sentir-se estagnado e desestimulado são as razões de 17% e 15%, respectivamente, dos consultados. Já insatisfação salarial e baixa qualidade de vida, ambos, são citados por 8% dos profissionais.

 

Para Ricardo Rocha, gerente executivo da Michael Page, mesmo com momento delicado da economia e do mercado de trabalho, ainda há movimentações pontuais dos profissionais o que acaba gerando os pedidos de demissão. ”Nessa hora, quando o profissional tomou a decisão, ele deve conversar primeiramente com o chefe e expor suas razões que culminaram no pedido de desligamento. É sempre importante sair pela porta da frente”, alerta Rocha.
Principais motivos de demissão:

  1. Nova oportunidade de trabalho

 

  1. Estagnação

 

  1. Desestimulado

 

  1. Baixa qualidade de vida

 

  1. Insatisfação salarial

 

Sobre a Michael Page

A Michael Page é um dos maiores players mundiais em recrutamento especializado. Fundada na Inglaterra em 1976, é especializada em recrutar candidatos em middle e top management, em todo o mundo, sendo a consultoria de recrutamento líder e pioneira na América Latina. Atualmente possui mais de 5.400 colaboradores em 36 países

Cinco passos para evitar as dívidas

Qual a maior preocupação da população, o consumo excessivo e a aquisição de bens supérfluos ou as dívidas feitas em longo prazo para obtê-los? Sabemos que ainda há muitos que gastam mais do que ganham e essa prática tem se agravado.

 

Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em março, 37,5% da população (54,7 milhões de pessoas) estava negativada – com o nome inscrito no SPC. Neste mês, houve aumento de 3,76% de consumidores inadimplentes na comparação do mesmo período de 2014. Para fugir dessa realidade, mesmo em tempos de crise, confira cinco dicas que o ajudarão a conter o orçamento neste ano e a ter mais tranquilidade na hora de realizar seus desejos:

 

1 – Compre à vista, não parcele

No momento da compra, sempre é oferecida a forma de pagamento com o cartão de crédito, mas fuja dele. Prefira quitar suas despesas à vista, pois, além de estar criando uma dívida a prazo, ao utilizar o crédito você corre o risco de se enrolar e cair nos juros e taxas que estão cada vez mais abusivos.

 

2 – Coloque todas as despesas na ponta do lápis

O ideal é fazer uma relação de gastos contendo qual a despesa, o valor, a data e o grau de necessidade (utilize o nível de 1 a 5, por exemplo, sendo o 1 aquilo que pode ser descartado e o 5, o mais necessário). Recomendo que as despesas sejam relacionadas a cada semana, para que, no final do mês, você tenha um relatório completo e visualize facilmente o que poderia ter poupado ou qual será a sobra de dinheiro para o próximo mês.

 

3 – Não abuse das compras, adquira somente o necessário

Acredito que todos já tenham ouvido a famosa frase: “Você gasta mais do que pode”. É exatamente isso que grande parte da população faz, o que resulta num mar de dívidas em que se tampa e destampa buracos no orçamento constantemente. Se você se identificou com essa situação, tome cuidado, pois é bem possível que já esteja no vermelho há algum tempo.
Para mudar esse cenário, compre com consciência. Analise o que realmente está precisando e evite tristezas na hora da conferência da conta corrente.

 

4 – Pense no futuro, poupe

Ainda é pequeno o número de brasileiros que possuem algum tipo de poupança ou formas de investimento de longo prazo. A baixa taxa de rendimento e os baixos salários são sempre citados como os maiores motivos de quem não consegue poupar, mas também há fatores comportamentais envolvidos nessa questão. Sendo assim, mude sua forma de pensar e veja a poupança como algo que pode se transformar na semente de um grande investimento, o que, dependendo do seu empenho e administração, pode resultar em lucro e sucesso.

 

5 – Invista corretamente e veja sua economia crescer

Uma vez que tenha investido corretamente, seu dinheiro pode crescer de forma inesperada. As correções, taxa de juros e ganho de capital mostrarão mais tarde o quanto vale a pena o esforço de poupar e abrir mão de alguns gastos nos dias de hoje. O investimento bem-sucedido é sinônimo de mais dinheiro em suas economias e uma vida mais tranquila.

 

 

* Dora Ramos é educadora financeira e especialista em contabilidade e controladoria. Fundadora e diretora responsável pela Fharos Contabilidade & Gestão Empresarial (www.fharos.com.br), atua no mercado contábil-administrativo há 24 anos

Depressão: Um mal silencioso

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Quem já não ouviu falar nela, a doença da alma. Já ouvi dizer que isso era frescura, mas infelizmente esse mal tem atingido muitas pessoas que sentiram na pele o que é ter depressão. Para família de uma pessoa que sofre depressão suportar a angustia da pessoa não é fácil, pois a sensação de impotência pode tomar conta. Em alguns casos é possível perceber o que desencadeou esse processo, mas em outras nem mesmo a própria pessoa sabe o que aconteceu.

A depressão caracteriza-se pela perda de prazer nas atividades diárias, apatia, diminuição da capacidade de se concentrar ou tomar decisões, alterações psicomotoras como lentidão, sensação de fraqueza e fadiga. Também ocorrem alterações no somo podendo ter insônia ou hipersonolência. O apetite também pode ser alterado para mais ou para menos, a redução do interesse sexual, de sair e de fazer tarefas que antes era prazerosa. Ideias suicidas também são sintomas que aparecem.

Enfim a depressão é uma doença seria que precisa de cuidados profissionais de um psiquiatra e de um psicólogo. Se você sente-se assim ou conhece alguém que esteja procure um profissional, pois depressão quando tratada tem cura.

Elizangela Barbosa – Psicóloga atuante em Carapicuíba – EMAIL:  elizbn@ig.com.br