Artigos

Estudos sugerem relação entre Covid-19 e lesões nos rins

Conforme a pandemia do novo coronavírus avança, uma série de novos sintomas entram no radar das equipes de saúde. Os mais comuns, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) continuam a ser febre, coriza, tosse e falta de ar, mas essa lista vem aumentando, com relatos de pacientes que passaram a apresentar diarreia, vômitos, perda do olfato e do paladar, dores de garganta e cabeça. Relatos e estudos médicos realizados ao redor do mundo têm apontado agora outras complicações relacionadas ao Covid-19, como os AVCs, doenças cardíacas, urinárias e lesões renais agudas, podendo evoluir para a insuficiência e falência dos rins.

Ainda não se sabe bem a explicação para isso. Duas hipóteses são avaliadas pelos cientistas: se é um efeito direto da ação do vírus ou indireto. Receptores do coronavírus já foram detectados nas células das membranas que envolvem os vasos sanguíneos, o intestino, o coração e os rins. A outra hipótese considera uma reação exagerada do sistema imunológico do organismo a essa invasão ou a medicamentos usados no tratamento.

De acordo com o médico nefrologista Bruno P. Biluca, da Fenix Alphaville, os pacientes renais crônicos fazem parte do grupo de risco de contágio pelo Covid-19. Além disso, a doença acomete principalmente idosos, que são maioria entre os infectados pelo novo coronavírus. Outro fator que deixa essas pessoas mais suscetíveis é o fato de boa parte delas terem problemas associados, como o diabetes mellitus e a hipertensão grave, o que também agrava o prognóstico na pandemia, como alerta a OMS.

Dados divulgados este mês na revista Pesquisa Fapesp apontam que entre 14% e 30% das pessoas com quadros graves da Covid-19 em UTIs tiveram falência renal, com necessidade de hemodiálise, tratamento em que máquinas fazem a filtração das impurezas do sangue quando os rins deixam de funcionar. Mas, mesmo nos casos moderados já foram detectadas lesões renais.

Os rins são fundamentais para o funcionamento do organismo. Eles são responsáveis por filtrar as toxinas do sangue para que sejam eliminadas pela urina. Também têm papel importante na regulação de líquidos e sais no corpo, na produção de hormônios e no controle da pressão arterial.

A evolução da doença renal crônica é lenta e, na maior parte do tempo, assintomática. Uma pessoa pode conviver anos sem notar o problema. Quando é descoberta, em geral, as funções do órgão já estão bastante comprometidas, precisando da diálise. Já a doença renal aguda se desenvolve rapidamente, podendo ser revertida ou não com tratamento.

“Os cientistas ainda têm muito a aprender sobre a Covid-19, a ação do vírus e como pode comprometer o organismo, e ainda não há uma vacina ou medicamento específico para tratar a doença. Portanto, a melhor atitude neste momento de crescimento do número de pessoas infectadas e de mortes no Brasil é a prevenção, com o isolamento de pessoas com sintomas, distanciamento social, correta e frequente higienização das mãos e o uso de máscaras”, recomenda Biluca.

 

Sobre a Fenix Alphaville

Inaugurada em 2018, a Fenix Alphaville é especializada em doenças renais, oferecendo uma experiência inovadora em hemodiálise e atendimento médico de excelência, em um ambiente hospitalar seguro e com padrão premium, de hotelaria 5 estrelas. Os tratamentos são orientados pelas mais modernas técnicas em nefrologia e prescritos de forma individualizada por uma equipe de médicos especialistas, com apoio multidisciplinar de psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais e fisioterapeuta. Entre os diferenciais, estão a hemodiafiltração, que reduz efeitos colaterais, suítes para o tratamento noturno, spa, lanche preparado por chef, transporte Leva e Traz e heliponto. A clínica faz parte da Rede Fenix de Nefrologia, que atua há 23 anos na área, e está localizada em Alphaville, Barueri-SP.

Regina Duarte deixa governo e vai assumir Cinemateca

Depois de menos de três meses de governo, a atriz Regina Duarte vai deixar a Secretaria de Cultura, subpasta que integra o Ministério do Turismo. Pessoas ligadas ao governo Jair Bolsonaro, como o filho Eduardo ou a deputada federal Carla Zambeli, publicaram atualizações em suas redes sociais, indicando que a Regina Duarte vai assumir a Cinemateca Brasileira, na Vila Mariana.

A Cinemateca vem enfrentando uma crise desde 2013, que se agravou nos últimos meses. Até agora, nenhuma parcela do orçamento 2020, cujo montante é da ordem de R$ 12 milhões, chegou até a unidade. A comunidade local e também pessoas ligadas ao setor audiovisual estão divulgando e pedindo apoio a um abaixo assinado virtual.

A situação do espaço cultural, que ocupa um prédio histórico no bairro e que abriga o maior acervo audiovisual da América Latina, é matéria de destaque da edição dessa semana do Jornal São Paulo Zona Sul.

Alvo de muitas críticas por parte da classe artística, que não se sentiu representada ou defendida pela atriz, ela já vinha desgastada no cargo. Recentemente, após uma entrevista ao canal de notícias CNN, em que ficou nervosa e se recusou a ouvir um depoimento da atriz Maitê Proença e de responder a perguntas dos entrevistadores, a situação ficou ainda mais delicada. Na ocasião, ela também negou que deixaria o governo federal, a menos que fosse essa a vontade do presidente.

A atriz, que também foi criticada por ficar pouco em Brasília, alega que deixou o governo por querer ficar mais em São Paulo, onde mora e tem família. Durante seu mandato, pouco se comunicou com o público ou sua categoria: não apresentou nenhum plano para a Cultura, não apresentou notas lamentando a morte de figuras expoentes da arte brasileira como o escritor Rubem Fonseca, o cantor Moraes Moreira ou o compositor Aldir Blanc.

Regina Duarte deve ser substituída pelo também ator Mario Frias, que está hoje em Brasília negociando com o presidente Jair Bolsonaro.

Auxílio emergencial: nova parcela do benefício começa a ser paga nesta segunda-feira

Começa nesta segunda-feira (18) o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 criado pelo governo devido à crise causada pela pandemia do coronavírus. Os primeiros a receber serão os beneficiários do Bolsa Família cujo Número de Identificação Social (NIS) é terminado em 1, conforme calendário divulgado na última sexta (15).

Na quarta (20), começa o pagamento para trabalhadores que estão no Cadastro Único e que não recebem o Bolsa Família, conforme o mês de nascimento (veja abaixo). O calendário divulgado é válido apenas para aqueles que receberam a primeira parcela até 30 de abril.

No primeiro momento, o dinheiro estará disponível apenas em poupança social digital da Caixa, para movimentações digitais: pagamento de contas, de boletos e para realização de compras por meio de cartão de débito virtual. Os saques em espécie para este público poderão ser feitos a partir de 30 de maio — também conforme o mês de nascimento.

Veja o calendário completo:
Beneficiários do Bolsa Família:

Dia 18 de maio – NIS terminado em 1
Dia 19 de maio – NIS terminado em 2
Dia 20 de maio – NIS terminado em 3
Dia 21 de maio – NIS terminado em 4
Dia 22 de maio – NIS terminado em 5
Dia 25 de maio – NIS terminado em 6
Dia 26 de maio – NIS terminado em 7
Dia 27 de maio – NIS terminado em 8
Dia 28 de maio – NIS terminado em 9
Dia 29 de maio – NIS terminado em 0
Depósito em poupança social digital da Caixa:

Dia 20 – nascidos em janeiro e fevereiro
Dia 21 – nascidos em março e abril
Dia 22 – nascidos em maio e junho
Dia 23 – nascidos em julho e agosto
Dia 25 – nascidos em setembro e outubro
Dia 26 – nascidos em novembro e dezembro
Saques e transferência da poupança social:

30 de maio – nascidos em janeiro
1º de junho – nascidos em fevereiro
2 de junho – nascidos em março
3 de junho – nascidos em abril
4 de junho – nascidos em maio
5 de junho – nascidos em junho
6 de junho – nascidos em julho
8 de junho – nascidos em agosto
9 de junho – nascidos em setembro
10 de junho – nascidos em outubro
12 de junho – nascidos em novembro
13 de junho – nascidos em dezembro
A primeira parcela
Na última sexta-feira, a Caixa Econômica Federal divulgou que mais 8,3 milhões de trabalhadores tiveram seu pedido ao auxílio emergencial aprovados pela Dataprev e devem receber a primeira parcela do benefício entre os dias 19 e 29 de maio. No total, serão disponibilizados mais R$ 5,3 bilhões nas contas indicadas no momento da inscrição.

De acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, o pagamento será feito de acordo com o mês de nascimento e em dias diferentes dos depósitos da segunda parcela, para evitar filas nas agências.

Fonte: Gaucha ZH

Nubank está com vagas de emprego abertas; selecionados irão trabalhar de casa

A Nubank,  empresa startup brasileira pioneira no segmento de serviços financeiros, está com vagas abertas em São Paulo (SP) e no México. Aqueles que forem selecionados irão trabalhar sob regime home office e irão receber caixas com tudo o que vão precisar para começar o trabalho: computador, adaptador, fone de ouvido, caneca, camiseta, caderno e adesivos.

As oportunidades são para as seguintes áreas: negócios, excelência do cliente, design, engenharia, suporte de pessoas, gestão de risco e o banco de talentos para pessoas com deficiência.

Fonte: Ibahia

MINISTRO DA SAÚDE NELSON TEICH DEIXA O GOVERNO MENOS DE 30 DIAS DEPOIS DA POSSE

O ministro da Saúde, Nelson Teich, informou que deixou o cargo nesta sexta-feira (15), menos de um mês após tomar posse. A informação foi confirmada pela pasta.

Teich assumiu o ministério no dia 17 de abril, após a saíde de Luiz Henrique Mandetta em meio a um grande embate público com o presidente Jair Bolsonaro.

Nos últimos dias Bolsonaro e Teich entraram em desacordo envolvendo alguns temas envolvendo o uso da cloroquina na recuperação de pacientes do SUS que estão infectados pelo coronavírus. O ministro indicou que o remédio apresenta riscos para a saúde e Bolsonaro é defensor do uso da substância.

Além disso, Teich foi informado em coletiva de imprensa que o governo havia editado um decreto incluindo como atividade essencial academias, salões de beleza e barbearias. O ministro demonstrou completo desconhecimento da medida enquanto dava entrevista para jornalistas.

O agora ex-ministro foi convocado para uma reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta manhã. Logo após a saída da reunião, a demissão foi anunciada.

 

Fonte: Isto é dinheiro

Demissão de Sérgio Moro

E o rei tupiniquim Luís XIV, Jair Bolsonaro, aquele que se considera a própria Constituição,  agora de fato começou a governar ao seu estilo despótico –  que nem nos governos do PT coisa semelhante existia.

 Pergunta-se aos bolsonaristas radicais obscurantistas e mais parvajolas que os petralhas:  qual a explicação razoável das atitudes quixotescas  do capitão Bolsonaro? Citem uma justificativa sequer, senão de caráter pessoal e familiar de Bolsonaro, para ele insistir na mudança do diretor-geral da Polícia Federal?

 Ora, Sérgio Moro não foi para o governo para ser fantoche do presidente da República nem atuar de acordo com os interesses não republicanos do governo.

 Pois bem, hoje assistimos à máscara cair daquele que tinha como bandeira de campanha combater a corrupção e a imoralidade pública e por isso foi buscar o ex-juiz Sérgio Moro para desempenhar tal função, dando-lhe carta branca para atuar e indicar os seus assessores. Carta esta que agora o presidente rasga  melancolicamente diante do país. Ou seja, falta ao presidente da República credibilidade nas palavras empenhadas.

 Vale aqui evocar o escrito por um anônimo:  “A palavra reflete a atitude de cada pessoa. Se cumprida em sua totalidade há que se creditar na seriedade pessoal. Se descumprida tem nela embutida a mentira e por consequência a falta de credibilidade”.

 Mas agora se sabe que Bolsonaro trazia recôndito o  seu repertório maquiavélico, pérfido pronto para aplicar quando fosse necessário. E assim não teve escrúpulo de apunhalar a principal pilastra do governo, Sérgio Moro,  que representava o símbolo  da moralidade. Mas Sérgio Moro não sabia que estava sendo enganado e caiu numa verdadeira cilada.

 O país agradece a Sérgio Moro que soube se comportar de forma hercúlea ao não ceder e compactuar com as atitudes  não republicanas do presidente da República em interferir de maneira escusa nos trabalhos internos do Ministério da Justiça  e da Polícia Federal.

 O pedido de demissão de Sérgio Moro faz ruir uma das grandes pilastras de sustentação do governo e desmascara a seriedade  do governo federal em combater os ilícitos, por exemplo, de agentes políticos, como no caso da “rachadinha” na Alerj, envolvendo o seu filho Flávio Bolsonaro,  até agora em processo recursal.

 Cabe enfatizar que  o conteúdo da carta de demissão de Sérgio Moro compromete muito a lisura do governo e requer a atenção especial  do Legislativo e Judiciário.  

Júlio César Cardoso

Servidor federal aposentado

Balneário Camboriú-SC

Moro pede demissão após troca na PF, e Bolsonaro tenta reverter

O ministro Sergio Moro (Justiça) pediu demissão a Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (23) ao ser informado pelo presidente da decisão de trocar a diretoria-geral da Polícia Federal, hoje ocupada por Maurício Valeixo.

Bolsonaro informou o ministro, em reunião, que a mudança na PF deve ocorrer nos próximos dias. Moro então pediu demissão do cargo, e Bolsonaro tenta agora reverter a decisão do ex-juiz federal.

Os ministros Braga Netto (Casa Civil) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) foram escalados para convencer o ministro a recuar da decisão. Se Valeixo sair, Moro sairá junto, segundo aliados do ministro.

Valeixo foi escolhido por Moro para o cargo. O atual diretor-geral é homem de confiança do ex-juiz da Lava Jato. Desde o ano passado, Bolsonaro tem ameaçado trocar o comando da PF. O presidente quer ter controle sobre a atuação da polícia.

Bolsonaro tenta agora reverter o pedido de demissão do ex-juiz da Lava Jato.

Com informações: Folha/uol

COMO LIMPAR A CASA CORRETAMENTE EM TEMPOS DE COVID-19?

O período de quarentena tem imposto alguns desafios às famílias: como conciliar trabalho, filhos e as atividades domésticas. Como organizar todas as demandas e ainda zelar pelo bem estar e saúde em tempos de covid-19, já que uma das mais eficazes ferramentas para evitar o contágio pelo coronavírus é a limpeza?

 Realizar corretamente os procedimentos de limpeza não só ajuda quem está em quarentena a sair do sufoco como também manter o ambiente livre de contaminação. “Na hora da faxina é preciso aliar bem estar, conforto e segurança, reduzindo a carga de agentes microbianos no ambiente”, explica Thais Silveira, responsável pela área de Qualidade, Segurança do Trabalho e Treinamentos (QSSMA) da InService, empresa especializada em limpeza.

 Segundo a executiva não há fórmula mágica, mas procedimentos adequados ajudam no rendimento e no resultado final. Desta forma, a indicação para limpeza e desinfecção é sempre começar a limpar do ambiente mais sujo para o que tem menos sujidade. Limpar sempre de cima para baixo; de dentro para fora; e de trás para frente. Do fundo para as fora.

 Limpeza seca

Outra dica valiosa é limpar sempre em um sentido único – nunca em movimentos vai e vem e circulares. Segundo a profissional, isso faz com que a sujidade seja removida, mas volte ao mesmo lugar. “Ou seja, na prática acaba espalhando”, diz Thais.

 Fazer sempre a limpeza a seco primeiro utilizando equipamentos como Mop Pó, aspirador de pó panos de microfibra. A boa notícia é que todos eles podem ser facilmente encontrados em supermercados, pela internet e pequenas lojas de produtos de limpeza.

 A executiva explica: “a realização de tarefas com o mop pó promove um ganho de tempo e eficácia de 50% sobre os processos convencionais com vassouras. Além disso, o recurso também apontado como uma boa maneira de prevenção de doenças respiratórias e alérgicas, pois não levanta o pó”, explica.

 Com opções de diferentes tipos de refis, como de microfibra, por exemplo – material fácil de higienizar – o equipamento também pode ser adaptado pela dona de casa para fazer as limpezas úmidas. “Basta trocar apenas os refis”, recomenda Thais. A especialista esclarece que o custo não é tão baixo quanto uma vassoura comum, mas a durabilidade e o benefício compensam o investimento.

 Outra opção é utilizar aspirador de pó com filtro Hepa, projetado para reter com eficiência partículas muito finas retirando até 99% das impurezas. “Com estes modelos é possível eliminar ácaros, bactérias e vírus com a vantagem do aparelho ser facilmente higienizado após a utilização”, diz a gerente, que lembra ainda que os modelos podem ser encontrados em magazines, hipermercados e também pela internet.

 Mas porque fazer a limpeza seca antes da úmida? Simples. Para que os equipamentos e materiais utilizados não fiquem cheios de cabelo, pelos e poeira. “Esse cuidado faz com que este material se converse em bom estado por mais tempo”, esclarece a especialista.

 Limpeza úmida

Outra estratégia utilizada em limpeza profissional válida no ambiente doméstico é utilizar o mop spray para fazer a chamada limpeza úmida. Prático, o equipamento dispensa pano, balde e rodo. Além de mais higiênico – não há contato com os panos de limpeza – o dispositivo previne doenças e dores articulares porque não precisa torcer o pano. Com refis fáceis de higienizar, também apresentam melhor relação custo X benefício.

 Panos de microfibra

Outro recurso profissional que já faz parte do ambiente doméstico são os panos de microfibra. Além de remover com rapidez os mais diversos tipos de partículas sólidas e líquidas eles deixam as superfícies mais limpas que os panos convencionais. Tudo isso por conta das fibras utilizadas em sua composição que podem remover de gordura à poeira com maior eficácia.

 “A durabilidade, somada ao baixo custo fazem do item uma grande aliado para a dona de casa na hora de fazer a limpeza”, reforça Thais, que acrescenta: “Outra facilidade é que o panos podem ser separados por cor para facilitar a identificação nos ambientes da casa, como banheiro, cozinha, etc, evitando a contaminação de local para outro”.

 Produtos de limpeza

 São necessários apenas dois ou três tipos de produtos para fazer a limpeza e a desinfecção da casa:

– detergente neutro para retirada da sujidade das superfícies

– desinfetante de uso geral

– ou Cloro (hipoclorito de sódio)

 A indicação é limpar a superfície com o detergente e remover a sujidade. Logo após aplicar o desinfetante seguindo a recomendação de diluição em água indicada no rótulo do produto pelo fabricante para fazer a desinfecção. Uma alternativa para potencializar o efeito da desinfecção é aplicar o produto puro (sem diluir).

 Já o cloro, muito utilizado pelas donas de casa, tem bom desempenho como desinfetante, porém pode agredir a superfície. Além disso, é tóxico para o meio ambiente e o cheiro forte pode provocar intoxicação em ambientes fechados. A dica então é utilizar a versão cloro em gel.

 De olho no coronavírus

 Algumas medidas são importantes para manter a casa livre do coronavírus. Uma delas é realizar a desinfecção nas superfícies de toque frequente, como: maçanetas de portas, armários, torneiras, encosto da cadeira, interruptores, mesas, teclados, mouse, celulares, telefones, tablets, botão da descarga, tampa do vaso sanitário, controles de TV, botões diversos (do rádio, do ventilador, entre outros).

 Como limpar este itens de forma correta? A recomendação é borrifar o produto de limpeza direto no pano – nunca na superfície, para não danificar. O pano deve ser usado com duas dobra, primeiro dobra no meio e depois novamente para que fique com oito dobras. “Sempre que o pano sujar de um dos lados, troque pelo lado limpo. Quando estiver com todas as áreas sujas lave ou substitua o pano.”, destaca Thais.

 Mas a mais importante recomendação em tempos de covid-19 é sempre limpar as mãos. Antes da faxina e ao término, higienizar corretamente as mãos é imprescindível para evitar qualquer tipo de contágio.

 Sobre a InService

 Em operação desde 2002, a InService –  www.inservicenet.com.br – é especializada em serviços de limpeza e infraestrutura. Está presente na Grande São Paulo; região metropolitana de Campinas; Rio de Janeiro; Belo Horizonte; Porto Alegre; Baixada Santista e Noroeste Paulista.

 Com atuação baseada no atendimento ao cliente, no controle operacional e no desenvolvimento de pessoas a companhia desenvolve um modelo de atuação específico, focado na excelência dos serviços oferecidos. Comprometida com a qualidade a empresa busca a melhoria contínua através das melhores práticas.

Como ficam a guarda compartilhada e o pagamento de pensão alimentícia durante a quarentena?

O isolamento social, recomendado tanto pelo Ministério da Saúde quanto pela Organização Mundial da Saúde, impuseram mudanças drásticas nas vidas de todas as pessoas ao redor do globo. Estamos vivenciando situações que nunca foram sequer imaginadas, exigindo um alto grau de adaptação para passar por este momento, cujo fim ainda é indeterminado.

Por conta de todas essas mudanças, vários assuntos relacionados a guarda e pensão alimentícia podem gerar dúvidas.

A guarda compartilhada

O modelo de guarda compartilhada, aquele no qual os pais dividem as responsabilidades acerca dos filhos, não deixa de existir ou é suspenso por conta da quarentena. 

O ideal é que o vínculo entre pais e filhos seja mantido através da tecnologia. Desse modo, vários arranjos podem ser feitos, como o contato virtual nos dias em que a criança ficaria com o outro genitor. Também é possível seguir a estipulação de visitas estabelecida para o período de férias escolares, desde que a criança não precise de transporte público ou coletivo para se deslocar até a casa do outro genitor.

A pensão alimentícia

Com a crise financeira que já alastra o mundo inteiro, além da diminuição do consumo e da produção, muitas empresas estão demitindo funcionários em massa ou suspendendo contratos de trabalho por tempo indeterminado. Certamente, isso causa um abalo em toda a estrutura econômica das famílias e muitos pais ficarão sem poder pagar a pensão alimentícia.

Lembramos, entretanto, que não é possível reduzir o valor da pensão ou parar de pagá-la sem uma decisão judicial neste sentido. Portanto, caso você tenha perdido seu emprego ou tenha tido abalos na sua renda, deve solicitar a revisão de pensão, caso contrário, deverá pagar o valor estipulado anteriormente.

Sobrevivendo ao coronavírus – Capital de Giro na pandemia

O e-commerce é um importante caminho para que muitos negócios continuem no mercado

Nós já vivenciamos no mundo o maior choque econômico já registrado, superando a crise financeira de 2008 e a de 2001, logo após os ataques de 11 de Setembro. Fala-se em crescimento global de 1,5% nesse ano, o que se acontecer, já soa muito otimista diante dessa crise.

Com a minha experiência de 35 anos de vida corporativa, boa parte em cargos executivos, sólida vivência acadêmica e desde 2015 à frente da MORCONE Consultoria Empresarial, ajudando empresas a encontrar o caminho da lucratividade, com liquidez, hoje pretendo esclarecer sobre como as empresas podem sobreviver ao coronavírus, mais precisamente pretendo esclarecer sobre o valor do capital de giro na pandemia.

Estamos em uma situação emergencial, antes de mais nada, gosto de me posicionar como consultor, empresário e, acima de tudo, como ser humano, sobre a importância nesse momento de que os países priorizem a saúde e o bem-estar da população. A crise econômica, com trabalho, com estratégias, podemos recuperar em longo prazo.

É natural que as empresas entrem em crise quanto ao que tem ocorrido nas últimas semanas, que se preocupem, que tentem soluções emergenciais, sendo uma das primeiras, infelizmente, a demissão de pessoas, mas vale ressaltar a importância do recurso do capital de giro, que é o que vai ditar a (sobre)vida do negócio no mercado.

Sobrevivendo ao coronavírus – importância do capital de giro na pandemia

Principalmente para esclarecer para empresários que têm dificuldade de operacionalizar a importância do capital de giro no negócio, gosto de exemplificar por meio da metáfora da caixa d’água. Por que temos uma caixa d’agua em casa, ao invés de ligarmos a água que vem da rua, direto ao encanamento de toda a casa? Porque se assim fizéssemos, com relativa frequência estaríamos sem água para as necessidades básicas. Daí o motivo que temos uma “reserva” “líquida” em nossa caixa d’água.

O cálculo do volume de capital de giro não é simples, se executado da maneira como a controladoria calcula, porém uma maneira mais fácil de fazer a conta do valor aceitável de capital de giro é somar as despesas fixas (água, luz, telefone, salários, encargos, pró-labore, etc.) e multiplicar por 6, o volume ideal seria equivalente a 6 meses das despesas fixas. Este seria o saldo “zero”. Por exemplo: Se o meu cálculo resultar em R$100.000,00, e o meu saldo “líquido”, somando-se banco e caixa (não somar recebíveis futuros, somente o 100% disponível, líquido), for R$90.000,00, no momento analisado, seria como se eu estivesse “negativo” em R$10.000,00. Portanto o meu “zero”, no exemplo acima, seria um saldo “líquido” de R$100.000,00.

Esse valor de capital de giro ideal precisa ser mensalmente recalculado e recorrentemente o negócio precisa injetar capital de giro em sua empresa para se manter em atividade. Caso ao recalcular, nota-se que o saldo “líquido” está acima do calculado, move-se este excedente “líquido” para uma outra conta, que gosto de chamar de reserva de contingência. Pode ser que no próximo mês você precise repor dinheiro no capital de giro, em função do novo cálculo que demonstre que o volume “líquido” esteja abaixo do calculado, aí você lança mão da reserva de contingência para recompor o saldo que falta no novo capital de giro calculado.

Essa necessidade de capital de giro pode ter, como fonte de financiamento, bancos privados ou públicos, bancos de investimento, investidores ou o seu próprio capital, ou um pouco de cada um deles, compondo o capital de giro, mas o conceito por trás do capital de giro é que a empresa tenha sempre reservas “líquidas” para um caso emergencial, como esse que estamos vivendo no momento devido à pandemia de Covid-19. No exemplo acima, em tese, suportaríamos pouco mais de 6 meses com as portas fechadas.

Devido a este momento de crise por conta do coronavírus, o governo abriu linhas de crédito para pequenos empreendedores. Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro-Oeste (FCO), emprestarão recursos a juros de 2,5% ao ano. Essa medida tem um custo estimado de 430,5 milhões até 2024.

O foco dessa medida governamental está no atendimento aos setores produtivos, industrial, comercial e de serviços.

A preocupação com o capital de giro na pandemia tem aumentado exponencialmente entre os negócios. Empresas com maior reserva têm um tempo a mais para pensar em estratégias de como aumentar o volume de capital para continuar no mercado após o período de quarentena.

Esse é um momento delicado, é importante que os negócios que podem procurar auxílio especializado, o faça o quanto antes, sem esperar a crise se agravar no país devido ao Covid-19. O especialista pode ajudar a diagnosticar o estado financeiro da empresa, apontando estratégias e ações para reverter uma crise generalizada no negócio.

Vendas online, por telefone e delivery são caminhos para muitas empresas continuarem suas atividades

Os restaurantes que investiram no serviço delivery, por exemplo, mesmo com a queda do faturamento, continuam em atividade, seguindo nesse momento de crise econômica.

Vale para muitos modelos de negócios o investimento no online (e-commerce), no atendimento por telefone e nos serviços de entrega. É uma estratégia para se manter, gerando algum caixa, ainda que não o suficiente, mas pode manter a empresa aberta. Em caso de reorganização das finanças, por exemplo, com corte de custos, a empresa pode até mesmo ter lucratividade, mesmo em um período caótico.

Demissão deve ser pensada com cautela em um momento tão conturbado

Quando se fala em corte de custos, as empresas, principalmente movidas à impulsividade, optam pelo corte de pessoal, mas acho interessante frisar alguns pontos, como pensar naquilo que tanto já falei quando o assunto é governança corporativa, e quando se chega no tópico da responsabilidade social empresarial.

É claro que empresas que contam com um volume maior de funcionários, diante de uma crise econômica como essa, precisará reduzir a equipe, mas ainda assim, ressalto a importância de que se pense não apenas em longo prazo, mas com base na cultura de sustentabilidade empresarial.

Um negócio, mais do que lucratividade, também tem compromisso social, ou pelo menos deveria, acredito que dentre as prioridades da empresa em fase de criação de estratégias para se manter em atividade, as pessoas devem estar no topo, afinal, é por elas que o negócio existe e vale repensar o papel empresarial em um momento como esse.

Carlos Moreira – Há mais de 35 anos atuando em diversas empresas nacionais e multinacionais como Manager, CEO (Diretor Presidente), CFO (Diretor Financeiro e Controladoria) e CCO (Diretor Comercial e de Marketing).É empresário há mais de 15 anos e sócio e fundador da MORCONE Consultoria Empresarial.